quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

aiff site disponível

 
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site disponível

A AIFF - Associação para a Competitividade da Indústria da Fileira Florestal, entidade dinamizadora do Pólo de Competitividade e Tecnologia das Indústrias de Base Florestal, lançou recentemente a sua pagina na internet, que pode consultar clicando aqui.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Curso de Produção de Cogumelos Saprófitas‏

A empresa Bioinvitro – Biotecnologia Lda., vem por este meio dar a conhecer a próxima acção de formação que irá decorrer nos próximos dias 12, 19 e 26 de Março de 2011 na área da micologia – “Produção de cogumelos saprófitas” – e terá a duração de 18 horas.



Esta acção de formação destina-se a técnicos, proprietários florestais, estudantes, amadores e demais interessados.

 

Para mais informações não hesite em contactar-nos.














Travessa D. Afonso Henriques, n.º 59/75

4585-322 Gandra - Paredes

Portugal

Tel: (+351) 224 156 503

Fax: (+351) 224 119 990

e-mail: info@bioinvitro.com

www.bioinvitro.com

pinuspress 24

[www.centropinus.org]
 
 
pinuspress 24


É com grande entusiasmo que voltamos a editar o nosso boletim informativo trimestral, o PINUSPRESS, agora com novo formato gráfico.

Nesta "primeira" edição destacamos, a entrevista com o Sr. Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Rui Barreiro.

Para ver o PINUSPRESS clique aqui.

Pode encontrar esta e outras notícias www.centropinus.org

Primeiras Jornadas de Tecnologia e Sustentabilidade dos Sistemas Florestais‏

O Centro Ciência Viva da Floresta recebe no próximo dia 25 de Fevereiro as Primeiras Jornadas de Tecnologia e Sustentabilidade dos Sistemas Florestais, uma iniciativa da Escola Superior Agrária de Castelo Branco com o apoio do CCVFloresta.
Programa:
  • 09h00-10h00 - Recepção e Entrega de Certificados
  • 10h00-11h00 - Sessão de Abertura
    Presidente do IPCB; Director da ESACB; Presidente da Câmara de Proença-a-Nova; Comissão científica do mestrado
  • 11h00-12h30 - 1ª Sessão (Moderador: José Pedro Fragoso de Almeida)
    Floresta e Conservação da Natureza - Fernando Queirós (ICNB)
    Parque Florestal de Monsanto como um caso paradigmático de “floresta urbana” - Artur Madeira (Câmara Municipal de Lisboa, Direcção Municipal de Ambiente Urbano, Departamento de Ambiente e Espaços Verdes)
    Aplicação de madeira na construção - Aplicações estruturais - Alfredo Dias (Departamento de Eng. Civil/Universidade de Coimbra)
    Agentes abióticos e bióticos no declínio do pinhal - Teresa Vasconcelos (CERNAS/ IPC/ESA)
  • 12h30-14h00 - Pausa para Almoço
  • 14h00-15h30 - 2ª Sessão (Moderador: Cristina Maria Martins Alegria)
    Controlo genético da qualidade da madeira e de parâmetros de crescimento de Pinus pinaster em Portugal - Maria João Gaspar, Departamento de Ciências Florestais e Arquitectura Paisagista (CIFAP), UTAD.
    Perspectivas de intervenção no espaço Rural - José Bernardino Dias, Autoridade florestal Nacional.
    O papel das micorrizas no funcionamento dos ecossistemas florestais e aplicações em silvicultura - Helena Machado (Unidade de Silvicultura e Produtos Florestais do INRB - Oeiras).
    Elaboração da COS07 - Cartografia de uso e ocupação do solo de Portugal Continental - Nuno reis (Consórcio Novageo/Edia – Silvidata).
  • 15h30-16h00 - Pausa para café
  • 16h00-17h30 - 3ª Sessão (Moderador: Ofélia Maria Serralha dos Anjos)
    Variação do teor de extractivos e lenhina Klason em madeiras de Castanheiro e Carvalho que serviram de base para o envelhecimento de aguardentes vínicas - Clarisse Carmona, Ilda Caldeira, Ofélia Anjos (IPCB/ESA).
    Simulação do comportamento do fogo ao nível da paisagem - directrizes para o planeamento da gestão florestal - Brigite Botequim, Paulo Fernandes, José Borges. Centro de Estudos Florestais, ISA.
    Rede de Parques de Resíduos Florestais no Concelho de Góis - Carla Duarte (Associação Florestal do Concelho de Góis).
Ficha de Inscrição (.doc)
Comissão organizadora: ESACB-IPCB (Ofélia Anjos, Cristina Alegria, Fragoso de Almeida)

observatório para as fileiras florestais


publicação de relatório síntese

A AFN, através da Direcção Nacional das Fileiras Florestais, divulgou recentemente o primeiro relatório resultante do observatório para as flieiras florestais.

Para fazer o download deste documento clique aqui.

Documentos do Pluridoc

Análise às dinâmicas existentes, na defesa da floresta contra incêndios, no concelho de Mortágua
Resumo em Português: Os incêndios Florestais são um fenómeno próprio de várias regiões, abrangendo aquelas que apresentam clima com características mediterrâneas, como o nosso país. Embora exista unanimidade em considerar a questão dos incêndios florestais, como um problema grave que urge...
Autor: Sandra Ferreira, Helder Viana, Paulo Barracosa
Ano: 2005
Idiomas do Documento: Português

Hotel Vila Park promove reflorestação

 
O Hotel Vila Park promoveu a plantação de 200 árvores na Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, em parceria com o ICNB.
As espécies escolhidas foram: pinheiro manso, carvalho português, medronheiro, sobreiro, alfarrobeira e oliveira. Esta iniciativa foi executada essencialmente pelo staff do Hotel, em regime de voluntariado, mas alargada aos clientes, com elementos dos 3 aos 70 anos, mas contando com o apoio do ICNB, da Junta de Freguesia de Santo André, Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Água Serra da Estrela e Viveiros Vasco da Gama.
Avelino de Sousa, director do hotel, realça que “é uma iniciativa a repetir, pois os nossos clientes assim querem, no entanto temos que respeitar as regras, nomeadamente os períodos aconselhados para se fazer as plantações – vamos organizar uma nova plantação para Outubro/Novembro”. In Ambitur

Serra de Monchique: preservar e desfrutar‏

Pela segunda vez Monchique contesta exploração mineira
Desta vez é a FELMICA-Minerais Industriais S.A. que requereu
a atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de depósitos
minerais de feldspato numa área de 1,612 Km2, na encosta sul da
Picota, entre a Fornalha e o Alto de Baixo, no concelho de Monchique!

Os moradores e proprietários daquela zona ficaram chocados quando viram
no Jornal de Monchique de 31 de Janeiro último, o aviso da Direcção
Geral de Energia e Geologia, datado de 10 de Janeiro.

Como é possível que isto aconteça sem ninguém ser previamente
consultado nem informado? Abrange uma zona extensa que, além de ser
habitada, pertence à Rede Natura 2000 e à Rede Ecológica Nacional!
Onde existe o sobreiro mais antigo de Portugal! Onde reside a Águia de
Bonelli…

Os proprietários e os moradores da zona afectada e
circundantes estão preocupados com esta situação e solicitam o apoio
da comunicação social.

Agradecemos desde já toda a vossa atenção a este assunto!
(texto editado das Pessoas contra a exploração  da Picota)

Assine a Petição:
http://www.thepetitionsite.com/1/save-Monchique-from-greedy-hands/

Notícia integral e texto oficial para concurso publicado no Jornal de Monchique:
http://pt.monchique.info/politica/pela-segunda-vez-monchique-contesta-exploracao-mineira/

Feira do Livro de Ambiente


Com o mote “um ambiente melhor, por um preço menor”, está a decorrer durante todo o mês de Fevereiro a Feira do Livro de Ambiente promovida pela Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território.



De 1 a 28 de Fevereiro poderá encontrar na feira uma grande colecção de livros, revistas, posters e postais sobre as temáticas do ambiente a preços especiais.
Pode visitar a Feira do Livro de Ambiente nos dias úteis, das 9h30 às 17h30, nas instalações do Centro de Documentação e Informação da Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, na Rua de “O Século”, n.º 63 – 1º andar, em Lisboa

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Checklist da Flora de Portugal


[Para consultar a base de dados clique aqui]







Em Novembro de 2007 realizou-se uma reunião entre a Direcção da ALFA e Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB). Ficou então decidido que a ALFA tomaria a seu cargo a elaboração da Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira).



Após quase 3 anos de trabalho, a ALFA apresentou publicamente a Checklist durante os VIII Encontros Internacionais de Fitossociologia – ALFA, que decorreram em Lisboa entre 13 e 16 de Setembro de 2010.



A ALFA disponibiliza agora a todos os interessados a Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira). Através desta página Web podem ainda ser enviados comentários, sugestões ou correcções. Uma versão em pdf do documento pode ser obtida após inscrição.



A Checklist da Flora de Portugal (Continental, Açores e Madeira) foi formalmente adoptada pelo ICNB e será parte integrante do inventário da biodiversidade prevendo-se a sua integração no futuro Sistema de Informação do Património Natural (SIPNAT, www.icn.pt/sipnat).





Nota explicativa





Os critérios taxonómicos e nomenclaturais para os taxa aceites foram, prioritariamente, os propostos nos volumes publicados da Flora Ibérica (Castroviejo et al. 1986-2010) e Nova Flora de Portugal (Vol. II e III, 1980-2003). No que diz respeito às revisões dos géneros ainda não publicadas pela Flora Ibérica ou que correspondem a endemismos (Madeira ou Macaronésicos), foi seguido o critério proposto na obra Flora of Madeira (Press & Short eds. 1994). Consideraram-se ainda as adições posteriores (por exemplo, publicação de novos taxa) à publicação desta obra, bem como algumas excepções em que os critérios taxonómicos reflectem a opinião de outros autores, nomeadamente revisores de géneros e a Checklist of Vascular Plants of Macaronesia de Hansen & Sunding (1993), a flórula das Selvagens publicada por Monod (1990), bem como as publicações mais recentes de Rivas-Martínez et al. (2002) e Costa et al. (2004).



De forma a manter a homogeneidade com o principal padrão taxonómico, i.e., com Flora Ibérica (Castroviejo et al. 1986-2007), a organização das famílias seguiu o modelo proposto por esta obra. Assim, no que diz respeito aos pteridófitos seguiu-se o arranjo supra-familiar proposto por Pichi Sermolli (1977); nas gimnospérmicas (Pinopsida e Gnetopsida) seguiu-se a disposição das famílias proposta por Mabberley (1997) baseada em Kubitzki (1990), ainda que com ligeiras modificações; nas angiospérmicas o critério supra-familiar baseia-se em Stebbins (1974). Este arranjo supra-familiar é aliás não muito distinto do adoptado por Press & Short (1994) para a Flora of Madeira. Tal como na Flora Ibérica, aceitam-se como independentes as famílias Asclepiadaceae e Amaryllidaceae, incluem-se nas Papaveraceae as Fumariaceae e nas Convolvulaceae as Cuscutaceae.



Apenas se consideram naturalizados os taxa que ocorram em habitats naturais e semi-naturais, estabelecendo-se e propagando-se por reprodução vegetativa ou sexuada. Assim, foram excluídos todos os taxa cultivados, quer para fins paisagísticos, quer florestais ou agrícolas, que persistem temporariamente em ambientes muito alterados pelo homem.



O nome aceite de cada taxon é seguido da abreviatura do nome do autor [segundo Brummitt & Powell 1992; International Plant Names Index (IPNI) http://www.ipni.org/index.html].



A listagem dos pteridófitos e espermatófitos baseia-se apenas em informação publicada e portanto confirmável. Informação não publicada, quer no que diz respeito a aspectos taxonómicos, quer no que diz respeito à distribuição, não se inclui por não se considerar fidedigna. Continua aqui. 



Municípios e ICNB formalizam cooperação na gestão de fundo para o Baixo Sabor



14.02.2011



Uma experiência pioneira de cooperação entre municípios e o Instituto de Conservação da Natureza vai ser hoje materializada num protocolo com as condições de gestão do fundo financeiro da Barragem do Baixo Sabor.



O protocolo será homologado pelo secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, numa cerimónia em Torre de Moncorvo, concelho onde está a ser construída a barragem que abrange quatro municípios do Nordeste Transmontano.



O fundo tem assegurada para 2011 uma verba de 800 mil euros a somar aos quase um milhão de euros já aprovisionados pela EDP desde o início da construção da barragem, em 2008, com reforços anuais correspondentes a três por cento da facturação de energia, durante os 75 anos da concessão. Os autarcas locais (Torre de Moncorvo, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Alfândega da Fé) constituíram a Associação de Municípios do Baixo Sabor (AMBS) que vai gerir localmente este fundo, em colaboração com o Fundo de Conservação da Natureza e Biodiversidade (FCNB).



"É a primeira vez que há uma compensação adicional" deste género, recordou à Lusa o secretário de Estado, referindo-se à medida criada no contexto de minimização e compensação dos impactos da barragem. O governante explicou que, inicialmente, o Governo entendeu atribuir a gestão do mesmo ao director do FCNB, que é, por inerência, o presidente do ICNB, Tito Rosa, o que gerou contestação dos municípios.



O protocolo que é hoje assinado "materializa a cooperação" entre ambos, disse o secretário de Estado do Ambiente, e serve para "dissipar as dúvidas de que a vocação do fundo é investir na região e clarificar que a ideia é envolver a associação na gestão". À AMBS caberá elaborar os planos anuais de actividades e a análise das candidaturas, cabendo ao director do FCNB aprovar os apoios a conceder, após parecer favorável do conselho estratégico composto por diversas entidades. In Ecosfera










Eng. Florestal





Precisa-se eng(a) ligado a florestas

Zona Coimbra Empresa: pavialmeida, lda

Categoria Agricultura / Florestas / Pescas Tipo: Tempo Inteiro

Referencia # 1182645 Data: 13-2-2011

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Empresa de região centro recruta eng(a) ou outra formação ligada ao

sector das florestas. Após analise do curriculo, entraremos em

contacto para mais informações.



Enviar curriculo com foto para grupo.valorestrategico@gmx.com



Um dia na Maternidade de Árvores

No próximo dia 20 de Fevereiro a Lousitânea no âmbito das comemorações do Ano Internacional do Voluntariado e da Agenda 21 Local de Góis, vai organizar o programa “Um dia na Maternidade” da Aigra Nova (concelho de Góis) para colaborar com este espaço de educação ambiental.
Clique aqui para ver programa detalhado (documento Word)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Obrigatoriedade de efectuar a limpeza das propriedades em espaços Rurais

 


Obrigatoriedade de efectuar a limpeza das propriedades em espaços Rurais
Eng. José Francisco Gomes Monteiro, Presidente da Câmara Municipal de Celorico da Beira, torna público que, nos termos do Decreto-Lei n.º 124/2006 de 28 de Junho, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 17/2009 de 14 de Janeiro que, parcialmente abaixo se transcreve, é obrigatória a limpeza das propriedades em espaços rurais:
“Artigo 1.º  - Objectivo e âmbito de aplicação
1 – O presente decreto-lei estrutura o Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios. 
Artigo 3.º - Definições
«Aglomerado populacional» o conjunto de edifícios contíguos ou próximos, distanciados entre si no máximo 5 m e com 10 ou mais edifícios, constituindo o seu perímetro a linha poligonal fechada que, englobando todos os edifícios, delimite a menor área possível;
«Espaços Rurais» os terrenos com aptidão para as actividades agrícolas, pecuárias, florestais ou minerais, bem como os que integram os espaços naturais de protecção ou de lazer, ou que sejam ocupados por infra-estruturas que não lhes confiram estatuto de solo urbano;
«Gestão de combustível» a criação e manutenção da descontinuidade horizontal e vertical da carga combustível nos espaços rurais, através da modificação ou da remoção parcial ou total da biomassa vegetal, nomeadamente por pastoreio, corte e ou remoção, empregando as técnicas mais recomendadas com a intensidade e frequência adequadas à satisfação dos objectivos dos espaços intervencionados;
«Período crítico» de 1 de Julho a 15 de Outubro, durante o qual vigoram medidas especiais de prevenção contra incêndios florestais, por força de circunstâncias meteorológicas excepcionais, este período pode ser alterado por portaria do Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas. 

Artigo 15.º - Redes secundárias das faixas de gestão de combustível
2 – Os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos confinantes a edificações, designadamente habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos, são obrigados a proceder à gestão de combustível numa faixa de 50 m à volta daquelas edificações ou instalações medida a partir da alvenaria exterior da edificações, de acordo com as normas constantes no presente decreto-lei e dele fazem parte integrante. 
8 – Nos aglomerados populacionais inseridos ou confinantes com espaços florestais e previamente definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios é obrigatória a gestão de combustível numa faixa exterior de protecção de largura mínima não inferior a 100m (ANEXO I)
9 – Compete aos proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos inseridos na faixa referida no número anterior a gestão de combustíveis nesses terrenos.

Artigo 38.º - Contra-ordenações e coimas e sanções acessórias1 – A s infracções ao disposto no presente decreto-lei constituem contra-ordenações puníveis com coima, de 140€ a 5000€, no caso de pessoa singular, e de 800€ a 60000€, no caso de pessoas colectivas, nos termos previstos no número seguinte:
2 – Constituem contra – ordenações:
 c) A infracção ao disposto nos números 8 e 9 do artigo 15.º…”
 d) A infracção ao disposto no n.º 2 do artigo 15.º
 Site oficial onde diáriamente é registado o risco de incêndio - clique aqui!
 Edital nº3/2011 - Câmara Municipal de Celorico da Beira
 
 Limites por freguesia onde é obrigatório limpar os espaços rurais:
 Açores Aldeia da Serra
 Aldeia Rica Assanhas
 Baraçal Barco
 Cadafaz Cardal
 Carrapichana Carvalheda
 Casas do Rio Casas do Soeiro
 Celorico Gare Cortegada
 Cortiçô Espinheiro
 Fornotelheiro Galisteu
 Lajeosa do Mondego Lameiras
 Linhares Maçal do Chão
 Mesquitela Minhocal
 Mogadouro Mourela
 Porteira Prados
 Quintas de Baixo Quintas de Cima
 Quintas do Salgueiro Rapa
 Ratoeira Salgueirais
 Santa Maria São Pedro
 Soutomoninho Vale de Azares
 Vale da Ribeira Velosa
 Vide Entre Vinhas Vila Boa do Mondego
 Vila Longa