segunda-feira, 19 de setembro de 2016

REFLORESTAÇÃO NACIONAL | Semana da Reflorestação Nacional 2016

Semana Reflorestação Nacional 2016
 

SEMANA DA REFLORESTAÇÃO NACIONAL (15 A 30 DE NOVEMBRO)

Estimados Amigos e Parceiros,
Vimos anunciar o lançamento da 7ª Edição da 'Semana da Reflorestação Nacional', que este ano irá decorrer entre os dias 15 e 30 de Novembro.
Durante este período, em que também se celebra o Dia da Floresta Autóctone, gostaríamos que os cidadãos, escolas, freguesias e municípios das diferentes regiões se unissem para Plantar Portugal, aderindo ao movimento e dedicando um dia à reflorestação do país e à defesa e promoção das espécies autóctones.
Face à gravidade e dimensão dos incêndios florestais que assolaram o país, a presente edição da iniciativa foi prolongada por mais uma semana, para que todas as pessoas e instituições que se preocupam com o meio ambiente e sintam que é importante participar na reflorestação do país e nas acções de preservação da floresta autóctone portuguesa, tenham a oportunidade de ajudar.
Consideramos que a colaboração de todos na divulgação desta iniciativa se reveste da maior importância, desde a simples partilha da iniciativa em blogues e redes sociais até ao planeamento de actividades a nível local.
Vamos Plantar Portugal
Este ano, para além do cartaz nacional, criámos também um vídeo dedicado aos cidadãos e entidades que fazem parte do Movimento Plantar Portugal e que convida à participação de todos aqueles que ainda não aderiram. Relativamente ao cartaz em formato editável, este pode ser descarregado pelas escolas, freguesias e municípios, através da nossa página de downloads, que se encontra disponível após o início de sessão na plataforma.

Informamos ainda que, a publicação das actividades a realizar no âmbito desta iniciativa é feita na página oficial da Semana da Reflorestação Nacional, assim como a publicação das fotografias.
Os nossos agradecimentos a todos os amigos, parceiros e entidades que participam na divulgação desta causa.
Obrigado a todos por estarem connosco a Plantar Portugal.

PARTICIPAR

Se você, a sua Escola, Junta de Freguesia ou Câmara Municipal, ainda não fazem parte desta iniciativa, então não perca esta oportunidade para participar neste grande desígnio nacional.
Para participar, é apenas necessário que cidadãos e entidades aderentes se encontrem registados na plataforma nacional do Movimento Plantar Portugal, em www.plantarportugal.org
Por favor, partilhe esta iniciativa com todas as pessoas que se preocupam com o meio ambiente.
Partilhar

domingo, 18 de setembro de 2016

Oficina de algas



A oficina de algas irá realizar-se no dia 12 de novembro de 2016 das 11h às 14h, na Quinta Pedagógica de Real, Braga. Inscrições aqui até 07 de novembro.



Regiões costeiras europeias como a Galiza, Irlanda, Bretanha Francesa e o Norte de Portugal têm diversas tradições como o vínculo cultural celta, incluindo a utilização das algas com diversos fins, embora no nosso país os fins culinários sejam recentes. Habitualmente e sem darmos conta comemos algas quando saboreamos um pudim flan, um paté, maionese. Isto porque muito provavelmente os extractos de algas figuram entre ingredientes destes alimentos! Comendo-se anualmente 3,5 milhões de toneladas de algas em todo o mundo, o consumo deste recurso é reconhecido pelos melhores nutricionistas internacionais (segundo a publicação “Algas do Atlântico – Alimento e saúde”) como um fator de saúde e recomendado na dieta para o Século XXI. Com efeito, apesar da sua antiguidade no planeta, as algas são muito pertinentes na actualidade pois elas ajudam a reequilibrar o organismo em situações de falta de certos elementos essenciais e de excessos de outras substâncias prejudiciais.
Assim, surgiu a ideia deste curso como um contributo para esclarecer e desmistificar noções relacionadas com as algas e as algas atlânticas em particular. Também se pretende apresentar propostas de utilização das algas na alimentação, incluindo em pratos tradicionais portugueses, com as diversas vantagens para a saúde. O evento decorrerá em 12 de novembro de 2016, das 11h às14h, na Quinta Pedagógica de Real, Braga.

Programa
Parte teórica: Introdução às algas (principais tipos de algas); Importância histórica e nutricional das algas; Usos atuais das algas; Preparação das algas para fins culinários. Parte prática Confecção e degustação de uma refeição com algas (almoço)

Pratos a confeccionar:

ENTRADA: Tomates recheados com algas Wakame e Dulce

PRATO PRINCIPAL: Feijoada de vegetais e alga Kombu rápida e Arroz de sultanas e alga Esparguete do mar

SOBREMESA: Creme agar-agar de pêras

BEBIDA: Sumo de pêra com espirulina

Inscrições On line em www.braga.quercus.pt, até 7 de novembro.

A taxa de inscrição é de 14€ para sócios e 16€ para não sócios. Mais informações através do telemóvel 927986133 ou por mail braga@quercus.pt.

A atividade só se realizará se tiver, no mínimo, 10 inscritos. Trazer prato ladeiro, taça para sobremesa e copo, bem como talheres (incluindo colher de sobremesa), guardanapo de pano e "serviço americano" ou pequena toalha.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Moçambique: apoie as comunidades locais que reivindicam suas terras!


Prezados amig@s,

O 21 de setembro é o Dia Internacional de Luta contra as Plantações de Monoculturas de Árvores. Lançado em 2004, esse dia internacional comemora a resistência e as lutas das comunidades e dos movimentos sociais em defesa dos territórios e contra a expansão das monoculturas industriais de árvores.

Como o WRM vem fazendo em outros anos, durante este mês de setembro, estaremos divulgando informações sobre lutas, em diferentes países, que precisam de nossa solidariedade e nosso apoio. Também vamos divulgar algumas ferramentas preparadas especialmente para fortalecer e apoiar as lutas das comunidades. Se você quiser ficar informado, recomendamos que visite nosso site, bem como nosso perfil no Facebook e nossa conta no Twitter.

Parem as plantações em Moçambique!

Esta mensagem inicial, uma de várias que virão por ocasião deste Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores, pede seu apoio às comunidades moçambicanas que estão enfrentando a rápida expansão das plantações de monoculturas para extração de madeira em seus territórios, promovidas principalmente por duas empresas: a norueguesa Green Resources e a portuguesa Portucel/The Navigator Company.

Por favor, apoie suas lutas participando do abaixo-assinado a seguir e enviando seu apoio o mais rápido possível a: Mozambique@wrm.org.uy, incluindo seu nome, organização ou grupo, e país.

Ajude-nos, também, a divulgar as notícias.
Equipe do WRM

 
Para:
Green Resources
A. C.: Director – Sr. Mads Asprem
The Navigator Company/Portucel Mozambique
A. C.: Presidente da Comissão Executiva Sr. Diogo da Silveira
Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural de Moçambique
A. C.: Sr. Ministro, Celso Correia
Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar de Moçambique
A. C.: Sr. Ministro José Pacheco
 
 
Cada vez mais, empresas e investidores de capital financeiro do Norte consideram os países do leste e do sul da África atrativos para obter lucros fáceis ao se cobrirem grandes áreas de terra com monoculturas de árvores, como eucalipto e pínus. As empresas são atraídas por terra e mão de obra baratas, regras ambientais menos rígidas e produtividade da madeira por hectare bem maior do que, por exemplo, na Europa. As condições favoráveis ao cultivo ​​são resultado da disponibilidade e do acesso a terras férteis e água, bem como de um clima benéfico.
 
Devido a essas características, as terras férteis de interesse para empresas de plantação em países do leste e do sul da África tendem a fazer parte dos territórios nos quais as comunidades garantem e reproduzem suas vidas e seus meios de subsistência, e abastecem os mercados locais com os produtos alimentares que cultivam. Com frequência, a conversão dessas terras em plantações de monoculturas de árvores resulta em graves conflitos de terra onde as comunidades resistem à invasão de seus territórios.
 
Infelizmente, em vez de defender os interesses das comunidades rurais camponesas, os governos nacionais no leste e no sul da África facilitam o acesso das empresas de plantações a áreas com terras férteis, embora estas geralmente estejam sejam controladas e usadas pelas comunidades locais. Em vários lugares, o estabelecimento de plantações de árvores levou ao desalojamento imediato ou gradual de comunidades inteiras. Onde as comunidades conseguem resistir e defender suas casas, mas perdem seus territórios para as plantações de monoculturas de árvores de uma empresa, em algum momento elas começam a perceber os impactos no seu abastecimento de água, entre outros. Ao longo dos anos, a experiência sul-africana com grandes monoculturas de árvores de eucalipto e pínus, que afetam em muito as fontes de água no país, tem sido um exemplo preocupante e muito didático. Esse uso excessivo de água pelas monoculturas de árvores é ainda mais preocupante no contexto das mudanças climáticas e do recente e muito longo período de seca que vem afetando grande parte da região. Empresas de plantação e governos muitas vezes prometem oportunidades de emprego a comunidades afetadas pelas plantações industriais. No entanto, os trabalhos que se concretizam costumam ser temporários e mal pagos, e não compensam a perda simultânea de terras agrícolas e soberania alimentar. Os impactos já graves das plantações industriais de árvores sobre as comunidades são ainda mais graves para as mulheres, que são responsáveis ​​pela produção de alimentos e a coleta de água em muitas comunidades.
 
Os muitos impactos negativos causados pelas empresas de plantação não impedem que elas obtenham certificação para suas plantações. O Conselho de Manejo Florestal (FSC, Forest Stewardship Council) é um dos esquemas de certificação muito usados na indústria de plantações. É uma ferramenta poderosa nas mãos das empresas de plantação, pois declara que as plantações dessas empresas são “sustentáveis”, ou seja, sugere que elas não causam danos nem violam os direitos das comunidades – enquanto, em muitos ou na maioria dos casos em que foram estabelecidas grandes monoculturas de árvores, o que acontece é o oposto. Esse certificado tornou-se um pré-requisito cada vez mais importante para as empresas de plantação, com vistas a garantir o financiamento de investidores de capital financeiros do Norte. No entanto, as comunidades afetadas pelas plantações que são certificadas por empresas de consultoria credenciadas pelo FSC – pagas por seus serviços pelas empresas plantadoras – continuam a enfrentar a maioria dos mesmos problemas de antes da certificação, pois o FSC não considera o caráter de “grande escala” e “monocultura” das plantações industriais de árvores, nem os conflitos de terras não resolvidos, como um obstáculo para a certificação. No entanto, essas são exatamente as principais características responsáveis ​​pela maior parte dos impactos negativos das plantações. Na prática, as empresas de plantação se beneficiam do FSC, que ajuda a pintar uma imagem bonita, mas falsa, de uma dura realidade. É esse quadro cor de rosa de “sustentabilidade” que ajuda as empresas de plantações a garantir o dinheiro dos investidores e continuar se expandindo.
 
Gostaríamos de destacar duas entre as muitas empresas que promovem grandes plantações industriais de árvores em países do leste e do sul da África: a norueguesa Green Resources (GR) e a Portucel Moçambique, de propriedade da empresa portuguesa The Navigator Company. A GR opera em vários países da região. A razão para destacar essas empresas é que elas estão entre as mais ativas na região e, portanto, suas atividades já estão tendo graves impactos negativos sobre as comunidades locais, os quais serão agravados ainda mais se a expansão anunciada por essas empresas não for interrompida.
 
A Green Resources (GR) opera em Moçambique, na Tanzânia e em Uganda. Em Moçambique, a empresa adquiriu, entre 2005 e 2009, os títulos de uso sobre 264.898 hectares de terra em três províncias: Nampula, Niassa e Zambézia. Até hoje, cerca de 10% do total da área foram plantados, a maioria muito próximo a aldeias, estradas principais e recursos hídricos usados ​​pelas comunidades locais. Não houve uso de terras marginais ou degradadas, ao contrário do que empresas e governos normalmente afirmam. Todas as comunidades visitadas durante a investigação de campo que resultou em um relatório a ser lançado neste mês de setembro (1) têm feito várias queixas, que vão de falsas promessas sobre benefícios a grilagem de terras.
 
A Portucel Moçambique, por sua vez, anunciou a construção de uma enorme fábrica de celulose e, portanto, está expandindo as grandes plantações de árvores em Moçambique, visando uma área de 356.000 hectares nas províncias centrais de Zambézia e Manica. Embora apenas uma pequena parte da área total tenha sido plantada até o momento, já existem conflitos com comunidades locais, principalmente devido a processos inadequados de consulta às comunidades, falsas promessas de emprego e melhoria das condições de vida, concentração de terras e competição por terras férteis usadas para produção de alimentos, indenizações inadequadas por terras perdidas para a empresa e queixas sobre menor disponibilidade de água após o estabelecimento da plantação (2).
 
Muitas vezes, há resistência por parte de comunidades no leste e no sul da África que, em função do estabelecimento de plantações por empresas como GR, Portucel e outras, perdem o controle sobre seus territórios e se veem cercadas por plantações. Em muitos casos, elas resistem com muito pouco ou nenhum apoio externo e, portanto, suas lutas permanecem invisíveis. A tendência é que cada vez mais comunidades enfrentem essa situação, como resultado de vários dos chamados grandes planos de “reflorestamento” lançados nos últimos anos, tais como a Iniciativa para a Restauração da Paisagem Florestal Africana (AFR100).
 
A AFR100 foi lançada em paralelo à conferência do clima na França, no ano passado, e tem acesso a um bilhão de dólares do Banco Mundial, além de contribuições de outros financiadores públicos e privados. A AFR100 afirma que irá apoiar a mitigação das mudanças climáticas e melhorar os meios de subsistência. Mas a experiência com projetos e planos de “reflorestamento” feitos de cima para baixo e com fins lucrativos, promovidos pelo Banco Mundial e a FAO no Sul Global nas últimas décadas – e a AFR100 parece ter muitas das mesmas características – mostra que esses projetos resultam em mais monoculturas de árvores em grande escala, as quais beneficiam um grupo muito pequeno de empresas, fundos de investimento e consultores, enquanto ameaçam a grande maioria das comunidades rurais que vivem nas áreas visadas por esses projetos e planos de “reflorestamento”. Como resultado dessas iniciativas, as comunidades tendem a permanecer sem terras, sem comida e sem água.
 
Nós, organizações, grupos, movimentos e indivíduos abaixo assinados, por ocasião do 21 de setembro, Dia Internacional de Luta contra as Monoculturas de Árvores, expressamos nossa solidariedade e nosso apoio às comunidades que lutam contra a expansão dessas grandes plantações. Exigimos que a Green Resources, a Portucel e todas as outras empresas e investidores de capital financeiro que estão tomando terras ou planejando apoiar a concentração das terras agrícolas férteis para monocuturas de árvores no leste e no sul da África as devolvam às comunidades. Ao fazer isso, podem contribuir para impedir novos conflitos com as comunidades e resolver os muitos já existentes em toda a região. Exigimos que o Governo de Moçambique mantenha sua Lei de Terras e garanta que os direitos das comunidades a terra, água e alimentos sejam devidamente respeitados.
 
21 de setembro – Plantações não são florestas!
 
Se você quiser assinar uma carta envie seu nome, organização e pais a :mozambique@wrm.org.uy 
 
 
1- Livaningo, União Nacional dos Camponeses, Justiça Ambiental, 2016 (por lançar); Estudo sobre “o Avanço das Plantações Florestais sobre os Territórios dos Camponeses no Corredor de Nacala: o caso da Green Resources Moçambique”.
2- Justiça Ambiental, 2016 (por lançar). O processo de acesso à Terra e os direitos das comunidades.


EuroBirdwatch - Sábado 1 Outubro - Pateira de Frossos

Data: 01 Outubro, Sábado
Duração: 8:00 - 11:30
Ponto de Encontro: Parque da Boca do CarreiroFrossos 
Preços: 2.5€ Sócios BioLiving; 3€ Não Sócios (ficha de sócio em anexo)
Vagas: Máximo 20 participantes
Idade mínima: 6 anos
Informações: geral.bioliving@gmail.com
Atividade sujeita a condições meteorológicas favoráveis.

Especialistas, iniciados e amantes da fotografia e da natureza estão desde já convidados a juntar-se aos milhares de europeus que todos os anos participam no Fim de Semana Europeu de Observação de Aves (EuroBirdwatch). O Eurobirdwatch, que já vai na sua 23.ª edição, é o maior evento europeu dedicado à observação de aves e pretende sensibilizar o público para as aves migradoras e os seus habitats. Iniciou-se em 1993 e é sempre comemorado no primeiro fim de semana de outubro.


AS PLANTAS MEDICINAIS E O SEU USO TRADICIONAL EN GALICIA. O COUREL COMO REFERENCIA DA SABEDORÍA E A TRADICIÓN POPULAR

Sábado, 24 de setembro
11.00 a 14.00hr e de 16.00 e de 19.00hr
CURSO: AS PLANTAS MEDICINAIS E O SEU USO TRADICIONAL EN GALICIA. O COUREL COMO REFERENCIA DA SABEDORÍA E A TRADICIÓN POPULAR
Aportación: 20€ (pago anticipado)



Debido ao éxito das anteriores convocatorias, propoñemos unha nova edición do curso teórico-Práctico que parte da información que recompilou a farmacéutica María Moure durante os dous anos que viviu na Serra do Caurel. Despois dunha introdución sobre as características do territorio e da
poboación, estudaremos a cultura popular e a sabedoría tradicional que aínda conservan as xentes do Caurel a través dos seus remedios a base de plantas medicinais, que, ademais dos detalles sobre usos e aplicacións, inclúen apartados coma os ritos, as lendas ou as cancións.
A parte práctica do curso consiste nunha excursión ao paseo do Río Rato para coñecer "in situ" as herbas, árbores e arbustos con aplicacións medicinais, cos seus nomes vernáculos e os seus diferentes usos.

Reseña traxectoria profesional: María Moure de Oteyza é Licenciada en Farmacia pola USC e obtivo a Suficiencia Investigadora en dita Universidade. Actualmente centra á súa actividade nun libro baseado no uso tradicional das plantas medicinais da Serra de O Caurel, onde viviu dous anos. Imparte cursos, conferencias e talleres a través de diversas institucións (USC, Concello da Coruña, Deputación de Lugo) e en asociacións culturais e de terapias naturais.
Na actualidade realiza unha colaboración no Departamento de Farmacoloxía da Facultade de Farmacia da USC.

O curso é o SÁBADO 24 de SETEMBRO de 11 a 14hr e de 16 a 19hr. Inscricións ata o 20 de setembro en bicodegrao@gmail.com ou no teléfono 982807935. Custe: 20€/persoa. PRAZAS LIMITADAS

terça-feira, 13 de setembro de 2016

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

I Encontro Cinegético de Pinhel Cidade Falcão


Motosserrista


Vasyl Kazak Serviços Florestais Sociedade Unipessoal Lda - Castelo Branco
Temporário
Motosserrista com ou sem experiencia
Tipo de oferta: Temporário
Local da Oferta:
  • Castelo Branco, Distrito de Castelo Branco
Formação académica necessária:
  • Escola secundária ou equivalente

INICIATIVA “PLANTA UMA ÁRVORE NA DRAVE!”



DIA 24 DE SETEMBRO
Almoço + caminhada a Drave (de manifestação e pesar contra os incêndios e áreas ardidas em Arouca)
- angariação de apoios e parcerias para a reflorestação 
- almoço em Regoufe, no restaurante O Mineiro (preço do restaurante)

DIAS 16 E 29 DE OUTUBRO
E DIAS 6 E 19 DE NOVEMBRO
CAMINHADAS-PLANTIO a Drave - os participantes são convidados a plantar árvores autóctones 


INSCRIÇÕES: através da página, por mensagem com nome e contacto telemóvel
GRATUITO* - o valor da inscrição é livre e converte-se em donativo para a compra de árvores+protector para plantar na área circundante à Drave (planteremos algumas nas nossas acções e doaremos uma parte aos escuteiros para replantarem os terrenos da Base Nacional IV)

Obrigado a todos pela dedicação. Drave merece!



INICIATIVA DE APOIO À REFLORESTAÇÃO DA DRAVE
ORGANIZAÇÃO: https://www.facebook.com/clubecentroaventura/

Qualquer assunto, por mensagem através da página ou pelo 965853637.

domingo, 11 de setembro de 2016

⚠ ALERTA ⚠ Floresta em chamas


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Na semana passada estive com um grupo de ativistas sobrevoando algumas regiões da Amazônia, para documentar o início da temporada de queimadas na floresta, que este ano chegou mais cedo e com uma intensidade assustadora. 
A situação no chão está bem complicada, encontramos muitos focos de queimadas. Teve dias em que não era possível enxergar muita coisa adiante, por causa da fumaça que encobria o céu.
No estado do Amazonas, onde o número de focos no primeiro semestre foi 746% maior que a média histórica para o período, a realidade é ainda mais triste. É um lugar que ainda tem bastante floresta, mas onde o desmatamento está entrando de forma bastante agressiva. Existe uma íntima relação entre desmatamento e queimadas, que pode ser vista ao sobrevoar o sul desse estado.
Hoje publicamos o primeiro, de uma série de cinco textos, onde relataremos a situação encontrada no campo e a ligação entre as queimadas, o desmatamento e as mudanças climáticas.
A destruição na Amazônia continua a todo vapor e precisamos fazer com que o mundo saiba sobre a tragédia que segue em curso na floresta. Acesse desmatamentozero.org.br e saiba como se mobilizar pelo fim do desmatamento.
Assine
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                                                          Desmatamento
                                                          Zero

Cristiane Mazzetti
Greenpeace Brasil
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Newsletter da FNAP

APINFO #1 - Newsletter da FNAP.
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Newsletter APINFO #1
Setembro 2016

Melhor informação, maior competitividade

 
Bem-vindo à APINFO, uma publicação feita a pensar em si!

Aqui encontrará notícias, nacionais e internacionais, novidades sobre legislação e eventos, escutará a opinião de especialistas em mel e apicultura, mas também terá oportunidade de se fazer ouvir, com sugestões ou dúvidas, através do Consultório Técnico, ou de informação relevante que nos queira remeter sobre a sua associação/empresa.

Esta primeira edição da newsletter do projeto APINFO é rica em conteúdos estatísticos e propostas para alavancar a competitividade da apicultura portuguesa, cujos grandes desafios são o aumento da produção nacional de mel e a sua valorização nos mercados externos. Os principais destaques são
  • Entrevista com Manuel Gonçalves, presidente da FNAP – “A apicultura representa apenas 0,03% do orçamento da PAC”
  • Reportagem - Apicultura em debate na nascente de Pedras Salgadas
  • Notícias da atualidade
  • Consultório Técnico
  • Agenda
  • Espaço Associados
Confira todos os conteúdos que preparámos para si, clicando na imagem abaixo para ler a edição de setembro de 2016 da Newsletter APINFO.

sábado, 10 de setembro de 2016

Desinfeção do Solo e Plantas Infestantes – Truques e Dicas

Módulo da Manhã (10h00 – 13h00):

Desinfeção do solo antes do cultivo - Antes de preparar um terreno para cultivo é muito importante desinfetar o solo para prevenir várias doenças e ao mesmo tempo incorporar nutrientes fundamentais para o desenvolvimento das plantas.

Neste workshop ficará a conhecer algumas técnicas de desinfeção do solo para cultivo.


Módulo da Tarde (14h00 – 17h00):

Conhecer e utilizar as plantas infestantes - As ervas daninhas não têm só aspetos negativos! Se as conhecermos bem podemos encontrar formas de as utilizar.
Sabia por exemplo que as Beldroegas são ricas em vitaminas e ómega 3 e podem ser consumidas em saladas e sopas?

Dia – 24 de Setembro de 2016

Local – Quinta da Gruta - Maia

Custo*: 18€ sócios/23€ não sócios
* Inclui certificado e documentação. Caso pretenda frequentar apenas um dos módulos este terá um custo de 15€ sócios e 18€ não sócios. Grupos com mais de 3 elementos pagam o valor de sócio.



sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Formação em Prevenção e Combate a Incêndios na 9ª ed. do Mestrado em Recursos Florestais

Encontram-se abertas as inscrições para a 9ª edição do Mestrado em Recursos Florestais.
De entre as características da presente edição destacamos:
-       Um leque de optativas renovado onde se incluem várias disciplinas de carácter aplicado, nomeadamente:
§  Gestão de Espécies Invasoras
§  Gestão de Produtos Fitofarmacêuticos
§  Fogo Controlado
§  Análise de Incêndios e Fogo de Supressão
§  Gestão da Fauna Silvestre
§  Engenharia Natural
-       O funcionamento de duas optativas em alternativa;
-       a possibilidade de credenciação profissional como Técnico de Fogo Controlado (reconhecida pelo ICNF), comoFormador em Distribuição, Comercialização e Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos (reconhecida pela DGADR) e ainda a formação (em processo de credenciação) em Análise de Incêndios e Fogo de Supressão;
-       O acesso facilitado a actuais alunos (Mestrado de continuidade), o reconhecimento de um número considerável de créditos a titulares de licenciaturas pré-Bolonha e propinas mais baixas para alunos em regime de reingresso.
Outros detalhes a este respeito poderão ser encontrados na página da ESAC (ver planfleto para download).
As inscrições poderão ser formalizadas no portal de candidaturas online até ao dia 26 deste mês.
Agradecemos desde já toda a divulgação junto de eventuais interessados,

Calendário de Formação SIG NaturalGIS - 4º trimestre 2016

A NaturalGIS tem previstas as seguintes formações para o último trimestre de 2016:

Web Mapping com QGIS (Lisboa) - 27 e 28 de Outubro
Iniciação aos SIG com QGIS (Lisboa) - 2 a 4 de Novembro
Análise SIG com QGIS (Lisboa) - 28 a 30 de Novembro
Bases de Dados Geográficas (Lisboa) - 12 a 14 de Dezembro


Pode consultar o calendário e outras informações em: http://www.naturalgis.pt/calendario.html

bem como os respectivos programas das formações em: http://www.naturalgis.pt/formacoes.html

para inscrições pode usar o seguinte formulário (http://naturalgis.pt/subscricao.html), ou contactar-nos directamente, estaremos à disposição para esclarecer qualquer dúvida ou questão.


eBee senseFly - Drone Profissional para Cartografia/Topografia/SIG

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