terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Quercus nomeia nova Presidente e Tesoureira para a sua Direção Nacional



COMUNICADO DE IMPRENSA
18 DE FEVEREIRO DE 2020





Na sequência das recentes demissões endereçadas ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Quercus, Ricardo Ribeiro, nomeadamente pelo ex-presidente Paulo do Carmo, pelo ex-tesoureiro João Branco, e pelo ex-vogal Miguel Feio, foram designados, de acordo com os Estatutos da Associação, e em reunião de Direção Nacional, para os respetivos cargos, os seguintes associados:

- Presidente (em exercício): Paula Cristina Nunes da Silva | Associada nº 15932
- Tesoureira (em exercício): Sílvia Maria Sílvia Cardoso Silva | Associada nº 16635
- Vogal (em exercício): Elisabete Maria de Jesus Moura | Associada nº 15876

Paula Silva tem 41 anos e é Engenheira Florestal, Licenciada pela UTAD e Pós-Graduada em SIG. Tem sido responsável por projetos tão estruturantes da Quercus, como o Projeto Criar Bosques, que visa criar e cuidar de bosques de espécies autóctones, árvores e arbustos originais da flora, recuperando a floresta portuguesa.

Paula Cristina Nunes da Silva assume assim o cargo deixado vago pelo anterior Presidente da Direção Nacional que se demitiu. Nuno Sequeira mantém-se como Vice-Presidente e foi nomeado o sócio Miguel Reis (anterior vogal suplente) também como Vice-Presidente, para o lugar deixado vago por Paula Silva. A tesouraria da Direção Nacional da Quercus é agora assumida pela sócia Sílvia Cardoso Silva, que é voluntária da Quercus há vários anos e contabilista de profissão.

Pedro Santos mantém-se como Secretário e Ricardo Nabais, Diogo Lisboa e Aline Guerreiro, como vogais. Elisabete Moura (anterior vogal suplente) sucede a Miguel Feio, como vogal. Foram também nomeados novos vogais suplentes da Direção Nacional: Fernando Gouveia, Pedro Sousa e Márcia Rodrigues.


A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza



Para mais esclarecimentos, contactar:


Paula Nunes da Silva – Presidente da Direção Nacional (em exercício): 93 999 21 85

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

PROJETO PASSADIÇOS DO CÔA VAI SER DESENVOLVIDO ESTE ANO



Por  a 12 de Fevereiro de 2020 as 14:54
Créditos: Jaime António e Ken Williams
Em 2019, foram 52.936 os visitantes que passaram pelo Museu do Côa e Parque Arqueológico do Vale do Côa, um aumento de 14,5% comparativamente com 2018. Contudo, o objetivo da Fundação Côa Parque é continuar a aumentar o número de visitantes que por ali passa. Para tal, avança Bruno Navarros, presidente do Conselho Diretivo da fundação, 2020 vai ser o ano da “construção da obra Passadiços do Côa, nova atração turística que fará a ligação do Museu do Côa aos rios Douro e Côa, com que pretendemos exponenciar o número de visitantes, permitindo-nos, em simultâneo, a abertura de um novo núcleo de arte rupestre nas imediações do Museu”.
Mas esta não será a única novidade a apresentar ao longo do ano, pois o responsável adianta que “contamos também apresentar uma nova modalidade de visita, em embarcação electro-solar, no rio Côa, com programa semelhante à que já se faz com recursos a kayaks”. continua aqui

[Novo artigo] Primeira acção do ano “Plantar o Caramulo”

Responda a este artigo, respondendo acima desta linha

Novo artigo em Associação Cabeço Santo

Primeira acção do ano “Plantar o Caramulo”

por Cabeço Santo
A primeira acção de plantação quase ficou comprometida devido ao imprevisto que anunciamos no post anterior, ocorrido no dia 23 de Janeiro com o Paulo Domingues.
Aquando do acidente, eu, Jorge Morais, estava no local quando as equipas do INEM estavam a chegar para socorrer. Ainda assim, e num estado delicado, o Paulo pediu-me que o substituísse num compromisso que teria lugar nessa mesma tarde no âmbito da nova associação. Mostrou-se também preocupado com a jornada prevista para o sábado seguinte. Assegurei que não se preocupasse e que algo se iria arranjar. Aqui podem tirar as vossas conclusões de alguém que, com muita dedicação e persistência, tem trabalhado nos últimos 30 anos para a causa da recuperação dos habitats em terras de Belazaima.
As previsões apresentavam-se favoráveis com temperaturas primaveris e, graças a um grupo, na sua maioria, experiente nas acções, avançámos com tranquilidade e boa disposição para o inicio das plantações do Inverno 2019-20.
Decidimos iniciar as plantações numa nova área no lugar do Feridouro, junto ao ribeiro, mais favorável à plantação de alguns carvalhos e amieiros, uma boa parte dos mesmos alojados em vasos maiores.
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Foi neste local que iniciámos as sementeiras de bolotas. O evento contou com a presença da estação de comunicação SIC, no âmbito da Grande Bolotada Ibérica. Podes ver a reportagem aqui e constatar como todos nós ficamos mais bonitos à sombra de carvalhos frondosos e junto à delicada Ribeira de Belazaima.
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Antiga leira agrícola onde iniciámos as primeiras plantações do dia
Como queremos assegurar a implantação de árvores neste local, decidimos plantar bastantes árvores com vista a criar uma floresta suficientemente densa para "abafar" as nossas queridas arqui-inimigas acácias e silvas (Nota: não são "inimigas" de verdade pois a sua ocupação desmesurada deve-se apenas ao erro e desmazelo humanos).
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Voluntários em acção
Os grupos separaram-se por áreas e deitámos mãos às ferramentas e materiais que usamos habitualmente: adubo orgânico e correctivo mineral. Falha da Organização: aquando da preparação da logística da jornada, esquecemo-nos de deixar as enxadas de molho no dia anterior de forma a não "desencavarem". Foi o que sucedeu. Shame on us!
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Voluntária feliz da vida pelos arbustos autóctones que plantará de seguida
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Panorâmica do local que mostra a transformação do que foi até há pouco tempo um imenso "mimosal"
Por ser uma área pequena, planeámos de antemão rumar a um local bem próximo, que com condições mais difíceis de declive e solo rochoso, exigiu trabalho extra de arrumação de lenha (Mikado para ecologistas a sério).
Aproveitámos as forças da manhã para iniciar a reconversão de uma encosta acima da Chousa anteriormente bastante povoada por mimosas. Esta mesma área havia sido previamente sujeita a trabalhos de controlo por uma equipa de profissionais em 2017-18. Em 2019 houve trabalho mais minucioso de corte e pincelamento com herbicida nas plantas maiores efectuado pelo então colaborador mais próximo do Paulo e do ex-Projecto Cabeço Santo.
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Aqui foram devolvidos à terra alguns sobreiros, murtas, lentiscos e loureiros. Alguns exemplares destes últimos viam-se já implantados mais adiante.
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Os trabalhos a prosseguir em terreno com declive.
O que nos deu ânimo e vontade para executar a tarefa em mãos foi observar a paisagem em mudança e escutar o som da Ribeira como música de fundo. Delícia para os sentidos.
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Uma paisagem em mudança com as ameaças de muitas mimosas do outro lado da ribeira - consequência do incêndio de 2017.
Enquanto um grupo arrumava lenha, os outros faziam as plantações, espalhados pela encosta, até à mui ansiada hora do almoço. Infelizmente, uma das voluntárias teve de se ausentar e não pode posar na imprescindível foto de grupo.
Terminado o saboroso repasto, alguns voluntários tomaram a liberdade de parar um pouco para a tradicional sesta. Outros houve que se dedicaram à contemplação do lugar e da música da Ribeira. Foi um belo momento de convívio e partilha de coisas simples mas regeneradoras, sentindo-se no ar um reconfortante espírito de comunidade. 
Recuperadas as forças para enfrentar a tarde, prolongámos os trabalhos mais para montante da ribeira, sempre acompanhando a encosta rochosa e eventualmente uma faixa mais próxima da ribeira - oportunidade para conhecer o estado do terreno.
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Como a tarde já ia longa e o cansaço ia-se instalando para muitos, decidimos dar por terminada a acção, com uma previsão de 250 novas plantas na terra. O destino agora era o Feridouro e, uma vez lá chegados, nos lançámos à apanha de laranjas e clementinas sempre muito bem-vindas, muito gentilmente cedidas e com alegria saboreadas. Começa a tornar-se tradição...
Ficou a faltar a colocação de estacas junto às novas plantas, em especial  naquelas mais perto de silvas, de forma a minimizar o risco de as perdermos de vista com o passar do tempo. Shame on us II.
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Foto de grupo, com uma das voluntárias ausente.
Agradecimentos pelas fotos à Margarida Fonseca, Paulo Vinagre e Jorge Morais.
Fica o convite para se juntarem a nós na próxima acção, a anunciar (ver publicações anteriores), do “Plantar o Caramulo”. Inscrição obrigatória em cabsanto@gmail.com!
Até lá.
Pela Equipa ACS

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Novos avisos do Portugal 2020 publicados

Foram publicados novos avisos de concurso no âmbito do Domínio da Competitividade e Internacionalização do Portugal 2020, com novas oportunidades de financiamento para os projetos de investimento produtivo das empresas do setor do Turismo.

Estão disponíveis os seguintes avisos de concurso:

AAC 07/SI/2020 - Sistema de Incentivos Inovação Produtiva
Projetos Individuais
Período de Candidatura:
De 05-02-2020 a 20-04-2020 (19h)

AAC 08/SI/2020 - Sistema de Incentivos às Empresas 
Projetos "Inovação Produtiva” | Territórios de Baixa Densidade
Período de Candidatura:
Fase I - De 2020/fev/05 a 2020/mar/16 (19 horas)
Face II - De 2020/mar/17 a 2020/jun/29 (19 horas)
Fase III - De 2020/jun/30 a 2020/set/07 (19 horas)

AAC 09/SI/2020 - Sistema de Incentivos às Empresas Projetos
Empreendedorismo Qualificado e Criativo
Período de Candidatura:
De 05-02-2020 a 20-04-2020 (19 horas)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Grupo Amorim lança projeto para “tornar produção de cortiça mais rentável”

Grupo avança com projeto de intervenção florestal para permitir ciclos de produção de cortiça mais curtos e com mais sobreiros por hectare. Também Paula Amorim vai criar mais um negócio pessoal, uma marca de moda de luxo.

O Grupo Amorim vai lançar um projeto de intervenção florestal, que visa melhorar as condições de rentabilidade dos sobreiros:
  • Encurtar o ciclo de produção de cortiça (que demora cerca de 25 anos até atingir a maturidade para tirar a cortiça) e aumentar o número de sobreiros por hectare. A informação é avançada em”Primeira Mão”, pelo espaço de informação semanal da TVI 24.
O projeto engloba-se na comemoração dos 150 anos do Grupo Amorim, que arrancam na próxima semana e decorrerão durante todo o ano, com a apresentação de ações específicas por mês.
No projeto de intervenção florestal, o Grupo pretende trabalhar com cientistas e núcleos de investigação portugueses. Portugal, recorde-se, é líder mundial na cortiça, sendo o sobreiro uma espécie de forte resistência a incêndios.
Também Paula Amorim, líder do Grupo, vai avançar com um novo negócio pessoal: a criação de uma marca de moda de luxo em seu nome. A primeira coleção tem a participação do desiner português Diogo Miranda.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Caminhada Serra da Esperança em Belmonte 1 de Fevefeiro 2020



Distância: 12 Kms
Ponto de Encontro: Castelo de Belmonte
Data: 1-02-2020
Hora:9:00
Rota Circular

Com inicio na Aldeia Histórica de Belmonte, esta rota explora os cénicos caminhos que percorrem a Serra da Esperança.
Iremos conhecer o Castro da Chandeirinha, uma antiga fortificação da ldade do Bronze que vigiava e defendia o território desde o alto da Serra da Esperança.
Descemos em direção às ruínas romanas da Quinta da Fórnea, villa com cerca de um hectare e o antigo Convento franciscano de Nossa Senhora da Esperança, fundado com D. Jorge Cabral.

Coroada pelo castelo medieval, a Aldeia Histórica de Belmonte.



Reserve aqui 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

I Curso de Iniciação à Iniciação à Identificação de Aves Invernantes 25 e 26 de Janeiro


A ATNatureza vai realizar um curso de Iniciação à Iniciação à Identificação de  Aves Invernantes.  Uma formação dirigida a Amantes de Natureza ;  Biólogos ; Estudantes ; Operadores  de Animação Turísticas  ;  Guias Turísticos ; Proprietários de Alojamento de Turismo de Natureza e/ou Turismo Rural ; Público em Geral . Pretende-se com este curso  dar a conhecer a diversidade de aves que ocorrem no Inverno na região de Figueira de Castelo Rodrigo, dar a conhecer as particularidades das migrações e das adaptações ao frio e dar a conhecer alguns dos melhores locais da Região para observar as aves invernantes. Será uma oportunidade única de conhecer a Avifauna Invernante na Região do Parque Natural do Douro Internacional e da Reserva da Faia Brava. Com o acompanhamento especializado do Biólogo e Técnico Superior da ATNatureza Carlos Pacheco  a formação contará com módulos teóricos e práticos  que permitirá aos participantes ganhar ferramentas e competências para se iniciarem na actividade da Observação de Aves Invernates. Os módulos práticos vão levar os participantes para locais emblemáticos das duas áreas protegidas, permitindo uma melhor observação das espécies em locais/habitats com paisagens belíssimas e impactantes.
Não perca esta oportunidade, para mais informações e incrições contactar : contactar silvia.lorga@atnatureza.org | 271 311 202


domingo, 19 de janeiro de 2020

Campanha Água é Vida | Mais e Melhor água para os animais da Faia Brava !



Mais e Melhor água para os animais da Faia Brava !
Necessitamos de 6 908,15 € para um novo furo.

Com o prolongamento da estação seca nos últimos anos quer os ribeiros quer as charcas da Faia Brava não são suficientes para garantir quantidade e qualidade de água aos cavalos e vacas existentes na Reserva da Faia Brava.
Com os indicadores que dispomos tudo indica que mais períodos secos estão para vir. Para salvaguardar mais água e com qualidade é necessário  criar pontos de água permanente, através da realização de furos artesianos.

O PROJETO

No âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural PDR2020, conseguimos a aprovação do projeto PDR2020-3.2.2-042545 para realizar a captação de água por meio de um furo artesiano na Reserva da Faia Brava, de modo a salvaguardar o abeberamento dos animais.
Irão beneficiar das intervenções em causa um total de 30 Equídeos de raça autóctone Garrana e de 23 Vacas de raça Maronesa em regime semi-extensivo e pastoreio livre na Reserva da Faia Brava, de propriedade da ATNatureza.

O projeto incluirá a realização de um furo artesiano vertical de 120 m de profundidade para captação de água subterrânea, com kit de bombagem solar e depósito para armazenagem da água com capacidade de 11 m3.

 O local selecionados no âmbito deste projeto é uma localização-chave para o abeberamento dos animais  perto da Sabóia, no coração da Faia Brava.

O INVESTIMENTO
O investimento total previsto pela realização e o equipamento do furo é de 10.751,00 €. O programa PDR2020 prevê um apoio do 50% do valor elegível validado: 3 842,74 €Em conformidade com os dados da tabela seguinte, a nossa associação precisa de 6 908,15 € para conseguir realizar este projeto:

Column1
Elegível proposto
Elegível validado
Apoio 50%
€ ATNatureza
FURO 1
4 428 €
3 600,00 €
1 800,00 €
2 628,00 €
Kit solar 1
4 119,38 €
3 645,47 €
1 822,74 €
2 296,65 €
Depósito 1
2 203,50 €
440,00 €
220,00 €
1 983,50 €

10 751 €
7 685,47 €
3 842,74 €


PORQUE DEVO APOIAR ESTA INICIATIVA?


A ATNatureza é uma associação sem fins lucrativos, que não recebe apoio estatal, precisando assim do apoio de mecenas e sócios para financiar as atividades de conservação da natureza que desenvolve. Com a sua contribuição pode fazer a diferença no bem-estar dos animais da Reserva da Faia Brava e salvaguardar o fornecimento de água na época da seca.

COMO FAZER PARA APOIAR ESTA INICIATIVA?

O contributo deverá ser realizado por transferência bancária para a conta:
Banco: Novo Banco
Swift: BESCPTPL
IBAN: PT50 0007 0000 0016 5433 1132 3
Referência: Campanha Água é Vida

CONHEÇA DE PERTO O PROJECTO ATNATUREZA

Para contribuições mínimas de 100€ a ATNatureza disponibiliza uma visita guiada exclusiva para dar a conhecer de perto  a Reserva da Faia Brava bem como um membro da equipa técnica da ATNatureza para descobrir  o trabalho que está a ser desenvolvido para a conservação da Natureza ao longo dos últimos 20 anos no maravilhoso Vale do Côa.
(NOTA: Visita máxima de 4 participantes, data a combinar conforme disponibilidade do Guia)

Obrigado pela sua contribuição !!!


Fotos: Carlos Gonçalves

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Conferência "Cidades Verdes e Floridas - Cidades Sustentáveis" na Lusoflora 2020

LUSOFLORA 2020
 
Conferência “Cidades Verdes e Floridas – Cidades Sustentáveis” que visa a reflexão e debate sobre as questões de estratégia sustentável para as áreas verdes urbanas e periurbanas e que irá decorrer no dia 28 de fevereiro de 2020.
 
 
Faça já o seu registo gratuito

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Importância da Floresta | Melhor Gestão, Melhor Rendimento.

A APAS Floresta em parceria com as Juntas de Freguesia de A-dos-Cunhados e Maceira, Campelos e Outeiro da Cabeça, Carvoeira e Carmões, Maxial e Monte Redondo e Stª Maria, São Pedro e Matacães, vai realizar durante os meses de janeiro e fevereiro um Ciclo de Sessões sobre a Importância da Floresta | Melhor Gestão, Melhor Rendimento.

As sessões são abertas ao público.



Para mais informações e esclarecimentos contate a APAS Floresta: geral@apasfloresta.pt | 262 741 083 | 919 723 420

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Procuramos Técnico de Conservação da Natureza

TÉCNICO DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA

MONTIS – Associação de Conservação da Natureza

A MONTIS - Associação de Conservação da Natureza é uma Organização Não Governamental, sem fins lucrativos e de âmbito nacional. Está sedeada em Vouzela, Viseu, foi criada no dia 21 de Março de 2014 e tem como objetivo central gerir territórios com relevância para a conservação dos valores naturais. 

Iniciou as suas atividades de gestão do território nas serras da Arada e Caramulo, e actualmente a área gerida ascende a cerca de 200 ha, englobando também terrenos na Pampilhosa da Serra e Arouca. A Montis faz um esforço contínuo para aumentar a sua área gerida, procurando estender a sua ação a outros locais do território nacional.

Resumo
A Montis procura um técnico de conservação da natureza, polivalente e com grande capacidade de adaptação a várias funções. O candidato deverá ter carta de condução e viatura própria, e disponibilidade para viver na zona de Vouzela.

Oferecemos em troca:
Um ordenado a definir a partir da proposta apresentada na candidatura (ou uma bolsa do IEFP, se for o caso), nunca inferior à bolsa IEFP, a que acresceo subsídio de alimentação e seguro de trabalho, escritório em Vouzela para desenvolver o trabalho, todo o apoio técnico e de gestão que sabemos, vontade de fazer mais e melhor e a possibilidade de criar um futuro melhor para a associação e também para os que nela trabalham.

O risco é grande, a paga é pequena, mas as possibilidades não têm limites para quem queira trabalhar em conservação com os pés na terra, e tenha a capacidade de criar o seu futuro com o apoio da direção, dos sócios e do resto da equipa técnica da Montis.


Política de recursos humanos da Montis

A Montis não acredita em organizações assentes na alta rotação de recursos humanos, procurando criar condições para que os seus trabalhadores tenham oportunidades profissionais consistentes.
No entanto, sendo, como é, uma associação de pessoas comuns sem recursos próprios elevados, não pode garantir à partida contratos sem termo, podendo apenas garantir que fará todos os esforços possíveis para prolongar o vínculo contratual, se conseguir mobilizar os recursos necessários, tal como fez com as contratações anteriores.
Todas as saídas de trabalhadores da Montis, até hoje, foram por decisão voluntária das pessoas envolvidas.
Todos os direitos laborais são escrupulosamente respeitados, sem prejuízo da necessária flexibilidade de horários que decorre da natureza do trabalho que fazemos. Férias, folgas, compensação de tempo de trabalho para lá do devido são direitos inquestionáveis sendo de contar com muitos fins-de-semana de trabalho.

Funções e objetivo de actividade:
- Técnico de conservação da natureza;
- Apoio na gestão de áreas naturais, incluindo trabalho prático no terreno;
- Comunicação (angariação de voluntários, comunicação das atividades, gestão de redes sociais e website, etc...);
- Organização de passeios, ações de voluntariado, colóquios e outras atividades.
Requisitos mínimos:
- Formação superior na área de engenharia florestal, arquitetura paisagista, biologia, ecologia, ciências agro-florestais ou similar, ou curriculum relevante nestas áreas, condição não essencial, mas fortemente preferencial;
- Carta de condução e viatura própria.
Outros requisitos preferenciais:
- Experiência e gosto no trabalho de campo;
- Disponibilidade para trabalhar aos fins de semana;
- Domínio de ferramentas de comunicação (facebook, blog, wordpress, );
- Bons conhecimentos de inglês;
- Responsabilidade e boa capacidade de comunicação;
- Motivação, dinamismo e espírito de iniciativa;
- Autonomia.
Local de trabalho:
Vouzela (sede) e propriedades geridas pela associação nos Concelhos de Vouzela, São Pedro do Sul, Arouca e Pampilhosa da Serra.

Contrato e remuneração:
Contrato de seis meses ou bolsa de estágio equivalente aos níveis de qualificação 6, 7 e 8 (licenciatura, mestrado e doutoramento).
A remuneração será definida a partir da proposta apresentada, sendo um dos critérios de escolha para a contratação, tendo em atenção o conjunto de remunerações que hoje existem na Montis.
Processo de candidatura:
Os interessados devem enviar um CV atualizado, carta de motivação e dois a três contactos para pedido de referências, para montisacn@gmail.com até ao dia 17/01/2020.
As candidaturas serão avaliadas e posteriormente serão selecionadas algumas para a uma fase de entrevistas.

Após as entrevistas a direção da Montis fará a sua escolha.