Puesto de Personal Técnico asociado a
Proyecto I+D
* *
Se ofrece puesto de técnico asociado
al proyecto de investigación financiado
por el Ministerio de Ciencia e
Innovación denominado "Rasgos foliares y su
relación con el funcionamiento de
las plantas y ecosistemas mediterráneos"
(INTERBOS-02)
*Requisitos:
*Licenciado en Biología,
Ciencias Ambientales o afines o bien
Ingeniero Superior Agrónomo o de Montes
Carné de conducir
*Tareas a desarrollar:
Apoyo en muestreo de campo
Manejo de equipos y aparatos
relacionados con la ecofisiología
vegetal
Análisis químicos en laboratorio
*Bases de la convocatoria:
* link
*Condiciones:
* Contrato laboral por 3 años
Cuantía anual para titulados universitarios
de grado superior:
18.900 euros.
Retribución bruta mínima anual: 23.625 euros
Interesados deben enviar currículum vitae
a Rafael Villar Montero por
e-mail: bv1vimor@uco.es antes del
día 25 de Febrero de 2009. En el CV
indicar dos personas de referencia.
*************************************************
Dr. Rafael Villar Area de
Ecologia, Universidad de Cordoba Edificio C-4
"Celestino Mutis", Campus de
Rabanales Ctra. Madrid, Km. 396 14071 Cordoba;
Spain Phone: (34) 957 21 86
35; Fax: (34) 957 21 82 33
Research Project
www.irnase.csic.es/users/dinamed/
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Oferta puesto Tecnico asociado a proyecto investigacion
sábado, 27 de dezembro de 2008
Investigação fornece alternativas
22.12.2008
A investigação sobre a cortiça tem tido um importante incremento nos últimos anos. Esta tem incidido em duas frentes: a valorização da rolha e a procura de alternativas de aplicação para este produto natural.Depois do investimento na procura da solução para o chamado "sabor a rolha", que durante algum tempo serviu de argumento aos defensores dos vedantes alternativos, tanto a indústria como os institutos de investigação têm apostado na melhoria das qualidades do produto, assim como na procura de argumentos que o defendam.É o caso dos estudos sobre a capacidade de sequestro de carbono da cortiça e da investigação, feita pelo INETI, sobre uma substância que o vinho, em contacto com a rolha, gera: o potente anticancerígeno acutissimina-A.Mas tem sido feito também um grande esforço para encontrar novas aplicações. O INETI tem várias patentes, que vão desde a utilização da cortiça como produto de limpeza de materiais expostos à poluição ou como absorvente de crude em derrames. Desde aplicações militares à indústria automóvel ou farmacêutica, há centenas de promessas encerradas neste material. Já utilizada na construção civil como isolamento, a cortiça foi recentemente objecto de uma iniciativa da Susdesign para encontrar destinos criativos para um produto que consegue aquecer uma casa, preservar um vinho ou transformar-se num chapéu. A.F.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Concurso para Atribuição de uma Bolsa de Investigação
O Departamento de Engenharia Florestal abre concurso para atribuição de uma Bolsa de Investigação, no âmbito do projecto "Integração da gestão florestal e da gestão do fogo. Modelos e sistemas de decisão, PTDC/AGR-CFL/64146/2006", financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.Duração da bolsa: 3 meses, eventualmente renovávelPeríodo do concurso: o concurso encontra-se aberto de 6 a 17 de Outubro de 2008.Perfil dos candidatos: podem candidatar-se a este concurso detentores do grau de Licenciado ou Mestre em Ciências Agrárias ou Florestais, em Matemática, Estatística ou Investigação Operacional que evidenciem boa formação e experiência em desenvolvimento em sistemas de apoio à decisão bem como conhecimentos de informática e de inglês (falado e escrito). O trabalho a desenvolver envolverá a) investigação de modelos de risco de incêndio e de modelos de gestão florestal, b) programação de sistemas de informação e de decisão e c) preparação de publicações técnicas e cientificas.Remuneração: De acordo com a tabela de valores de bolsas de investigação atribuídas pela FCT.Documentos a apresentar: os candidatos deverão enviar carta com referência a este anúncio para o endereço a seguir indicado, acompanhada de curriculum vitae.Endereço: A/c Prof. José Guilherme Borges joseborges@isa.utl.pt
Instituto Superior de Agronomia
Departamento de Engenharia FlorestalTapada da Ajuda1349-017 Lisboa
Este concurso rege-se pelas disposições do Regulamento de Bolsas de Investigação Científica e de Apoio à Gestão do Instituto Superior de Agronomia, aprovado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) de acordo com o estabelecido no Decreto-Lei n.º 40/2004 de 18 de Agosto.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Eficácia do sequestro de carbono por plantações florestais
Uma equipa de investigadores Holandeses publicou recentemente na revista "Carbon Balance and Management" um interessante artigo onde procuraram quantificar a eficácia das medidas de mitigação das mudanças climáticas através do sequestro de carbono por plantações florestais, discutindo igualmente a utilidade de formas alternativas de atingir este objectivo.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Investigação
Uma equipa de investigadores da Alemanha e do Sri Lanka desenvolveu um novo método para medir o impacto de cada espécie na biodiversidade local. Segundo os responsáveis, o novo modelo representa um salto na compreensão da complexidade dos ecossistemas pois permite determinar se uma espécie promove ou suprime a diversidade.
O novo método é uma extensão de um procedimento familiar aos biólogos que consiste em investigar o número de espécies em relação com a uma dada área. A este procedimento, conhecido por "relação espécies-área" ou "SAR", a equipa acrescentou métodos sofisticados de estatística para que a informação recolhida pudesse ser usada para descrever o papel de cada espécie ao nível da biodiversidade.
De acordo com os responsáveis, este novo procedimento, a que chamaram "relação espécies-área individual" ou "ISAR" torna mais fácil identificar as espécies-chave num determinado ecossistema, isto é, aquelas que têm uma função determinante.
"Conseguimos ver a diversidade do ecossistema através das espécies individuais", disse Andreas Huth, co-autor da investigação." Isto significa que no futuro vai ser mais fácil compreender o papel das espécies individuais no ecossistema e implementar medidas de protecção que tenham por alvo as espécies-chave de uma determinada área", afirmou o investigador. A equipa utilizou o novo método para analisar dados de duas florestas tropicais húmidas do Sri Lanka e do Panamá, que fazem parte de uma rede coordenada pelo Centro para a Ciência da Floresta Tropical (CTFS), do Instituto Smithsonian. Esta rede engloba uma dúzia de terrenos delimitados de florestas tropicais à volta do globo, alguns com mais de 50 hectares, e faz o mapeamento e monitorização de cada planta, da maior à mais pequena, existente no local.
Os investigadores compararam 40 mil árvores de grande porte da floresta de Barro Colorado Island, no Panamá, com a uma amostra semelhante da floresta de Sinharaja World Heritage Site, no Sri Lanka. Descobriram que mais de dois terços das espécies não marcavam de forma identificável a diversidade espacial. As restantes tinham algum impacto na biodiversidade local mas apenas nas áreas imediatamente circundantes, num raio de 20 metros. De acordo com a investigação, estes resultados vão ao encontro da "teoria neutral", que diz que as características das espécies são insignificantes para os atributos de algumas comunidades e têm um papel secundário na estabilidade e diversidade do ecossistema. Nas duas florestas tropicais analisadas não havia nenhuma espécie a estruturar a diversidade a grande escala, o que segundo os investigadores sugere que a interacção equilibrada entre espécies deve ser uma catacreteristas das florestas mais ricas. "Os investigadores da biodiversidade ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre os processos que levam a um nível elevado de diversidade de espécies ou sobre que processos fazem com que esses sistemas complexos permaneçam estáveis", disse Thorsten Wiegand, um investigador envolvido.
No terreno do Panamá os investigadores detectaram mais espécies "repelentes" enquanto no Sri Lanka verificaram que havia um domínio de espécies "atraentes", isto é, das que promovem a biodiversidade. "Ainda não se sabe porque é que estas duas florestas são tão diferentes neste aspecto mas o nosso método é um salto na compreensão da complexidade da origem e manutenção das espécies nas florestas tropicais", salientou a investigadora Savitri Gunatilleke
O novo método é uma extensão de um procedimento familiar aos biólogos que consiste em investigar o número de espécies em relação com a uma dada área. A este procedimento, conhecido por "relação espécies-área" ou "SAR", a equipa acrescentou métodos sofisticados de estatística para que a informação recolhida pudesse ser usada para descrever o papel de cada espécie ao nível da biodiversidade.
De acordo com os responsáveis, este novo procedimento, a que chamaram "relação espécies-área individual" ou "ISAR" torna mais fácil identificar as espécies-chave num determinado ecossistema, isto é, aquelas que têm uma função determinante.
"Conseguimos ver a diversidade do ecossistema através das espécies individuais", disse Andreas Huth, co-autor da investigação." Isto significa que no futuro vai ser mais fácil compreender o papel das espécies individuais no ecossistema e implementar medidas de protecção que tenham por alvo as espécies-chave de uma determinada área", afirmou o investigador. A equipa utilizou o novo método para analisar dados de duas florestas tropicais húmidas do Sri Lanka e do Panamá, que fazem parte de uma rede coordenada pelo Centro para a Ciência da Floresta Tropical (CTFS), do Instituto Smithsonian. Esta rede engloba uma dúzia de terrenos delimitados de florestas tropicais à volta do globo, alguns com mais de 50 hectares, e faz o mapeamento e monitorização de cada planta, da maior à mais pequena, existente no local.
Os investigadores compararam 40 mil árvores de grande porte da floresta de Barro Colorado Island, no Panamá, com a uma amostra semelhante da floresta de Sinharaja World Heritage Site, no Sri Lanka. Descobriram que mais de dois terços das espécies não marcavam de forma identificável a diversidade espacial. As restantes tinham algum impacto na biodiversidade local mas apenas nas áreas imediatamente circundantes, num raio de 20 metros. De acordo com a investigação, estes resultados vão ao encontro da "teoria neutral", que diz que as características das espécies são insignificantes para os atributos de algumas comunidades e têm um papel secundário na estabilidade e diversidade do ecossistema. Nas duas florestas tropicais analisadas não havia nenhuma espécie a estruturar a diversidade a grande escala, o que segundo os investigadores sugere que a interacção equilibrada entre espécies deve ser uma catacreteristas das florestas mais ricas. "Os investigadores da biodiversidade ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre os processos que levam a um nível elevado de diversidade de espécies ou sobre que processos fazem com que esses sistemas complexos permaneçam estáveis", disse Thorsten Wiegand, um investigador envolvido.
No terreno do Panamá os investigadores detectaram mais espécies "repelentes" enquanto no Sri Lanka verificaram que havia um domínio de espécies "atraentes", isto é, das que promovem a biodiversidade. "Ainda não se sabe porque é que estas duas florestas são tão diferentes neste aspecto mas o nosso método é um salto na compreensão da complexidade da origem e manutenção das espécies nas florestas tropicais", salientou a investigadora Savitri Gunatilleke
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