domingo, 20 de abril de 2014

Lançamento do livro "Atlas e Livro Vermelho dos Biófitos Ameaçados de Portugal" | 22 abril, 17h30


Águias-Reais do Gerês: O LIVRO - 30 abril, 21:15

Na quarta-feira 30 de abril, às 21:15, Miguel Dantas da Gama, sem dúvida um dos que melhor conhecem a Peneda-Gerês, apresentará o seu livro

Uma longa caminhada com as ÁGUIAS-REAIS da Peneda-Gerês

na sede de trabalho da Campo Aberto (rua de Sta Catarina, 730-2.º andar, no Porto).

Entrada livre e gratuita, inscrição necessária (até 28 de abril, segunda-feira) para

tertuliasca@gmail.com

indicando nome, email e telefone de contacto de cada pessoa inscrita.

Miguel Dantas da Gama orientará uma visita da Campo Aberto ao Gerês, que se realizará no sábado 13 de setembro, e para a qual esta apresentação poderá ser uma boa propedêutica. Serão divulgadas informações sobre esta visita a partir de julho próximo.

O livro poderá ser comprado na sessão de 30 de abril com 15 por cento de desconto sobre o preço de venda ao público.

Mais informações sobre o livro e o autor:

http://www.campoaberto.pt/?p=11345

Árvores das montanhas podem combater alterações climáticas

Árvores das montanhas podem combater alterações climáticas

In Green Savers

Se as temperaturas globais se elevarem drasticamente, como previsto, uma da soluções para combater este flagelo será a plantação de árvores em lugares mais altos, de acordo com um novo estudo publicado na Geophysical Research Letters. Segundo a pesquisa, realizada por equipas das universidades de Sheffield e Oxord, Inglaterra, estas árvores poderão ter um papel muito importante na remoção de CO2 da atmosfera.
A pesquisa foi desenvolvida nas montanhas do Peru e revelou que, nos locais mais altos e frios, o crescimento das raízes das árvores desacelera. Isto significa que as raízes não alcançam a profundidade suficiente, no solo, para romper as rochas abaixo e se unirem ao CO2, removendo-o da atmofera.
Se as temperaturas globais ficarem mais quentes, porém, a camada de material orgânico entre a raiz e a rocha apodrece mais rapidamente, torando-se menos espessa e permitindo que as raízes cheguem à rocha e iniciem o processo de remoção.
As áreas montanhosas são também importantes pelo seu material vulcânico, como granito e basalto. Estes elementos contêm mais cálcio e magnésio que os sedimentos das terras baixas, tendo um maior efeito sobre os níveis de CO2.
Segundo o Planeta Sustentável, os investigadores afirmam que esta teoria sugere que ecossistemas montanhosos agiram como um termostato do planeta, enfrentando o risco de aquecimento ou resfriamento excessivos por milhões de anos.
“Uma série de eventos climáticos nos últimos 65 anos resultou na elevação e queda de temperaturas. No entanto, o processo de remoção que regula o CO2 na atmosfera pode ser contido pelas florestas que crescem nas partes montanhosas do mundo. No passado, este processo pode ter impedido que as temperaturas chegassem a níveis muito perigosos para a vida”, disse, ao Red Orbit, Chris Doughty, chefe do estudo.
Foto: winterriot / Creative Commons

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Passeio Fotográfico de Primavera



O Município de Seia irá realizar no próximo dia 10 de Maio o Passeio Fotográfico de Primavera nas Aldeias de Montanha.

Para mais informações ou inscrição consulte o sítio www.cise.pt, ou a página de facebook do CISE.

Centro de Interpretação da Serra da Estrela
Rua Visconde de Molelos
6270-423 Seia
cise@cise.pt
Telefone: 238 320 300

A engenheira florestal que transforma os móveis dos nossos avós em objectos contemporâneos

A engenheira florestal que transforma os móveis dos nossos avós em objectos contemporâneos (com VÍDEO)


Quando herdou várias peças de mobiliário da sua avó, Paula Jorge decidiu restaurá-las e colocá-las na sua própria casa. Na altura, percebeu que tinha de alargar os seus conhecimentos na matéria, e procurou um curso para o fazer.
Os sucessivos sucessos de restauro levaram-na depois, em 2009, a lançar o projecto Oficina do Lixo, que restaura mobiliário num pequeno anexo da sua casa, no Estoril. A exemplo, de resto, do que já lhe falámos no primeiro episódio do Economia Verde, com a marca Once Upon a Trash ou no episódio 217, com a Catraia.
“As peças vêm, maioritariamente, do lixo. Recolho-as junto aos contentores. No entanto, nos últimos anos tenho notado que as pessoas deixam menos coisas junto ao lixo, tenho dificuldade em encontrá-las”, explicou Paula Jorge ao Economia Verde.
Esta engenheira florestal decidiu então virar-se também para o negócio das velharias e do recheio de casas, que lhe permite matérias-primas para trabalhar. Para além de restauro de mobiliário, Paula transforma outras peças antigas em novos produtos – há gavetões de roupeiro transformados em armários de televisão, ou portas que agora são biombos. Para alargar as suas competências, a Oficina do Lixo fez parcerias com um carpinteiro, um vidraceiro e um estofador.
“Faço muitas mesas de cabeceira e cadeiras. Também vendo mesas de centro, armários de casa de banho, armários de cozinha, baús ou malas”, continuou Paula Jorge. Outro dos serviços é pedido pelos clientes que querem recuperar mobiliário antigo. Alguns dos negócios fazem-se no blog e página de Facebook da Oficina do Lixo, mas é sobretudo nas feiras que a marca tem conquistado mais interessados.
Ver o vídeo aqui.

Há vida na Mata Nacional do Buçaco - #14


Clicar na imagem para ver as novidades...

Novo grupo de utilizadores QGIS PT‏

É com prazer que anunciamos o que consideramos ser um passo importante para a comunidade QGIS em Portugal (quem sabe no restante mundo lusófono), a criação do Grupo de utilizadores QGIS PT.

O grupo QGIS PT surge do notório crescimento do QGIS em Portugal e com o objectivo de criar uma plataforma de partilha de informação e de experiências entre os utilizadores do QGIS de língua portuguesa.

Poderá encontrará toda a informação acerca do porquê de criação deste grupo e  como sobre participar no mesmo na recentemente criada página de internet:


Foi também criada uma nova mailing list intitulada qgis-pt@osgeo.org, que desde já convidamos todos os interessados a aderir através do seguinte formulário:


Para marcar o início das actividades estamos também a organizar o “2º Encontro de Utilizadores QGIS Portugal”, que vai ter lugar na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, no próximo dia 2 de Junho. Consulte o programa e inscreva-se em:


Se é utilizador do QGIS, se se interessa com o futuro do projecto ou mesmo se estiver curioso acerca deste sofware Open Source para SIG, Junte-se ao QGIS PT!!

Árvores, Florestas e Gestão de Ecossistemas Florestais‏

Sugerimos de seguida um conjunto de livros/manuais sobre árvores, florestas e gestão de ecossistemas florestais, que nos parecem particularmente interessantes e úteis e que os interessados poderão adquirir com desconto através do portal eco social NaturFunhttp://www.naturfun.pt .
Lembramos que, para além do desconto no preço de venda, os artigos encomendados através do NaturFun.pt têm portes de envio gratuitos para residentes em Portugal e cada compra implica uma contribuição da Naturlink para um projecto de intervenção social (neste momento é a AMI quem beneficia das contribuições resultantes da compras realizadas através do NaturFun).
 
Os livros que sugerimos são então os seguintes:
 
- "Silvicultura: A Gestão dos Ecossistemas Florestais"
Autores:  António Monteiro Alves, João Santos Pereira e Alexandre Vaz Correia
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
 
- "Árvores e Florestas"
Autor: António Manuel Fabião
Editora: Publicações Europa-América
 
- "O Montado no Portugal Mediterrânico"
Autor: José Mira Potes
Editora: Edições Colibri
 
- "O Montado no Alentejo (Século XV a XVIII)"
Autora: Ana Fonseca
Editora: Edições Colibri
 
- "Conhecer as Árvores"
Autor: Bernard Fischesser
Editora: Publicações Europa-América
 
- "Geografia dos Incêndios em Espaços Silvestres de Montanha: o caso da Serra da Cabreira"
Autor: António José Bento Gonçalves
Editora: Fundação Calouste Gulbenkian
 
 
Para além destas publicações, notamos ainda que os interessados poderão inscrever-se com desconto através do NaturFun no Curso de Avaliação de Propriedades Rústicas  http://www.naturfun.pt/index.php?route=product/product&product_id=554  , que está a ser organizado pelo Fórum Florestal e que decorrerá nos dias 28 a 30 de Abril de 2014 no Centro de Ecologia Aplicada Prof. Baeta Neves, Instituto Superior de Agronomia.

Bionergia dos pellets

The bonfire of insanity: Woodland is shipped 3,800 miles and burned in Drax power station. It belches out more CO2 than coal at a huge cost YOU pay for... and all for a cleaner, greener Britain!

  • Drax Power Station in Yorkshire is switching from coal to biomass pellets
  • The wood for the pellets is transported from North Carolina, U.S.
  • Drax is swapping to pellets as it is deemed 'carbon neutral'
PUBLISHED: 01:59, 16 March 2014 | UPDATED: 17:21, 16 March 2014
On a perfect spring day in the coastal forest of North Carolina I hike along a nature trail – a thread of dry gravel between the pools of the Roanoke river backwaters. A glistening otter dives for lunch just a few feet away.
Majestic trees soar straight and tall, their roots sunk deep in the swampland: maples, sweetgums and several kinds of oak. A pileated woodpecker – the world’s largest species, with a wingspan of almost 2ft – whistles as it flutters across the canopy. There the leaves are starting to bud, 100ft above the ground.
The trees seem to stretch to the horizon: a serene and timeless landscape.
INCREDIBLE JOURNEY GRAPHIC
But North Carolina’s ‘bottomland’ forest is being cut down in swathes, and much of it pulped and turned into wood pellets – so Britain can keep its lights on.
The UK is committed by law to a radical shift to renewable energy. By 2020, the proportion of Britain’s electricity generated from ‘renewable’ sources is supposed to almost triple to 30 per cent, with more than a third of that from what is called ‘biomass’.
 
The only large-scale way to do this is by burning wood, man’s oldest fuel – because EU rules have determined it is ‘carbon-neutral’.
So our biggest power station, the leviathan Drax plant near Selby in North Yorkshire, is switching from dirty, non-renewable coal. Biomass is far more expensive, but the consumer helps the process by paying subsidies via levies on energy bills.
That’s where North Carolina’s forests come in. They are being reduced to pellets in a gargantuan pulping process at local factories, then shipped across the Atlantic from a purpose-built dock at Chesapeake Port, just across the state line in Virginia.
Old s-coal: Drax Power station, near Selby, Yorkshire,            when it was still using non-renewable coal
Old s-coal: Drax Power station, near Selby, Yorkshire, when it was still using non-renewable coal
Those pellets are burnt by the billion at Drax. Each year, says Drax’s head of environment, Nigel Burdett, Drax buys more than a million metric tons of pellets from US firm Enviva, around two thirds of its total output. Most of them come not from fast-growing pine, but mixed, deciduous hardwood.
Drax and Enviva insist this practice is ‘sustainable’. But though it is entirely driven by the desire to curb greenhouse gas emissions, a broad alliance of US and international environmentalists argue it is increasing, not reducing them.
In fact, Burdett admits, Drax’s wood-fuelled furnaces actually produce three per cent more carbon dioxide (CO2) than coal – and well over twice as much as gas: 870g per megawatt hour (MW/hr) is belched out by wood, compared to just 400g for gas.
Then there’s the extra CO2 produced by manufacturing the pellets and transporting them 3,800 miles. According to Burdett, when all that is taken into account, using biomass for generating power produces 20 per cent more greenhouse gas emissions than coal.
And meanwhile, say the environmentalists, the forest’s precious wildlife habitat is being placed  in jeopardy.
Drax concedes that ‘when biomass is burned, carbon dioxide is released into the atmosphere’. Its defence is that trees – unlike coal or gas – are renewable because they can grow again, and that when they do, they will neutralise the carbon in the atmosphere by ‘breathing’ it in – or in technical parlance, ‘sequestering’ it.
So Drax claims that burning wood ‘significantly reduces greenhouse gas emissions compared with coal-fired generation’ – by as much, Burdett says, as 80 per cent.
These claims are questionable.  For one thing, some trees in the ‘bottomland’ woods can take more than 100 years to regrow. But for Drax, this argument has proven beneficial and lucrative.
Only a few years ago, as a coal-only plant, Drax was Europe’s largest greenhouse gas emitter, and was often targeted by green activists. Now it boasts of its ‘environmental leadership position’, saying it is the biggest renewable energy plant in the world.
It also gets guaranteed profits  from the Government’s green energy subsidies. Last year, these amounted to £62.5 million, paid by levies on consumers’ bills. This is set to triple by 2016 as Drax increases its biomass capacity.
In the longer term, the Government has decreed that customers will pay £105 per MW/hr for Drax’s biomass electricity – £10 more than for onshore wind energy, and £15 more than for power from the controversial new nuclear plant to be built at Hinkley Point in Somerset.
New times: Onshore wind farm turbines next to Drax Power            Station, which is now switching to renewable biomass wood            pellets instead of coal
New times: Onshore wind farm turbines next to Drax Power Station, which is now switching to renewable biomass wood pellets instead of coal
The current ‘normal’ market electricity price is just £50 per MW/hr.
Mr Burdett admitted: ‘Our whole business case is built on subsidy, like the rest of the renewable energy industry. We are simply responding to Government policy.’
Company spokesman Matt Willey added: ‘We’re a power company. We’ve been told to take coal out of the equation. What would you have us do – build a dirty great windfarm?’
Meanwhile, there are other costs, less easily quantifiable.
‘These are some of our most valuable forests,’ said my trail companion, Derb Carter, director of the Southern Environmental Law Centre in Chapel Hill, North Carolina. 
‘Your government’s Department  for Energy and Climate Change claims what’s happening is sustainable,  and carbon neutral. But it’s not. What you’re actually doing is wrecking the environment in the name of saving  the planet.
After our hike through the forest, Mr Carter and I drove to a nearby airfield, where we boarded  a plane. From 2,000ft up, the forest spread beneath us. Soon, however, we reached an oblong wedge, an open wound in the landscape.
It was a recent ‘clear cut’ where every tree had been removed, leaving only mud, water and a few stumps. Clear cuts are the standard means of harvesting these forests, and this one covered about 35 acres. 
Enviva yesterday confirmed that some of its wood was turned into pellets for Drax. 
In the next 10 minutes, we flew over at least a dozen such holes in the tree cover. Finally a looming smokestack appeared up ahead: Enviva’s pellet plant at Ahoskie. 
To one side lay the material that provides the plant’s input: a huge, circular pile of logs: tens of thousands of them, each perhaps 30 or 40ft long.
In the middle was a heavy-duty crane. It swivelled round and grabbed bunches of the logs as if they were matchsticks, to feed them into the plant’s machines.
Later, we inspected the plant on the ground. It’s clear that many of the logs are not branches, but trunks: as Carter observed, they displayed the distinctive flaring which swampland trees often have at their base.
Here the story becomes murky. At Drax, Burdett said that in making pellets, Enviva used only ‘thinnings, branches, bentwood .  .  . we are left with the rubbish, the residue from existing forestry operations. It’s a waste or by-products industry.’
He insisted: ‘We don’t actually chop whole trees down.’
But looking at the plant at Ahoskie, Carter said: ‘I just don’t get this claim that Drax doesn’t use whole trees. Most of what you’re seeing here is whole trees.’
Pressed by The Mail on Sunday, Enviva yesterday admitted it does use whole trees in its pellet process. But according to spokeswoman Elizabeth Woodworth, it only pulps those deemed ‘unsuitable for sawmilling because of small size, disease or other defects’.
Not so green: By using pellets, Drax produce three per            cent more carbon dioxide than coal, not including the CO2            produced by manufacturing the pellets and transporting them            3,800 miles
Not so green: By using pellets, Drax produce three per cent more carbon dioxide than coal, not including the CO2 produced by manufacturing the pellets and transporting them 3,800 miles
She claimed such trees, no more than 26 inches in diameter, make up a quarter of the wood processed at Ahoskie. Another 35 per cent comes from limbs and the top parts of trunks whose lower sections went to saw mills. To put it another way: 60 per cent of the wood cut by the loggers who supply Enviva is turned into pellets.
The firm, she added, was ‘committed to sustainable forestry… replacing coal with sustainably produced wood pellets reduces lifecycle emissions of carbon dioxide by 74 to 90 per cent.’
How fast do these forests, once cut, really regrow? 
Clear-cut wetlands cannot be replanted. They will start to sprout again naturally quite quickly, but according to Clayton Altizer of the North Carolina forest service: ‘For bottomland sites, these types of forests are typically on a 60 to 100-year cycle of growth depending on the soil fertility.’ Other experts say it could easily take more than 100 years.
That means it will be a long time before all the carbon emitted from Drax can be re-absorbed. For decades, the amount of CO2 in the atmosphere will be higher than it would have been if Drax still burnt only coal. 
Drax’s Nigel Burdett yesterday admitted he did not know how long a North Carolina clear-cut bottomland swathe would take to regrow, but insisted this simply doesn’t matter. What counted, he said, was not the areas which had been cut, but the whole region from which the pellets were sourced.
Drax’s website implies unmistakeably that biomass deserves its ‘carbon neutral’ status because the wood cut for pellets regrows. But Mr Burdett said: ‘The rate at which it re-grows is irrelevant. The crucial issue is how much there is across the whole catchment area.’ 
He said that in North Carolina, as in other southern states, more wood is growing than being cut so the ‘sustainable’ claim is justified.
There is an obvious objection to this: the forests would be growing still faster, and absorbing more CO2, if they weren’t being cut down. 
Burdett’s argument gets short shrift from conservationists. 
Danna Smith, director of North Carolina’s Dogwood Alliance, said the pellet industry increases the pressure to ‘over-harvest’ forests, as landowners know they have a guaranteed market for material which they could not otherwise sell: ‘It adds to the value they get from clear-cutting.’
The pellets are supposedly a step in reducing CO2            emissions, but have, in fact, made it worse
The pellets are supposedly a step in reducing CO2 emissions, but have, in fact, made it worse
Moreover, she added, if this incentive did not exist, they would wait until the smaller trees were big enough to cut for furniture and construction – and all that time, they would be absorbing carbon.
A recent study showed that bigger, older trees absorb more CO2 than saplings. As for Drax’s claim that what counts is regrowth across the region, ‘that just doesn’t capture what’s happening around the mills where they’re sourcing the wood’.
According to a study by a team  of academics, published in December by Carter’s law centre, Enviva’s operations in North Carolina ‘pose high risks to wildlife and biodiversity, especially birds’.
The Roanoke wetlands are home to several rare or endangered species: the World Wildlife Fund said in a report that the forests constitute ‘some of the most biologically important habitats in North America’ and constitute a ‘critical/endangered resource’. 
Meanwhile, in North Yorkshire, the sheer scale of Drax’s biomass operation is hard to take in at first sight. Wood pellets are so much less dense than coal, so Drax has had to commission the world’s biggest freight wagons to move them by rail from the docks at Hull, Immingham and Port of Tyne. Each car is more than 60ft high, and the 25-car trains are half a mile long. On arrival, the pellets are stored in three of the world’s largest domes, each 300ft high – built by lining colossal inflated polyurethane balloons with concrete. Inside one of them, not  yet in use, the echo is impressive. Light filters in through slits in the roof, like a giant version of the Pantheon church in Rome.
To date, only one of Drax’s six turbine ‘units’ has been converted from coal to biomass: another two are set to follow suit in the next two years. Eventually, the firm says, its 3.6 gigawatt capacity – about five per cent of the UK total – will be ‘predominantly’ biomass, burning seven million tons of pellets a year.
From the domes, the pellets are carried along a 30ft-wide conveyor belt into a milling plant where they are ground to powder. This is burnt in the furnaces, blown down into them by deafening industrial fans.
All this has required an investment of £700 million. Thanks to the green subsidies, this will soon be paid off. Even if all Britain’s forests were devoted to Drax, they could not keep its furnaces going. ‘We need areas with lots of wood, a reliable supply chain,’ Mr Burdett said. 
As well as Enviva, Drax buys wood from other firms such as Georgia Biomass, which supplies mainly pine. It is building new pellet-making plants in Mississippi and Louisiana.
Last month, the Department of Energy and Climate Change issued new rules on biomass sourcing, and will insist on strict monitoring to ensure there really is ‘sustainability’.
In North Carolina, this will not be easy: as Carter points out, there is very little local regulation. But wouldn’t a much more effective and cheaper way of cutting emissions be to shut down Drax altogether, and replace it with clean new gas plants – which need no subsidy at all?
Mr Burdett said: ‘We develop  our business plan in light of what the Government wants – not what might be nice.’

-- 
Hannah Mowat

Carbon and ecosystems trading
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CURSO DE RAPINAS 20, 21 e 22 de Junho

Figueira de Castelo Rodrigo
Marque na sua agenda o fim-de-semana de 20, 21 e 22 de Junho. A ATN, em colaboração com o CERVAS e a SPEA, organiza a VII edição do Curso de Identificação, Conservação e Biologia de Aves de Rapina. O curso vai contar com a participação de Carlos Pacheco, Ricardo Brandão e José Jambas.
Em breve daremos mais detalhes.

II Congresso APENA - VIII Congresso AEIP - VIII Congresso EFIB: Congresso Internacional “Bioengenharia e Infraestrutura Verde: uma Oportunidade para a Biodiversidade e Emprego”.‏

III Congresso APENA - VIII Congresso AEIP - VIII Congresso EFIB: Congresso Internacional “Bioengenharia e Infraestrutura Verde: uma Oportunidade para a Biodiversidade e Emprego”.
23-25 de Outubro de 2014
Centro de Congressos, Palácio Villasuso
Vitoria Gasteiz, Espanha

Campanha CONTRA USO DE HERBICIDAS em espaços públicos‏

A QUERCUS e a Plataforma Transgénicos Fora (PTF), sendo o MPI um dos parceiros, endereçaram uma carta a todos os presidentes de Câmaras Municipais, a 20 de Março, alertando para os riscos ambientais e de saúde, da aplicação de herbicidas em espaços públicos, prática generalizada por todo o país e promovendo os métodos alternativos, concretamente métodos mecânicos e térmicos (como queimadores a gás, a infra-vermelhos ou a vapor) e também a opção zero, ou seja, permitir que em área marginais, a natureza tenha também algum espaço para manifestar a sua rica biodiversidade, sendo que há muitas ervas que podem ter uso alimentar e medicinalNessa carta pede-se a adesão da autarquia ao manifesto "Autarquia sem glifosato" e em outubro deste ano será divulgada a lista das primeiras autarquias a aderir, esperando que a pouco e pouco as restantes lhes sigam o exemplo.

Os herbicidas à base de glifosato são os mais vendidos em todo o mundo e em Portugal. A sua popularidade deve-se muito ao facto de o fabricante, a multinacional Monsanto, alegar que é inócuo para insectos auxiliares, minhocas, abelhas e humanos e completa e rapidamente biodegradável na água e no solo, e uma das formulações comerciais, o SPASOR, possui inclusivé um certificado de compatibilidade ambiental emitido pela empresa que o representa em Portugal, a Manuquímica. Mas contrapondo a esta alegada inocuidade têm surgido cada vez mais estudos de cientistas não dependentes dessas empresas e publicados nas revistas científicas internacionais. Assim, há uma preocupação crescente com os efeitos de herbicidas à base de glifosato, dado que este herbicida e suas formulações comerciais têm sido apontados como responsáveis por inúmeros impactos na a saúde, mesmo em doses muito baixas, 500 a 4000 vezes mais baixas que no uso agrícola (Marc, 2002; Marc, 2004b; Benachour, 2009, Paganelli, 2010), a saber:
Malformações congénitas, tais como: microcefalia, anencefalia (ausência de cérebro) e malformações cranianas (Benítez, 2009 e Paganelli,2010)
Alteração significativa da progressão da puberdade pela redução da produção de testosterona (hormona sexual masculina) e alteração da morfologia dos testículos, sugestivas de um efeito desregulador endócrino potente. (Richard, 2005; Gasnier, 2009 e Romano, 2010)
Efeitos carcinogénicos (Marc, 2002; Marc, 2004bMarc, 2004 e Bellé, 2007), nomeadamente de cancro na pele (George, 2009 )
Efeitos tóxicos em vários tipos de células humanas, como do cordão umbilical, embrionárias e da placenta, incluindo morte celular. (Richard, 2005;Benachour, 2007e 2009; Gasnier, 2009), 
A degradação do glifosato ocorre entre os 30 a 90 dias (Abreu, 2003 citado por Romano, 2010), período relevante para a manifestação de efeitos indesejáveis pela contaminação ambiental.

Para além da sensibilidade e vontade de mudar práticas em relação às plantas espontâneas por parte das autarquias é muito importante que todos nós tenhamos consciência do que está em causa, termos também vontade de tolerar mais o vigor da Natureza e fazermos sentir aos autarcas da nossa área de residência isso mesmo.
Como pode ajudar?

 
1- Escreva aos autarcas  (município e freguesias) da sua zona - modelo de carta ou email abaixo nesta mensagem, a qual pode alterar se preferir.
 
2- Marque reunião com os autarcas  da sua zona e/ou participe em assembleias municipais e/ou de freguesia
 
3- Seja um detective - denuncie uso de herbicidas, envie email para campanhaherbicidas@gmail.com, indicando local, data e se possível autarquia responsavel pela aplicação de herbicida e ficará reportada no Mapa Nacional de Uso de Herbicidas em: https://mapsengine.google.com/map/edit?mid=zk25usCyasF4.kCOH5EklyTKwSerá um registo informal e portanto apenas são considerados as informações dadas pelos cidadãos, no entanto poderá ser útil para dar uma panorâmica da utilização dos herbicidas em espaços públicos.
 
4- Divulgue o mais possível (Dica para convidar amigos do Facebook todos de uma vez em anexo). Reencaminhe esta mensagem, imprima o folheto (disponível aqui: http://www.quercus.pt/quimicos-substancias-quimicas/3034-controlo-de-plantas-infestantes-em-espacos-publicos) e dê a vizinhos, familiares e amigos.
 
5- Para saber mais leia o documento "Linhas orientadoras - controlo de plantas infestantes em espaços públicos"http://www.quercus.pt/quimicos-substancias-quimicas/3034-controlo-de-plantas-infestantes-em-espacos-publicos.
Comunicado "Quercus e Plataforma Transgénicos Fora pedem aos autarcas que abandonem uso de herbicidas", 20/3/2014http://quercus.pt/comunicados/2014/marco/3478-quercus-e-plataforma-transgenicos-fora-pedem-aos-autarcas-que-abandonem-uso-de-herbicidas
 
A SAÚDE NÃO TEM PREÇO, AJUDE-NOS A MELHORAR A SAÚDE DE TODOS!
 
A Campanha contra os Herbicidas em Espaços Públicos
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Modelo de texto de apelo público contra uso de herbicidas


Email: colocar o email da sua Junta de Freguesia e/ou Autarquia

Assunto: Apelo contra o uso de herbicidas em espaços públicos

Exmos. Srs. Presidentes da Junta de Freguesia de XXX  e da Câmara Municipal de XXX

Após ter tomado conhecimento da campanha da QUERCUS e da Plataforma Transgénicos Fora (PTF) sobre os riscos ambientais e de saúde na aplicação de herbicidas em espaços públicos, com destaque para o herbicida glifosato, por ser o mais usado em todo o mundo e o seu uso ter aumentado muito nos últimos anos devido à proliferação das culturas geneticamente modificadas (OGM), venho por este meio apelar-lhes a que adiram à iniciativa "Autarquias Sem Glifosato", aproveitando a Semana de Acção Contra os Pesticidas que decorre de 20 a 30 de Março, um evento internacional promovido pela PAN (Pesticide Action NetworK), com vista à redução e substituição no uso de pesticidas.

O glifosato atua nos animais como desregulador hormonal e cancerígeno, em doses muito baixas, que podem ser absorvidas nos alimentos e na água de consumo, supostamente “potável”. Este herbicida tem ainda uma degradação suficientemente lenta para ser arrastado (pela água da chuva, da rega ou de lavagem, em conjunto com um resíduo também tóxico resultante da sua degradação), para a água, quer a superficial (rios, ribeiros, albufeiras e lagos), quer a subterrânea. Em França mais de metade das águas superficiais analisadas tinham resíduos de glifosato e/ou de AMPA, o seu metabolito tóxico.

Estas novas evidências científicas revelam que a avaliação toxicológica do glifosato e dos seus adjuvantes foi subavaliada pelas autoridades oficiais, em parte por se basearem apenas nos estudos apresentados pelas empresas fabricantes e espera-se que a sua utilização venha a ser revista. Por outro lado, a nova lei sobre o uso de pesticidas em Portugal (Lei n.º 26/2013, de 11 de Abril, que transpõe a Diretiva 2009/128/CE), contempla a aplicação destes produtos em espaço urbano apenas como o último recurso, ainda assim e porque existem outros meios para combater as plantas infestantes, vulgo ervas, tais como os meios mecânicos, térmicos ou manuais e por vezes nem se justifica uma tão grande eliminação, pois as ervas têm diversas vantagens (protegem o solo, aumentam a biodiversidade), pede-se que seja abandonado o uso de herbicidas em espaços públicos.

Venho também pedir-lhes que assinem e apoiem o “Manifesto de adesão – Autarquia sem Glifosato”, que terá o seu lançamento público em Outubro de 2014, junto dos meios de comunicação, com o registo público das autarquias subscritoras (municípios ou freguesias), através do qual a Quercus e a PTF realçam e mostram como exemplo a seguir os concelhos e freguesias cujos executivos se comprometeram a deixar de aplicar herbicidas sintéticos no controle de plantas infestantes em zonas de lazer, vias públicas e restantes espaços sob a sua responsabilidade.

Agradecendo toda a atenção dispensada a este apelo, despeço-me,

Com os meus melhores cumprimentos, 

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