sábado, 23 de abril de 2016

E TU E EU O QUE TEMOS QUE FAZER?

A Montis tem sob a sua gestão uma área de 100 hectares pertencente ao baldio de Carvalhais, União das Freguesias de Carvalhais e Candal, S. Pedro do Sul. Através desta campanha, pretende-se reforçar os meios para a gestão sustentada da propriedade.
O objetivo é intervir estrategicamente na propriedade, recuperando-a e aumentando as zonas de refúgio para a fauna, com destaque para o corço,  que está a ser reintroduzido na região como uma das principais presas do lobo.
Serão intervencionadas as baixas do terreno, aumentando a velocidade de recuperação da vegetação. Esta opção permite que, o mais rapidamente possível, existam manchas contínuas de arvoredo e matos que propiciem boas condições de refúgio para os corços e outras espécies selvagens.
Complementarmente serão favorecidas espécies de flora que garantam mais alimento a uma maior diversidade de espécies de aves, como se de “matas comestíveis” se tratassem.
Todos os recursos financeiros obtidos através desta campanha de crowdfunding serão usados em ações de gestão realizadas por pessoas que querem sentir nas mãos a possibilidade de gerir a natureza, mas não o fazem profissionalmente.
A Montis apresentou candidaturas a outras fontes de financiamento, como o PDR 2020 ou os programas de apoio à gestão da ACHLI (Associação para a Conservação do Habitat do Lobo Ibérico), para alargar a sua capacidade de gestão da propriedade; com os recursos que forem obtidos por estas vias recorrer-se-á à contratação de serviços profissionais, incluindo alguns que dificilmente podem ser executados em regime de voluntariado, como o fogo controlado ou o pastoreio dirigido.
Pretende-se que as acções profissionais de gestão e as acções assentes no gosto em participar dos volunatários se potenciem mutuamente para se obterem resultados mais rápidos e consistentes, não havendo em caso algum duplo financiamento para as mesmas acções.
As principais ações em regime de voluntariado a financiar através desta campanha (naturalmente excluídas das candidaturas referidas) são:
- Aplicação de técnicas de engenharia natural, como a construção de zonas de acumulação de sedimentos e instalação de estacaria viva;
- Plantação de “matas comestíveis” (Zimbros, Medronhos, Teixos, Pilriteiros, Azereiro, Lentisco);
crowdfunding  permitirá obter os recursos para executar várias ações de gestão ao longo de um ano, umas com caracter mais lúdico, outras com componentes mais fortes de formação e capacitação, garantindo aproximadamente 291 dias de trabalho na propriedade, isto é, mais que um assalariado equivalente.

SOBRE O PROMOTOR

MONTIS - Associação para a Gestão e Conservação da Natureza é uma Organização Não Governamental, sem fins lucrativos e de âmbito nacional. Está sedeada em Vouzela, Viseu, foi criada no dia 23 de Março de 2014 e tem como objectivo central gerir territórios, com relevância para a conservação dos valores naturais. 
Os objetivos centrais desta associação, que conta atualmente com cerca de 350 sócios, portugueses e estrangeiros, são garantir o desenvolvimento dos processos naturais, promover a conservação de espécies autóctones, gerir de forma inteligente os fogos florestais e outros riscos naturais e aumentar o valor de mercado da biodiversidade.
Iniciou a sua actividade nas serras envolventes do Vouga e Paiva (Freita, Arada, Montemuro, Lapa e Caramulo), onde tem sob gestão actualmente 155 hectares, mas com intenção de se estender a outros locais do território nacional.
Organiza mensalmente um passeio pedestre para os sócios e uma jornada de trabalho voluntário nas propriedades da Serra do Caramulo. Semestralmente, organiza um seminário na região, em que os temas estão sempre relacionados com a conservação e a biodiversidade. 

ORÇAMENTO E PRAZOS

O conjunto de várias ações de gestão ao longo de um ano têm o custo total de 9 282,50 €.
Os equipamentos de trabalho e de proteção, material (paus, postes, vedações...) e tendas para voluntários têm um custo total de 2 299,00 €.
Para a gestão do projeto são necessários 5 000,00 €.
Total da campanha:  16 581,50€

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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Engenharia Natural 4 de Maio

A AEEF juntamente com a Associação Portuguesa de Engenharia Natural irá realizar no próximo dia 4 de Maio pelas 14h00 um Simpósio dedicado à Requalificação Ambiental utilizando técnicas de Engenharia Natural.
As inscrições poderão ser feitas através do seguinte link: http://goo.gl/forms/r732d4fdg5 ou na Secretaria do edifício de Ciências Florestais. A inscrição para os alunos será gratuita mas obrigatória até dia 2 de Maio. Contamos com a vossa presença smile emoticon

Workshop de Ilustração Científica - Introdução às principais técnicas

Workshop de Ilustração Científica
 No dia 14 e 15 de Maio irá decorrer um workshop nível I de introdução às principais técnicas (grafite, pontilhismo e tinta-da-china) com a Ilustradora Ana Afonso.

 Neste workshop iremos:
  • Conhecer as técnicas primárias tradicionais da ilustração científica assim como as suas regras-base.
  • Identificar as fases de aplicação de cada técnica abordada (grafite, pontilhismo, tinta-da-china).
  • Reproduzir as técnicas de grafite, pontilhismo e tinta-da-china.
 Não perca esta oportunidade!
Para mais informações consulte o cartaz.

 
Cartaz
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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Recrutamento 2016

Abre hoje processo de recrutamento/prestadores de serviço para:
- Operadores Central de Operações de Incêndios Florestais
- Elementos de Ligação ao CDOS

curso "AVALIAÇÃO DE PROPRIEDADES RÚSTICOS”

O Fórum Florestal, com o apoio da Câmara Municipal de Viseu, está a promover em Viseu, o curso "AVALIAÇÃO DE PROPRIEDADES RÚSTICOS”
Local de realização: Junta da Freguesia Ranhados, Rua da Sede, Ranhados, Viseu: https://www.google.pt/…/data=!4m2!3m1!1s0x0d2336f1457819c9:…
Datas: 19, 20, 26 e 27 de maio de 2016 das 9H30 às 12H30 e das 14H00 às 18H00 .

Aproveitamos ainda para salientar o excelente feed-back que os formandos nos manifestam no final do curso, sendo que a satisfação dos formandos (média de todos os itens de avaliação) na última edição foi de 4,46 valores (escala de 1 a 5).

quarta-feira, 20 de abril de 2016

LUSOFLORA DE VERÃO



 
LUSOFLORA DE VERÃO
De 4 a 12 de Junho
Feira Nacional da Agricultura
4ª edição da LUSOFLORA DE VERÃO – Exposição e Venda de Plantas, Flores, Equipamentos, Acessórios para Jardinagem e Piscinas, de vai decorrer de 4 a 12 de junho de 2016, integrada na Feira Nacional de Agricultura (FNA16).
Setores em exposição:
  • Plantas Ornamentais
  • Flor de Corte
  • Flores comestíveis
  • Fruteiras
  • Relvas
  • Pequenos Frutos
  • Plantas Aromáticas e Medicinais
  • Adubos
  • Sementes
  • Acessórios para Jardins
  • Energias Alternativas
  • Soluções de Climatização
  • Sistemas de Rega
  • Substratos
  • Pedras Decorativas
  • Empresas de Jardinagem
  • Estufas
  • Piscinas e coberturas
marcam presença neste evento do setor da Horticultura Ornamental. 
A Organização
APPPFN -  Associação Portuguesa de Produtores de Plantas e Flores Naturais 
DOWNLOAD FICHA INSCRIÇÃO EXPOSITOR: Lusoflora Verão 16.pdf
 

Quercus à Conversa: Qual o papel do Homem na Natureza?

Realiza-se na próxima sexta-feira mais um Quercus à Conversa naquele que é o dia da Terra (22 de abril). 

Ao longo do debate que contará com a presença do Prof. Gastão Antunes, procuraremos conversar sobre qual o papel que o Homem, enquanto espécie, desempenha no planeta Terra. Terá o Homem ao longo dos séculos exercido um papel de superioridade relativamente às outras espécies? Porque o terá feito? Necessidade de sobrevivência ou ameaça?

O debate conta com o apoio da empresa Firm Questions e iniciar-se-á a partir das 22h00 na sede do Teatro Aquilo. Será antecedido pelo Jantar Popular a partir das 20h30. Os interessados em participar no jantar deverão efetuar a sua inscrição através do contacto 962 550 825.



segunda-feira, 18 de abril de 2016

Feira Nacional da Floresta 22 a 25 de Abril Pombal

Feira Nacional da Floresta | Pombal from slideshow on Vimeo.

Mais informações aqui:


seminário "certificação florestal - garantir o futuro"



22 de abril, pombal
A AIFF encontra-se a dinamizar o seminário "Certificação Florestal  - Garantir o Futuro", que decorrerá no próximo dia 22 dele e Abril, pelas 17h30, em Pombal. Este evento está inserido na programação oficial da Feira Nacional da Floresta, que decorre  entre os dias 22 e 25 de Abril naquele  município .
Pode efectuar a sua inscrição através do seguinte e-mail: info@aiff.pt
Download: programa

Encontre esta e outras notícias em www.centropinus.org

Caminhada pelos “Vales da Estrela" 23 de Abril

09h00

• Ponto de encontro: Covão da Ametade.
09h30
• Caminhada “Vales da Estrela”, com início no Covão da Ametade.



Descrição: os imensos vales da Serra da Estrela encerram não só uma beleza paisagística, possuidores de características geológicas únicas em Portugal (os vales glaciares), como também são reveladores da melhor simbiose entre o Homem e a Natureza, berço de importantes testemunhos da forma de vida desta gente. Ao longo dos seus percursos é possível constatar como foram moldados pela erosão fluvial e/ou erosão glaciar, possuindo formas que são, sem dúvida, um cenário privilegiado de visita, para além de garantir sessões fotográficas sem fim. Uma autêntica “relíquia” natural para quem desejar visitar...



16h00
• Horário previsto para o fim da caminhada no Covão da Ametade.
• Críticas à actuação do guia.
• Despedida e regresso.



Características do percurso:

Início e fim Covão da Ametade
Duração prevista 06h30min.
Dificuldade Média - Elevada
Tipo de percurso Circular

Preço : 10 euros Inclui Guia, seguros de acidentes pessoais e IVA.

Inscrições e informações: 924433370 rotaseraizes@gmail.com
Só se realiza com um minimo de 6 pessoas.








Seminário CEF/CEABN 20 de Abril

Management and restoration of riverine vegetation in agricultural landscapes

20 de Abril, às 12h30m, no Auditório Florestal do Instituto Superior de Agronomia


O MONTADO ALENTEJANO


O MONTADO ALENTEJANO

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Exposição de pintura de Manuel Casa Branca - 16 de abril a 30 de junho
O Montado Alentejano é um espaço de ritual, de paisagem construída ao longo de milhares de anos. Num olhar preocupado com a agressão constante sobre o património ecológico e histórico, Manuel Casa Branca encontra nos Quercus o símbolo de todas as árvores abatidas, de todos os ecossistemas em perigo. Igualmente explora o património Megalítico como referências intemporais que se revelam na paisagem.

SOBRE O AUTOR

Manuel Casa Branca nasceu em 1965 em Montemor-o-Novo. Na sua formação inicial foi um jovem aluno do pintor e ceramista californiano Ross Curtis no Atelier Internacional na Adua em Montemor-o-Novo.
É licenciado em Artes Plásticas/Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (FBAUL). Concluiu pós-graduações do Mestrado de Desenho na FBAUL e na área da Profissionalização Pedagógica na Universidade de Évora.
Foi galardoado com o prémio da Cidade de Brétigny no “XLV Salon de Peiture et Sculpture l'Ile-de-France”. Com as seguintes menções honrosas: “LXI Salon des Artistes du Hurepoix”, St.-Geneviève-des-Bois, ambas em França e na II Bienal da Vidigueira. Foi ainda distinguido com o prémio de Pintura Henrique Pousão pela Câmara Municipal de Vila Viçosa em 2010. Selecção e participação no “International Art Competition – Art Wind Rises” na Galeria X-Power em Beverly Hills/Califórnia. E.U.A.
Realizou várias exposições individuais em Portugal e Espanha e participou em diversas exposições colectivas em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda, Inglaterra, e EUA.
No início deste ano mostrou a sua pintura sobre o Montado Alentejano na Galeria Municipal de Proença-a-Nova.
Tem colaborado com diversos artistas internacionais destacando as parcerias de plein air com o pintor inglês Rob Miller.
É redactor do jornal Folha de Montemor onde mantém uma coluna mensal sobre Artes Plásticas. Como professor na área das Artes Visuais lecciona no Agrupamento de Escolas de Vendas Novas, entre outras disciplinas, Geometria Descritiva e Multimédia no curso de Artes. É proprietário e curador da Galeria de Arte 9ocre em Montemor-o-Novo, onde em Maio/2016 estará patente uma exposição internacional intitulada Vivearte em colaboração com a galeria espanhola de María Nieves Martín.

PIC NIC NA FLORESTA - OFICINA DE FINGER FOOD


Finger Food
Local
Centro Ciência Viva da Floresta
Horário
23 de abril
10h00 às 20h00
Formadora
Mónica Pereira
www.monicapereira.com.pt
Custo da Inscrição
€30
INSCREVA-SEInscrições até 21 de abril, 14 vagas.
O bom tempo convida a passeios ao ar livre. Mónica Pereira apresenta as melhores soluções para que o seu pic nic seja inesquecível.

PROGRAMA

10h00 às 14h00
  • 1 Bola de Bacalhau
  • 2 Empadas de galinha com pimentos morrones
  • 3 Pastéis de massa tenra
  • 4 Bolinhos de Milho Verde
  • 5 Muffins salgados de Azeitona, Bacon, Cebolinho e Parmesão
  • 6 Muffins Crumble de Maçã
15h00 às 20h00
  • 1 Chamuças Folhadas de Vegetais
  • 2 Cookies de Chocolate e Avelãs
  • 3 Finger Sandwiches: Salmão Fumado com manteiga de limão e Pepino, Peru Fumado com Maionese de Caril e Rúcula
  • 4 Foccacia de tomate Cherry, azeitonas e alecrim
  • 5 Brownies
  • 6 Croquetes de Alheira de caça

domingo, 17 de abril de 2016

LAMEGAL GREEN




O Centro Social Cultural e Recreativo do Lamegal vem por este meio informar Vossas Excelências que decorrerá no dia 18/04/16 pelas 10H no Lamegal uma Ação de Sensibilização intitulada LAMEGAL GREEN, que consiste na recolha e reciclagem de pneus.  

Esta iniciativa de cariz ambiental envolve um conjunto significativo de instituições do concelho de Pinhel, uma do concelho de Almeida, e uma de âmbito nacional que é a QUERCUS, todas preocupadas com a problemática da preservação do meio ambiente.
Segue em anexo o cartaz do LAMEGAL GREEN.
Obrigado pela atenção,
O Presidente
Ricardo Capelo

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Curso de Iniciação à Apicultura



30 de Abril e 1 de Maio de 2016

Curso de Iniciação à Apicultura

Serapicos e Vimioso

 
Apresentação  |  Programa  |  Informações  |  Organização
  Alojamento  |  Apoios

A apicultura é uma actividade do meio rural que conjuga mais-valias económicas e ambientais. Por um lado é uma actividade que pode complementar, tradicionalmente, o rendimento familiar da população local, por outro assume um importante serviço ambiental de polinização, dificilmente mensurável, reconhecido como de grande valor na manutenção da diversidade florística espontânea e cultivada.
A produção de mel é uma actividade antiga baseada no conhecimento profundo do comportamento da abelha e do enxame, como macro-organismo produtor deste alimento, e por isso, muito interessante em termos biológicos e etológicos.
Esta acção, organizada em parceria com a Associação de Apicultores do Parque Natural do Douro Internacional (AAPNDI), pretende oferecer aos participantes a informação básica teórico – prática para a instalação de colmeias, num regime de exploração extensivo e/ou biológico.

2º Encontro Nacional de Formadores e Técnicos de Micologia


Abate de Árvores Injustificado em Bencanta - Coimbra

logo_quercus_normal 120               COMUNICADO DE IMPRENSA
14 DE ABRIL DE 2016




A Quercus foi surpreendida pelas notícias, em jornais regionais, que ilustram o abate de árvores em Bencanta, Coimbra, entre a linha férrea e a via rápida em frente à Escola Superior Agrária de Coimbra.
 A autoria da destruição dos plátanos com várias décadas, é da Infraestruturas de Portugal (IP), sem que se conheça a devida fundamentação. Contudo, ao que sabemos que a IP não apresentou até ao momento nenhum estudo público que aferisse do perigo destas árvores para as suas estruturas. Ou seja, a IP abate árvores aparentemente estáveis e saudáveis com o argumento precário da existência de risco. Técnicos florestais, sócios da Quercus, deslocaram-se ao local e não encontraram quaisquer indícios de patologias que pusessem em causa a estabilidade das árvores. Não se conhecem, pois, razões de fundo que fundamentem a decisão de avançar com os abates.
Trata-se um princípio lamentável que em última instância levaria ao abate de todas as árvores junta a estruturas edificadas e com valor patrimonial. Se a IP identificou algum perigo para a segurança das estruturas deveria, segundo a Quercus, apenas ter efetuado uma simples poda cirúrgica que não implicasse o abate total das árvores.
 Infelizmente, a IP foi excessivamente expedita e o mal já está feito: as árvores, que têm estado ali há muitas décadas, desapareceram... Aquelas árvores emprestavam beleza paisagística ao local, fornecendo sombra e oxigénio aos peões e ciclistas passantes, fornecendo abrigo a aves bem como servindo de barreira à poluição sonora e atmosférica da via rápida rodoviária contígua.
Parece, pois, manifestamente exagerada esta "guerra preventiva" às árvores. A Quercus reclamou junto da IP solicitando-lhe uma justificação oficial mas ainda não teve resposta por parte daquela. A IP apesar de ser uma entidade que no seu site afirma ter posições ambientais na prática realiza estes abates que a Quercus considera arbitrários, excessivos e infundados.

Coimbra, 14 de abril de 2016

A Direção do Núcleo de Coimbra da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza


Para mais informações, contatar:
Domingos Patacho – Coordenador do Grupo de Trabalho das Florestas da Quercus | Tlf: 937515218
Paulo Andrade – Núcleo Regional de Coimbra da Quercus | Tlf:  927986157