terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Colaborador Externo em Flora/Vegetação para Bio3



Descrição da empresa
A Bio3 é uma empresa de consultoria, investigação e sistemas de informação em biologia. Para mais informações, consulte por favor o site www.bio3.pt.

Descrição da função
- Técnico especialista em flora e vegetação

Requisitos de candidatura
- Licenciado em Biologia, Ecologia ou Eng.ª Florestal
- Elevado grau de conhecimento em identificação de flora de Portugal
- Experiência em realização de trabalho de campo na área da flora e vegetação
- Conhecimentos de SIG e conceitos de cartografia
- Conhecimentos em delineamento experimental e análise de dados
- Carta de condução
- Disponibilidade para deslocações frequentes em todo o país

As candidaturas que não preencherem os requisitos mencionados não serão consideradas.

Perfil do candidato
- Ser responsável e organizado
- Possuir espírito de equipa
- Será dada preferência aos candidatos que possam utilizar viatura própria todo-o-terreno

Elementos necessários à candidatura
- Curriculum Vitae
- Carta de motivação

Prazos de candidatura
1 de março

Resposta por e-mail para candidaturas@bio3.pt. Mencionar no assunto a vaga a que se candidata

Fonte: http://naturlink.sapo.pt/Emprego/Emprego-Nacional/content/Colaborador-externo-mf26-02-13?bl=1

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

regulamento europeu de comércio de madeira‏

regulamento europeu de comércio de madeira
nova informação em português
No contexto do Regulamento Europeu (UE) nº 995/2010 que entrará em vigor no próximo dia 3 de Março foi disponibilizado no site da Comissão Europeia nova informação em Português sobre o tema.
Para visitar o site clique aqui, ou se pretender descarregar o folheto clique aqui.

Pode encontrar esta e outras notícias em www.centropinus.org

Quercus Lisboa - Acção de plantação de árvores - Estádio Universitário de Lisboa - 2 de Março‏


O Núcleo Regional de Lisboa da Quercus irá participar numa actividade de plantação de arbustos e árvores autóctones no recinto do Estádio Universitário de Lisboa (EUL).

Esta acção, desenvolvida em parceria com o EUL e com o apoio do projecto Criar Bosques da Quercus, tem como objectivo a criação de uma cortina de abrigo entre uma ciclovia e a 2ª circular, bem como compensar a queda de árvores que ocorreu neste local devido ao recente temporal.

A área que irá sofrer intervenção tem cerca de 4.000 m2 e está localizada no topo Norte do recinto do EUL, prevendo-se plantar 550 árvores e arbustos autóctones pertencentes a 10 espécies, entre as quais o carvalho-português, a azinheira, o medronheiro, a murta, o lentisco e o aderno.



Inscrição para voluntariado

As inscrições são limitadas a 25 participantes, sendo gratuitas mas obrigatórias.

Se pretender participar na acção através do Núcleo Regional de Lisboa da Quercus, como voluntário, deverá enviar, para efeitos de seguro, até ao fim do dia 28 de fevereiro (quinta-feira), os seguintes dados, para lisboa@quercus.pt :
*Nome completo
*Data de nascimento
*Nº contribuinte
*Nº de documento de identificação (BI - cartão de cidadão)

Indicar também os períodos em que deseja colaborar: só de manhã; só de tarde; de manhã e de tarde.

Materiais recomendados: luvas, roupa e calçado confortável, (dependendo do estado de tempo, impermeável), merenda e água.

Informações

Data: 2 de Março de 2013 - Sábado
Horário da acção: de manhã, entre as 9h e as 13h - de tarde, entre as 14h e as 18h
Local de encontro: hall de entrada do complexo de piscinas do EUL - no fim da Av. Prof. Gama Pinto [visualizar mapa]
Hora de encontro: manhã 9h00 - tarde 14h00
Local de plantação: visualizar mapa

Apoiar

Apoie o Núcleo Regional de Lisboa da Quercus com a sua ajuda voluntária e/ou através de donativo de valor livre. Poderá fazer um donativo durante a acção ou seguindo as instruções nesta ligação.

Agradecemos o seu contributo, está a ajudar o Ambiente!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

WORKSHOP “BIODIVERSIDADE DE MONTANHA”




Integrado no projeto Economountain, a Aguiarfloresta continua a promover iniciativas que visam a valorização das atividades agro-silvo-pastoral e a biodiversidade de montanha.

Desta feita, no próximo dia 22 de Março, irá decorrer um Workshop intitulado “Biodiversidade de Montanha” que contará com a presença de diversos especialistas ligados as atividades agrárias e a criação de valor e sustentabilidade dos territórios rurais, em especial dos de montanha.

Dentro desta ação será ainda possível contactar com diferentes realidades e perspetivas nas sessões técnicas de Paulo Alves, CIBIO, João Azevedo do Instituto Politécnico de Bragança, Filipa Manso da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e Vítor Batista, representante da EDP.

A EDP é a responsável pelo fundo de financiamento deste projeto que cria a ligação entre a economia local e a produção de serviços de ecossistemas.

Durante a tarde serão apresentados os diversos trabalhos desenvolvidos dentro deste campo de ação como o AguiarNature, e o Higro por Catarina Chaves e Paulo Monteiro, respetivamente e a possibilidade de assistir a exposições Eva González Xestion da Turística Rural, SL. e Eduardo Figueira da ANIMAR.

Para além de todo este trabalho técnico é importante explorar a componente social e incorporar uma execução estratégica junto da população local uma vez que é através do seu envolvimento que se poderão produzir os resultados e diversificar as atividades, para auxiliar nesse campo, estará Ricardo Correia que nos dará uma visão sobre o “Marketing Verde”.

Oportunidade ainda para descobrir os produtos locais que serão incorporados ao longo do dia, nas degustações da biodiversidade, tendo como componente essencial a valorização e a inovação.

6º Inventário Florestal Nacional‏

6º Inventário Florestal Nacional
resultados preliminares
Esta manhã, na Tapada Nacional de Mafra, foram apresentados os dados de áreas apuradas por classes de uso/ocupação do solo (resultados preliminares), que se encontram já disponíveis na página do ICNF, emhttp://www.icnf.pt/portal/icnf/noticias/destaques/ifn6
Veja esta e outras notícias em www.centropinus.org

87 | Boletim Informativo‏ embar

87 | Boletim Informativo
|   Fevereiro 2012
Associação Nacional de Recuperação e Reciclagem de Embalagens e Resíduos de Madeira
6º Inventário Florestal Nacional - resultados preliminares
Foram apresentados hoje (11/02), na Tapada Nacional de Mafra, os dados das áreas apuradas por classes de uso/ocupação do solo, estando prevista para 2014 a edição do relatório final do Inventário Florestal Nacional 6 (IFN 6).
Consultar a página do ICNF aqui
Regulamento europeu de comércio de madeira
A partir do dia 3 de março, p.f., entra em vigor o "Regulamento europeu de comércio de madeira" - Regulamento (UE) N.º 995/2010, de 12 de novembro.
Para mais informações sugerimos a consulta:
  • do site da Comissão Europeia - EUTR
  • documento de orientação sobre a aplicação do EUTR

Legislação
Diretiva 2013/2/UE da Comissão, de 7 de fevereiro de 2013
Que altera o anexo I da Diretiva 94/62/CE do Parlamento Europeu e do Conselho,relativa a embalagens e resíduos de embalagens.
Consulta do documento aqui
Eventos
13 de fevereiro de 2013
Agência Portuguesa do Ambiente
Auditório da APA, Lisboa, Portugal
__
25 a 26 de fevereiro de 2013
Lisboa, Portugal
__
20 a 24 de março de 2013
Nantes, França

sábado, 23 de fevereiro de 2013

GH: Eng. Florestal



Tropical Forest Manager

We are representing one of the world leading agricultural company that
is currently looking for a Tropical Forest
Manager to work in Ghana.
The Tropical Forest Manager will take care of all the technical
operations and production of the forest site (20 000
hectares)

As a Tropical Forest Manager you will be responsible for:

• Managing all aspects of technical operations at the site (felling,
topping, cutting, planting, trail development,
infrastructure ...)
• Ensuring the delivery of timber and logs to sawmills, operate and
control production ensuring within budget and
expected results determined by the Group.
• Supervising and leading teams (local and expatriate).

Qualifications:
• 5 + years experience of working in a similar position as a minimum
• Previous experience of working in West Africa
• Advanced knowledge of all West African Trees
• Excellent negotiation skills

Significant operational experience in managing forestry will be
essential, preferably acquired in West
Africa or in an emerging country.
It is essential that you have a deep knowledge of all types of West
African trees alongside planning and
negotiation

Compensation and Benefits:

We can pay excellent wages, two flights home per year and 60 days
holiday per year.
All insurance, accommodation and meals will be provided.

This is a business where you can make a career and with which there is
much opportunity to grow with one of the
world\'s leading agricultural industry.

FOREST ESTATE MANAGER, FOREST MANAGER , TIMBER HARVESTING ,Responsable
d'exploitation
Forestiere ,Forester

If this is of interest to you please send me your CV / Resume as a
WORD document to conor@millarcameron.com

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Quercus pede ao Governo para votar a favor de proibição de pesticida que mata abelhas

Quercus pede ao Governo para votar a favor de proibição de pesticida que mata abelhas


Na próxima segunda-feira, 25 de Fevereiro, os Estados-Membros da União Europeia irão votar sobre a proibição de uma controversa classe de pesticidas, os neonicotinóides. Estes pesticidas estão ligados ao declínio das abelhas em todo o mundo, de acordo com a ONGA.
“Síndrome do Colapso das Colónias é a designação dada a um fenómeno em que as abelhas desaparecem inexplicavelmente, deixando para trás uma colmeia com criação e comida. Este fenómeno nunca antes visto até 2006, causou e continua a causar sérios problemas um pouco por todo o mundo, inclusive Portugal. Os neonicotinóides têm sido consistentemente apontados como uma das causas para esse colapso”, explica a Quercus em comunicado.
Só nos últimos três anos, mais de 30 estudos científicos têm demonstrado os efeitos adversos dos neonicotinóides nos insectos. Estes insecticidas são sistémicos, ou seja, entram em todas as partes das plantas alvo, incluindo o pólen e néctar que as abelhas colhem e processam.
Em Janeiro, a Autoridade para a Segurança Alimentar Europeia (EFSA) publicou uma recomendação científica para que as três substâncias principais dos neonicotinóides – Clotianidina, Tiametoxam e Imidaclopride – deixassem de ser usadas em culturas visitadas por abelhas.
Há, neste momento, muita informação que aponta para a mesma conclusão: há um risco real no uso de neonicotinóides em culturas agrícolas que atraem abelhas porque estes químicos levam ao declínio das abelhas e outros polinizadores. “Esse risco não é aceitável nem de um ponto de vista ambiental, nem económico”, afirma a Quercus.
“É crucial que Portugal marque posição contra os neonicotinóides. Tal posição irá proteger os polinizadores e o equilíbrio dos ecossistemas, irá proteger a produção agrícola nacional e irá proteger a apicultura que não só tem importância na sua acção polinizadora mas também como actividade económica sustentável”, conclui a ONGA.
Foto: Ricardo Marques, Quercus

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Iniciativas de plantação na Região do Porto - Já este Sábado - 23 de Fevereiro‏

PLANTAR UMA ÁRVORE | CENTRO REGIONAL DE EXCELÊNCIA DO PORTO
INICIATIVAS DE PLANTAÇÃO NA REGIÃO DO PORTO

Inscrições Abertas e Gratuitas em
https://docs.google.com/a/plantarumaarvore.org/spreadsheet/viewform?formkey=dGlObHA1Z2FLSkdudEZiaDIyS3BYdmc6MQ#gid=0


INICIATIVA DE PLANTAÇÃO | SANTO TIRSO
23 Fevereiro | Sábado | 09h30-13h00 | Monte Padrão

Nesta iniciativa vamos dar continuidade aos trabalhos de plantação e manutenção em Monte Padrão.

INICIATIVA DE PLANTAÇÃO | TROFA
23 Fevereiro | Sábado | 09h30-13h00 | Sardoeira

Nesta iniciativa daremos continuidade aos trabalhos de plantação e manutenção na Sardoeira, com a plantação de mais 500 árvores nativas.

Inscrições Abertas e Gratuitas em
https://docs.google.com/a/plantarumaarvore.org/spreadsheet/viewform?formkey=dGlObHA1Z2FLSkdudEZiaDIyS3BYdmc6MQ#gid=0

INFORMAÇÃO ADICIONAL
Estas iniciativas realizam-se são desenvolvidas no âmbito do projeto FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, promovido pelo CRE_Porto, em parceria com o Plantar Uma Árvore, que convoca a sua comunidade para as iniciativas.

Após a inscrição irá receber, dias antes do dia da iniciativa, um e-mail com indicações relativas ao ponto de encontro e recomendações para a iniciativa.


Plante esta Ideia

Participe! Mobilize! Divulgue! Cada pessoa conta!
www.plantarumaarvore.org
www.facebook.com/PlantarUmaArvore

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

REFLORESTAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS NA MATA DO DESTERRO



A Mata do Desterro é uma área florestal situada na margem direita do rio Alva, na Senhora do Desterro, freguesias de São Romão e Seia. Propriedade da EDP – Energias de Portugal, S.A., tem uma superfície de 136 hectares e insere-se no Parque Natural da Serra da Estrela (PNSE). Na Mata, sob gestão do Município de Seia desde Maio de 2007, desenvolve-se um projeto de uso múltiplo da floresta que tem por objetivos a conservação da natureza e a educação ambiental. No âmbito da conservação pretende-se restaurar a vegetação natural, potencialmente constituída por bosques de carvalhos, e promover a biodiversidade. O projeto visa também auxiliar os visitantes na compreensão da paisagem, nas suas várias componentes. 
Anualmente o FAPAS em parceria com o CISE e o Parque Natural da Serra da Estrela, colabora em atividades de reflorestação envolvendo escolas.
No próximo dia 28 de Fevereiro, 130 alunos do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Laranjeira, em Espinho, irão plantar árvores autóctones.
_________________________________________________________________________
Programa:
9.30h. Acção de formação no CISE *
             Orador: Eng. Alexandre Silva
  10.15h. Saída para a Mata do Desterro
10.30h. Plantação de árvores  autóctones
*CISE  Centro de Interpretação da Serra da Estrela Rua Visconde de Molelos 6270-423 SEIA
            Telefone: 238 320 300
*FAPAS
Rua Alexandre Herculano, 371, 4ºDtº Porto; tel: 22 2002472; Email: geral.fapas@sapo.pt

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

pinuspress 31‏

pinuspress 31
seminário 'mais e melhor pinhal' - síntese e conclusões
Na edição 31 do boletim informativo do Centro PINUS destaca-se a síntese da informação apresentada e as principais conclusões do seminário "Mais e melhor pinhal" que o Centro PINUS organizou no passado dia 14 de Dezembro em Cantanhede. 
Dá-se ainda a conhecer mais uma empresa da Fileira do Pinho, a Luso Finsa, empresa associada do Centro PINUS.
Download: Pinupress31
Pode encontrar esta e outras notícias emwww.centropinus.org

Comunicado | Corte de sobreiros em Santa Maria da Feira para construção de novo parque empresarial‏


logo

Corte de sobreiros em Santa Maria da Feira

Em causa desmatação para novo parque empresarial


A Quercus foi alertada para o abate de sobreiros numa área florestal da freguesia de Pigeiros em Santa Maria da Feira, alegadamente para a construção de um novo parque empresarial, tendo de imediato denunciado a situação ao SEPNA da GNR e ao Município de Santa Maria da Feira.

No seguimento deste alerta, a Quercus deslocou-se recentemente às obras do Parque Empresarial de Recuperação de Materiais (PERM) e confirmou que o madeireiro que está a desmatar toda a área florestal, para além dos pinheiros e eucaliptos, também abateu e removeu do local sobreiros verdes sem que exista autorização do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, uma situação inaceitável e reveladora da falta de fiscalização que se verifica nesta área.

O PERM é uma parceria público-privada, que resultou na criação de uma Empresa Intermunicipal que visa a recuperação e reciclagem de materiais automóveis, para tratar uma concentração significativa de depósitos de veículos em fim de vida, a qual conta com o apoio financeiro do "ON.2 – O Novo Norte” (Programa Operacional Regional do Norte, co-financiado pela União Europeia).

Não obstante a Quercus considerar importante a constituição de um parque como o PERM para tratar dos veículos em fim de vida, não pode aceitar que uma obra com um investimento público de 12,8 milhões de euros, cofinanciado em 8 milhões de euros pelo ON.2 não cumpra integralmente a legislação em vigor.

Neste contexto, deviam ter sido estudadas alternativas de localização para este parque empresarial de grande dimensão e avaliados todos os impactes sobre o território, árvores protegidas, linhas de água e do aquífero existente. A qualidade da água do ribeiro da Lage e do rio Uima, assim como a captação do recurso hidromineral das Caldas de S. Jorge, poderão ser afetadas pelas atividades a desenvolver no PERM, caso não sejam minimizados todos os riscos.
De salientar que para viabilizar este novo parque empresarial que não estava previsto no PDM de Santa Maria da Feira, a Câmara Municipal suspendeu parcialmente o PDM, pelo que deveriam existir especiais cautelas relativas à minimização dos impactes no território.
A Quercus espera que sejam salvaguardados os núcleos de sobreiros existentes, exigindo uma fiscalização adequada deste projeto por parte do dono da obra, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, e por parte das demais autoridades para evitar o abate ilegal de sobreiros.
 

Lisboa, 13 de Fevereiro de 2013

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

A Direção do Núcleo Regional de Aveiro da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

domingo, 10 de fevereiro de 2013

regulamento europeu de comércio de madeira‏

regulamento europeu de comércio de madeira
documento de orientação sobre aplicação e novo site
No contexto do Regulamento Europeu (UE) N.º 995/2010 que entrará em vigor no próximo dia 3 de Março, a versão final do documento de orientação sobre a aplicação do regulamento encontra-se disponível emhttp://ec.europa.eu/environment/forests/pdf/Final%20Guidance%20document.pdf
 Está disponível um novo site para informação emhttp://ec.europa.eu/environment/eutr2013/
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Comunicado | Quercus considera inaceitável invocação de interesse público para justificar Barragem de Ribeira das Cortes no Parque Natural da Serra da Estrela‏


logo quercus



Barragem de Ribeira das Cortes no Parque Natural da Serra da Estrela
Quercus considera inaceitável a invocação de interesse público para justificar o avanço da obra



Foi com surpresa que a Quercus tomou conhecimento da decisão do Governo de invocar “grave prejuízo para o interesse público” para desbloquear a construção da barragem de Ribeiras das Cortes, na Covilhã, a qual assenta numa Declaração de Impacte Ambiental (DIA) de 2006, cuja sucessiva prorrogação suscitou um pedido de esclarecimento da Quercus junto do ex-Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território em Outubro de 2012, o qual não obteve resposta até à presente data.

Na base deste pedido de esclarecimento, estão dúvidas sobre os fundamentos que levaram à prorrogação da DIA, quando esta se baseia numa falsa necessidade de reforço do fornecimento de água à população, assim como numa subvalorização de consideráveis impactes negativos sobre os valores naturais em presença na área.

Mais, o próprio ex-Secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território revogou, em Novembro de 2012, o despacho de prorrogação de validade da DIA provocando a caducidade da mesma. Inexplicavelmente, veio a alterar a sua posição, levando-nos à situação atual. 

No que concerne ao fornecimento de água, é um facto que o Município da Covilhã tem vindo a perder população e que os consumos de água na Covilhã têm também vindo a baixar consecutivamente. Acresce ainda que o controlo de qualidade da água na concelho da Covilhã revelou que esta apresenta excelente qualidade. Estes fatores conjugados demonstram que o atual sistema de abastecimento de água é mais do que suficiente e que a construção desta barragem é mais um desperdício de dinheiros públicos. 

Acresce ainda o facto de também terem sido insuficientemente ponderados os impactes sobre os habitats, a flora e a fauna do Parque Natural da Serra da Estrela, nomeadamente sobre espécies como a Cegonha-preta, o Melro-de-água, o Lagarto-de-água ou a Toupeira-de-água, uma vez que a criação de um represamento com variabilidade do nível das águas ao longo do ano impossibilita a instalação de um corredor ribeirinho.

Deste modo, a Quercus reafirma que não se conformará com qualquer decisão que vá no sentido da construção da barragem de Ribeira das Cortes e exige que sejam cabalmente esclarecidas as circunstâncias em que se verificou o envolvimento do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, neste processo, bem como dos reais motivos que levaram à saída do Governo do ex-secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo. 


Lisboa, 7 de Fevereiro de 2013

A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza

Comunicado Novo Regime de Arborização Governo continua a favorecer as celuloses‏


Novo Regime de Arborização

Governo Continua a Favorecer as Celuloses

Apesar do novo regime de arborização e rearborização, promovido pela ex-Autoridade Florestal Nacional, no mês de maio de 2012, ter sido alvo de fortes críticas por parte das fileiras florestais - que não a do eucalipto -, das Associações de Defesa do Ambiente e de milhares de cidadãos que assinaram duas petições contra a nova legislação, tudo leva a crer que o Conselho de Ministros se prepara para aprovar uma proposta que continua a ir no sentido de permitir novas plantações de eucaliptal sem qualquer regulamentação, sobretudo no Norte e Centro do País.

ICNF e Ministério da Agricultura reféns das celuloses
A insistência na publicação desta legislação é reveladora da fragilidade do ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, enquanto instituição pública, e dos decisores políticos do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, pois revela que ambos se encontram reféns das pretensões e das ambições das celuloses, em prejuízo das restantes fileiras florestais.

Apesar dos resultados preliminares do 6.º Inventário Florestal Nacional (IFN6), relativos a 2010, apontarem para uma área de 750 000 hectares de plantações de eucalipto, e confirmarem esta espécie como aquela que mais área florestal ocupa no nosso país, a realidade é que este valor deverá já ser muito superior se forem considerados os povoamentos mistos, os povoamentos jovens e as áreas ardidas, pelo que atualmente devemos estar muito próximos de um milhão de hectares de eucaliptal em Portugal.

Sendo os resultados publicados a demonstração cabal de que a ex – Autoridade Florestal Nacional (hoje ICNF), Municípios e sucessivos governos não conseguiram conter a expansão das plantações de eucalipto – uma espécie exótica invasora, ainda que tenha interesse comercial para a indústria de celulose – a Quercus não compreende a necessidade de se aprovar um novo regime que apenas desregulamenta o setor florestal e que foi pensado para somente favorecer as celuloses, quando , e crescimento mais lentobres, o regimne actualuma proposta de interior ssidade  o eucalipto é já a espécie mais abundante em Portugal.

Sendo o eucalipto uma espécie de rápido crescimento, de acordo com o regime atual, também não se compreende a intenção de o considerar no novo regime uma espécie comparável às árvores autóctones de crescimento mais lento, o que é revelador da irresponsabilidade do Governo e da Administração Pública, que deveria ser isenta e regular adequadamente todo o setor florestal, discriminando positivamente as espécies autóctones.

Certificação florestal em causa
De acordo com o que veio recentemente a público, apenas as ações de arborização em áreas iguais ou superiores a 2 hectares é que necessitarão de autorização. Ou seja, a grande maioria do território a Norte do Tejo, em que a propriedade tem em média uma área inferior a 1 hectare (com base nos dados oficiais inscritos na Estratégia Nacional para as Florestas, publicada em 2006), ficará isenta desta autorização. Assim, todas as novas plantações de eucaliptos que ocupem menos de 2 hectares ficam completamente desregulamentadas, sem que a Administração possa intervir para garantir o correto ordenamento florestal. Se assim for, é inevitável uma expansão descontrolada de novas plantações de eucaliptos à custa da nossa floresta autóctone, colocando não só em causa os esforços dos pequenos proprietários em certificarem a sua gestão florestal, que vão da cadeia de responsabilidade até à indústria transformadora, mas também condicionando a comercialização e a exportação de produtos florestais portugueses.

Também o surto de conversões de pinhal bravo, de carvalhal e de povoamentos de sobreiro em plantações ilegais de eucaliptos que se tem vindo a registar nos últimos anos parece agora vir a ser facilitado com a aprovação do novo regime, facto que irá afetar negativamente a diversidade biológica da nossa floresta, bem como toda a economia ligada às empresas das fileiras do pinheiro e da cortiça, favorecendo apenas a das celuloses.

Neste contexto, Quercus mostra-se muito apreensiva com a aprovação de um regime jurídico enviesado e desequilibrado, que não foi alvo de suficiente escrutínio pelas partes interessadas, apesar de nos ter sido garantido de que tal iria ocorrer, e apela ao Senhor Presidente da República para que não promulgue um diploma legislativo concebido à medida dos interesses de apenas uma das fileiras industriais – a das celuloses – em detrimento do desenvolvimento sustentável da floresta portuguesa.

Lisboa, 8 de fevereiro de 2013

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Philips lança colmeia urbana caseira

Publicado em 31 de Janeiro de 2013.

A Philips acaba de lançar um novo conceito de colmeia urbana que permite a qualquer pessoa tornar-se num apicultor amador – até quem vive em apartamentos sem quintal. O projecto permite vislumbrar a acção das abelhas de perto e colher o mel que elas produzem.
Uma vez fixado, o casulo coberto de vidro permite às pessoas espreitarem para a colmeia e verem as abelhas, enquanto a entrada branca do sistema, oposta, permite aos animais entrar e sair. O escudo de vidro filtra a luz para deixar passar o comprimento de onda laranja que as abelhas usam para ver. A colmeia tem ainda um buraco feito no vidro, tornando possível, através de um pequeno cordão, extrair o mel fresco.
De acordo com o Inhabitat, a colmeia urbana vem equipada com um conjunto de estruturas com textura, de modo a facilitar o trabalho nas abelhas sobre elas. Através do buraco é também possível largar fumo – a forma tradicional de acalmar as abelhas –, no caso de a colmeia ter de ser aberta para melhor a examinar.
A colmeia da Philips foi divulgada como parte da sua Microbial Home Design, apresentada na Dutch Design Week. A Microbial Home consiste na aventura de repensar a vida doméstica, com uma cozinha digestora como parte central que transforma lixo em gás metano para fornecer energia para toda a casa. A colmeia foi um dos muitos projectos incluídos do modelo deste lar.
Como as colónias de abelhas globais estão em declínio, este projecto contribui para a preservação das espécies e incentiva o retorno da abelha urbana. Se o sistema chegar realmente ao mercado, esta será uma forma prática de apoiar estas criaturas fascinantes, enquanto se obtém alguma doçura em troca.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Brasil faz primeiro inventário florestal em 40 anos

Brasil faz primeiro inventário florestal em 40 anos


O Brasil vai fazer o seu primeiro Inventário Florestal Brasileiro (IFB) em quarenta anos, aunciou o Ministério do Meio Ambiente brasileiro. O novo estudo pretende aprofundar o conhecimento a respeito das matas do país e, assim, traçar políticas públicas mais eficientes para o uso e conservação das florestas.
Entre outros dados, o inventário reunirá informações sobre os stocks de biomassa e carbono das florestas e as espécies de fauna e flora que habitam nesses locais, além do modo de vida da população. O inventário começou a ser feito em 2011, em fase de testes, nos Estados de Santa Catarina e Distrito Federal e será expandido este ano para a Floresta Amazónica.
Portugal, recorde-se, vai apresentar em breve o seu novo Inventário Florestal. Alguns resultados já são conhecidos.
De acordo com o Governo brasileiro, citado pelo Planeta Sustentável, o inventário será montado a partir da recolha de informações em 22 mil pontos do país, sendo que quatro mil deles estão na região amazónica. O projecto contará com a participação de universidades, instituições de pesquisa, governos locais e dos próprios moradores, que também serão entrevistados.
O custo total do novo inventário, cuja conclusão está prevista para 2016, é estimado em R$ 150 milhões (€55,8 milhões).
O primeiro e único inventário florestal do Brasil foi feito há quase 40 anos, na segunda metade da década de 1970. Os resultados da iniciativa foram divulgados em 1983 e, desde então, não mais actualizados. In Greesavers