sexta-feira, 9 de setembro de 2016

greenGain conference and workshop 21. - 22. 10. 2016


The greenGain project is organizing a conference and workshop dedicated to the role of biomass from landscape conservation and maintenance work can play in renewable energy production. The events will take place on 21. – 22. 10. 2016 inSoltau, Lower Saxony (Germany). Presentations and discussions during the first day will be accompanied by a site visit to company Raiffeisen Agil in Leese and participation at the fair Heating with wood (Heizen mit Holz) near Hannover the second day.

  • Explore the potential of these biomass sources
  • Identify best ways how to utilize them
  • Analyze related policies, governance and economic viability
  • Share experiences from various European regions
Free entry
The event will be held in English language
Program
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If you have any questions please contact us at project@greengain.eu 
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Colaborador para Campanha Contra a Captura Ilegal de Aves (m/f) (01-09-16)


SPEA - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
Esta campanha decorrerá durante 4 meses, de setembro a dezembro de 2016, e necessita de um técnico de campo e de gabinete, a tempo parcial, apto a levar a cabo as tarefas consignadas.
Todas as candidaturas devem conter CV resumido e carta de motivação, enviados por correio eletrónico até dia 11 de Setembro, inclusive.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Eng. Agrícola, Ambiente ou Florestal (m/f) (07-09-16)

Terra Fértil – Gestão e Valorização de Resíduos, S.A.
No âmbito da nossa política de expansão, em particular na zona norte do país, Terra Fértil – Gestão e Valorização de Resíduos, S.A., pretende contratar com urgência Eng. Agrícola, Ambiente ou Florestal (M/F) para valorização e fertilização agrícola.
Perfil e Competências Profissionais:
-Técnico acreditado pela DGADR para gestão da valorização agrícola de lamas, ou que reúna condições para requerer acreditação;
-Licenciatura na área de Engenharia Agrícola, Florestal, Ambiente;
-Residência na zona norte do país (distritos do Porto, Braga ou Vila Real);
-Conhecimento do Decreto-Lei n.º 276/2009 de 2 de Outubro;
-Conhecimento na área de valorização e fertilização agrícola;
-Bons conhecimentos em Microsoft Office e Sistemas de Informação Geográfica;
-Solicita-se o envio de Curriculum Vitae com fotografia, e no caso de possuir, Acreditação pela DGADR para gestão da valorização agrícola de lamas;
-Carta de condução e disponibilidade para deslocações frequentes pelo país;
-Bom relacionamento e espírito de equipa.
Apenas serão consideradas as candidaturas cuja resposta a este anúncio seja enviada para
    candidaturaterrafertil@gmail.com
, e que comprovem o referido perfil solicitado.

(publicado em http://www.net-empregos.com a 07-09-16)

Vamos colocar a erva-das-Pampas no mapa - pedido de colaboração e divulgação

As espécies invasoras são reconhecidas, a nível global, como uma preocupante ameaça à biodiversidade sendo responsáveis por impactes negativos a nível ambiental, económico, na saúde pública, entre outros.

erva-das-Pampas (também conhecida por penachos ou plumas) é uma das plantas exóticas invasoras que mais tem aumentado a sua distribuição em Portugal. Nesta época do ano estão a florir e a "inundar" as nossas paisagens, centros urbanos e margens de vias de comunicação! Assim, pensámos em tirar proveito dessa visibilidade acrescida para, mais uma vez, lançar uma iniciativa simples que espera:
1) alertar para o problema das plantas invasoras, 
2) motivar todos os cidadãos-cientistas a colaborar no mapeamento das plantas invasoras através da plataforma de ciência-cidadã que disponibilizamos online* e na App Plantas Invasoras (para Android).

Com esse objectivo, preparamos um pequeno post no Invasoras.pt (http://invasoras.pt/vamos_colocar_a_erva_das_pampas_no_mapa/) e vimos pedir a Vossa colaboração para o divulgar ou através das redes sociais (e.g., Facebook), ou no vosso site, ou pelas vossas listas de contactos ou através de outras iniciativas que entendam como adequadas. 

Estamos disponíveis para prestar qualquer esclarecimento ou fornecer informação adicional.

Com o objectivo de chegar ao maior número de cidadãos possível, a vossa colaboração será uma grande mais valia. Muito obrigada!

*Todos os dados recolhidos na plataforma estão disponíveis para todos os que tiverem interesse em utilizá-los.


Com os melhores cumprimentos,
Hélia Marchante
Elizabete Marchante
-- 
Plantas invasoras em Portugal
www.invasoras.pt
https://www.facebook.com/InvasorasPt

Iniciação à apicultura 1 a 2 de Outubro


Vamos iniciar uma formação Iniciação à apicultura na Escola Superior Agrária de Santarém dias 1 e 2 de Outubro de 2016. Será um curso de iniciação para os que agora se iniciam na apicultura e de actualização para os que já são apicultores há mais anos
Poderão fazer as inscrições para formacao.genearca@gmail.com
Para mais informações pelo número 91 410 52 53

terça-feira, 6 de setembro de 2016

A VII edição do Encontro Europeu de Castanha decorre de 8 a 10 de setembro, em Alès, sul de França.


castanha
Entre os temas em debate, destacamos: a produção chinesa, oportunidade ou ameaça; o combate às barreiras fitossanitárias no âmbito da produção europeia; a valorização da fileira e a transformação local do produto.
Estão ainda previstas visitas a soutos e a empresas de transformação artesanal de castanha.
A iniciativa é promovida pela Assembleia das Regiões Europeias Hortofrutícolas – AREFLH e conta com o apoio de várias associações e entidades europeias do setor.  

AGRO.GES Acontece | Desflorestação e Rentabilidade da Floresta | 9 Setembro 2016


                 
                            AGRO.GES acontece…
                                                                                                                                                                                                          18 Agosto 2016


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A AGRO.GES convida-o a participar no colóquio “DESFLORESTAÇÃO E RENTABILIDADE DA FLORESTA: A NATUREZA MORREU?”(*), que irá decorrer no próximo dia 9 de Setembro, no Auditório Armando Sevinate Pinto, durante a AGROGLOBAL. Contamos com a sua presença.

(*) – Por lapso, na divulgação que efetuámos deste evento no passado dia 16, o nome do Engº. João Soares não constava do programa. Aqui fica a correção.
AGROGLOBAL | Auditório Armando Sevinate Pinto
9 Setembro 2016

Seminário
DESFLORESTAÇÃO E RENTABILIDADE DA FLORESTA: A NATUREZA MORREU?
A natureza morreu! Esta afirmação, parecendo provocatória, mas já nos círculos da discussão científica e filosófica desde a década de oitenta do século XX, não andará longe de descrever a floresta que existe em Portugal: uma floresta essencialmente preservada (primeiro) e desenhada e moldada (depois) pelo homem, à imagem das suas necessidades. Acontece que a floresta que temos perdeu significado territorial ao longo dos últimos 25 anos e ameaça estrangular a prazo não muito longo a competitividade das indústrias nacionais de produtos florestais: é que, segundo a FAO, Portugal é o único país da Europa civilizada em processo de desflorestação!
A floresta que temos, sendo moldada pelo homem, tem que ser rentável. E é-o? Como desenhar o futuro nestas matérias (com ou sem natureza….)?
O objetivo deste seminário é o de discutir as razões próximas que possam explicar esta realidade, bem como aquilo que poderemos fazer para a evitar as suas consequências.

PROGRAMA:

Início | 11:00h
Moderador: Francisco Gomes da Silva | AGRO.GES
“A desflorestação em Portugal” | João Soveral (CAP)
“A natureza morreu?” | João Soares (Consultor)
Comentador: António Gonçalves Ferreira |Produtor florestal e Presidente da UNAC
Encerramento: Amândio Torres | Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural 
Final | 13:00h
Nota: não é necessária inscrição, estando o acesso limitado à capacidade do Auditório.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Urge travar a expansão do eucalipto em Portugal

In acréscimo 

Entre os múltiplos motivos, sejam de natureza económica, social ou ambiental, existem três que, não sendo habitualmente referenciados, justificam a necessidade de travar novas arborizações e de condicionar as rearborizações com eucalipto em Portugal.

O primeiro desses motivos assenta na contração da área de eucaliptal na posse das empresas da indústria papeleira. A mesma é quantificada, em estatísticas da própria indústria papeleira, na última década, em mais de 30 mil hectares de plantações com esta espécie exótica. Essa área corresponde a mais do que três vezes a área da capital do país. Apesar desta contração, a área total de eucaliptal no país continuou em forte expansão.

Esta contração, por parte da indústria papeleira, evidencia um desinvestimento na área de risco do seu negócio silvo-industrial. Não é socialmente aceitável que, quem aufere os melhores reconhecimentos institucionais e mediáticos na gestão das plantações de eucalipto, designadamente quanto à contenção de riscos, seja nos incêndios, seja nas pragas e nas doenças, possa transferir esse reconhecimento para uma oferta externa, reconhecidamente de risco, à qual ainda condiciona unilateralmente os rendimentos decorrentes da exploração comercial destas plantações lenhosas.

O segundo motivo assenta no facto de, nas últimas décadas, ter ocorrido uma elevada expansão da área desta espécie exótica, sem que a mesma tenha sido correspondida com um aumento de produtividade. Para além de contrariar o espírito do disposto na Lei de Bases da Politica Florestal (Lei n.º 33/96, de 17 de agosto), este tipo de desenvolvimento evidencia uma opção pela expansão de uma oferta de risco, em quantidade de área, independentemente da sua qualidade (e dos riscos associados).

Desde a aprovação da Lei de Bases, há 20 anos atrás, a área de plantações com esta espécie exótica expandiu em cerca de 95 mil hectares. Todavia, a sua produtividade média por hectare manteve-se em cerca de 6 metros cúbicos por hectare e ano. Este último valor, apurado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), é inadmissivelmente baixo, mais ainda quando neste período de tempo muito foi investido em melhoramento genético com esta espécie, incluindo em clonagem.

O terceiro motivo, relacionado com os anteriores, advém do facto de, com base em dados também apurados pelo ICNF, na última década, da área ardida registada em povoamentos florestais 43% esteve associada a plantações com eucalipto. Ou seja, pelo tipo de expansão associada a esta espécie lenhosa, a mesma tornou-se no principal foco de risco associado aos espaços florestais nacionais.


Exemplo anterior, também suportado numa oferta excessivamente pulverizada e numa procura que autorizadamente se excedeu, nas décadas mais recentes, em concentração, prova que esta estratégia de investimento silvo-industrial não aporta um retorno aceitável pela Sociedade, nem no plano ambiental, nem no social e nem, tanto pouco, no económico.

Urge assim que o Governo cumpra o que consta no seu Programa, aprovado no Parlamento, com a “revogação da lei que liberaliza a plantação de eucalipto”, impedindo novas arborizações e condicionando o licenciamento das rearborizações a rigorosas análises financeiras e de risco.

SALVE AS ÁRVORES DO PARQUE MUNICIPAL


Para: Sr.(a) Munícipe;

Preserve as árvores do parque municipal da Guarda!
Não as deixe ABATER!

- A Câmara Municipal da Guarda prepara-se para, já em Setembro, iniciar a requalificação do parque municipal. Conhece o projecto que a sua Câmara prevê para o seu parque - uma área despida e deserta?

- Essa requalificação prevê, o abate de mais de uma dúzia de árvores em redor do lago e a substituição do pavimento dos caminhos de saibro pela betonilha (lages de cimento).

- As árvores a abater têm dezenas de anos e não têm qualquer problema fitossanitário (doença) que justifique o seu abate. A justificação é então criar uma clareira para que haja mais sol no parque e a substituição do pavimento é apenas para que ”não se sujem os sapatos”.

- No entanto, sabemos que o parque é procurado fundamentalmente por quem valoriza e necessita de áreas de sombra e de prática desportiva em solos com menor impacto articular – por exemplo, crianças em tempos de ATL e pessoas que diariamente praticam desporto.

- Sabemos também que as altas temperaturas do Verão são cada vez mais uma constante e o cimento não é um piso adequado.
Assim, parece-nos que esta intervenção é totalmente desarrazoada.

- As árvores são seres vivos que regulam a temperatura, filtram a poluição, são o habitat de animais, protegem o solo, fornecem oxigénio e beleza natural e são insubstituíveis;
-
EXIJA UMA GESTÃO DE QUALIDADE, POR PARTE DA CM GUARDA

DEFENDA O PARQUE!

DEFENDA AS ÁRVORES! 

Agroglobal 2016


Professor(a) Auxiliar de Ecologia Florestal e Ecofisiologia Vegetal para ISA (Lisboa)

Professor(a) Auxiliar de Ecologia Florestal e Ecofisiologia Vegetal para ISA (Lisboa)

domingo, 4 de setembro de 2016

Jornada do 10º aniversário

E assim se completam 10 anos de trabalho no Cabeço Santo! A jornada foi invulgar, mas não no sentido que se esperava: esperavam-se algumas caras de participantes de há 10 anos mas eles andam já por caminhos distintos, e em vez deles tivemos dois voluntários estreantes; esperava-se voltar às áreas onde se realizaram os primeiros trabalhos, em vez disso andámos por áreas onde os trabalhos não têm mais de um ano… De facto os planos acabaram por ser determinados, uma vez mais, pelas características deste Verão – quente e seco – acentuados pela previsão para a próxima semana de mais um evento meteorológico extremo e pela falta de chuvas no horizonte previsível.
E assim foi que a segunda rega do ano se realizou. Depois da acidentada jornada de 23 de Julho, usámos toda a experiência adquirida para garantir que nesta tudo corresse sobre rodas: desde o depósito emprestado devidamente preso à caixa da carrinha, ao cómodo abastecimento num tanque particular do Feridouro (obrigado aos proprietários!), ao detalhe fundamental da torneira na extremidade da mangueira. Também se optou por começar a montante, junto aos portões da mata da Altri, avançando para jusante, o que funcionou muito bem.
Os cinco voluntários dividiram-se entre os regadores e o manuseamento da mangueira, e os trabalhos progrediram durante a manhã, animados pelo bom aspecto das árvores plantadas nessa primeira área. Junto ao ribeiro foram os freixos, alguns já com mais de um metro de altura, que suscitaram mais admiração. À medida que se progredia para jusante, o terreno ficava mais inclinado… e as temperaturas mais elevadas. Pelas 13 horas já se tinham distribuído os 1000 litros do depósito, e deu-se por concluída a rega a montante do Feridouro, só não se conseguindo regar uma dúzia de árvores.
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A rega iniciou-se a jusante dos portões da mata da Altri, entre as preciosas árvores plantadas e os rebentos de eucalipto sobreviventes
O almoço foi especial, graças aos 10 anos comemorados, e incluiu uma fracção bem significativa de produtos biológicos, e ainda um bolo caseiro, da autoria de uma voluntária de bastidores. O ambiente também foi especial, a casa do voluntário Jorge Morais, ou melhor, a sombra de uma tangerineira do jardim, ao som relaxante da água da nascente do Vale de Barrocas…
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O bolo comemorativo. Infelizmente só podemos partilhar o aspecto…
Mas claro, o dia estava quente e havia que tomar uma boa sesta. O local escolhido foi uma pequena mancha de grandes carvalhos que fica ali perto, entre as folhas secas e as copas verdes. Creio que todos se sentiram revigorados pela “energia” desse local, pelo que o regresso ao trabalho se fez sem demasiado esforço, apesar do calor. Cheio o depósito, recomeçou-se a jusante do Feridouro, no terreno lavrado em socalcos. Embora aqui se observassem mais baixas do que na primeira área, também havia árvores com muito bom aspecto. Nas margens do ribeiro ainda a mancha de mimosas, à espera de uma prometida intervenção…
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À tarde, os trabalhos recomeçaram nos socalcos
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Excelente medronheiro, num solo “terrível”!
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Vista para montante da área de trabalho
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Ao longo do ribeiro, ainda as mimosas; nas encostas em segundo plano o extenso eucaliptal, intensamente cortado este ano
Já a tarde se encaminhava para o fim, quando a equipa abraçou a última área, entre a Chousa e a represa. Na encosta da Chousa, muito inclinada e pedregosa, apesar de algumas baixas, os medronheiros e os sobreiros sobreviventes encontravam-se muito bem. Já eram quase 19 horas quando se chegou ao limite da área de intervenção, nas margens da represa. Felizmente a água do segundo depósito de 1000 litros chegou à justa para regar as últimas árvores, que por sinal se encontravam muito vistosas, apesar do estado anterior do terreno, densamente ocupado por mimosas e eucaliptos.
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Louva-a-Deus
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Por esquecimento do tripé de serviço, uma primeira foto dos participantes…
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… e a segunda, para que ninguém fique de fora
Tiraram-se poucas fotos neste dia de aniversário, pois que as mãos andaram intensamente ocupadas com a rega, mas não deixou por isso de ser um dia especial, onde se semeou determinação e confiança para o futuro do projecto. E tantos são os desafios, já para o próximo ano! Por isso se voltará ao terreno ainda antes do final do Verão, este Verão que tantos trabalhos e sobressaltos nos trouxe, mas que está prestes a chegar ao fim para dar lugar ao mais sereno Outono. Vamos continuar em ambiente de celebração até Outubro, pelo que quem não pôde vir a esta jornada ainda está a tempo de se juntar. Até dia 17! E obrigado aos voluntários desta jornada, apesar do privilégio que tiveram, mas que tantas energias lhes exigiu!
Paulo Domingues

Município do Pombal Lança Opa Florestal

Município de Pombal apresenta publicamente na próxima segunda-feira, dia 5 de setembro, às 19 horas, a Oferta Pública de Aquisição (OPA) Florestal, cerimónia que será presidida pelo Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Eng. Amândio Torres, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. É a primeira vez no nosso país que um Município apresenta e assume um mecanismo deste tipo de gestão do espaço florestal. Com esta OPA, o Município pretende assumir-se como proprietário florestal, assumindo a gestão e limpeza da sua Floresta. Tem como objetivos a constituição de uma bolsa municipal de terrenos Florestais, assente numa estratégia de criação de faixas de descontinuidade de combustíveis, que promovam a instalação de espécies autóctones de baixa combustibilidade e inflamabilidade. Por outro lado, visa a proteção de infra-estruturas e áreas edificadas, que favoreçam as zonas de interface urbano-rural, que se consubstancie na instalação de uma rede de mosaicos florestais; a promoção da criação de condições favoráveis à constituição de Zonas de intervenção Florestal e a promoção da recuperação de áreas percorridas por incêndios florestais. Com este mecanismo de gestão florestal pretende-se igualmente a salvaguarda de espécies autóctones e a proteção e beneficiação dos recursos hídricos e galerias ripícolas, que favorecem a constituição de corredores ecológicos de conectividade. A OPA Florestal pretende também promover um conjunto de boas práticas silvícolas, que sejam uma referência para os produtores florestais. O Concelho de Pombal é ocupado maioritariamente por espaços florestais, que ocupam 52% do território. Não obstante, só 10% desses espaços pertencem ao domínio público.

Caminhada de Colares -Sintra



Ponto de encontro: Adega Regional de Colares

O percurso tem inicio junto à Adega Regional de Colares.
seguimos em direção ao "Pinhal da Nazaré" , percorremos zonas onde ainda subsiste uma agricultura com numerosos elementos tradicionais como o "chão de areia" onde cresce a famosa casta Ramisco. 
De seguida refrecamo-nos, na antiga aldeia de pescadores, as Azenhas do Mar.
Passaremos também pela capela circular de Janas, de arquitetura pouco vulgar.

Percurso Circular

Material necessário: Roupa e calçado confortável, chapéu, protetor solar, água e alguma comida e máquina fotográfica.

E BOA DISPOSIÇÃO!

Minimo 6 participantes
Preço: 5 euros

IV Congresso Ibérico do Lobo

Grupo Lobo tem o prazer de anunciar a realização do IV Congresso Ibérico do Lobo, que terá lugar na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco, de 27 a 30 de outubro de 2016.
IV Congresso Ibérico do Lobo tem como objetivo reunir especialistas envolvidos no estudo e na gestão do lobo-ibérico, de forma a dar a conhecer os resultados e os avanços mais recentes no estudo deste predador, bem como a sua situação populacional, as formas de conservação e medidas de resolução de conflitos.
A organização deste Congresso é da responsabilidade do Grupo Lobo e conta com o apoio de entidades nacionais: Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco; cE3c – Centro de Ecologia, Evolução e Alterações Ambientais da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; CIBIO/InBio – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos; e de entidades espanholas: Asociación Galega de Custodia do Territorio; A.RE.NA – Asesores en Recursos Naturales S.L.; ASCEL – Asociación para la conservación y estudio del lobo ibérico e SECEM - Sociedad Española para la Conservación y Estudio de los Mamíferos.
Este Congresso insere-se no âmbito das ações do Projeto LIFE MED-WOLF - Boas Práticas para a Conservação do Lobo em Regiões Mediterrânicas (www.medwolf.eu), que tem como objetivo diminuir o conflito entre as atividades humanas e a presença do lobo, em regiões rurais onde os hábitos culturais de coexistência se perderam. O projeto MED-WOLF engloba organizações não-governamentais, portuguesas e italianas, ligadas ao ambiente e às práticas agrícolas, entidades estatais e centros de investigação.

Contamos com a sua presença!

A informação constante nesta página será periodicamente atualizada.
Para qualquer esclarecimento adicional deverá contactar o Grupo Lobo através do e-mail globo@fc.ul.pt

Percurso Pedestre Trilho Quercus Robur

No próximo dia 17 de Setembro de 2016 o Núcleo Regional de Aveiro da Quercus organiza mais um percurso pedestre na área montanhosa da nossa região.
Características do percurso Tipo de percurso: de pequena rota, por caminhos rurais e tradicionais;
Distância a Percorrer: cerca de 7 km, em circuito;
Duração do Percurso: cerca de 3,5 horas;
Nível de Dificuldade: baixo.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Agosto no Cabeço Santo


by Paulo Domingues
Com Agosto a aproximar-se do final, é tempo de começar a pensar na nova época de trabalhos no Cabeço Santo, que se inicia logo no dia 3 de Setembro com a jornada do 10º aniversário do projecto.
Mas antes de olhar para o futuro, façamos um pequeno balanço da semana de sobressalto que de novo trouxe as chamas até bem perto do Cabeço Santo. A segunda semana de Agosto foi com efeito avassaladora para o Concelho de Águeda, com, ao que tudo indica, mais de 100 km² de área florestal queimada. O eucaliptal da zona serrana foi severamente atingido, sobretudo a freguesia do Préstimo e Macieira de Alcoba e a de Belazaima, Castanheira e Agadão. Nesta última, contudo, a área mais afectada foi a da antiga freguesia de Castanheira do Vouga (Agadão já tinha sido fortemente atingida em 2013), sendo que a antiga freguesia de Belazaima foi a que acabou por ser mais poupada. O próprio Cabeço Santo “viu” o fogo aos seus “pés”, pois ardeu até à estrada Belazaima-Agadão, mas aí foi detido e não subiu o cabeço. Já no primeiro dia dessa fatídica semana, em plena tarde de Domingo, um pirómano tinha ateado o fogo em três locais do Cabeço do Meio (a sul do ribeiro de Belazaima), mas a pronta intervenção da unidade local de protecção civil evitou o pior. Mais longe para sul, na zona serrana do Concelho de Anadia, as coisas também estiveram feias, e até em plena gândara do Casarão (em torno da nova área industrial) o fogo progrediu até Aguada de Cima, em terreno aparentemente fácil. O Rio Águeda, desde praticamente o limite do Concelho até quase à cidade de Águeda, ficou de novo num estado de aflitiva condição, apenas 3 anos depois dos grandes incêndios do Caramulo, que já tanto o tinham afectado. Acompanhá-lo ao longo da estrada do Caramulo, desde Carvalhal, nos confins das terras aguedenses, até à Redonda, e depois, pela EN 336, até Bolfiar, é uma verdadeira dor de alma, que só a anestesia colectiva face ao estado da paisagem e da biodiversidade impede que se transforme num grande movimento em prol da sua recuperação. O Rio Agadão, afluente do Águeda, não se encontra melhor, tendo ardido agora o que não ardeu em 2013, pelo menos a jusante das aldeias da antiga freguesia com o mesmo nome.
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Eucaliptal com solo mobilizado: o fogo progrediu pelas copas
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Encosta num afluente do Agadão: solos mobilizados em declives muito acentuados
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O Rio Agadão, entre a Falgarosa e Falgoselhe: sobraram as mimosas
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Margens do Rio Agadão a jusante da ponte de Falgoselhe
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Uma ilha de paraíso no meio do inferno
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Ilha: um pequeno sobreiro de copa verde no meio do queimado
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Um pequeno vale
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O Cabeço Santo, em segundo plano, ficou verde. Glauco, é certo, mas verde
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Servia para combater o fogo, mas ia sendo queimado
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Da cumeada, avista-se uma imensidão ardida, só interrompida por pequenas manchas verdes. A povoação deve ser Serra de Cima na freguesia do Préstimo
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Rio Águeda, "praia" da Talhada
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Plantação recente: por agora, a salvo
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Afluente do rio Águeda: verdes, alguns carvalhos, mas também mimosas
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Rio Águeda, a jusante da ponte de Falgoselhe
O sentimento de impotência face a um tão vasto estado de calamidade, mas que no fundo é só o culminar de uma história recente de deficiente sensibilidade (e sabedoria, afecto, ...) face à natureza desta frágil paisagem, só pode, esse sentimento, ser um pouco mitigado pelo que vamos fazendo no Cabeço Santo, mas que facto não é senão uma gota de água no imenso mar de necessidades que se apresenta. Quando teremos pessoas, comunidades, que, movidas por um maravilhamento pela vida e pelas suas manifestações, se entregam desmedidamente a essa apaixonada acção de ajudar a trazer vitalidade, beleza, cor, a esta paisagem que antes de ser negra já era cinzenta? Como ajudar a criar esse movimento, sabendo que o potencial (para a dádiva generosa e amorosa) se encontra latente em (quase) todas as almas, mas ofuscado pelas distracções e exigências da vida em sociedade? Reflexões precisam-se e também queremos que as iniciativas que marcarão o 10º aniversário do Projecto sirvam para as alimentar. Por isso, a primeira oportunidade é já no Sábado, dia 3 de Setembro, primeiro momento das comemorações, que culminarão com uma Conferência a realizar no dia 15 de Outubro na Câmara Municipal de Águeda, durante todo o dia. Mais detalhes sobre esta conferência serão tornados públicos em breve. Para já, até dia 3!
Paulo Domingues