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sábado, 15 de novembro de 2008

Novidade ECO2Balance

Actuando em parceria, adoptamos como valores a ética, a confidencialidade e o profissionalismo, asseguramos um relacionamento privilegiado e próximo com os nossos clientes. Garantimos qualidade e compromisso com resultados.Agimos de forma integrada com os nossos parceiros técnicos, detentores de vasta experiência em sustentabilidade ambiental e pioneiros no tema Carbono Neutro/ Social
Missão
Contribuir para a sustentabilidade socio-ambiental de forma credível, apoiando os nossos clientes a tornarem-se entidades reconhecidas pela sociedade pela sua inovaçãoo e pioneirismo na protecção do ambiente e promoção da responsabilidade social.
Visão
Ser o parceiro ibérico de referência para a realização de iniciativas de redução de Gases de Efeito de Estufa (GEE), para a promoção da responsabilidade social e para o aumento da competitividade das empresas.
Objectivos
Propor as soluções sócio-ambientais mais adequadas que acrescentem valor, tendo em conta o negócio dos nossos clientes; Reforçar a imagem dos nossos clientes, através da utilização do património gráfico associado aos nossos certificados, via acções de marketing e comunicação; Promover a mobilização massiva da sociedade para a redução de emissões de GEE.
Agora já não tem desculpa para não plantar uma árvore, faça o seu registo aqui, eles plantam uma arvore por si e dão lhe as coordenadas onde está plantada para mais tarde poder passear e visitar a suar árvore.
Para mais informações consultem o site geral pode ser visualizado com emissão de Co2 ou Co2 Reduzido

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Florestas e créditos de carbono‏

24/09/2008 - 05h09
União Européia avalia inclusão de créditos florestais no esquema de carbono
Por Sabrina Domingos, do Carbono Brasil
As dificuldades para se mensurar a absorção de carbono pelas florestas têmdeixado as árvores de fora do esquema europeu de negociações de emissões (EUETS), mas a União Européia pretende incluir as florestas tropicais no maiormercado de carbono do mundo realizando algumas emendas às regras atuais. Oassunto será debatido pelo Comitê de Meio Ambiente do Parlamento Europeu em07 de outubro. Grupos de conservação e países em desenvolvimento ricos em biodiversidadedefendem a criação de créditos de carbono baseados em florestas. Uma vitórianesse sentido foi alcançada no início do mês, quando o Comitê de Indústriado Parlamento mostrou-se favorável aos créditos florestais. O diretor-executivo do Programa Dossel Global, uma aliança de 38instituições cientificas que estudam florestas tropicais, Andrew Mitchell,acredita que um voto positivo poderia liberar bilhões de dólares para aproteção das florestas. “Esta é a maior e mais imediata oportunidade que omundo tem para gerar financiamentos de larga escala para as florestastropicais como um meio para mitigar as mudanças climáticas”, entende. A princípio, integrar as florestas existentes às iniciativas globais demudanças climáticas é uma atitude positiva, já que o desmatamento éresponsável por 20% das emissões de carbono do planeta – mais do que o setorde transporte como um todo. As preocupações metodológicas, no entanto, têm feito com que osrepresentantes do ETS lutem de maneira tímida para incluir as florestastropicais no esquema. Um dos principais obstáculos é a dificuldade de seobter dados verificáveis para questões-chaves como a capacidade exata decaptura de carbono pelas árvores. Defensores da inclusão das florestas no esquema salientam que a propostaRedução de Emissões do Desmatamento e Degradação das Florestas (REDD) estáajudando a resolver muitas das questões metodológicas. O REDD pode vir a seradotado pelo Protocolo de Quioto. Exemplo Uma iniciativa que vem dando resultado é aplicada pela Capital Canopy (umaafiliada do Programa Dossel Global sediada no Reino Unido). A entidadeconseguiu determinar um grande valor (não-revelado) para dar preço aos“serviços ambientais” das florestas de pé na Guiana - que ainda possui 85%do território coberto por floresta tropical. Os recursos para manter abiodiversidade local são provenientes de dez investidores privados, quepagam por atributos como a regulação climática, a produção de chuva e oarmazenamento de água. A Guiana, que é o terceiro menor país da América do Sul, seria um dos maisbeneficiados com a inclusão dos créditos florestais no ETS. Até agora, osesforços do presidente, Bharrat Jagdeo, para capitalizar as florestas de pépor meio de um mercado de serviços ambientais têm fracassado. “Nósprecisamos de soluções... a realidade é que o desmatamento é um resultado dofracasso de mercado que torna as árvores mais valiosas mortas do que vivas”,diz Jagdeo. Temores Alguns grupos ambientalistas, como o Greenpeace, temem que os créditos parainiciativas anti-desmatamento possam abrir as portas aos créditos porreflorestamento comercial. Os críticos das florestas comerciais, geralmente conhecidas como “sumidourosde carbono”, argumentam que é difícil garantir a longevidade de florestasplantadas e, consequentemente, de seus benefícios em relação ao carbono. Ossumidouros de carbono também são acusados de impactar negativamente abiodiversidade local e os grupos indígenas. “Nós reconhecemos que algo precisa ser feito para proteger as florestas, masnão apoiamos um mercado que não leva em conta a biodiversidade e os direitoshumanos”, afirma Joris Den Blanken, diretor de políticas européias demudanças climáticas para o Greenpeace. Os créditos florestais são uma das opções para se lutar contra odesmatamento. A Europa também discute a possibilidade de leiloar permissõesde emissões futuras do ETS e de reservar uma parte dos ganhos resultantes dapreservação das florestas. Pelo sistema atual, essas permissões são alocadasde graça. Os membros da UE, no entanto, não querem que Bruxelas defina como essesfundos devem ser gastos. As mudanças potenciais no ETS serão discutidas por líderes europeus emreunião de conselho no mês de outubro e um voto final do parlamento europeupoderá ser dado até dezembro.
* Com informações do Climate Change Corporation.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Eficácia do sequestro de carbono por plantações florestais‏

Uma equipa de investigadores Holandeses publicou recentemente na revista "Carbon Balance and Management" um interessante artigo onde procuraram quantificar a eficácia das medidas de mitigação das mudanças climáticas através do sequestro de carbono por plantações florestais, discutindo igualmente a utilidade de formas alternativas de atingir este objectivo.
O artigo intitula-se "Quantifying the effectiveness of climate change mitigation through forest plantations and carbon sequestration with an integrated land-use model" e os interessados poderão obtê-lo gratuitamente a partir do seguinte link:

terça-feira, 13 de maio de 2008

Plantar árvores para enterrar

Put the trees in the groundA solution for the global carbon dioxide problem? Of the current global environmental problems, the excessive release of carbon dioxide from the combustion of fossil fuels and the related global warming is one of the most pressing. In an essay in the journal ChemSusChem , Fritz Scholz and Ulrich Hasse from the University of Greifswald introduce a possible approach to a solution: deliberately planted forests bind the CO 2 through photosynthesis and are then removed from the global CO2 cycle by burial. "For the first time, humankind will give something back to nature that we have taken away before," says Scholz. "Whereas other environmental problems can, at least in principle, be solved by the appropriate modern technology," reports Scholz, "there are no realistic solutions for the CO2 problem." At present, a daunting 32 gigatons of CO2 are released into the atmosphere every year. Previous proposals to pump the CO2 into the oceans are not practicable or are ecologically problematic. The only possible way to bind sufficiently large quantities of CO2 from the atmosphere is photosynthesis. However, the resulting biomass cannot be burned or composted, because this would release the bound CO2. The trick will be to make the biomass "disappear". Scholz recommends planting forests whose wood will subsequently be buried. Possible burial sites include open brown coal pits or other surface mines. These should be filled with wood and covered with soil. Cut off from the air in this manner, the wood would not change, even over long periods. It could in principle be dug up in the future and used. According to estimations made by Scholz and Hasse, we would have to plant a little over one billion (10^9) hectares of forest in order to bind all of the carbon dioxide produced in a year. This corresponds roughly to the surface of the virgin forest cut down in the last century. This project could be financed by an additional tax of 0.11 € per liter of gasoline or 0.003 € per kilowatt-hour of electricity. "The forests should be planted in countries that are suitable for growing forest and also have the necessary sites for burial of the wood," stresses Scholz. "Other countries, the primary consumers of fossil fuels, can pay them for it. This would produce a global trade that would benefit everyone involved."Link
###Author:
Fritz Scholz, University of Greifswald, Greifswald (Germany), mailto:fscholz@uni-greifswald.deTitle: Permanent Wood Sequestration: The Solution to the Global Carbon Dioxide ProblemChemSusChem, doi: 10.1002/cssc.200800048

domingo, 2 de dezembro de 2007

Aumento da área florestal pode garantir cumprimento de metas de redução

Aumento da área florestal pode garantir cumprimento de metas de redução
de
emissões

Estudo finlandês diz que as árvores europeias estão a absorver mais
carbono

30.11.2007 - 12h39 PUBLICO.PT



As árvores da União Europeia (UE) estão a absorver mais dióxido de
carbono
desde 1990, segundo um estudo de investigadores da Universidade de
Helsínquia, segundo o qual o aumento das áreas florestadas pode ser a
solução para a UE cumprir os 20 por cento de redução de emissões até
2020.

O estudo, coordenado por Pekka Kauppi e publicado na revista britânica
"Energy Policy", revela que entre 1990 e 2005, as árvores nos 27 Estados
membros absorveram mais 126 milhões de toneladas de carbono, uma
quantidade
equivalente a onze por cento das emissões.

Os níveis de absorção variam entre os dez por cento nos 15 Estados
membros
mais antigos - incluindo a Áustria, Bélgica e Dinamarca - e os 15 por
cento
nos 12 Estados membros mais recentes, incluindo a Estónia, Hungria e
Eslováquia.

Kauppi, citado pelo jornal "The Guardian", diz que a taxa de absorção é
hoje
duas vezes maior do que os cinco por cento que a sua equipa calculou em
1992. Os investigadores calcularam o sequestro de carbono a partir da
densidade das árvores, biomassa e carbono atmosférico armazenado.

"As boas notícias são que as árvores são mecanismos extremamente
eficientes
para a captura e armazenamento de carbono", comentou Kauppi. O co-autor
Aapo
Rautiainen salientou que o impacto das árvores "na redução do carbono na
atmosfera pode muito bem ser duas vezes maior do que a redução
conseguida
através da utilização da energia renovável na Europa dos nossos dias".

Os investigadores sugerem que os governos europeus, além de se
preocuparem
só com as emissões da queima dos combustíveis fósseis, devem olhar para
a
política agrícola e florestal, bem como a gestão dos resíduos, para
reforçar
a biomassa dos ecossistemas como um "sumidouro de carbono". Uma das
ideias
dos autores do estudo é conceder "créditos" para a expansão das
florestas,
no âmbito do esforço europeu para a redução das emissões até 2020