segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Eng. Florestal


Município de Penafiel

Aviso n.º 21815/2009


1 — Considerando o n.º 3, do artigo 4.º, da Portaria n.º 83 -A/2009,


de 22 de Janeiro, por não existirem candidatos em reserva neste serviço


e por observação da informação disponibilizada pela DGAEP, na sua


página electrónica, a qual dispensa temporariamente a obrigatoriedade


de consulta à ECCRC, torna -se púbico que, por meu despacho datado de


17 de Novembro de 2009, se encontram abertos, pelo prazo de dez dias


úteis, procedimentos concursais comuns nos termos do artigo 50.º da


Diário da República, 2.ª série — N.º 234 — 3 de Dezembro de 2009 49135


Lei n.º 12 -A/2008, de 27 de Fevereiro, para preenchimento, em regime


de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado,


de 2 postos de trabalho previstos e não ocupados no mapa de pessoal


aprovado pela Assembleia Municipal em 19/12/2008, sob proposta da


Câmara Municipal de 05/12/2008:


1 Posto de trabalho correspondente à categoria e carreira de Técnico


Superior -Engenharia Florestal; e


1 Posto de trabalho correspondente à categoria e carreira de Técnico


Superior -Engenharia do Ambiente e Território;


http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=23&cid=12340&bl=1

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

viveiros florestais sequestrados

Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente

Informação à Imprensa
viveiros florestais sequestra

dos

Numa altura em que o sector florestal em Portugal se encontra extremamente fragilizado pelo alastramento do Nemátodo da Madeira do Pinheiro, surge mais uma prova de fogo à floresta de pinho nacional, o Cancro Resinoso do Pinheiro.

Desde 2006 que esta doença tem merecido especial atenção por parte da Comissão Europeia, que estabeleceu medidas de emergência contra a introdução e a propagação da Gibberella circinata Nirenberg & O’Donnell, na Comunidade. Atenta à questão e já em 2008, a ANEFA alertou, por diversas vezes, as autoridades portuguesas, tendo mesmo chegado a elaborar um documento em que reuniu informação relativa à temática, questionando, inclusivamente, as consequências da falta de acção em tempo útil e alertando para que não se ignorasse o problema até já nada haver, senão a destruição e corte massivo de plantas.

A verdade é que, mais de um ano depois, esta é a realidade. A Autoridade Florestal Nacional (AFN) não encarou a situação com a importância devida e a falta de controlo atempado levou a uma situação limite, estando hoje os viveiros como que sequestrados, impedidos de comercializar todas as espécies de Pinus.

Não conformada com a questão, a ANEFA promoveu, na passada semana, o Encontro Nacional de Viveiristas, onde dezenas de empresários participaram, na tentativa de obter esclarecimentos e de expor a situação insustentável por que está a passar a grande maioria dos fornecedores de material florestal de reprodução.

Com a situação totalmente fora do controlo, no presente, a AFN está a desenvolver uma série de inspecções fitossanitárias aos viveiros, tendo sido, no entanto, detectadas inúmeras irregularidades, nomeadamente, nas condições em que estão a ser realizadas as recolhas de material para amostragem.
“Não conseguimos entender porque é que as amostragens tiveram apenas início em Outubro, em pleno arrancar da campanha, deixando os viveiristas de pés e mãos atadas. Além disso, são vários os contactos que temos recebido, com a informação de que os inspectores fitossanitários andam de viveiro em viveiro, transportando consigo amostras potencialmente contaminadas com Fusarium circinatum, o que demonstra a ligeireza com que as autoridades estão a lidar com esta questão”, adianta a Direcção da ANEFA.

Laboratórios sem capacidade de resposta

Outro dos problemas apresentados no Encontro é a falta de capacidade de resposta dos laboratórios envolvidos no processo. Até à data, apenas dois centros de análise estão protocolados com a AFN, o que tem condicionado a celeridade necessária ao sistema.
“É inadmissível que um problema detectado a nível nacional não tenha sido encarado com a seriedade devida. Se, à partida, se sabia que todos os viveiros iriam ser alvo de recolha de amostras, era de fácil percepção que apenas dois laboratórios de análises não seriam suficientes. Agora, acumulam-se amostras, sem data prevista de análise, colocando todo o sistema em causa, pois não há garantia que não haja, posteriormente, contaminação das amostras”.

A Direcção da ANEFA garante, ainda, ter apresentado o seu propósito em protocolar com outra instituição, para que fosse possível contornar o tempo de resposta. No entanto, a AFN ainda não manifestou qualquer intenção de considerar esta hipótese, continuando sem comunicar os resultados das amostras recolhidas.
“Não se pode avançar com este tipo de metodologia sem garantir as condições mínimas de resposta e a verdade é que, salvo os viveiros cujas amostras são na sua totalidade negativas, não foi divulgada qualquer informação. Isto significa que plantas contaminadas continuam no terreno, juntamente com plantas sãs”.

A preocupação assenta agora sobre a decisão da Comissão, que adianta que os fornecedores de material florestal de reprodução, que apresentem amostras positivas para o Fusarium circinatum, deverão ser proibidos de comercializar plantas coníferas, durante 2 anos. Esta situação está a deixar os viveiros em sobressalto, pois o facto de ainda não terem informação sobre o resultado das análises compromete já a próxima campanha, uma vez que não poderão correr o risco de realizar a sementeira e depois, não poderem comercializar as plantas.

Não sendo suficiente, os viveiristas continuam a assistir à destruição de centenas de milhares de plantas florestais, por não haver articulação entre a sua produção e a elaboração de projectos. No final do Encontro, a Direcção da ANEFAdeixou um apelo às autoridades:
“Se, por um lado, há restrição na venda de pinheiros, por outro, temos um ProDeR que não funciona. Ainda não foi contratado nenhum projecto florestal, o que significa que também não se está a vender outras espécies. Se isto não é a condenação dos viveiristas nacionais, então o que será? A floresta portuguesa está por um fio e só os Senhores do Poder poderão fazer alguma coisa para reverter esta situação.”

Numa altura em que a sustentabilidade da floresta de pinho está em risco, devido ao problema do nemátodo e à redução drástica da taxa de arborização, este é mais um entrave à fileira, questões burocráticas que colocam em risco as empresas do sector e a indústria que utiliza essa madeira como matéria-prima.

Embora se tenha consciência de que devemos aprender a viver com este tipo de pragas, estes temas exigem sempre uma intervenção imediata e eficaz para que o impacte sobre o sector seja o menos significativo possível. No entanto não foi o que se verificou. O incumprimento ao nível do Estado coloca agora milhares de postos de trabalho em risco e contribui para o encerramento de inúmeras empresas devido à perda de negócios.

A ANEFA relembra que o Cancro Resinoso do Pinheiro, provocado pelo fungo Fusarium Circinatum, afecta o hospedeiro em todos os seus estados de desenvolvimento e em qualquer altura do ano, e pode ser detectado em sementes, agulhas, pinhas, ramos, rebentos, troncos e raízes. Encontrando-se já difundido por todo o mundo, Espanha, Itália e Portugal são os principais focos na Europa.


Lisboa, 3 de Dezembro de2009
--
Joana Saque Faria
Eng.ª Florestal
ANEFA - Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente

Rua dos Arneiros 72 A - C/V A
1500-060 Lisboa
Tel: 214 315 270
Tlm: 916 352 210
Fax: 214 315 271
www.anefa.pt
www.forural.com

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Eng. Florestal


Consultadoria e Ambiente

Proposta de trabalho:
Realizar trabalho de investigação/pesquisa bibliográfica em part-time em Politica Florestal e Ordenamento do Território (Forest Policy and Land Management)

Perfil Pretendido:
Os candidatos devem possuir uma licenciatura em Engenharia Florestal ou áreas afins, média final de licenciatura igual ou superior a 14 valores e possuir pós-graduação/mestrado em Ciências Políticas.

Outros requisitos de interesse:
Disponibilidade imediata
Bons conhecimentos de língua inglesa

Candidaturas:
Envio de currículo vitae e de certificado de habilitações com a informação das classificações finais obtidas para: e-mail: consul.ambiente@sapo.pt

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Eng. Agronomo, Florestal



Estereofoto, GeoEngenharia S.A.

Zona Viseu

Empresa: Empresa de Prestação de Serviços

Categoria Agricultura / Florestas / Pescas

Tipo: Tempo Inteiro

Referência # 867385

Anúncio:

A Estereofoto, GeoEngenharia S.A., procura Técnicos de Avaliação e Negociação para colaboração num projecto de Linhas Eléctricas, e que preencham os seguintes requisitos:

? Formação nas áreas Florestal, Agrícola ou de Topografia;
? Disponibilidade total para deslocações no país;
? Capacidade de Organização e Persuasão;
? Espírito de Iniciativa e flexibilidade;
? Residência nas zonas de Armamar, Vila Nova de Foz Coa e Mogadouro;
? Carta de condução;

O candidato interessado, que cumpra todos os requisitos atrás referidos, deve remeter o seu Cv com a refª Aval/09 para:

recursoshumanos@estereofoto.pt

Obs.: O prazo de candidatura, nos termos e condições definidos, termina em 30 de Novembro

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Recurso a espécies exóticas prejudica ambiente

Alerta vem da associação ambientalista Quercus

A associação ambientalista Quercus alertou esta segunda-feira que o recurso a espécies florestais não autóctones tem contribuído para o agravamento de problemas ambientais, como a erosão dos solos, e restringido recursos económicos do país.

Em comunicado, divulgado quando se assinala o Dia da Floresta Autóctone, a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, salienta que «deveria haver um maior cuidado na preservação dos bosques de floresta autóctone» e que «espécies mais raras e ameaçadas devem ser alvo de legislação específica, com vista à sua conservação».

No texto, a associação específica que a «aposta nas florestas de crescimento rápido, com recurso a espécies exóticas, tem contribuído» também para «propagação dos incêndios» e «perda de biodiversidade».

«Por outro lado, escasseiam algumas das espécies autóctones com importância económica, seja no sector de produção de madeiras nobres como de derivados diversos», salienta a Quercus.

http://diario.iol.pt/ambiente/ambiente-ultimas-tvi24-quercus-especies/1105155-4070.html

Fórum Aves - Saídas de Campo‏

Durante o I Encontro Fórum Aves, realizado nos dias 21 e 22 de Novembro de 2009, foram vários os participantes que comunicaram sentirem a necessidade de um espaço onde observadores e fotógrafos de aves pudessem combinar encontrar-se no campo, de um modo informal e simples, de acordo com a disponibilidade de cada um.
A sala “Saídas de Campo” surgiu no seguimento dessas sugestões.
Esperamos que este espaço sirva para dinamizar o contacto entre observadores e fotógrafos de aves residentes em Portugal.

Para aceder a sala basta clicar aqui.

domingo, 22 de novembro de 2009

Convite - Sessão de Esclarecimento - Nemátodo da Madeira do Pinheiro - Mangualde‏

Tendo em conta a problemática relacionada com o nemátodo da madeira do pinheiro, a importância dessa espécie na economia regional, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Vale do Dão em parceria com a CONFAGRI e Dão-Flora vai levar a efeito uma sessão de esclarecimento, na qual gostaríamos desde já contar com a sua presença.
Esperamos assim estar a contribuir para o esclarecimento dos proprietários bem como trazer para a luz do dia a opinião de diversas entidades relacionadas com esta situação, pois estamos em crer que a participação de TODOS é primordial para minimizar os prejuízos decorrentes desta situação.
Agradecendo desde já por questões logísticas, a confirmação da sua presença até ao dia 30 de Novembro para os telefones 232623604 ou 232611239.
Com os melhores cumprimentos,


CCAM do Vale do Dão
Pelo Presidente da Direcção

Vítor Manuel C. L. Gomes

--
Dão Flora
Mercado Municipal, Sala 12
Rua Alexandre Herculano
3550-137 PTC
daoflora@gmail.com
mobile: +351 963974035
mobile: +351 961727687 (Sapadores florestais)
fax/telf: 232643873

Oeiras: mais de uma centena de árvores cinquentenárias cortadas Professores, alunos e funcionários queixam-se da medida Mais de uma centena de árvore

Oeiras: mais de uma centena de árvores cinquentenárias cortadas
PJustificarrofessores, alunos e funcionários queixam-se da medida

Mais de uma centena de árvores cinquentenárias foram cortadas em Setembro na Escola Secundária de Oeiras. A decisão, tomada no âmbito de um projecto de requalificação paisagístico do espaço, está a levantar protestos por parte de professores e alunos.

De acordo com a agência Lusa, o novo projecto prevê a duplicação do espaço verde, em 18 meses, com a plantação de 257 novas árvores e quase 16 mil arbustos e herbáceas, num investimento de 24 mil euros.

«Sempre que faltava alguma coisa no liceu respondiam-nos que não tinham dinheiro. Agora é esta obra megalómana», disse à agência Lusa a professora Helena Simões, um dos docentes que lançou um abaixo-assinado contra o projecto.

«Aquilo de que o liceu precisava era de obras de consolidação do edifício (...) não de novas árvores. O projecto revela uma falta de respeito pelo património e não é educativo. Como é que ensinamos os alunos a terem respeito pelo património?», realçou.

O abaixo-assinado, entregue ao Ministério da Educação, conta com 300 assinaturas de alunos, ex-alunos, professores e funcionários.

A Parque Escolar referiu que estas obras «decorrem em estreita colaboração com a Escola» e que o processo foi «iniciado com a elaboração de um Plano Estratégico, cuja responsabilidade compete à direcção das escolas».

Fonte da Parque Escolar explicou à Lusa que a doença e mal formação de parte das árvores, a expansão do edifício escolar e a existência de espécies invasoras, algumas delas tóxicas, motivaram o abate. A Lusa tentou contactar a direcção da escola, que não se esteve disponível.

Justificações não calam queixas

«Mostrem-nos os relatórios, os estudos, os levantamentos. Nunca cá vimos ninguém. Tem de haver transparência no acesso aos projectos. Uma obra do Estado tem de ser exemplar, definida com transparência e no direito à informação», referiu Helena Simões.

Alguns alunos, contactados pela Lusa junto à Escola, questionaram também a necessidade do abate das árvores, já que «não pareciam estar doentes, nem em risco de queda em cima de nada».

O projecto arquitectónico de requalificação da escola prevê a construção de dois novos campos de jogos, um deles coberto e novos refeitório, cafetaria e laboratório. A biblioteca, as salas de artes e o salão nobre serão «melhorados».

http://diario.iol.pt/ambiente/arvores-oeiras-tvi24-escola-ambiente/1103992-4070.html

Recolha de sementes para salvar floresta laurissilva dos Açores


Acção promovida pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) promove sábado um dia de voluntariado para a recolha de sementes endémicas na floresta laurissilva dos Açores, um ecossistema ameaçado de que dependem várias espécies endémicas da Macaronésia, noticia a Lusa.

De acordo com a agência noticiosa, a iniciativa, que se vai concretizar através de um passeio pela floresta natural da zona nordeste de S. Miguel, insere-se nas comemorações do Dia da Floresta Autóctone e permitirá aos participantes contribuir para a preservação daquela zona.

Durante o passeio, será também divulgado o trabalho realizado durante o primeiro ano do Projecto LIFE Laurissilva Sustentável, que visa a recuperação e a conservação deste importante ecossistema.

Este projecto está a ser desenvolvido na Zona de Protecção Especial do Pico da Vara/Ribeira do Guilherme, uma das áreas naturais mais importantes dos Açores e o único local do mundo onde habita o priolo, uma das aves mais ameaçadas da Europa.

Nesse sentido, uma das apostas deste projecto é a produção de plantas endémicas, através da criação de um viveiro exclusivamente para este tipo de vegetação.

As plantas serão depois utilizadas na recuperação da floresta natural desta zona da ilha de S. Miguel.

http://diario.iol.pt/ambiente/acores-ambiente-laurissilva-sementes-tvi24-preservacao/1104263-4070.html

sábado, 21 de novembro de 2009

Comemorações do Dia da Floresta Autóctone no distrito de Portalegre - dia 23 de Novembro



O objectivo desta iniciativa será a sensibilização da comunidade local para os problemas que têm contribuído para a degradação da floresta natural e para a necessidade urgente de realizar acções que visem uma maior eficácia na preservação ou aumento desta.

As pessoas interessadas em participar ou que necessitem de algum esclarecimento adicional devem-no solicitar para: ambienteportalegre@gmail.com

http://ambienteemportalegre.blogspot.com/2009_11_01_archive.html


O Dia da Floresta Autóctone foi estabelecido para promover a divulgação da importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultâneamente como um dia mais adaptado às condições climatéricas de Portugal e Espanha para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, alternativo ao Dia Mundial da Floresta, 21 de Março, que foi criado inicialmente para os países do Norte da Europa

http://castelobranco.quercus.pt/scid/subquercus/defaultarticleViewOne.asp?categorySiteID=29&articleSiteID=1118

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Seminário "Porquê a Certificação Florestal?" - 26 de Novembro de 2009.‏


Vimos por este meio convidá-lo a estar presente no Seminário "Porquê a Certificação Florestal?", promovido pela Associação Florestal do Baixo Vouga e Forestis, que decorrerá no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, no dia 26 de Novembro de 2009. O seminário pretende promover a Certificação Florestal junto dos proprietários e produtores florestais e, simultaneamente, constituir uma reflexão sobre esta importante temática.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Controlo de Invasoras e Plantação de Autóctones

No âmbito do projecto de educação ambiental e cidadania "Os Pequenos
Florestadores" irá ser efectuada uma acção de voluntariado aberta à
população de controlo de plantas invasoras (Chorão e Acácia) e a plantação
de árvores e arbustos autóctones (Carrasco, Pinheiro Manso, Aroeira e
Medronheiro) produzidas no Viveiro do Grupo Flamingo na Paisagem Protegida
da Arriba Fóssil da Costa de Caparica.

Dia da acção: 29 de Novembro de 2009 (Domingo)
Duração da Actividade: 9h – 13h
Ponto de Encontro: Parque de Merendas da Brigada Fiscal da GNR da Fonte da
Telha.

Esta actividade não tem limite de idades nem limite de participantes, mas
necessita de inscrições por uma questão de controlo da quantidade de
pessoas que querem participar e de materiais (luvas e ferramentas) a serem
disponibilizados pela organização.

Levar reforço alimentar
Levar vestuário confortável para actividade ao ar livre


Não há seguro de actividade para os participantes.


Informações sobre "Os Pequenos Florestadores"
:
www.grupoflamingo.org

Informações sobre a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica:
www.icnb.pt

Informações sobre Plantas Invasoras:
http://www1.ci.uc.pt/invasoras/



Saudações Florestadoras

Hugo Matias


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OS PEQUENOS FLORESTADORES

Projecto de Educação Ambiental e Cidadania

Mail: pequenos.florestadores@grupoflamingo.org
Site: www.grupoflamingo.org
Blog: http://grupoflamingo.blogspot.com/
Telm: 96 746 62 19 (Hugo Matias)

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Mas para eles eras só lenha atacada pelo tempo
Regras da vida e morte, revistas ao momento
Ninguém pagava para seres solenidade
Apenas para mim eras monumento
Mas para toda a gente eras apenas
Uma árvore

"Árvore" de Pedro Barroso - "Cantos Falados" de 1996

CGD e Quercus promovem mais de 15 mil plantações



A acção de reflorestação da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e da Quercus vai levar 15 mil plantas a sete localidades, dia 21 de Novembro.

Com esta iniciativa, que visa contribuir para a adopção de atitudes e comportamentos ambientalmente adequados, a Floresta Caixa vai ultrapassar as 107 mil plantas (entre espécies arbóreas e arbustivas autóctones), segundo o divulgado em comunicado.

As localidades abrangidas vão ser Baião, Cadaval, Grândola, Ponte de Sôr, Portalegre, Sabugal e Vila Real, sendo recuperados 18 hectares de floresta.

A acção envolverá colaboradores e familiares da Caixa e da Quercus, voluntários do Corpo Nacional de Escutas (CNE), Autarquias e Juntas de Freguesia daquelas localidades.

As espécies plantadas serão o Carvalho-negral (Quercus pyrenaica), o Plátano-bastardo (Acer pseudoplatanus)
, o Vidoeiro (Betula celtiberica), a Tramazeira (Sorbus aucuparia), o Azereiro (Prunus lusitanica ssp. lusitanica), a Azinheira (Quercus rotundifolia), o Sobreiro (Quercus suber), o Amieiro-negro (Frangula alnus), o Freixo (Fraxinus angustifolia), a Borrazeira-preta (Salix atrocinerea), o Medronheiro (Arbutus unedo), o Castanheiro (Castanea sativa), o Loureiro (Laurus nobilis), a Murta (Myrtus communis), o Carvalho-cerquinho (Quercus faginea ssp. broteroi), o Carvalho-alvarinho (Quercus robur), o Aderno-bastardo (Rhamnus alaternus) e o Folhado (Viburnum tinus). In Diário Digital


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Plantações – NOVIDADE Criar Bosques no próximo dia 21 de Novembro


Proximas plantações em 7 locais, dia 21/11/2009, com o apoio da Caixa Geral de Depósitos

1. Vila Real (Serra do Alvão); 2. Baião (Serra da Aboboreira); 3. Sabugal; 4. Portalegre (Serra de S. Mamede); 5. Ponte de Sôr; 6. Cadaval (Serra de Montejunto); 7. Grândola

1. VILA REAL

Data: 21-11-2009 Hora: 10:00

Local: Baldio de Samardã (freguesia de Vilarinho de Samardã; concelho de Vila Real) - Mapa 1

Encontro: Samardã

Contactos: João Branco (964 534 761; jffbjffb@gmail.com)

Obs: Na A24 sair para Vilarinho da Samardã. Seguir na N2 na direcção de Vilarinho da Samardã (não entrar na aldeia). Continuar na N2 até surgir cruzamento à esquerda para Samardã.

Convém levar botas de borracha.

2. BAIÃO

Data: 21-11-2009 Hora: 10:00

Local: Serra da Aboboreira (freguesia de S. João de Ovil; concelho de Baião) – Mapa 2

Encontro: Baião (junto à Caixa Geral de Depósitos)

Contactos: Paulo Monteiro (93 999 21 88; criarbosques@quercusancn.pt)

Obs: Na A4 sair para Marco de Canaveses. Continuar na N211 na direcção de Marco de Canaveses (não entrar na cidade) e seguir sempre as indicações de Baião. Depois seguir pela EN321, passando por Chavães, S. João de Ovil e Boscras. Cerca de 3 Km adiante virar à esquerda por um caminho de terra batida que dá acesso à Serra da Aboboreira. Depois virar no primeiro cruzamento à esquerda e no segundo e terceiro em frente até ao Dólmen de Chã de Parada.

Convém levar botas de borracha.

3. SABUGAL

Data: 21-11-2009 Hora: 10:00

Local: Vale da Asna (freguesia de Quadrazais; concelho de Sabugal) – Mapa 3

Encontro: Local da plantação.

Contactos: Ricardo Nabais (931 104 568; nabais@quercusancn.pt)

Obs: No Sabugal seguir até Quadrazais. À saída de Quadrazais (na estrada para Vale de Espinho), vira-se à esquerda e segue-se por um caminho de terra batida até à parcela de plantação.

4. PORTALEGRE

Data: 21-11-2009 Hora: 10:00

Local: Água-todo-o-ano (freguesia de Carreiras; concelho de Portalegre) – Mapa 4

Encontro: Local da plantação.

Contactos: José Janela (960 207 080; josejanela@yahoo.com.br)

Obs: Entrada Norte a partir de Castelo de Vide: em Castelo de Vide seguir pela estrada que segue para Carreiras; ao chegar ao topo encontra-se um cruzamento e em frente existe uma calçada medieval; seguir pela calçada medieval até ao local de plantação (este troço de calçada não é muito adequado a viaturas ligeiras). Entrada Sul a partir de Portalegre (ver mapa): Em Portalegre seguir em direcção a Carreiras pela EN246 ou N359 (o troço de calçada a percorrer é menor pelo lado Sul, mas o acesso a viaturas ligeiras também apresenta dificuldades).

5. PONTE DE SÔR

Data: 21-11-2009 Hora: 10:00

Local: Casal Vale de Salteiros (freguesia de Longomel; concelho de Ponte de Sôr) – Mapa 5

Encontro: Local da plantação.

Contactos: Alexandre Pereira (961 711 234; 932 495 222; alexandre.lafuente@gmail.com)

Obs: Seguir pela EN244 que segue para Norte de Ponte de Sôr (direcção Portalegre). No final da povoação de Rosmaninhal virar à direita e seguir sempre em frente até a rua descrever uma curva à direita. Nesse ponto seguir em frente por um caminho de terra batida que sobe. Quando se alcança o topo é seguir sempre pelo ponto mais alto até à parcela de plantação.

6. CADAVAL

Data: 21-11-2009 Hora: 10:00

Local: Serra de Montejunto (freguesia de Cercal; concelho de Cadaval) – Mapa 6

Encontro: Por definir.

Contactos: Paulo Lucas (933 060 123; paulolucas@quercus.pt)

Obs: Em breve será descrito o acesso.

7. GRÂNDOLA

Data: 21-11-2009 Hora: 10:00

Local: Herdade das Sesmarias dos Nobres (freguesia de Azinheira dos Barros; concelho de Grândola) – Mapa 7

Encontro: Local da plantação.

Contactos: Dário Cardador (967 023 095; dariocardador@gmail.com)

Obs: Para quem vem de Lisboa na A2: sair na portagem seguinte à de Grândola e continuar na direcção Sul pelo IC1 durante 1,2 Km, onde se desvia à direita para a Herdade. Para quem vem de Lisboa pelo IC1: passar por Grândola (sem entrar), Canal Caveira, nó da A2 (após Grândola) e após 1,2Km virar à direita para a Herdade.


Sustentabilidade da Montanha Portuguesa: Realidades e Desafios‏

Ciclo de Conferências do CIMO
Sustentabilidade da Montanha Portuguesa: Realidades e Desafios

Centro de Investigação de Montanha, Escola Superior Agrária, Instituto
Politécnico de Bragança

“A montanha na avaliação portuguesa do Millennium Ecosystem Assessment”
Carlos Aguiar & Orlando Rodrigues, CIMO - ESA/IPB
18 de Novembro de 2009, 16h00
Auditório Dionísio Gonçalves, ESA/IPB, Bragança

João Azevedo

IUFRO Landscape Ecology Working Group International Conference - Bragança
2010
http://www.ipb.pt/iufro2010/

Passeio Campestre

sábado, 14 de novembro de 2009

Reflorestação 22|23 de Novembro‏‏

Os Ecoclubes, no âmbito do Projecto "Jovens, Ambiente e Cidadania",
estão a organizar acções de reforestação em vários pontos da Região Norte.
Estas vão realizar-se nos dias 22 e 23 de Novembro e visam assinalar o
dia da Floresta Autóctone.

Para mais informações,
consultar http://jovensambienteecidadania.wordpress.com/

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Seminários‏

Os próximos seminários realizar-se-ão nos dias 18 e 20 de Novembro e 2
de Dezembro:

- 18 Novembro (13h-14h): “INTERACçõES NA RIZOSFERA: O PAPEL DOS
NEMáTODOS NA DISTRIBUIçãO DE PLANTAS” por SOFIA COSTA (Centre for
Functional Ecology ,Universidade de Coimbra)

- 20 de Novembro (12h-13h): “NURSERY NUTRITION OF /QUERCUS ILEX/
L.:PHYSIOLOGY, FUNCTIONAL DIFFERENCES,
FERTILIZATION TECHNIQUES,
DIFFERENCES BETWEEN PROVENANCES AND IMPLICATIONS
POST-TRANSPLANTING”,
por NORBERTO HEREDIA GUERRERO (Universidade de Alcalá, Espanha)

- 2 de Dezembro (13h-14h): “TERRESTRIAL INVASION ECOLOGY
- UNLOCKING
THE SOIL BLACK BOX OF MICROBIAL AND PLANT INVASIONS”,
por PEDRO ANTUNES (Instituto Superior de Agronomia

Aproveitamos ainda para informar que faz hoje 7 ANOS que se iniciou o
ciclo de seminários CEF/CEABN, tendo sido já realizadas 149 PALESTRAS!

Assim, e apesar de ser sexta-feira 13, não queríamos deixar de
agradecer aos oradores e a todos os que têm apoiado a realização
destes seminários!!

Um agradecimento especial à Paula Soares pela divulgação dos
seminários e publicação online no site do CEF.

Link para o cartazes: www.isa.utl.pt/def/[1]

Cumprimentos e até breve!

Maria Caldeira

João Silva

Miguel Bugalho

Luís Fontes

Portugal quer descontar CO2 de fogos florestais “catastróficos”‏

In Público 12.11.2009 - 20:26 Por Ricardo Garcia


Portugal quer que a União Europeia leve à cimeira climática de Copenhaga, em
Dezembro, a proposta de um regime de excepção para a contabilidade das
emissões dos fogos florestais de dimensões "catastróficas".

O Governo levou esta ideia para as discussões internas da UE, que apresenta
posições conjuntas nas negociações que estão em curso para um novo tratado
que substitua o Protocolo de Quioto.

A proposta portuguesa é a de que em casos de “força maior” haja um desconto
na contribuição dos fogos para as emissões de gases com efeito de estufa.
“Trata-se de eventos extremos, que não podem ser atribuídos às actividades
humanas”, explica Nuno Lacasta, coordenador da Comissão para as Alterações
Climáticas. Esse desconto seria depois compensado pela plantação de novas
áreas florestais, nos anos seguintes, ou pela regeneração das áreas ardidas.

Em 2003 – ano em que arderam 430 mil hectares de floresta – , a contribuição
dos fogos foi decisiva para um valor recorde nas emissões nacionais: 90,2
milhões de toneladas de dióxido de carbono. O sector florestal contribuiu
com quase cinco milhões de toneladas, segundo o último inventário de
emissões apresentado por Portugal às Nações Unidas.

Segundo Nuno Lacasta, a proposta portuguesa é consensual no seio da UE,
sendo também bem vista por outros países. A questão dos incêndios, afirma
Lacasta, “é obviamente central para Portugal, Espanha, França, Grécia, mas
também para os Estados Unidos e Austrália”.

A ideia será possivelmente integrada na posição comum que a UE levará a
Copenhaga, sobre novos compromissos de emissões para os países
desenvolvidos. A cimeira teoricamente deveria chegar a um acordo final sobre
um sucessor para o Protocolo de Quioto, cuja primeira fase expira em 2012,
no combate às alterações climáticas. Mas possivelmente um novo tratado só
será poderá ser alcançado no próximo ano.

Portugal está a apoiar outras posições que reflictam uma melhor
contabilização das florestas nas emissões. Uma delas é eliminar os tectos
que existem para os efeitos de medidas adicionais para o aumento da
capacidade das florestas em absorver dióxido de carbono. Portugal tem um
limite de 800 mil toneladas por ano, aplicável ao primeiro período de
cumprimento do Protocolo de Quioto (2008-2012).

Também agrada ao Governo a possibilidade de se levar em conta o carbono
retido em produtos florestais, abatendo o valor das emissões nacionais. “Por
enquanto, só é contabilizado o que é retido na floresta. O que está a ser
estudado é se o que está dentro dos produtos florestais também deve ser
contabilizado. Há um consenso sobre isto entre os países desenvolvidos e
Portugal apoia esta proposta”, disse à agência Lusa Paulo Canaveira, membro
da Comissão para as Alterações Climáticas.
 

Seia e Fornos com praga nos Pinheiros Bravos


Nemátodo avança na Beira Interior
A praga do nemátodo já atingiu pinheiros bravos nos concelhos de Seia e Fornos de Algodres. Segundo a Associação Florestal do Interior, as autoridades estatais nada têm feito para combater esta doença dos pinheiros.

A maioria dos concelhos da Beira Interior ainda está a salvio da praga que destró pinheiros ei acaba por dizimar as florestas.
O técnico da Associação Florestal do interior, José Silva, tenta encontrar medidas de acção e de combate contra esta praga e critica as autoridades estatais por não fazerem nada.

Para José Silva, o papel das autoridades neste sector não tem sido o melhor. As medidas de erradicação do nemátodo “foram tomadas tardiamente e não estão a resultar”, refere.

“A percentagem de resultados positivos não consegue acompanhar a propagação da doença que está a aumentar exponencialmente”, menciona. A associação florestal registou casos nos concelhos de Arganil, Seia, Oliveira do Hospital e Fornos de Algodres.

A doença transmitida através de insectos afecta os pinheiros, deixando os ramos e a resina secos.
06-11-2009

Retirado na integra dos Kaminhos