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AMO Portugal - Associação Mãos à Obra Portugal
Vamos cuidar da nossa floresta, ela depende de nós e nós dependemos dela.
Manutenção, Limpeza e Sinalização dos caminhos de Santiago e de Fátima.
A AMO Portugal e a Associação Espaço Jacobeus, convidam os seus Voluntários para, no dia 24 de maio, percorrerem e procederem à manutenção dos itinerários tradicionais de peregrinação em Portugal, o Caminho de Santiago e o Caminho de Fátima.
Cada grupo terá apenas que fazer a parte do percurso que atravessa o seu Concelho, recolher os resíduos que possam ser transportados, limpar os matos infestantes, melhorar a sinalização e identificar maiores deposições ilegais de resíduos.
Sugerimos que se defina um ponto de encontro, que os Voluntários tragam reforço alimentar, sacos para o lixo e luvas.
Poderá ser necessário o apoio de uma viatura para acompanhar a caminhada (veiculo de caixa aberta – carrinha/camião), no sentido de, em pontos estratégicos, poderem receber os resíduos recolhidos, bem como dar algum apoio (alimentação/água) aos Voluntários.
VAMOS CUIDAR DOS CAMINHOS DE SANTIAGO E DE FÁTIMA! E TU? VAIS FICAR EM CASA?!
Para saber mais, para inscrição individual ou para participar como parceiro, visitehttp://www.AMOPortugal.org.
O CMIA de Vila do Conde organiza no próximo dia 23 de maio, a Oficina de Identificação de Cogumelos Silvestres.
Formadora: Sara Barbosa
Duração:3 horas
Horário: 10h-13h
Custo: 10 euros
Nº mínimo de participantes: 15
Esta oficina tem como objetivo proporcionar aos participantes conhecimentos sobre a biodiversidade e importância dos cogumelos silvestres no ambiente, na sociedade e na economia, a identificação de cogumelos silvestres em segurança e as boas práticas na colheita dos mesmos. Inclui uma saída de campo para colheita de cogumelos e posterior identificação.
Uma equipa do Centro de estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da UA descobriu a existência de metais pesados, como Zinco, chumbo, ferro e arsénio, em várias pellets comercializadas em Portugal.
Estes matérias foram detetados nas partículas expelidas na queima de diversas pellets.
À semelhança de anos anteriores, o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) em parceria com a APEF, irá realizar um Curso de Iniciação à Apicultura.
O curso realizar-se-á entre os dias 18 e 23 de Maio, em regime pós-laboral e terá a duração de 20h.
As aulas decorrerão no Instituto Superior de Agronomia, sendo as práticas leccionadas no Posto Apícola e as teóricas numa sala ainda adefinir. Informação essa que actualizaremos assim que possível.
A formadora do curso é a Professora Joana Godinho (SAFSV) com colaboração do Doutor Nuno Costa (Investigador sénior) e da Drª Maria José Valério (PSA) do INIAV.
Interessado(a) ?
Se sim, responda a este e-mail e de seguida enviaremos o programa e todas as informações necessárias para se inscrever. Em anexo, segue o nosso cartaz do curso.
Informamos adicionalmente que custo do curso será:
80 € sócio(a) da APEF
120 € não sócio(a) da APEF
Caso seja aluno(a) do ISA terá 15% (será necessário comprovativo, cartão de estudante)
As inscrições serão até dia 13 de Maio.
Para qualquer esclarecimento adicional sobre o assunto não hesite em contactar-nos via e-mail ou para o número 933 248 373.
O CISE irá realizar um Workshop de Aromaterapia, no próximo dia 23 de maio. O workshop, orientado por Raquel Carvalho, é direcionado a todos os que queiram descobrir o poder dos óleos essenciais e as suas aplicações.
Programa
Dia 23 de maio - sábado 10:00 h - Apresentação/Sessão teórica 13:00 h - Almoço 14:30 h - Sessão teórica e prática 17:30 h – Final do workshop
Conteúdo Teórico
Um pouco de história da aromaterapia Aromaterapia atual Métodos de utilização da aromaterapia As propriedades dos óleos essenciais Os óleos vegetais Alguns óleos essenciais e suas aplicações Patologias e fórmulas
Prática Elaboração de algumas fórmulas abordadas Manipulação de cremes, óleos, champôs, gel de banho, etc. Cada participante leva para casa o produto que elaborar.
Alojamento O alojamento é da responsabilidade dos participantes.
Refeições As refeições não estão incluídas no preço do curso.
Preço de Inscrição - € 35
Pago antecipadamente por transferência bancária para NIB: 001800000275523300117 (Santander-Totta) – enviar comprovativo para cise@cise.pt.
O número mínimo de participantes é de 12 pessoas e o máximo de 18.
Pode fazer a sua inscrição on-line, ou contactando directamente o CISE pelo telefone 238 320 300 ou correio electrónico cise@cise.pt
O CISE irá realizar o V Curso de Iniciação ao Estudo de Anfíbios e Répteis, nos próximos dias 30 e 31 de maio. O curso será ministrado em duas partes: uma teórica e outra prática, com saída de campo à serra da Estrela.
Programa
Dia 30 de maio - sábado 10:00 h - Apresentação/Sessão teórica 13:00 h - Almoço 14:30 h - Sessão teórica
Dia 31 de maio - domingo 09:00 h - Observação de anfíbios e répteis na serra da Estrela 13:00 h - Almoço 14:30 h - Observação de anfíbios e répteis na serra da Estrela (continuação) 17:00 h - Final do curso
Conteúdo Teórico 1. Introdução 2. Caracterização geral dos Anfíbios 3. Caracterização geral dos Répteis 4. Identificação de Anfíbios e Répteis 5. Descrição das espécies - Espécies de Anfíbios que ocorrem em Portugal Continental - Espécies de Répteis terrestres que ocorrem em Portugal Continental
Alojamento O alojamento é da responsabilidade dos participantes.
Refeições As refeições não estão incluídas no preço do curso.
Saída de Campo Não existe transporte organizado, sendo as deslocações feitas em carros particulares. Os participantes deverão levar o seguinte material: - Merenda - Água - Chapéu - Protector solar - Calçado apropriado - Agasalho para o frio e chuva
Este programa poderá sofrer alterações, em função das condições meteorológicas.
Preço de Inscrição - €30 (inclui um manual). Pago antecipadamente por transferência bancária para NIB: 001800000275523300117 (Santander-Totta) – enviar comprovativo para cise@cise.pt.
O número máximo de participantes é de 15 pessoas, de idade superior a 14 anos.
Pode fazer a sua inscrição on-line no sítio www.cise.pt, ou contactando diretamente o CISE pelo telefone 238 320 300 ou correio eletrónico cise@cise.pt
A QualityPlant, Lda. e o CISE estão a organizar o workshop Enxertias, a realizar no próximo dia 16 de maio. Este workshop destina-se a quem, pela sua profissão ou por desejo de propagar as suas próprias árvores, arbustos ou mesmo clones superiores de algumas hortícolas, está interessado em maximizar o seu sucesso na aplicação de enxertias.
Local: CISE, Seia Dia: 16 de maio de 2015 Horário: 10:00 – 17:30 Organização: QualityPlant, Lda. e CISE Formador: Eng. Luís Rodrigues Parecerias: Commerciol e Quinta da Bica
Componente teórica A multiplicidade de vantagens e aplicações que podemos obter com enxertias. Competências para uma escolha correta da técnica a usar, e como maximizar o sucesso da sua aplicação e execução, em função do(s) objetivo(s) pretendido(s), da(s) espécie(s), do tipo de material vegetal disponível e da época do ano.
Componente prática Decorrerá na Quinta da Bica. Exemplificação de técnicas diferentes de enxertia em espécies diversas, com destaque para a videira. Será disponibilizado material da Commerciol, para o exercício prático das enxertias.
Refeições As refeições são da responsabilidade dos participantes (possibilidade de almoço em restaurante próximo).
A inscrição inclui: - Certificado da formação - Diapositivos do curso - Vale de desconto de 15 % em produtos Commerciol, exclusivo para os participantes deste workshop de enxertias.
O Workshop realizar-se-á com um número mínimo de 10 participantes e um máximo de 20.
Preço de Inscrição: € 40,00 (Pago antecipadamente por transferência bancária para NIB: 0032 0672 00209381239 13 – enviar comprovativo para cise@cise.pt)
Pode fazer a sua inscrição, até ao dia 14 de maio de 2015, on-line (www.cise.pt), ou contactando diretamente o CISE pelo telefone 238 320 300 ou correio eletrónicocise@cise.pt, indicando o nome e morada completos, NIF e contacto.
Nos próximos dias 18 e 19 de maio, terá lugar no CMIA de Vila do Conde, o "Workshop de Introdução às técnicas da Ilustração Científica" orientado pelaDr.ª Ana Rita Afonso.
Duração: 12 horas
Horário: 10h-12h30 e 14h-17h30
Custo: 30 euros
Nº máximo de participantes: 15
O workshop pretende iniciar os participantes na arte do desenho científico, através da utilização das técnicas primárias tradicionais da ilustração científica. Serão abordadas as técnicas de grafite, pontilhismo e tinta-da-china, assim como suas regras-base, fases de aplicação e reprodução.
A formadora é licenciada em Artes Plásticas e Multimédia, e desde a sua infância é apaixonada pelo desenho e pela natureza, que a direcionou para a área da Ilustração Científica.
Pode-se afirmar que o seu trabalho é caracterizado pelo rigor da representação, pelo detalhe e curiosidade pelas formas naturais.
A Fei-Tur, agora designada Feira Nacional de Turismo Desportivo e de Natureza, irá realizar-se nos dias 7 e 8 de Junho em Vila Nova de Milfontes.
A Fei-Tur é o principal evento de promoção turística do concelho de Odemira e inclui inúmeras atividades ligadas ao desporto, turismo, gastronomia, animação musical e artesanato.
Com esta Feira o Município de Odemira pretende promover e divulgar as características do território para o turismo desportivo e de natureza. O certame aposta fortemente na promoção do turismo ativo, destacando as atividades de BTT, caminhadas, canoagem, surf, mergulho, pesca, observação de aves, passeios a cavalo e passeios de barco.
A promoção da identidade regional e dos valores culturais não será esquecida, com a apresentação de música tradicional, artesanato local, gastronomia típica e diversos produtos regionais.
10ª Jornadas de Gestão do Território/3ª Jornadas Técnicas de Sistemas de Informação Geográfica, Instituto Politécnico de Tomar, 21 de maio. Entrada Livre. Toda a informação relacionada disponível em:
Entidades promotoras: Grupo Lobo & Montes de Encanto lda. Colaboração: Rotas e Raízes lda. (Sabugal), Associação Transumância e Natureza (Figueira de Castelo Rodrigo)
Para mais informações sobre este Programa clique aqui.
Inscrições e Informações em: Grupo Lobo Tel.: 217 500 073 | E-mail: globo@fc.ul.pt Montes de Encanto Tlm.: 933 237 709 | E-mail: cesanto@hotmail.com
A Painhas S.A. conta com mais de 30 anos de experiência, tendo em Portugal cerca de 1000 colaboradores directos e indirectos. Desenvolve actividades nos sectores das infra-estruturas de energia, telecomunicações e energias renováveis, estando habilitada para soluções chave na mão, elaborando o projecto, construção e manutenção de redes de transporte e distribuição de energia e telecomunicações, sendo uma referência há vários anos nestes sectores em Portugal. Actualmente presente no mercado Angolano, opera nas mesmas áreas e, tem obtido um grande reconhecimento, fruto da sua qualidade e competitividade, o que lhe tem valido um crescimento exponencial nos últimos anos.
Para suportar a sua estratégia de melhoria do serviço ao cliente, a Empresa pretende reforçar a sua equipa de OPERAÇÕES com o recrutamento de:
Técnico de Servidões / Contacto a proprietários (m/f)
Objectivos: A função envolve responsabilidades de análise, planeamento e acompanhamento de obras no que à componente Servidões e Contacto a Proprietários; Backoffice operacional.
Perfil do Candidato Formação superior na área de Engenharia Agrónoma, Agro-Florestal e equivalentes - factor eliminatório; Capacidade de Liderança e Coordenação de equipas Elevado sentido de organização Sólidos conhecimentos (falado e escrito) de inglês Elevada capacidade de Iniciativa e Dinamismo Disponibilidade para deslocações
Apresente a sua candidatura, até ao dia 10 de Maio de 2015, anexando Carta de Apresentação e Curriculum, para Direcção de Recursos Humanos, via email para
A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, disse hoje que o contributo da floresta para as exportações pode ser intensificado se o setor souber aproveitar as oportunidades dos novos fundos comunitários.
Assunção Cristas falava na inauguração da Expoflorestal, que decorre em Albergaria-a-Velha, onde realçou que o setor exporta já 4,5 mil milhões de euros, sendo o saldo da balança comercial florestal positivo em 2,5 mil milhões de euros.
"Este é um caminho que podemos intensificar e obter ainda melhores resultados se os pequenos proprietários se juntarem nas organizações de produtores florestais, para que possam concorrer melhor aos novos instrumentos comunitários e com isso terem melhores produções", disse.
A ministra observou que existe procura de matéria-prima, pelo que é preciso aproveitar os novos fundos comunitários para aumentar a produção, devendo abrir em junho as candidaturas ao Programa de Desenvolvimento Rural (PDR2020).
Assunção Cristas aproveitou para realçar o "trabalho muito intenso nos vários domínios da floresta" que tem sido desenvolvido pelo Governo e pelo seu ministério, "seja no domínio da estruturação fundiária, com forte impulso às Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), seja no domínio dos baldios, ou ainda no licenciamento, dispensando-o em muitas áreas e optando pela comunicação prévia, conforme o novo regime de arborização e rearborização".
A ministra lembrou o novo regime fiscal, introduzido com a fiscalidade verde e "possível após a saída da 'troika', que pela primeira vez se adequa àquilo que é o ciclo de produção na floresta e que procura fomentar uma gestão cada vez mais agrupada e cada vez mais ativa", indo ao encontro do que defendiam os produtores.
"São tudo instrumentos que dão os seus resultados, nunca no curto prazo porque esse não é o tempo da floresta, mas no médio e longo prazo. A floresta já está a dar um contributo extremamente importante para o nosso crescimento económico, para a criação de emprego e para a valorização do património e o ambiente, e se soubermos aproveitar esses instrumentos que favorecem mais produção primária, a indústria fará o restante, porque está também interessada em mais matéria-prima para a sua diversidade de usos", concluiu.
O apoio financeiro para a constituição de Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) insere-se no eixo de intervenção “Promoção do investimento, da gestão e do ordenamento florestais”, previsto na subalínea i), da alínea c) do artigo 6.º do Regulamento do Fundo Florestal Permanente, aprovado pelaPortaria n.º 77/2015, de 16 de março.
Data de início:18/05/2015 Data de encerramento: 15/06/2015
Mediante Resolución de 24 febrero de 2015, de la Dirección General de la Función Pública, por la que de conformidad con lo dispuesto en el artículo 6 del Decreto 37/2006, de 2 de marzo, se acuerda el cierre y la apertura de determinadas listas para la incorporación de nuevas solicitudes para la contratación temporal de personal laboral de la Xunta de Galicia y el nombramiento de personal interino correspondiente a determinados grupos, categorías, cuerpos y escalas (DOG Núm. 40 Viernes, 27 de febrero de 2015)
- Plazas: Bolsa de empleo.
- Procedimiento selectivo: Relacionar las listas correspondientes a los grupos, categorías, cuerpos y escalas que se encuentran abiertas y en las que los interesados podrán presentar solicitud de inclusión en el período comprendido entre el 1 de marzo y el 15 de julio de este año (anexo III). – Escala Agentes Forestales: Personal funcionario por interinidad.
Terras abandonadas que não sejam alvo de reclamação por parte dos seus proprietários entram ao final de três meses na Bolsa de Terras e passam de vez para a esfera do Estado ao final de 18 anos.
O Ministério da Agricultura e do Mar enviou para a Assembleia da República um projecto de Lei que aponta para a transferência das propriedades agrícolas ou florestais sem dono conhecido para o domínio do Estado. A iniciativa do Governo é um desenvolvimento da lei que consagrou a Bolsa de Terras, em 2012, e tem como principal objectivo “dinamizar o uso da terra, em particular pelos jovens agricultores”.
Ninguém sabe ao certo a área de propriedades abandonadas e sem dono conhecido – as estimativas do Instituto Nacional de Estatística apontam para 100 mil hectares da Superfície Agrícola Utilizada (SAU) nessas condições. A lei, diz a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, vai servir como um “tira teimas” sobre a dimensão do abandono de terras em Portugal.
Há décadas que em Portugal se discute o que fazer com amplas áreas do território que estão ao abandono, principalmente terras florestais de regiões sujeitas a fortes processos de desertificação. Os agrónomos, os ambientalistas e os silvicultores têm apontado com frequência os custos desse abandono ao nível da propagação de pragas ou da dimensão dos incêndios. A possibilidade de, como acontece em outros países europeus, o Estado tomar posse desses terrenos, proceder a “práticas silvícolas mínimas”, cortar e vender madeira para ressarcir os encargos com a limpeza são discutidos com regularidade.
Nenhum Governo foi capaz de arriscar essa iniciativa e Assunção Cristas e a sua equipa demoraram dois anos a conseguir um projecto de lei que está longe de ser tão intrusivo na esfera da propriedade privada. De resto, acredita a ministra, já hoje existe a possibilidade de privados, de gestores das Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) ou das próprias autarquias poderem proceder a limpeza de matas ou de terrenos abandonados por terceiros, particularmente em casos em que a segurança da propriedade esteja ameaçada pelo fogo.
Com base nestes pressupostos, a proposta do Governo “é cautelosa e garantística”, diz Assunção Cristas. Na melhor das hipóteses, uma terra abandonada e sem dono conhecido será sujeita a várias diligências processuais para permitir que seja reclamada e só ao fim de 18 anos é que a sua matriz poderá ser registada em nome do Estado. O que não quer dizer que entre rapidamente na Bolsa de Terras e possa ser arrendada ao final de alguns meses após a sua identificação. “Só podemos dizer que defendemos a propriedade quando a valorizamos”, diz Assunção Cristas, o que, como tese, significa que quem deixa as suas terras ao abandono corre o risco de as ver intervencionadas pelo Estado e ser obrigado a ter de disputar administrativamente a sua posse.
O processo começa com a identificação de terras sem dono conhecido, uma tarefa à escala nacional que envolve departamentos regionais do Ministério da Agricultura, câmaras municipais, juntas de freguesia e uma rede de gestores operacionais (GeOp) da Bolsa de Terras, como associações de agricultores dispersas pelo país. Continua in Público. pt
No próximo dia 8 de Maio (sexta-feira) realiza-se na EXPOCAÇA a 1.ª CONFERÊNCIA do Projecto SOS COELHO, organizada pela ANPC e pelo CIBIO.
A conferência decorre no auditório do CNEMA, dentro do recinto da feira, das 14:30 às 17:00, sexta-feira dia 8 de Maio.
Nesta conferência serão apresentados oficialmente os primeiros resultados obtidos até ao momento, onde se destaca um conjunto de descobertas muito relevantes sobre a doença hemorrágica viral e sobre o seu impacto nas populações de coelho.
No âmbito da conferência será ainda dado a conhecer o alargamento da parceria SOS COELHO envolvendo outras entidades.
Para além de oradores do CIBIO e da ANPC, estrão presentes oradores do ICNF. A sessão de abertura da conferência será presidida pelo Senhor Secretário de Estado da Conservação da Natureza e Biodiversidade, Dr. Miguel Neto, e a sessão de encerramento será presidida pelo Senhor Secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agro-Alimentar, Dr. Nuno Vieira e Brito.
Convidamos todos os interessados a participar nesta conferência, devendo inscrever-se para o efeito através do email anpc@anpc.pt.
A inscrição é gratuita beneficiando ainda os inscritos de entrada livre na EXPOCAÇA.
O programa detalhado será apresentado dentro em breve.
VENHA CONNOSCO CUIDAR DAS ÁRVORES PLANTADAS E DA NOSSA FLORESTA
Nesta iniciativa vamos cuidar das árvores plantadas ao longo dos últimos meses e controlar e erradicar exóticas e infestantes, para protegermos a nossa floresta e recuperarmos a emblemática área da Peninha.
Data: 9 Maio | Sábado | 10:00 – 12:30 Local: Peninha | Parque Natural de Sintra-Cascais Inscrições em: http://plantarumaarvore.org/inscricao-iniciativas.aspx [Para cada ação estarão propositadamente afectos recursos humanos e materiais. Se se inscrever por favor não falte ou informe-nos com a antecedência possível]
A iniciativa integra-se num plano de recuperação da emblemática área da Peninha, promovido pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, contando com o apoio da associação Plantar Uma Árvore, visando a recuperação da vegetação endémica e de erradicação de espécies exóticas invasoras, num compromisso de envolvimento a 5 anos, que visa a gestão ambiental daquela área e cujas medidas de gestão a executar têm como objetivo promover a regeneração da floresta nativa e das espécies autóctones, potenciar a biodiversidade e reduzir o risco de incêndio.
Inscrições gratuitas em: http://plantarumaarvore.org/inscricao-iniciativas.aspx [Para cada ação estarão propositadamente afectos recursos humanos e materiais. Se se inscrever por favor não falte ou informe-nos com a antecedência possível]
Todas as indicações relativas ao ponto de encontro e recomendações para a iniciativa estarão disponíveis no site e na página de facebook e irá receber um e-mail, até 24h antes da iniciativa. Caso a iniciativa seja cancelada será anunciado no site e página de facebook e será notificado via e-mail.
Contactos 96 385 33 83 geral@plantarumaarvore.org
Plante esta Ideia Participe! Mobilize! Divulgue! Cada pessoa conta! 1 Pessoa! 1 Árvore! 1 Sonho! Nós somos o que Fazemos