segunda-feira, 16 de outubro de 2017

1ª Conferência Ibérica sobre a bolota

Temos o prazer de contar consigo para a 1ª Conferência Ibérica sobre a bolota. Venha conhecer a investigação sobre a importância da bolota na alimentação humana e degustar uma grande diversidade de produtos feitos à base deste produto natural esquecido durante tantos anos. Contamos com 10 oradores que vão abordar o uso tradicional e o potencial na industria alimentar, de uma perspectiva histórica, ciêntifica, económica e sociocultural. Com foco na sustentabilidade, na nutrição e na transformação, este é o desafio que lhe propomos.

Mais em https://vipa1051.com/



domingo, 15 de outubro de 2017

Conferência "Comunidades e Florestas Resilientes"

Seia debate o envolvimento da sociedade civil na conservação da floresta. O tema não podia ser mais atual! Serão dois dias de reflexão e debate, com a participação de investigadores e empresários portugueses, que viram na floresta um recurso de grande valor económico, sem pôr em causa os valores ambientais que lhe são inerentes.
Conheça o programa em www.cm-seia.pt.

sábado, 14 de outubro de 2017

WORKSHOP - Vespa das Galhas do Castanheiro, 19 out

No âmbito do projeto Interreg “PLURIFOR” – Planos de gestão de risco transnacionais visando os espaços rurais florestais sensíveis a riscos bióticos e abióticos vai realizar-se em Vila Real (UTAD) no dia 19 de Outubro (9h30 – 17 h) um workshop sobre a Vespa-das-Galhas-do-Castanheiro (Dryocosmus kuriphilus),


A Vespa-das-Galhas-do-Castanheiro afeta fortemente a produção de castanha no NW da Península Ibérica; os esforços de colaboração e a partilha de resultados entre Portugal e Espanha ajudarão a melhorar a gestão desta praga.
Este workshop tem como objetivo fornecer uma visão geral dos conhecimentos atuais sobre esta praga, bem como as mais recentes medidas e ferramentas de prevenção, monitorização e controlo biológico em Portugal e Espanha. Também  se irá explorar como colmatar as lacunas identificadas para uma gestão eficaz das suas populações.

A inscrição deverá ser feita on-line através do endereço

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Curso de Iniciação ao QGIS - Viseu 2017

A SINAMBI, em parceria com a Gistree, está a promover o curso de iniciação ao QGIS (software SIG de domínio público), que se realizará no próximo dia 20 de outubro, em Viseu.

Para mais informações e detalhes clique na imagem abaixo..

Curso de Iniciação ao QGIS - Viseu

Conteúdo Programático:
· Introdução ao software Open-Source – Quantum GIS
· O ambiente de visualização do QGIS: ambiente gráfico, principais funções
· Os dados geográficos vetoriais e raster
· Simbologia e rótulos em dados vetoriais
· A seleção por atributos e espacial
· Criar e editar dados vetoriais (pontos, linhas e polígonos)
· Adicionar dados WMS e WFS
· Instalar complementos (plugins)
· Produção de layouts
Local:
SINAMBI Consultores
Rua Moinho de Vento, Lote 4, R/C Esquerdo,
3510-085 Viseu – Portugal
Data: 20 de Outubro
Duração: 8 horas (Horário laboral: 9h00 às 13h00 e 14h00 às 18h00)
Ficha de inscrição: Clique aqui  para aceder ao formulário de inscrição
Valor da inscrição por pessoa: 65€ + IVA (à taxa legal em vigor).


Festival iNature

Neste início de outono, Seia propõe um conjunto de iniciativas em torno da fruição e contacto com a natureza, tendo como "pano de fundo" a serra da Estrela e ao qual está inerente a conservação e valorização dos seus recursos naturais. Participe!

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Recolha e sementeira de bolotas

A plataforma cívica "Guardiões da Serra da Estrela" vai estar presente na Feira Troca a Tod@s com uma iniciativa de recolha e sementeira de bolotas e com a apresentação do Manifesto que está disponível para subscrição em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT86805

CAMINHADA PARA RECOLHA DE BOLOTAS
09:30: Concentração na Mata Nacional da Covilhã (na entrada do circuito de manutenção)
10h00: início na caminhada

PARTICIPAÇÃO NA FEIRA TROCA A TOD@S
(Jardim Público da Covilhã)
14h00 às 18h00: disponibilização do manifesto "Guardiões da Serra da Estrela" para subscrição
15h30: Workshop de sementeira de bolotas com o Prof. Jorge Carecho do Projecto "Dia Mundial da Bolota" / Escola Secundária Quinta das Palmeiras
17h00: Apresentação do Manifesto e debate




quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Fórum - Gestão de Áreas Protegidas: Serra da Gardunha

A tragédia que se abateu sobre a Serra da Gardunha é avassaladora.
Não menos avassaladora é a emergência da vontade cívica manifestada na última semana por grupos de cidadãos e entidades associativas, no sentido de contribuir para a revitalização da Gardunha.
Essa capacidade de mobilização é algo que sublinha, mais uma vez, a singularidade desta serra e a influência que mantém desde sempre na identidade de todos quantos vivem ou cresceram nas que a definem.
Esse é um recurso valioso que nenhuma comunidade pode em seu benefício desperdiçar.
A Agência de Desenvolvimento Gardunha 21, que integra na sua base social as juntas de freguesia da Serra da Gardunha e grande parte das entidades e associações que têm sido determinantes na mobilização solidária e cívica desde a primeira hora, coloca-se desde já ao serviço da comunidade para apoiar esse processo de revitalização.

Sendo fundamental concluir o processo de rescaldo e levantamento detalhado de prejuízos e problemáticas urgentes que se colocam no imediato, convidamos todos a participar no Fórum que iremos promover no próximo dia 14 de Outubro, na Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade, para promover o debate e troca de ideias sobre o modelo de gestão de áreas protegidas, e em particular da Serra da Gardunha.

Em concreto, pretendemos ajudar à agregação dos diversos contributos e ideias, promovendo o trabalho conjunto entre os grupos de cidadania e associativos, em particular sobre os seguintes eixos:
• Dinamização de modelos colaborativos de gestão - plataformas cívicas
• Capacitação de comunidades, educação ambiental e voluntariado
• Recuperação e reflorestação

O futuro da Gardunha depende da vontade, mas também da capacidade de colaboração de todos.


terça-feira, 10 de outubro de 2017

8º Congresso Florestal Nacional



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De 11 a 14 de Outubro de 2017 realiza-se o 8º Congresso Florestal Nacional no Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC], em Viana do Castelo e cujo tema central é: “Floresta em Português: Raízes do Futuro”. Dentro deste tema serão também abordados diversos aspectos de interesse geral como Florestas e Conservação da Natureza, Madeiras na Lusofonia, Biodiversidade, Políticas e Mercados Internacionais, Estatísticas Florestais e um ênfase especial na Gestão Florestal Comunitária.

O 8º Congresso Florestal Nacional tem como objectivo, para além das sempre importantes trocas técnicas e científicas a nível nacional, promover o intercâmbio entre todos os interessados nas florestas no mundo lusófono, de modo a que se possam partilhar experiências, resultados, técnicas, desenvolvimentos científicos e perspectivas diferentes na área florestal utilizando raízes comuns como base para os desenvolvimentos futuros.

Numa altura em que a floresta é um assunto na ordem do dia em Portugal, o 8º Congresso Florestal Nacional vem fomentar o estudo e o progresso da ciência e da técnica florestal ao reunir os principais agentes da comunidade lusófona florestal.

Para inscrições, submissão de resumos e outras informações, por favor aceda à página oficial do Congresso disponível em:

Na expectativa do vosso interesse e participação, apresentamos os nossos melhores cumprimentos
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A organização do 8º Congresso Florestal Nacional
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​Contactos Secretariado 8º Congresso Florestal Nacional
Associação Florestal do Lima: 961 107 570 (Dulce Mota)/  961 107 576 (Elisabete Abreu)
Associação de Produtores Florestais do Vale do Minho: 963 779 545 (Elisabete Araújo) / 966 410 349 (Margarida Barbosa)

Organização:

Passeio do Fogo da Montis

Na sequência da anterior participação no Passeio do Fogo, gostaria de convidar a participar no próximo Passeio do Fogo, o primeiro após a interrupção de Verão.
Este realizar-se-á Sábado, dia 14 de Outubro, pelas 14:00, na freguesia de Deilão, concelho de São Pedro do Sul.
Neste passeio, teremos a presença de Henk Feith, gestor florestal e membro do Conselho de Administração da AFOCELCA.
Haverá espaço e tempo para discutir os vários aspectos ligados ao fogo e no pós-fogo, falaremos sobre as diferenças entre os vários tipos de fogo e de que forma cada um deles pode afectar a vegetação das áreas por onde passa, condicionando a recuperação dos sistemas naturais após fogo.
O percurso será de 3 Km, de dificuldade média/baixa e uma duração estimada de aproximadamente 2 horas.
O passeio passará também pela propriedade do Vieiro, uma área de 25 ha, gerida pela Montis e afetada pelo fogo de 2016.
Para mais informações, disponha.
Os melhores cumprimentos,
Luís Lopes
+351
926277545
Montis - Associação para a Conservação da Natureza
montisacn.blogspot.pt

1ª Jornada de Outono


por Paulo Domingues
A jornada de 30 de Setembro, a primeira deste Outono que ainda parece Verão, foi dedicada a duas actividades distintas: apanha de bolotas e castanhas e arranque/descasque de mimosas.
Como já foi explicado no artigo de apresentação das jornadas de Outono, este ano planeamos fazer uma sementeira importante de bolotas, aproveitando o facto de a produção ser elevada, embora a intensa seca que estamos a viver esteja já a comprometer a produção de muitas árvores. Deste modo, têm que se seleccionar árvores com bolotas em bom estado, de maneira a melhorar a viabilidade das sementes.
A equipa começou pelos carvalhos da Quinta das Tílias, progredindo em direcção ao ribeiro, onde se apanharam também castanhas nos castanheiros que residem nas margens. Embora severamente afectados na Primavera pela “nova” vespa-das-galhas-dos castanheiros, no Verão as árvores recuperaram, lançaram novas folhas já não afectadas e acabaram por dar uma produção interessante.
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Apanhando castanhas
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Apanhando bolotas
Depois de atravessar o ribeiro, onde ainda corre um fio de água, a equipa seleccionou alguns dos melhores carvalhos, um deles o maior da zona, onde valeu a pena ir só para o contemplar, e aí concluiu esta parte da colheita.
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Sob um formoso carvalho isolado...
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Na intimidade de um carvalho...
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Junto ao maior carvalho da zona
Ainda durante a manhã deslocámo-nos à zona da Ponte Nova, onde alguns carvalhos eram já conhecidos pela sua generosidade. E generosa foi também a sombra e o ambiente proporcionado por aquelas grandes árvores durante o período de paragem para o almoço.
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Uma das árvores notáveis da zona da Ponte Nova
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Uma formosa tília-de-folha-pequena
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Aqui as águas do ribeiro encontravam-se cobertas com algas, talvez devido aos excessivos nutrientes dissolvidos
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O almoço fez-se à sombra destas árvores!
À tarde a equipa deslocou-se até ao Feridouro, para apanhar bolotas debaixo dos grandes carvalhos junto ao Vale de São Francisco, e depois nos do Cortinhal. No Vale de São Francisco uma nascente ainda pingava uma água preciosa, mas pareciam ser mesmo os últimos pingos de um Verão que teima em não terminar.
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À tarde, junto aos grandes carvalhos do Vale de São Francisco
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Mesmo junto ao Vale de São Francisco
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Uma nascente ainda pingava. Preciosa!
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A apanha concluiu-se sob os carvalhos do Cortinhal
Já a tarde ia adiantada quando se deu a colheita por terminada e se passou a um trabalho diferente, para diversificar: na zona da Chousa (a jusante do Feridouro), descascaram-se e arrancaram-se mimosas em torno do ribeiro. Esta zona é preciosa, mas encontrava-se muito invadida de grandes mimosas (que foram entretanto removidas), sendo agora necessário não deixar crescer muito as imensas plantas que, talvez mais originadas por rebentamento de raízes do que por germinação de sementes, vão aparecendo e crescendo rapidamente. Nalguns casos tiveram que se fazer equipas de dois, três, ou mesmo quatro voluntários para arrancar algumas mimosas mais agarradas. Foi um bom exercício, onde se esgotaram as energias do dia.
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Na Chousa descascaram-se e arrancaram-se mimosas
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O leito, aqui seco, do ribeiro, com as mimosas arrancadas das margens
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O trabalho de equipa foi essencial para o arranque de algumas mimosas
Quanto às bolotas e castanhas apanhadas, estima-se em 100 kg a quantidade recolhida. Estas sementes foram depois seleccionadas, limpas e colocadas numa câmara frigorífica para manterem boa capacidade germinativa até ao momento de poderem ser semeadas. Com o tempo quente e seco que tem estado, as bolotas perdem rapidamente a capacidade germinativa se não forem guardadas num ambiente de elevada humidade. Por outro lado, a baixa temperatura da câmara atrasa a germinação, garantindo que, ainda que sejam semeadas só em Novembro ou Dezembro, se encontram em boas condições. No entanto também não devemos atrasar demasiado a sementeira pois quanto mais tarde, maior é a pressão predatória. Novembro, será o mês mais próprio.
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O resultado da apanha
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A equipa voluntária da jornada
Obrigado a todos os voluntários. As jornadas de Outono continuam já no próximo Sábado!
Paulo Domingues

sábado, 7 de outubro de 2017

BioFÓRUM 2017

Realiza-se a 27 de outubro, sob égide do Projeto Forest In Project coordenado pela Universidade de Aveiro, o BioFÓRUM 2017, co-organizado pela Associação BioLiving, a Associação Auranca Branca e o Município de Albergaria-a-Velha.

O evento pretende abordar as questões prementes relacionadas com os desafios da floresta em Portugal, apresentar projetos da sociedade civil, alternativas às grandes fleiras, a educação florestal em todos os estratos etários e as manifestações artísticas e culturais associadas às florestas.

Interessará assim procurar pistas para identificar ações e encargos na preservação e valorização dos ecossistemas e dos recursos florestais (materiais e imateriais) e formas de envolver quem dele...s usufrui e/ou promove a sua utilização.
Por exemplo, enquadrada em preceitos de sustentabilidade, como poderá valorizar e compatibilizar-se a produção florestal com outros serviços e benefícios providenciados? Que contrapartidas podem ser dadas pela procura (industria; consumidores) à sociedade para a salvaguarda das florestas e dos seus serviços? Qual o papel da educação ambiental (incl. para adultos) na valorização da floresta e dos seus produtos, dos seus proprietários e dos serviços de ecossistema prestados? Pode a cultura fomentar a valorização de novos modelos de floresta?

A participação no evento é gratuita mas carece de inscrição, pelo que deve preencher o seguinte formulário: https://goo.gl/forms/8iZC5WE7Wbpb8vLE2

Consulte o programa completo aqui:
https://tinyurl.com/y9pqokfo



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

FIRECAMP 2017

Valença recebe Alto Minho FIRECAMP 2017, nos dias 16 e 17 de novembro
Um dos maiores encontros da Península Ibérica que junta combatentes, técnicos, investigadores e decisores políticos para o debate sobre Fogos Florestais. Este ano com grandes novidades. Brevemente daremos a conhecer!



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Engenheiro Florestal - Responsável de Produção de Herdade Agropecuária 



Anónimo
Herdade dedicada à produção animal de bovinos, agricultura e floresta, situada no distrito de Évora, pretende admitir:
Responsável de Produção de Herdade Agropecuária (m/f)
Évora
Terá como principais responsabilidades:- Planear, implementar e supervisionar a produção agropecuária da herdade, procurando otimizar processos e resultados;
- Gerir atividades diárias das equipas operacionais;
- Apoiar na elaboração de procedimentos de melhoria contínua;
- Estabelecer contactos com entidades externas ao nível licenciamentos, subsídios e autorizações específicas.
Perfil:- Formação superior em Engenharia Florestal;
- Experiência anterior de cerca de 5 anos em herdades agropecuárias, nomeadamente na área da cortiça;
- Residência ou interesse em residir na zona de Évora.
Resposta a: http://www.msearch.pt/recrutamento/id-337818/responsavel-de-producao-de-herdade-agropecuaria-m-f.aspx ou
    engineering@msearch.pt

(publicado em http://www.net-empregos.com a 07-09-17)

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

AFINET - Agroforestry Innovation Networks


Primeira reunião do projeto
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Organização: Joana Amaral Paulo (ISA)
Data: 12 de setembro :: 09h às 14h
Local: Observatório do Sobreiro e da Cortiça (Coruche)
O objetivo geral do projeto AFINET (2017 - 2019) é a promoção e inovação dos sistemas agroflorestais, através do desenvolvimento de uma rede que dinamize a inovação e interação entre múltiplos intervenientes (agricultores, associações de produtores e agricultores, gestores, investigadores, serviços técnicos, entidades públicas...). Esta rede é designada por RAIN.
O projeto baseia-se na recolha e partilha de experiências bem-sucedidas e de conhecimento técnico e científico existente. Pretendem-se abranger diferentes regiões do país (Sul, Centro/Norte), climas e setores agroflorestais (sistemas silvo-pastoris, sistemas silvo-aráveis (biomassa ou lenho), produção animal...).
A primeira reunião do projeto AFINET irá decorrer no dia 12 de setembro de 2017 no Observatório do Sobreiro e da Cortiça em Coruche. As restantes reuniões terão uma periodicidade semestral e a localização será definida em função da dispersão dos membros da rede.
A rede de intervenientes pretende ser o mais diversificada e o mais numerosa possível! Para formalizar a inscrição na primeira reunião basta enviar um email para forchange@isa.ulisboa.pt (em cc para joanaap@isa.ulisboa.pt) até dia 1 de setembro de 2017, indicando se pretende almoçar no Observatório do Sobreiro e da Cortiça. Se gostaria de participar nesta rede, mas não pode deslocar-se no dia 12 de setembro a Coruche, inclua essa informação no email enviado. Se precisa de apoio no que diz respeito à deslocação até ao local da reunião, inclua essa informação no email enviado.
Mais informações em http://agroforestry.eu/afinet
Documentos: 

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Workshop - A Arboricultura na Fundação de Serralves

No próximo dia 27 de setembro, das 10h00 às 12h00, o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP), enquanto membro do Consórcio SCILIFE, promotor da Noite Europeia dos Investigadores 2017, acolherá na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva, Jardim Botânico do Porto, o workshop “A Arboricultura na Fundação de Serralves”.
Como é feita a gestão das árvores em Serralves para preservar a sua qualidade de vida? Qual o contributo da arboricultur...a para a longevidade das espécies que podemos ver nesse jardim? Nesta sessão, dinamizada pelo arquiteto paisagista Ricardo Bravo e pelo arboricultor Jorge Costa, vai ficar a conhecer a resposta a esta e a outras questões, pois vão ser dadas a conhecer as técnicas utilizadas por estes dois especialistas.
No final da sessão, haverá lugar para uma visita ao jardim Botânico para uma abordagem mais prática ao tema.
Esta será uma atividade destinada ao público em geral.
A participação é gratuita mediante inscrição prévia até ao dia 24 de setembro através do endereço neinvestigadoresporto@gmail.com, até ao número máximo de 20 participantes.
A Noite Europeia dos Investigadores é um projeto financiado pela Comissão Europeia no âmbito das ações Marie Sklodowska-Curie.




quarta-feira, 26 de julho de 2017

Fundo florestal requer reforço de dezenas de milhões no OE2018

Os Orçamentos do Estado para 2018 e 2019 terão de contar com algumas dezenas de milhões de euros para reforçar o Fundo Florestal Permanente. Em causa está a nova política de ordenamento e gestão florestal incluída na reforma do sector que na quarta-feira começou a ser aprovada no Parlamento.
“Tem de ser reforçado o Fundo Florestal Permanente através do Orçamento do Estado, em 2018 e em 2019”, declarou ao PÚBLICO Miguel Freitas, o novo secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, que não quis adiantar valores. Continua in Público


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Workshop Fotografia de Natureza

Workshop Fotografia de Natureza para todos os amantes de fotografia e/ou natureza.
Inscrição 30€ (almoço incluído)


terça-feira, 18 de julho de 2017

CURSO DE FORMAÇÃO PARA GUARDAS DOS RECURSOS FLORESTAIS


25 de Julho | 1.º módulo | Companhia das Lezírias

A Companhia das Lezírias irá realizar um curso de formação para Guardas dos Recursos Florestais e outros profissionais que exerçam funções de vigilância, ordenamento, gestão e organização de jornadas de caça nas zonas de caça, na organização do qual a ANPC está a participar.
Este curso, que decorrerá por módulos, conta com a colaboração do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, ANPC – Associação Nacional de Proprietários Rurais Gestão Cinegética e Biodiversidade e APFC – Associação dos Produtores Florestais de Coruche.
O curso pretende colmatar as necessidades formativas dos guardas dos recursos florestais e outros profissionais que exercem funções nas zonas de caça, contribuindo ainda para o cumprimento dos requisitos de formação nos termos da legislação laboral.
A frequência dos módulos confere aos formandos a obtenção de certificado de formação.
O primeiro módulo realiza-se já no próximo dia 25 de Julho (das 10:00 às 16:00, com pausa para almoço), na Companhia das Lezírias (Braço de Prata), contando com formadores da ANPC, ICNF e APFC.
Aos módulos abaixo indicados poderão vir a ser adicionados novos módulos (por exemplo, examinação prévia de carne de caça), em termos a definir.
Caso esteja interessado em que os vossos guardas frequentem este módulos de formação, queiram contactar a ANPC (anpc@anpc.pt ou 21 7100029) para formalizar as inscrições.
O módulo que decorre a 25 de Julho não tem custos, exceto almoço que fica por conta do formando. Para facilitar a logística, os formando poderão almoçar no restaurante da Coudelaria, pelo valor de 15€ (buffet e bebidas).
João Carvalho
ANPC – Associação Nacional de Proprietários Rurais, Gestão Cinegética e Biodiversidade
Proposta formativa:
1.º MÓDULO | 25 de Julho (4h formação)
1. Normas enquadradoras: Guardas dos recursos florestais; Recursos cinegéticos e caça Pinhas, cortiça e cogumelos.
2. Atitude e comportamento na abordagem de caçadores, pescadores e recolectores de recursos silvestres: Técnicas de abordagem e medidas de segurança

quinta-feira, 13 de julho de 2017

O homem que vai dar 30 mil árvores a Pedrógão



Dois meses depois de fechar o viveiro florestal em Idanha-a-Nova por causa da redução de procura no mercado, José Gameiro, responsável pela empresa Silvapor, contactou alguns fornecedores com o intuito de reunir árvores e efetuar um donativo para a plantação em Pedrógão Grande, a título gratuito. No início desta semana, o empresário tinha conseguido entre 20 a 30 mil árvores, que dará para reflorestar entre 20 a 30 hectares de terreno.
O empresário da Silvapor encetou contactos com empresas francesas ligadas ao setor, que demonstraram “vontade de fazer algo” pela região de Pedrógão Grande, sobretudo ao nível da reflorestação do concelho. “Aguardamos que se conheça mais alguma coisa sobre o que se pretende fazer nas áreas ardidas. A nossa disponibilidade é para a doação destas árvores (sobreiros, carvalhos ou azinheiras) e podermos ali fazer um reordenamento de raiz exemplar”, diz o empresário.
O empresário deslocou-se a Pedrógão Grande para iniciar contactos formais com o município local, através do vice-presidente José Antunes Graça, a quem transmitiu a ideia, sendo que irá, brevemente, formalizar esta disponibilidade à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC). O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) confirmou que a área de floresta ardida do grande incêndio de Pedrógão Grande corresponde a 45.979 hectares.
“O desafio está lançado, sendo que agora é preciso concertar com as entidades responsáveis o trabalho de planeamento”, termina José Gameiro que fechou o viveiro florestal da empresa há cerca de dois meses. “O mercado não estava a responder pelo que fui obrigado a encerrar o projeto. Os apoios a novos projetos de florestação foram diminuindo, a aquisição de árvores em viveiro também”, justifica.
No viveiro era feita a produção e comércio de plantas florestais, tendo por objetivo satisfazer as necessidades dos clientes.
Os concelhos afetados pelo incêndio de Pedrógão Grande vão ter um projeto-piloto para que a floresta que ardeu volta a crescer de forma mais controlada e limpa, de forma a evitar novos incêndios. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro, depois da reunião com os autarcas da região.
O Governo pretende “utilizar este território para fazer um projeto-piloto no reordenamento da floresta, na revitalização do interior”, afirmou António Costa, após uma reunião em Pedrógão Grande, distrito de Leiria, com os presidentes dos sete municípios afetados: Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera, Pampilhosa da Serra, Góis, Penela e Sertã, este último do distrito de Castelo Branco. No dia 19 de julho, o Primeiro-ministro, António Costa, estará na Sertã para mais uma reunião de trabalho com os municípios afetados pelos incêndios na região.
 

In Jornal do Fundão

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Venha ao Observanatura! - 15 a 17 set.

Venha ao Observanatura! - 15 a 17 set.

A 9ª edição da Observanatura terá lugar de 15 e 17 de setembro de 2017 (6ª a domingo), no moinho de maré da Mourisca e arredores. Trata-se de uma feira dedicada ao turismo de natureza, com especial enfoque na observação de aves. A feira decorre em plena Reserva Natural do Estuário do Sado, na Herdade da Mourisca, no concelho de Setúbal, com entrada gratuita (algumas atividades são pagas).
Este ano, e pela 4ªvez, será dado destaque à marca Natural.PT, enquanto aposta estruturada na criação de uma rede de destinos de turismo de natureza que valorize e diferencie as Áreas Protegidas do continente.
Durante o evento vão estar disponíveis ao público várias comunicações e palestras alusivas ao tema da feira, assim como workshops, bem como um vasto conjunto de atividades para todas as faixas etárias (crianças e adultos) e para todos os gostos e muitas mais atividades de educação e sensibilização ambiental.
Vai ainda estar disponível uma mostra de produtos e serviços Natural.PT que conta com a participação de vários aderentes, provenientes das diferentes Áreas Protegidas do continente, dos seus artesãos e produtores locais…
A feira é uma coorganização do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. e da Tróia-Natura (Sociedade detida pela Sonae Turismo) com a Câmara Municipal de Setúbal.
Entrada gratuita! 
Horário: 6ª e sábado - 10h às 19h; e domingo - 10h às 18h;
O Programa e as atividades serão divulgadas no site dedicado a esta feira, por isso, mantenha-se atento(a).
Site do ObservaNatura
GPS:  38,528674,  -8,805772
Nota: não existe multibanco no local.
Vídeo Observanatura

terça-feira, 11 de julho de 2017

Incêndios Florestais - Bolsa Técnica Solidária de Engenharia





São mais de 300, provenientes de todo o território do Continente e com competências profissionais em 11 especialidades diferentes de Engenharia (Florestal, Civil, do Ambiente, Eletrotécnica, Mecânica, Química, Geológica e de Minas, Informática, Geográfica, Agronómica e de Materiais) os engenheiros que, até à data, responderam afirmativamente ao apelo que a Ordem dos Engenheiros lançou junto dos seus membros através da criação da Bolsa Técnica Solidária de apoio à recuperação dos concelhos de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela e Sertã.

Trata-se de um instrumento que pretende reunir engenheiros altamente qualificados nas áreas de engenharia identificadas como mais prementes para a recuperação das diferentes tipologias de infraestruturas, da floresta e das explorações agrícolas dos sete concelhos dizimados pelo fogo.

Desde a primeira hora que a Ordem dos Engenheiros manifestou junto das autarquias, dos competentes órgãos do Governo e das entidades que se encontram no terreno a liderar as operações, a sua disponibilidade institucional para mobilização de profissionais para o trabalho de reconstrução que urge concretizar.

A colocação do conhecimento e das competências profissionais ao serviço das comunidades afetadas é o melhor contributo que a Engenharia e os Engenheiros portugueses podem prestar aos seus concidadãos.

Aceda à Bolsa Técnica Solidária »»»

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Já há aldeias a trocar eucaliptos por espécies autóctones para se defenderem dos fogos


Já há aldeias a trocar eucaliptos por espécies autóctones para se defenderem dos fogos


Quem seguirá o exemplo de Ferraria de São João e de Casal de São Simão?
Moradores das aldeias Ferraria de São João e Casal de São Simão, afectadas pelo fogo do mês passado em Pedrógão Grande, que vitimou 64 pessoas e terá provocados prejuízos de 500 milhões de euros, estão cansados de promessas e discursos. Para proteger os seus lares, vão arrancar eucaliptos e plantar espécies de árvores portuguesas resistentes ao fogo.
Em dez anos, Casal de São Simão, a única aldeia histórica de xisto no distrito de Leiria, foi ameaçada três vezes por incêndios no eucaliptal que a cerca. Passado o fogo, os proprietários com terrenos à volta da aldeia correm a replantar as árvores. Continua aqui.