quinta-feira, 9 de novembro de 2017
ALERTA NÃO COLHA SEMENTES FLORESTAIS SEM ANTES SE INFORMAR!
O ICNF ALERTA: NÃO COLHA SEMENTES FLORESTAIS SEM ANTES SE INFORMAR!!
EVITE RISCOS E CUMPA A LEI
Têm-se verificado iniciativas de colheita de sementes florestais autóctones para ajudar a rearborizar as áreas ardidas. Estas iniciativas, individuais e coletivas, são louváveis mas necessitam de ser organizadas e estar de acordo com a lei: não obstante bem-intencionadas, têm perigos que urge evitar!
- Ver Comunicado [PDF 151 KB]
- Ficha de campo [PDF 499 KB];
Referências no Comunicado:
[AQUI 1]:- Decreto-Lei n.º 205/2003, de 12 de setembro;
- Decreto-Lei n.º 96/2013, de 19 de julho;
- Portaria n.º 294/2013, de 27 de setembro;
- Decreto-Lei n.º 565/99, de 21 de dezembro;
[AQUI 3]:
[AQUI 4]:
[AQUI 5]:
Mais de 90% da produção de cogumelos afetada em 2017
"Levo 33 anos a investigar os cogumelos silvestres e digo que este outono é, sem dúvida, o pior para a proliferação dos cogumelos devido à seca e aos incêndios", frisou o também investigador do Instituto de Restauración y Medio Ambiente de Leon, Espanha, numa alusão ao que se passa em todo o território da Meseta, abrangendo Trás-os-Montes e Alto Douro, bem como Zamora e Salamanca.
Para o estudioso da micologia ibérica e do sul da Europa, “se não chover mais antes da entrada do frio de inverno”, a ausência de proliferação de cogumelos silvestres de praticamente todas as espécies poderá "ser quase total".
"Com o frio e com as geadas, os cogumelos não frutificam", observou.
Por outro lado, os incêndios que assolaram o país também provocaram danos irreparáveis na proliferação de cogumelos já que os solos por onde passou o fogo "ficaram completamente ressequidos".
"Há uma perda de micorrizas incalculável que só poderá ser ultrapassada daqui a 20 ou 25 anos e que depende da plantação e crescimento de árvores como os castanheiros, carvalhos ou pinheiros", explicou.
Na opinião de Juan António Sánchez, se o pior cenário se confirmar, “pode estar em causa” cerca de um milhar de postos de trabalho sazonais.
"Há que uma dupla vertente que abrange os trabalhadores sazonais, que têm na apanha de cogumelos um recurso económico importante, e, por outro lado, as empresas que transformam os cogumelos e ficam sem matéria-prima, o que poderá originar despedimentos", constatou.
O investigador avançou, que as empresas que se dedicam à transformação de cogumelos silvastes neste território da Meseta Ibérica estão a fazer a sua aquisição de espécimes em países da Europa de Leste.
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Colóquio "Paulownia - A árvore do futuro em Portugal?"
Colóquio que terá como convidado o Engº José Bernardino Dias do ICNF que irá abordar além de outros aspectos o enquadramento legal; as áreas potenciais de utilização; as características especificas e potencialidades e a valorização do espaço.
Participação gratuita mas de inscrição obrigatória em www.ccvfloresta.com
Participação gratuita mas de inscrição obrigatória em www.ccvfloresta.com
2ª jornada de Outono e dias seguintes
2ª jornada de Outono e dias seguintespor Paulo Domingues |
Na segunda jornada de Outono, decorrida já a 14 de Outubro, tivemos apanha de bolota em segunda edição, mas com novos voluntários.
Um grupo seguiu o mesmo caminho da 1ª jornada de Outono, caminhando para montante ao longo do Ribeiro, a partir da Quinta das Tílias, enquanto outro pequeno grupo foi instalar duas barreiras para sinalizar (para quem tem dificuldade em compreender sozinho) que um troço de um vale, como o Vale da Estrela, não deve ser percorrido de nenhuma maneira e muito menos por veículos motorizados de duas rodas. O facto de acontecer, e não apenas no Vale da Estrela, mostra como a consciência face à dramática situação da nossa paisagem pode ser tão diminuta, num momento em que era necessário que fosse enorme.

Um carvalho cheio de luz, na Várzea-de-Além. Foto da voluntária Paula Pires (PP).
Os dois grupos encontraram-se na Benfeita, onde um formoso carvalho proporcionou uma excelente colheita.

Voluntárias estreando-se na apanha da bolota (PP).

Apanhando bolota num generoso carvalho da Benfeita (PP).

Preciosas bolotas (PP).

O carvalho da Benfeita
Seguindo o modelo da jornada anterior, a equipa dirigiu-se depois à área da Ponte Nova, onde vale sempre a pena voltar, quanto mais não seja para admirar a paisagem. Mas desta vez não almoçámos aí, simplesmente porque a comida não tinha ido…

À Ponte Nova vale sempre a pena voltar (PP).

As preciosas bolotas da Ponte Nova (PP).

Esta ainda não era a foto de despedida, a não ser para os dois voluntários que aqui terminavam a sua participação
À tarde rumámos ao Feridouro, percorrendo várias parcelas do Cortinhal, uma área em grande revolução desde que se decidiu aí reverter o eucaliptal para terra de cultivo. Os carvalhos que lá existiam parecem ter ficado agradecidos e alguns produziram bolota abundantemente.

Bolotas em plena árvore numa dos carvalhos do Cortinhal

Equipa voluntária muito concentrada na apanha.

Junto ao Ribeiro de Belazaima, onde ainda corria um "fio de água" (PP).
Como duas semanas antes, a equipa terminou a apanha da bolota pelo meio da tarde e consumiu as energias restantes a descascar mimosas por ali perto.
A foto final tirou-se já na base de operações, em torno do resultado do trabalho desse dia: mais uns 100 kg de bolota, para não ficar atrás da equipa da jornada anterior.

Foto final com o produto da colheita.
Depois veio o Domingo, em que o Inferno desceu à terra, como está ainda bem presente na memória de todos. Na vizinhança imediata do Cabeço Santo não houve fogo, mas as colunas de fumo observavam-se num raio de quase 360°: dos incêndios de Vouzela a nordeste, Tondela a nascente, Mortágua e Santa Comba Dão a sudeste, Penacova a sul, Vagos a sudoeste, Oiã a oeste… O ar ficou saturado de fumo e o sol empalideceu. O vento, enraivecido, juntava ao fumo o pó da terra seca, levantando nuvens de poeira. A temperatura, elevadíssima, a humidade do ar, baixíssima (35° de máxima em Belazaima, ainda 30° pelas 19 horas, com 20% de humidade relativa). As árvores, já num enorme stress hídrico, depois de 4 meses e meio sem chuva, suportaram, quiçá no limite das suas “forças “, mais este desafio, onde tiveram a sorte de escapar à voragem das chamas. Vou ao encontro delas e o que encontro? Homens de armas na mão! A Terra “grita” por cuidados com todas as suas forças e as únicas pessoas que encontro são homens de armas na mão! Do céu vem uma chuva de cinzas que tudo cobre de cinzento, e este triste dia chega ao fim.
No dia seguinte, Segunda, previa-se chuva, e logo pela madrugada mirei o céu. Pareceu-me carregado de nuvens, e julguei que começaria a chover a qualquer instante, mas logo que o dia clareou percebi que as nuvens ainda eram de fumo e que a chuva ainda era de cinzas. Esperei pela chuva a sério o dia inteiro, mas ela, importante, desesperadamente aguardada, fez-se esperar. Em Belazaima, passavam alguns minutos da 1 da madrugada de Terça quando começou a cair. Tive receio que fosse um sonho e levantei-me para a sentir nas minhas próprias mãos, no meu corpo inteiro: era mesmo chuva de águas claras e cristalinas (e se não eram assim me pareceram)! Foi-se o sono! Pela fim da madrugada a chuva parou mas ao nascer do sol contavam-se já 17 litros por metro quadrado, o suficiente para “habituar” a terra à chuva, da qual durante tanto tempo “jejuou”.
Na noite seguinte voltou a chover, agora 19 litros, e parecia que a memória desse inferno de Domingo já era apenas como a de um pesadelo que se desvanece com o acordar. Foi necessário fazer uma viagem, entre Belazaima e Seia, para constatar a dura realidade: durante mais de 50 km, entre Mortágua e Seia, o panorama é desolador: floresta, a de eucaliptos e pinheiros, mas também carvalhos, castanheiros, e mesmo pomares e terras agrícolas com pouco mais do que escasso restolho foram engolidos pelo fogo, que entrou mesmo em jardins, hortas e povoados. Midões, Fiais da Beira, Ervedal da Beira, Travancinha, Sameice, Folgosa da Madalena, terras da Beira Alta de nomes elegantes e paisagens diversas que agora se vestem de negro.
As encostas sobranceiras ao Mondego, já muito degradadas pela ocupação com mimosas, igualmente negras. Uma devastação imensa mas também uma imensa oportunidade de recuperação, em áreas que, ao contrário das zonas (tradicionais) de cultivo de eucalipto, estarão mais disponíveis para intervenção. Mas que ninguém duvide: a recuperação não se produzirá sozinha. Pelo contrário, sem intervenção as mimosas voltarão ainda com mais força, expandir-se-ão ainda para mais longe, e, até ao próximo incêndio, o empobrecimento paisagístico e biológico prosseguirá imparável.
Era necessário que as administrações e as comunidades se unissem num esforço ímpar, num movimento grandioso e determinado. Mas têm, umas e outras, energia e motivação suficientes para isso? Dizem que há 300 000 caçadores em Portugal. Mas, e quantos cuidadores? E voltamos a esse problema, já outras vezes invocado, da extrema discrepância entre o que é necessário fazer e o que as pessoas, as comunidades e as administrações estão dispostas a fazer. No fundo, um problema cultural e civilizacional. Um reflexo do momento de profunda crise e imenso perigo em que, como civilização, nos encontramos. Como invocar essas forças, latentes no fundo da consciência humana, mas numa letargia e numa prisão que parecem não as deixar expressar, para que manifestem todo o seu potencial? Que essas forças existem, não há dúvida. Por meio delas, povos se reergueram da devastação da guerra, civilizações, como a nossa própria, brilharam após séculos de trevas, e, mesmo individualmente, pessoas se elevaram e descobriam destinos valorosos, a partir dos destroços dos seus próprios passados. Como invocar essas forças, e trazê-las à superfície, eis algo tão premente como pôr mãos à obra, pois que a segunda não pode acontecer sem a primeira.

O Rio Seia, entre Ervedal e Travancinha, em Maio

O Rio Seia, entre Ervedal e Travancinha, a 22 de Outubro
E depois desta divagação, que ocasionalmente se afasta dos limites do Cabeço Santo, voltamos até ele, já no próximo Sábado, para continuar uma missão que, também ela, nasceu de uma catástrofe de fogo, e também ela se leva avante perante muita resistência e letargia, mas, mesmo assim, se leva avante.
Obrigado a todos os voluntários. E à Paula Pires pelas fotos inspiradas e inspiradoras!
Até Sábado!
Paulo Domingues
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Jornada de voluntariado no projeto Cabeço Santo, sábado 11 Nov
Inscrição obrigatória para o nosso E-mail cabecosanto@quercus.pt
Precisamos de assegurar a logística para todos os eventos, sendo que necessitamos de saber o número de pessoas.
Podemos ajudar na partilha de boleias, desde a estação de Aveiro ou de Águeda.
Providenciamos seguro para este evento, sendo que é necessário saber o nome completo, NIF, nº de telemóvel e data de nascimento.
É muito importante que uma jornada de trabalho voluntário esteja definida até três dias antes do mesmo, por exemplo, até à Quarta-feira (à noite) anterior ao dia de realização. Por isso é também importante que os voluntários ponderem bem a sua disponibilidade e não desistam depois de confirmada a realização de uma jornada.
Vamos i...niciar as sementeiras com as bolotas recolhidas este ano dos carvalhos (Quercus robur) por terras de Belazaima do Chão. Vamos precisar de colaboração de todos para semear os 200 kg de bolotas que estão guardadas para colocar à terra.
Se estiver previsão meteorológica de chuva ou muito calor, as condições são muito difíceis para se conseguir proceder aos trabalhos. Nessa ocasião, 1 dia antes do evento, fazemos o adiamento para outro dia.
Tragam roupa, chapéu para o sol e calçado apropriado para trabalho na floresta.
Oferecemos almoço em modo ovo-lacto-vegetariano e lanche ao final da tarde
Se tiverem alguma necessidade diferente, podemos comprar.
Os trabalhos prolongar-se-ão até às 17h30, prevendo-se a chegada a Belazaima pelas 18h. Iremos trabalhar não muito longe da aldeia do Feridouro em locais de fácil acesso, embora por vezes de declive elevado.
Todos os detalhes e informações no nosso blog.
https:// ecosanto.wordpress.com/ about/
https:// ecosanto.wordpress.com/ about/ disponibilidade-inscritos/
Obrigado
Até breve!
Precisamos de assegurar a logística para todos os eventos, sendo que necessitamos de saber o número de pessoas.
Podemos ajudar na partilha de boleias, desde a estação de Aveiro ou de Águeda.
Providenciamos seguro para este evento, sendo que é necessário saber o nome completo, NIF, nº de telemóvel e data de nascimento.
É muito importante que uma jornada de trabalho voluntário esteja definida até três dias antes do mesmo, por exemplo, até à Quarta-feira (à noite) anterior ao dia de realização. Por isso é também importante que os voluntários ponderem bem a sua disponibilidade e não desistam depois de confirmada a realização de uma jornada.
Vamos i...niciar as sementeiras com as bolotas recolhidas este ano dos carvalhos (Quercus robur) por terras de Belazaima do Chão. Vamos precisar de colaboração de todos para semear os 200 kg de bolotas que estão guardadas para colocar à terra.
Se estiver previsão meteorológica de chuva ou muito calor, as condições são muito difíceis para se conseguir proceder aos trabalhos. Nessa ocasião, 1 dia antes do evento, fazemos o adiamento para outro dia.
Tragam roupa, chapéu para o sol e calçado apropriado para trabalho na floresta.
Oferecemos almoço em modo ovo-lacto-vegetariano e lanche ao final da tarde
Se tiverem alguma necessidade diferente, podemos comprar.
Os trabalhos prolongar-se-ão até às 17h30, prevendo-se a chegada a Belazaima pelas 18h. Iremos trabalhar não muito longe da aldeia do Feridouro em locais de fácil acesso, embora por vezes de declive elevado.
Todos os detalhes e informações no nosso blog.
https://
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Obrigado
Até breve!
Reflorestação da Mãe Terra em Coja 25 de Novembro
Bem hajam guerreiros/as
Vamos começar a pintar de verde as nossas florestas e serras de novo , o proposto é reflorestarmos um terreno em Coja, Perto de coimbra , esta zona fi bastante fatigada pelos incendios e um dos terrenos dos nossos colaboradores precisa de umas arvorezinhas das nossas.
Apelo ao grupo de Viseu e Aveiro do RMT que se juntem para estas datas , algumas das arvores serão doadas pelo RMT do Porto.
Quem se junta nesta missão?
Info aqui
Vamos começar a pintar de verde as nossas florestas e serras de novo , o proposto é reflorestarmos um terreno em Coja, Perto de coimbra , esta zona fi bastante fatigada pelos incendios e um dos terrenos dos nossos colaboradores precisa de umas arvorezinhas das nossas.
Apelo ao grupo de Viseu e Aveiro do RMT que se juntem para estas datas , algumas das arvores serão doadas pelo RMT do Porto.
Quem se junta nesta missão?
Info aqui
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Intervenção em Área Ardida
Vamos por as mãos à obra e ajudar os ecossistemas da Serra da Estrela a recuperar dos incêndios?
Participem e inscrevam-se em:
https://docs.google.com/ forms/d/e/ 1FAIpQLScsvZR_MCP_qTqv_W2DT 4SbHC1mCwX6mU4uYGW1C8vD3YV 9EQ/viewform
Participem e inscrevam-se em:
https://docs.google.com/
domingo, 5 de novembro de 2017
Colóquio Interdisciplinar A floresta e o novo pacote legislativo
A Faculdade de Direito e o Colégio Food, Farming and Forestry (F3) da Universidade de Lisboa, organizam, no dia 17 de novembro com início às 14h00, o Colóquio Interdisciplinar sobre a Floresta e o Novo Pacote Legislativo, com o objetivo de gerar um debate amplo e inclusivo que interrogue expetativas, comportamentos e políticas.
Entrada livre, com inscrição obrigatória: http:// www.colegiof3.ulisboa.pt/ dest/coloquio.php
Entrada livre, com inscrição obrigatória: http://
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Artistas brasileiros encantados com o Bussaco
- Atrizes e atores e equipa da revista Caras Brasil plantaram árvores na Mata Nacional
Quinze artistas brasileiros e o presidente do Conselho de Administração, o chefe de Redação, a diretora de Marketing, jornalistas, fotojornalistas e videógrafos da revista Caras Brasil plantaram árvores, durante três dias, na Mata Nacional do Bussaco, no âmbito do projeto “Criar Raízes”, promovido pela Fundação Mata do Bussaco, com o apoio da Câmara Municipal da Mealhada.
Bruno Cabrerizo, Carla Diaz, Leila Schuster, Thiago Luciano, Lucy Ramos, Lua Blanco, Ursula Corona, Joana Balaguer, Paulo Palha, Martin Balaguer Palha, Leandro Soares, Marina Moschen, Jade Seba, Marina Moschen, José Luiz Gandini, Edgardo Martolio, Luciana Jordão e Marcelo Bartolomei foram algumas das figuras públicas brasileiras a deixar a sua marca (cedros do Bussaco e azereiros) no Vale dos Abetos e na Avenida dos Cedros, em plena Mata Nacional do Bussaco.
Alguns dos atores e atrizes ficaram bastante emocionados com o momento. Carla Diaz, atriz e cantora Carla Diaz de origem latina, chegou mesmo a escrever nas redes sociais: “hoje estou criando raízes, literalmente. E dizem aqui em Portugal que quem planta uma árvore fica mais próximo de Deus… Realmente é uma conexão única e emocionante. Ainda mais quando soube que essa planta - azereiro - é uma relíquia nativa de Portugal e Espanha, lugares de onde vieram meus antepassados. Adorei ter sido convidada para esse projeto da Fundação da Mata do Bussaco!”.
Jade Seba, atriz, blogueira e digital influencers, não cabia em si de contente pela oportunidade que lhe foi dada de plantar uma árvore numa mata que é candidata a Património Mundial da UNESCO: Estou emocionada e feliz. Espero regressar para ver a minha árvore crescida!”, disse.
Para além dos artistas brasileiros, também a guitarrista portuguesa Marta Pereira da Costa plantou um azereiro no Bussaco. Depois do namorado, o músico Rui Veloso, ter plantado uma árvore, há cerca de meio ano, na Fonte do Carregal, junto ao Palácio do Bussaco, foi agora a vez de Marta deixar a sua marca nesta mata do concelho da Mealhada. “É uma honra e um privilégio e agradeço a oportunidade que me foi dada pela Fundação Mata do Bussaco, que louvo pelo trabalho de reflorestação que tem vindo a implementar em defesa de uma floresta que é de todos nós”, afirmou a artista portuguesa.
Recorde-se que estas e outras figuras públicas brasileiras e portuguesas marcaram presença, durante uma semana, na Mata Nacional do Bussaco para participarem em sessões fotográficas da revista Caras Brasil, no âmbito da iniciativa “Castelo da Caras” que a referida publicação promove, uma vez por ano, nos locais mais emblemáticos e mais bonitos a nível mundial. O ano passado, a Caras Brasil escolheu Nova Iorque para a sessão fotográfica e para a festa do “Castelo da Caras”. Este ano, a revista brasileira optou por “um lugar de sonho e mágico”: Mata Nacional do Bussaco.
Para o presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, “a escolha do Bussaco por parte da Caras Brasil é um orgulho para a Mealhada e só vem reforçar a nossa convicção de que faz todo o sentido sermos rapidamente classificados como Monumento Nacional e, a seu tempo, como Património Mundial da UNESCO”.
Fungos: a biodiversidade (quase sempre) escondida
Os fungos são parte importante da biodiversidade na Terra e desempenham funções indispensáveis ao Homem. No entanto, em parte devido à sua natureza (estão quase sempre escondidos!), a importância dos fungos não é suficientemente reconhecida e raramente se pensa em protegê-los. Muitos deles não são sequer conhecidos ou não foram ainda bem estudados pelos cientistas. E como se pode proteger o que não se conhece?
Este Outono, vamos à descoberta dos fungos no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Acompanhe a investigadora do Centro de Ecologia Funcional / Centre for Functional Ecology (CFE), Susana C. Gonçalves, neste incrível passeio que se insere no programa do Dia da Celebração dos Fungos!
O evento é organizado pela Cátedra UNESCO em Biodiversidade e Conservação para o Desenvolvimento Sustentável e o CFE, e pretende despertar, acordar e sensibilizar a população para a biodiversidade que nos rodeia.
A entrada é livre, mas as inscrições são limitadas e obrigatórias, até dia 3 de novembro. Inscreva-se em catedraunesco@uc.pt ou através do telefone 239 240 700, e traga roupa e calçado confortáveis, água e muita vontade de descobrir coisas novas.
Este Outono, vamos à descoberta dos fungos no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Acompanhe a investigadora do Centro de Ecologia Funcional / Centre for Functional Ecology (CFE), Susana C. Gonçalves, neste incrível passeio que se insere no programa do Dia da Celebração dos Fungos!
O evento é organizado pela Cátedra UNESCO em Biodiversidade e Conservação para o Desenvolvimento Sustentável e o CFE, e pretende despertar, acordar e sensibilizar a população para a biodiversidade que nos rodeia.
A entrada é livre, mas as inscrições são limitadas e obrigatórias, até dia 3 de novembro. Inscreva-se em catedraunesco@uc.pt ou através do telefone 239 240 700, e traga roupa e calçado confortáveis, água e muita vontade de descobrir coisas novas.
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Seminário Ecoa
Uma oportunidade de debater a importância da Educação Ambiental para a Conservação e Promoção do Património Natural. Só sonseguimos realmente proteger o que conhecemos .
debate sobre "Incêndios, territórios e fragilidade económica e social: Pensar o país inteiro".
Na próxima sexta-feira decorre na FEUC um debate sobre "Incêndios, territórios e fragilidade económica e social: Pensar o país inteiro".
Um tema atual que merece a atenção de todos!!
#eventosFEUC
Um tema atual que merece a atenção de todos!!
#eventosFEUC
Publicada por
Ricardo Nabais
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20:17
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debate sobre "Incêndios,
territórios e fragilidade económica e social: Pensar o país inteiro".
É já amanhã Conferência Fontes de Energia Sustentáveis
Irá realizar-se, no dia 3 de novembro, sexta-feira, às 9.30h, no auditório da Escola Profissional do Fundão, a conferência "Fontes de Energia Sustentáveis", dedicada ao tema "Biomassa como fator de desenvolvimento sustentável da floresta".
Programa:
9.30h Sessão de Abertura
. Luís Oliveira - Diretor da Escola Profissional do Fundão
. Vasco Pinto Leite - Diretor-Geral do Jornal do Fundão
. Paulo Fernandes - Presidente da Câmara Municipal do Fundão
. João Félix - Diretor Regional de Castelo Branco do Montepio Geral
10.30h Pausa para café
...
10.45h Mesa Redonda "Biomassa como fator de desenvolvimento sustentável da floresta"
. Moderador: Carlos Santos - Diretor Executivo da ENERAREA - Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior
. José Ribeiro da Silva - Diretor de Ativos e Planeamento de Rede da EDP Distribuição
. Carlos Alegria - Promotor da Central de Biomassa do Fundão e Viseu
. Sónia Figo - Centro de Biomassa para a Energia
. João Gaspar - Responsável da Área de Servidões e Património da REN
. Representante da Comissão Europeia em Portugal - Plano de Investimento para a Europa
12.00h Debate
12.30h Encerramento pelo Diretor-Geral de Energia e Geologia, Mário Guedes.
13.00h Almoço
Programa:
9.30h Sessão de Abertura
. Luís Oliveira - Diretor da Escola Profissional do Fundão
. Vasco Pinto Leite - Diretor-Geral do Jornal do Fundão
. Paulo Fernandes - Presidente da Câmara Municipal do Fundão
. João Félix - Diretor Regional de Castelo Branco do Montepio Geral
10.30h Pausa para café
...
10.45h Mesa Redonda "Biomassa como fator de desenvolvimento sustentável da floresta"
. Moderador: Carlos Santos - Diretor Executivo da ENERAREA - Agência Regional de Energia e Ambiente do Interior
. José Ribeiro da Silva - Diretor de Ativos e Planeamento de Rede da EDP Distribuição
. Carlos Alegria - Promotor da Central de Biomassa do Fundão e Viseu
. Sónia Figo - Centro de Biomassa para a Energia
. João Gaspar - Responsável da Área de Servidões e Património da REN
. Representante da Comissão Europeia em Portugal - Plano de Investimento para a Europa
12.00h Debate
12.30h Encerramento pelo Diretor-Geral de Energia e Geologia, Mário Guedes.
13.00h Almoço
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Recuperação da Peninha
VAMOS CONTINUAR A RECUPERAR A PENINHA
Vamos cuidar e plantar, para darmos esperança à recuperação desta área que tanta paixão gera nos voluntários.
Inscrição Gratuita e Obrigatória em: plantarumaarvore.org/ inscricao-iniciativas.aspx
Ponto de encontro: Parque de estacionamento de acesso ao Santuário da Peninha
Link para localização: http://pz4.69.sl.pt/
Indicações e recomendações: http:// blog.plantarumaarvore.org/ 2017/10/ comemoracoes-do-dia-da-flor esta.html
Contactos: 911 973 609 | 96 385 33 83 | geral@plantarumaarvore.org
Plante esta Ideia
1 Pessoa! 1 Árvore! 1 Sonho!
Participe! Mobilize! Divulgue! Cada pessoa conta!
Vamos cuidar e plantar, para darmos esperança à recuperação desta área que tanta paixão gera nos voluntários.
Inscrição Gratuita e Obrigatória em: plantarumaarvore.org/
Ponto de encontro: Parque de estacionamento de acesso ao Santuário da Peninha
Link para localização: http://pz4.69.sl.pt/
Indicações e recomendações: http://
Contactos: 911 973 609 | 96 385 33 83 | geral@plantarumaarvore.org
Plante esta Ideia
1 Pessoa! 1 Árvore! 1 Sonho!
Participe! Mobilize! Divulgue! Cada pessoa conta!
terça-feira, 31 de outubro de 2017
Dia 11 de novembro, vamos iniciar as sementeiras com as bolotas
Dia 11 de novembro, vamos iniciar as sementeiras com as bolotas de Quercus Robur recolhidas este ano.
Precisamos da colaboração de todos para semear 200 kg de bolotas.
O almoço e o lanche são por nossa conta.
Inscreva-se já pelo e-mail cabecosanto@quercus.pt, ou através do n.º 966551372.
Precisamos da colaboração de todos para semear 200 kg de bolotas.
O almoço e o lanche são por nossa conta.
Inscreva-se já pelo e-mail cabecosanto@quercus.pt, ou através do n.º 966551372.
Dia da Celebração dos Fungos
O "Dia da Celebração dos Fungos" vai ser festivamente assinalado no próximo domingo, 5 de novembro, entre as 10 e as 16 horas, no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra.
Destinada ao público em geral, a jornada tem como objetivos principais dar a conhecer este importante grupo de organismos, o papel que eles desempenham na Terra e a forma como afetam as nossas vidas.
Assim, durante todo o dia, haverá atividades hands-on promovidas por investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, bem como um ciclo de palestras rápidas (6 minutos cada) entre as 14 e as 15 horas. Paralelamente, poderá ser visitada a Montra de Produtores e, ali, no Consultório de Identificação, tirar dúvidas e fi...car a conhecer melhor os cogumelos.
O evento terá outras atividades de entrada livre, mas com inscrições limitadas e obrigatórias, como o passeio pelo Jardim Botânico “Fungos: a biodiversidade (quase) sempre escondida", entre as 10.30 e as 12 horas, inserido no ciclo de passeios “Biodiversidade à Nossa Volta”.
Um workshop sobre produção de cerveja tem lugar pelas 11.30 horas, dinamizado pela PRAXIS, Fábrica e Museu da Cerveja de Coimbra, enquanto, às 12 horas, decorre o workshop “Saborear cogumelos”, com Chefe Luís Lavrador, da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra. Por fim, pelas 15h, realize-se a oficina “Vamos ser fungos”, para crianças dos 6 aos 9 anos, acompanhadas de um adulto.
As inscrições para qualquer destas atividades – "venha descobrir, esperamos por si", diz a organização – devem ser feitas até ao dia 2 de novembro em catedraunesco@uc.pt.
O evento é realizado pela Cátedra UNESCO em Biodiversidade e Conservação para o Desenvolvimento Sustentável, Centro de Ecologia Funcional e Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, com o apoio da European Mycological Association (EMA).
Destinada ao público em geral, a jornada tem como objetivos principais dar a conhecer este importante grupo de organismos, o papel que eles desempenham na Terra e a forma como afetam as nossas vidas.
Assim, durante todo o dia, haverá atividades hands-on promovidas por investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, bem como um ciclo de palestras rápidas (6 minutos cada) entre as 14 e as 15 horas. Paralelamente, poderá ser visitada a Montra de Produtores e, ali, no Consultório de Identificação, tirar dúvidas e fi...car a conhecer melhor os cogumelos.
O evento terá outras atividades de entrada livre, mas com inscrições limitadas e obrigatórias, como o passeio pelo Jardim Botânico “Fungos: a biodiversidade (quase) sempre escondida", entre as 10.30 e as 12 horas, inserido no ciclo de passeios “Biodiversidade à Nossa Volta”.
Um workshop sobre produção de cerveja tem lugar pelas 11.30 horas, dinamizado pela PRAXIS, Fábrica e Museu da Cerveja de Coimbra, enquanto, às 12 horas, decorre o workshop “Saborear cogumelos”, com Chefe Luís Lavrador, da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra. Por fim, pelas 15h, realize-se a oficina “Vamos ser fungos”, para crianças dos 6 aos 9 anos, acompanhadas de um adulto.
As inscrições para qualquer destas atividades – "venha descobrir, esperamos por si", diz a organização – devem ser feitas até ao dia 2 de novembro em catedraunesco@uc.pt.
O evento é realizado pela Cátedra UNESCO em Biodiversidade e Conservação para o Desenvolvimento Sustentável, Centro de Ecologia Funcional e Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, com o apoio da European Mycological Association (EMA).
V Certame Gastronómico do Míscaro
A Câmara Municipal de Aguiar da Beira vai realizar a V edição do Certame Gastronómico do Míscaro nos dias 25 e 26 de novembro no Pavilhão Gimnodesportivo.
Para além do espaço gastronómico, o mercadinho agrícola disponibilizará cogumelos selecionados e outros produtos da época, doçarias e artesanato.
Atividades, como o passeio micológico, exposições, live cookings, workshops, concursos e provas gastronómicas, festivais, trail do míscaro e magusto comunitário proporcionarão dois dias repletos de atividades e muita animação.
Para além do espaço gastronómico, o mercadinho agrícola disponibilizará cogumelos selecionados e outros produtos da época, doçarias e artesanato.
Atividades, como o passeio micológico, exposições, live cookings, workshops, concursos e provas gastronómicas, festivais, trail do míscaro e magusto comunitário proporcionarão dois dias repletos de atividades e muita animação.
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Inquérito sobre a realidade das colónias queimadas em 2017 em Portugal
Caros colegas afectados pelos incêndios (ou quem tenha conhecimento efectivo dos que foram afectados), com o intuito de se ter uma ideia da quantidade de colónias ardidas este ano e fazer chegar esta informação às entidades responsáveis pelo sector, tomo a iniciativa de solicitar que preencham o inquérito que se segue. PF partilhem
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Formação completa: Produtores de cogumelos em substratos (16h)
Com a duração de cerca de 16 horas, este curso irá disponibilizar-lhe as técnicas de produção de cogumelos em substratos lenhocelulósicos tais como, palhas, serraduras, carolo de milho, cascas de sementes, borras de café etc. e sobretudo atarvés do método exclusivo da Quadrante Natural Mush Easy
Após a realização deste curso ficará habilitado a produzir cogumelos sapróbios (ex.: repolga, cogumelo do cardo, shiitake, pom pom, etc), com técnicas orientadas para fins comerciais.
Público: Futuros profissionais e Profissionais
INCLUI / OFERTA:
1. Oferta de material vivo para levar para casa
2. Fotocópias a cores dos diapositivos;
3. Certificado de participação;...
4. Exposição de materiais e mostra bibliográfica
5. Coffee breaks
Objectivos:
- Esclarecer por que motivo se utilizam diferentes métodos de produção de cogumelos;
- Transmitir conceitos técnicos sobre a produção de cogumelos.
- Apresentar as principais técnicas de produção de cogumelos em substratos lenhocelulósicos.
- Dotar os formandos de conhecimento de base para iniciar uma produção de cogumelos de pequena/média escala em substratos tratados;
- Orientar os formandos sobre as várias possibilidades de produção comercial de cogumelos.
Conteúdos da formação:
- Breve Introdução aos cogumelos;
- Principais métodos de produção de cogumelos sapróbios:
- Espécies mais comuns produzidas em substratos lenhocelulósicos
- Métodos preparação de substratos lenhocelulósicos:
- matérias-primas
- características importantes
- exemplos de substratos convencionais
- substratos alternativos
- suplementos e formulações
- cálculo do teor de humidade dos substratos
- preparação do substrato
- tipos de tratamento de substratos
- pasteurização (vários métodos)
- esterilização
- Método Mush Easy® (desenvolvido pela Quadrante Natural)
- métodos de inoculação do substrato
- opções de recipientes
- transporte dentro da unidade de produção
- Estantes e outras estruturas
- Condições gerais para incubação
- Parâmetros de frutificação de algumas espécies
- Pleurotus ostreatus (repolga)
- Pleurotus djamor (pleuroto rosado)
- Pleurotus eryngii (cogumelo do cardo)
- Lentinula edodes (shiitake)
- Hericium erinaceus (pom pom)
- Agrocybe aegerita (cogumelo do choupo)
- formas de colheita destas espécies
- condições ambientais
- ciclos de produção
- Sugestões de Layouts de unidades de produção
- Exemplos de dimensionamento pelo método Mush Easy
- Substrato/cogumelos por m2 e m3
- Equipamentos
- Locais de produção alternativos
- Métodos de cálculos de produtividades
- Comercialização
- Requisitos de embalagens
- Requisitos de produção de cogumelos em Modo Biológico
- colheita e refrigeração
- Sugestões de formas de comercialização
- Requisitos para comercialização
- Problemas e pragas
- Desinfecção e limpeza
- Componente prática:
- Inoculação de substrato
- cálculos para a formulação do substrato
- Visualização de exemplos de unidades de produção a visitas que nós fizémos a outros países:
- Alemanha
- Holanda
- Bélgica
- Tailândia
- Brasil
Horário:
Sábado:
- Recepção: 10:00h
- Início: 10:15h
- Almoço (não incluído): 12:00h
- Sessão da tarde: 13:30h
- Termina: 19:30h (previsão)
Domingo:
- Recepção: 10:00h
- Início: 10:15h
- Almoço (não incluído): 12:00h
- Sessão da tarde: 13:30h
- Termina: 19:30h (previsão)
Formador: Rui Coelho
Após a realização deste curso ficará habilitado a produzir cogumelos sapróbios (ex.: repolga, cogumelo do cardo, shiitake, pom pom, etc), com técnicas orientadas para fins comerciais.
Público: Futuros profissionais e Profissionais
INCLUI / OFERTA:
1. Oferta de material vivo para levar para casa
2. Fotocópias a cores dos diapositivos;
3. Certificado de participação;...
4. Exposição de materiais e mostra bibliográfica
5. Coffee breaks
Objectivos:
- Esclarecer por que motivo se utilizam diferentes métodos de produção de cogumelos;
- Transmitir conceitos técnicos sobre a produção de cogumelos.
- Apresentar as principais técnicas de produção de cogumelos em substratos lenhocelulósicos.
- Dotar os formandos de conhecimento de base para iniciar uma produção de cogumelos de pequena/média escala em substratos tratados;
- Orientar os formandos sobre as várias possibilidades de produção comercial de cogumelos.
Conteúdos da formação:
- Breve Introdução aos cogumelos;
- Principais métodos de produção de cogumelos sapróbios:
- Espécies mais comuns produzidas em substratos lenhocelulósicos
- Métodos preparação de substratos lenhocelulósicos:
- matérias-primas
- características importantes
- exemplos de substratos convencionais
- substratos alternativos
- suplementos e formulações
- cálculo do teor de humidade dos substratos
- preparação do substrato
- tipos de tratamento de substratos
- pasteurização (vários métodos)
- esterilização
- Método Mush Easy® (desenvolvido pela Quadrante Natural)
- métodos de inoculação do substrato
- opções de recipientes
- transporte dentro da unidade de produção
- Estantes e outras estruturas
- Condições gerais para incubação
- Parâmetros de frutificação de algumas espécies
- Pleurotus ostreatus (repolga)
- Pleurotus djamor (pleuroto rosado)
- Pleurotus eryngii (cogumelo do cardo)
- Lentinula edodes (shiitake)
- Hericium erinaceus (pom pom)
- Agrocybe aegerita (cogumelo do choupo)
- formas de colheita destas espécies
- condições ambientais
- ciclos de produção
- Sugestões de Layouts de unidades de produção
- Exemplos de dimensionamento pelo método Mush Easy
- Substrato/cogumelos por m2 e m3
- Equipamentos
- Locais de produção alternativos
- Métodos de cálculos de produtividades
- Comercialização
- Requisitos de embalagens
- Requisitos de produção de cogumelos em Modo Biológico
- colheita e refrigeração
- Sugestões de formas de comercialização
- Requisitos para comercialização
- Problemas e pragas
- Desinfecção e limpeza
- Componente prática:
- Inoculação de substrato
- cálculos para a formulação do substrato
- Visualização de exemplos de unidades de produção a visitas que nós fizémos a outros países:
- Alemanha
- Holanda
- Bélgica
- Tailândia
- Brasil
Horário:
Sábado:
- Recepção: 10:00h
- Início: 10:15h
- Almoço (não incluído): 12:00h
- Sessão da tarde: 13:30h
- Termina: 19:30h (previsão)
Domingo:
- Recepção: 10:00h
- Início: 10:15h
- Almoço (não incluído): 12:00h
- Sessão da tarde: 13:30h
- Termina: 19:30h (previsão)
Formador: Rui Coelho
domingo, 22 de outubro de 2017
X jornada do Mel
Associados / Apicultores
A APIMIL vem por este meio convidar V. Exa a participar nas X jornada do Mel, no dia 28 de outubro (sábado), com inicio às 9h30m, no Auditório do Centro de Apoio às Empresas.
Em anexo é enviado o programa do evento.
PARA MARCAÇÃO DE ALMOÇOS NO BRASEIRÃO É FAVOR CONTACTAR ATÉ 25 DE OUTUBRO. O preço por almoço é de 15 euros/pessoa. Para outras dúvidas e acompanhamento do evento (marcação de almoços) é favor contactar:
Miguel Maia (Tlm 962889512)
A APIMIL vem por este meio convidar V. Exa a participar nas X jornada do Mel, no dia 28 de outubro (sábado), com inicio às 9h30m, no Auditório do Centro de Apoio às Empresas.
Em anexo é enviado o programa do evento.
PARA MARCAÇÃO DE ALMOÇOS NO BRASEIRÃO É FAVOR CONTACTAR ATÉ 25 DE OUTUBRO. O preço por almoço é de 15 euros/pessoa. Para outras dúvidas e acompanhamento do evento (marcação de almoços) é favor contactar:
Miguel Maia (Tlm 962889512)
Quercus defende um cadastro rigoroso, espécies autóctones e nova guarda-florestal
A Quercus considerou hoje que a reforma florestal do Governo é um passo que deveria ir mais além, prevendo um cadastro rigoroso, um ordenamento da floresta baseado em espécies autóctones e uma nova guarda-florestal para fiscalizar.
"As medidas do Governo vão no bom sentido, mas não vão resolver o problema da floresta, porque é preciso tomar mais medidas, porque é um problema estrutural do território e socioeconómico", disse à Lusa o coordenador da Quercus para as florestas, Domingos Patacho, salientando que é preciso mais do que aprovar leis na Assembleia da República, que depois "não se conseguem implementar no terreno", e mudar assim o paradigma, minimizando o problema dos incêndios.
Domingos Patacho considerou que o relatório da comissão técnica independente que analisou os incêndios de Pedrógão Grande é muito bom e salientou que faz recomendações positivas, mas que não são inteiramente novas, porque muitas delas já foram apresentadas noutras situações.
"A questão não é só da floresta. O que nós entendemos aqui é que o problema é um problema estrutural do território. Quando não há cadastro, a reforma da floresta veio aprovar um cadastro florestal simplificado. O que é isto? É basicamente delimitar os terrenos, os prédios rústicos que existem, no sentido de saber quem possam ser os proprietários. Mas o que nós entendemos é que, claramente, o que o Estado deveria fazer não era um cadastro simplificado, mas um cadastro oficial, um cadastro geométrico da propriedade rústica, um cadastro com valor do ponto de vista fiscal, do ponto de vista cartográfico, com muito mais rigor", defendeu.
Para a Quercus esta "é uma questão essencial", porque tem impacto não só na floresta como também ao nível de todo o território e na aplicação dos impostos, nomeadamente do IMI, e das políticas fiscais junto dos contribuintes que são proprietários.
Domingos Patacho considerou positivo, no meio do pacote de leis para a floresta aprovadas pelo Governo, a alteração do regime de arborização para não aumentar a área de eucaliptal em Portugal, mas salientou que é de difícil implementação no terreno por falta de meios de fiscalização.
O Governo "deveria criar uma nova guarda-florestal para que haja uma fiscalização do que se faz ou não, das plantações que existem no terreno, se é bem gerida ou não a floresta", defendeu.
O responsável salientou ainda que os programas regionais de ordenamento da floresta, que dizem que espécies se podem utilizar e plantar em cada região do país, ainda não foram aprovados, estão na fase final da revisão, mas não são verdadeiros planos de ordenamento, nem vão ordenar a floresta.
"Enquanto não se ordenar a floresta, enquanto não se afastar os povoamentos de eucalipto das aldeias, das estradas, enquanto não houver uma paisagem mais em mosaico com outras espécies, com carvalhal, com montado de sobro com outras culturas, com outro tipo de usos que possam fazer uma descontinuidade com as monoculturas que existem na nossa floresta, vamos ter sempre muita dificuldade em conter grandes incêndios no futuro, considerando os cenários das alterações climáticas que este ano fizeram sentir-se com grande força", concluiu, salientando que este é um problema de toda a sociedade, que tem de refletir sobre a floresta que quer para o futuro.
"A sociedade tem de pensar o que quer para o futuro: uma floresta diversificada, ou com eucaliptais a perder de vista e com pinhais cheios de mato", afirmou, defendendo que, neste último caso, não será possível minimizar o risco de incêndio. in RTP.
Sapador Florestal
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sábado, 21 de outubro de 2017
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