sábado, 31 de maio de 2008

Tropical forests

Managing a resource with global and local value
Deforestation is not new: 2000 years ago most of Europe was covered by forests. Today, forests cover less than half of the continent. While forest area is increasing in many temperate regions, the rate of deforestation is alarmingly high in the tropics, where forests are disappearing faster than anywhere else in the world.
Forests are a valuable asset: not only do they provide renewable resources such as timber, food and medicines, but they also play a key role in the fight against global warming and biodiversity loss. This thematic issue reports on recent advances in our understanding of the impacts of deforestation and forest degradation, and explores ways to mitigate these damaging effects. The issue highlights the need for new policy and management tools, bringing together practitioners interested in climate protection, biodiversity conservation, and rural livelihoods to protect forests.
The impact of tropical deforestation on the climate will be felt the world over: two articles in this issue address the impact of deforestation on climate change (see 'Deforestation must stop to curb CO2 emissions' and 'Deforestation's double-blow: carbon emissions and biodiversity loss'). The changing climate will also affect forests, and measures are needed now to facilitate adaptation (see 'Will tropical forests survive a changing climate?').
Forests are home to a rich array of wildlife, and deforestation and forest degradation can lead to destruction of valuable habitat: recommendations for sustainable logging which takes account of biodiversity concerns are reported in 'Managing logging for biodiversity'.
Involving local communities in managing forests is explored in 'Improving livelihoods for poorer forest dwellers in Nepal', while Payment for Environmental Services (PES) schemes are addressed in 'Are payment for environmental services schemes effective?'.
Many of the issues covered by these articles are controversial. For example, some governments do not accept that conversion of natural forests to tree crop plantations is 'deforestation'. Whatever the label, more information, analysis, and debate on this topic will surely lead to increased understanding of current challenges and future ways forward for sustainable forest management.
Frances Seymour Center for International Forestry Research (CIFOR) Indonesia

IN THIS ISSUE
Deforestation must stop to curb CO2 emissions Clearing tropical forests and peat swamps has a significant environmental impact, in particular on climate change. Sumatra in Indonesia is one region that serves as an example of how forest clearance can contribute to carbon dioxide emissions and loss of biodiversity, according to a new report. (more...)
Deforestation's double blow: carbon emissions and biodiversity loss Deforestation increases CO2 emissions, as forests are subjected to 'slash and burn' clearing to make way for agricultural land. In China, for example, vast areas of rainforest are being cleared to make way for rubber plantations. Using satellite images, researchers have assessed that the average loss of natural forest between 1976 and 2003 is 13,722 hectares per year. In total, this caused a loss of biomass carbon stocks of 80 Teragrams (Tg) of carbon by 2003. This land-use change is also destroying natural habitats, with important consequences for forest biodiversity.(more...)
Will tropical forests survive a changing climate? Most people are familiar with tree-planting as a way to offset carbon emissions. However, while the focus has been on reforestation and preventing deforestation, there has been little emphasis on how the world's tropical forests, managed for production purposes, will actually be able to adapt to the changing climate. According to a new study, there is an urgent need to put measures in place to ensure that the world's tropical forests will survive. (more...)
Managing logging for biodiversityForest management should safeguard biodiversity as well as focusing on harvesting timber, a new report from South East Asia argues. Despite many initiatives such as codes of practice, criteria and indicators and certification schemes, guidelines and standards remain vague and lack quantitative targets. (more...)
Improving livelihoods for poorer forest dwellers in Nepal Community forestry in Nepal claims to be a successful model of participatory, community-based forest management, and there is considerable evidence that it is improving forest protection and regeneration. However, community forestry makes only a limited contribution to improving rural livelihoods. New research suggests that social factors may be limiting the access of poorer households to forestry products. (more...)
Are payment for environmental services schemes effective? Designing an effective payment for environmental services (PES) scheme is a complex task, requiring an understanding of the interactions between communities and logging companies. Recent research suggests that the cost of effective PES schemes could be higher than current logging fees. (more...)

Renováveis pressionam ecossistemas


Empresários reconhecem que por vezes não sabem muito bem como "objectivar a defesa da biodiversidade nos negócios".
Mário de Carvalho
0:00 Sábado, 31 de Mai de 2008
No Parque Nacional da Peneda Gerês o espaço do carvalhal está a ser ocupado pela acácia aumentando o risco de incêndio
A pressão sobre as áreas protegidas para a instalação de parques eólicos e construção de barragens pode pôr em causa a biodiversidade, ainda existente nesses locais, igualmente ameaçada pela construção de vias rodoviárias.
O alerta foi lançado por Henrique Miguel Pereira, do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Norte, do ICNB-Instituto da Conservação de Natureza e da Biodiversidade, durante o encontro do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável que decorreu em Lisboa.
Segundo Henrique Miguel Pereira, as pressões das "energias renováveis" em zonas naturais, representam um "risco" na preservação desses espaços pois são instaladas, geralmente, no cume das montanhas podendo, inclusive, alterar o sistema de recursos hídricos, provocar erosão e danificar o habitat das espécies.
Relativamente às construções de barragens, Miguel Pereira alertou ainda para o facto de estas infra-estruturas poderem fragmentar habitats e reduzirem os transportes de sedimentos nos rios aumentado a erosão na zona costeira. Recordou que outro dos impactos negativos é a perda de valores paisagísticos dos rios selvagens. E para que não houvesse dúvidas, sobre o que pode estar em risco, apelou aos convidados presentes no encontro, a visitar a região do rio Sabor para observarem "a riqueza natural de um rio ainda selvagem".
O responsável do ICNB destacou igualmente a necessidade de preservar e valorizar a floresta nativa como um dos meios de combate aos incêndios e conservação das espécies. Mais de 45% as espécies de anfíbios, répteis, mamíferos, aves e borboletas estão associados ao ecossistema da floresta.
"O carvalhal e a azinheiro estão a desaparecer, sendo substituídos por pinheiros e eucaliptos", disse Miguel Pereira, ao mostrar um mapa onde as manchas florestais em Portugal, indicam que os carvalhais, uma das características da paisagem nortenha, são agora minoritárias.
Assumindo a defesa do carvalhal, Henrique Miguel Pereira indicou tratar-se de uma árvore resistente aos fogos, enquanto as monoculturas de pinheiro e eucalipto têm um comportamento contrário.
Durante este debate, o presidente do Grupo Portucel/Soporcel, Pedro Queiroz Pereira, afirmou : "Não tenho oleado o discurso de fé em defesa de biodiversidade".
Queiroz Pereira encara a floresta como um ramo de negócio, garantindo que o sector das celuloses, pelo qual é responsável, tem "boas práticas de silvicultura".
Uma avaliação científica internacional do "Millennium Ecosystem Assessment" indica que, nos últimos 50 anos, a actividade humana alterou substancialmente os ecossistemas como nunca foi visto na história da Humanidade. As alterações do uso do solo, provocados pelos fertilizantes, pesticidas, alterações climáticas, a introdução de novas espécies e o desaparecimento de outras, como de insectos, constituem alguns dos elementos de desequilíbrios, em conjunto com o aumento da população e a globalização da economia.
Na sua intervenção, Henrique Montelobo, da Sonae Turismo, afirmou: "Os custos da biodiversidade podem ser esterilizados pelas empresas. Por vezes não se sabe muito bem como objectivar a defesa da biodiversidade nos negócios ainda que esta preocupação esteja cada vez mais presente nos gestores".
Um das sugestões avançadas por Henrique Montelobo foi a da criação de um fundo de compensação para os projectos que possam colocar em causa a Natureza. No fundo, a perda de biodiversidade leva igualmente à perda de benefícios económicos.
No caso da floresta portuguesa, avaliada em mil milhões de euros, a desvalorização dos seus produtos, como a cortiça, ou o aparecimento de doenças ou pragas podem ter impactos negativos em termos ambientais e económicos.
Esta semana, a chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou que o seu governo vai subsidiar a protecção ambiental da floresta com mil milhões de euros. As verbas serão concedidas em duas fases. A primeira em 2009 e a segunda em 2012. Expresso

3.º congresso das indústrias de madeira, mobiliário e afins

25 e 26 de junho, centro cultural de belémO 3.º Congresso das Indústrias de Madeira, Mobiliário e Afins vai ter lugar no CCB-Centro Cultural de Belém em Lisboa, entre os dias 25 e 26 do próximo mês de Junho.Obtenha toda a informação em www.cong-madeiramobiliarioeafins.org/

sexta-feira, 30 de maio de 2008

1ªs Jornadas Florestais da Beira

A CAULE-Associação Florestal promove e organiza as “1ªs Jornadas Florestais da Beira” no próximo dia 7 de Junho de 2008 na Casa da Cultura de Santa Comba Dão


O tema das nossas Jornadas é "PRODUÇÃO e BIODIVERSIDADE".As inscrições poderão ser feitas via email, para cauleraquel@gmail.com, por fax 238 604393, por telf. 918128510 e por correio para a nossa sede até ao dia 4 de Junho. Este evento destina-se a estudantes do ensino superior, técnicos florestais e ambientais, proprietários florestais, entre outros e tem como objectivo, promovendo a discussão acerca do desenvolvimento sustentável da floresta portuguesa, indicar caminhos para o futuro florestal.
7 de Junho 2008Casa da Cultura de Santa Comba Dão
Programa
09h30 – Recepção e entrega de documentos
10h00 – Sessão de Abertura1.º Painel: Conservação da Biodiversidade e do Património NaturalModerador: Eng. Armando Carvalho (Director do Departamento do Centro e Alto Alentejo do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade-ICNB)
10h15 – Orador: Eng. António Jorge Coimbra (ICNB-PNSE): "Gestão Florestal e a Conservação dos Valores Naturais"10h30 – Orador: Eng. Domingos Patacho (Quercus): “Gestão Florestal para a Conservação dos Recursos Naturais”
Debate
2.º Painel: A importância da biodiversidade florestal e o problema das invasorasModerador: Eng. Pinto de Sousa (Presidente da Direcção do Centro Pinus e Administrador da Sonae Indústria)
11h15 – Orador: Prof. João Caldeira Cabral (Direcção da Liga para a Protecção da Natureza): A biodiversidade do “Mosaico Agro-florestal” e a sustentabilidade da Paisagem
11h30 – Oradora: Dr.ª Hélia Marchante (ESAC-Escola Superior Agrária de Coimbra): “Plantas que invadem a nossa floresta: alguns porquês & espécies mais problemáticas”. Debate
12h00 - Mesa Redonda
13h00 – Intervalo para almoço

3.º Painel: Produção sustentávelModerador: Eng. Vasco de Campos (Presidente Executivo da CAULE, Associação Florestal)
14h30 – Orador: Eng. Henke Feith (Silvicaima)
14h45 – Oradora: Eng.ª Susana Carneiro (Centro Pinus): "Sustentabilidade da Fileira do Pinho"Debate 4.º Painel: Floresta sustentávelModerador: Dr. Arlindo Cunha
15h15 – Oradora: Eng.ª Vera Santos (FSC Portugal): “Certificação Florestal”
15h30 – Orador: Eng. Nuno Santos (CAULE): “Zonas de Intervenção Florestal”Debate
16h00 – Pausa para café16h15 – Debate final
17h00 – Sessão de EncerramentoPublicado a 23 de Maio de 2008

terça-feira, 27 de maio de 2008

FUTURO COMUM DEDICADO **AOS** INCÊNDIOS FLORESTAIS

**28 de Maio, RTPN, 23 00h*
Na próxima 4.ª feira, dia 28 de Maio, pelas 23 00h, passará no canalpúblico RTPN a quarta edição da série de televisão «Futuro Comum», daresponsabilidade do Programa Gulbenkian Ambiente, dedicado ao tema «OsIncêndios Florestais e o Ambiente».Para além de duas reportagens de exterior, o Programa contará com apresença em estúdio de dois destacados especialistas em políticaflorestal e prevenção de incêndios: o Eng.º Tiago Oliveira, e oProfessor Catedrático do Instituto Superior de Agronomia, José MiguelCardoso Pereira.Como é habitual, o Programa contará com a participação do coordenadorcientífico do Programa Gulbenkian Ambiente, e será dirigido pelajornalista Fernanda Freitas.

Eng. Florestal

Câmara Municipal de Valença
Abertura de concurso externo de ingresso para um lugar de técnico superior de 2.ª classe - engenharia florestal (estagiário)

Engenheiro/a Florestal

26 de Maio
Dão Flora – Associação de Produtores Florestais de Penalva do Castelo
A Dão Flora – Associação de Produtores Florestais de Penalva do Castelo Pretende recrutar: Engenheiro/a FlorestalÁrea de Actuação: Penalva do Castelo (distrito de Viseu)Função:Levantamentos com GPS;Elaboração de Cartografia Digital;Avaliação de Material Lenhoso;Elaboração de Planos de Ordenamento Florestal;Elaboração de Planos de Gestão Florestal;Elaboração e acompanhamento de projectos florestaisRequisitos: Bacharelato/Licenciatura em Engenharia FlorestalConhecimento de software ArcView GIS/Autocad Map, Conhecimento de software PathfinderDomínio da utilização de GPS, nomeadamente o GEO - Explorer XT (preferencialmente) ou outroConhecimentos do Processo das Zonas de Intervenção Florestal (ZIF)Conhecimentos em SIGBoa capacidade de comunicaçãoFacilidade de relacionamento interpessoalDisponibilidade imediataCarta de conduçãoCandidatura:Enviar CV detalhado com foto recente, acompanhado de carta de apresentação para:
Dão Flora – Associação de Produtores FlorestaisRua 25 de Abril, nº 22 – 1º Direito Frente3550-136 Penalva do CasteloFax: 232643873e-mail: daoflora@gmail.com

Fonte: NATURLINK

Sementeira de Pinheiros Mansos‏

No âmbito do Projecto de Educação Ambiental e Cidadania "Os PequenosFlorestadores", venho convidá-los a passar a manhã do dia 1 de Junho(Domingo), dia da Criança, numa acção de voluntariado no Viveiro dePlantas Autóctones do Grupo Flamingo na Paisagem Protegida da ArribaFóssil da Costa de Caparica. Esta acção, conta com a parceria do Festroia – Festival Internacional deCinema (www.festroia.pt). Todos os voluntários que nela participarem terãodireito a uma entrada gratuita numa das sessões do festival, que serealizará de 6 a 15 de Junho de 2008, em Setúbal. O Projecto “Pequenos Florestadores” tem como objectivo principal, aEducação Ambiental, em que se desenvolve o sentimento de necessidade daconservação da natureza e a mais valia da mudança de hábitos prejudiciaisao ambiente. Tal como na Cidadania, tenta-se manifestar a importância do voluntariadona melhoria e no enriquecimento pessoal e social, com trabalhos em equipaque se desenvolvem quer com as próprias famílias quer com as crianças doLar de Jovens da Santa Casa da Misericórdia de Almada. Este ano com a parceria do Festroia, este projecto alcança um novoobjectivo, a Divulgação Cultural. O Festroia “é um evento cultural semfins lucrativos criado em 1985 com o objectivo de promover cinematografiasdesconhecidas do público português, contribuindo assim de forma activapara a divulgação de obras de qualidade que raramente são exibidas emsalas comerciais.” Espero encontrar-vos no dia 1 de Junho de manhã no Viveiro de PlantasAutóctones na Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica edepois numa sessão cinematográfica do Festroia em Setúbal. Mais informações sobre os Pequenos Florestadores no site do GrupoFlamingo. Em Anexo: Cartaz com informações da actividade. Até lá Saudações Florestadoras Hugo Matias
P.S. - Actividade com inscrições limitadas.

OS PEQUENOS FLORESTADORES
Projecto de Educação Ambiental e Cidadania Mail: pequenos.florestadores@grupoflamingo.orgSite: www.grupoflamingo.org
--------------------------
“Mas para eles eras só lenha atacada pelo tempoRegras da vida e morte, revistas ao momentoNinguém pagava para seres solenidadeApenas para mim eras monumentoMas para toda a gente eras apenasUma árvore” “Árvore” de Pedro Barroso – Cantos Falados – 1996

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Engenheiro Florestal

Câmara Municipal de São Pedro do Sul
Concurso externo de ingresso para um lugar de engenheiro técnico florestal de 2.ª classe, provimento em regime de estágio.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Lançamento do Livro


A Euronatura tem o prazer de convidar V. Excelência para o seguinte evento a
ocorrer no dia 2 de Junho, pelas 18h, na Academia das Ciências de Lisboa:

“JOAQUIM VIEIRA NATIVIDADE (1899-1968).
Ciência e Política do Sobreiro e da Cortiça”.
Na sessão de lançamento, será feita a apresentação do respectivo estudo, coordenado
pelo investigador Ignacio Garcia Pereda, seguida do comentário do biólogo Fernando
Catarino e da engenheira Manuela Chaves.
O objectivo principal deste projecto é o de divulgar a vida e a obra do engenheiro português
Joaquim Vieira Natividade. Esta importante figura do panorama científico do Portugal do
século XX foi membro da Academia de Ciências e o cientista principal que trabalhou no
mundo do sobreiro e da cortiça. Além da publicação de uma sua biografia, pretendeu-se
ainda com este projecto preparar um sítio de Internet que divulgue a sua vida e obra,
aproveitando o trabalho da biografia e a parte do espólio que surgiu ao longo da
investigação científica.
Num momento em que a fileira da cortiça esta a sofrer cada vez mais os ataques do sector
das rolhas de plástico, esta figura da elite intelectual portuguesa deve ser justamente
reconhecida. Até agora, não se tem prestado a devida atenção ao teor e impacto das suas
contribuições científicas, nem à parte intelectual humanista que ele também desenvolveu. É
esta falha que se pretende colmatar com este projecto, contribuindo-se simultaneamente
para um melhor conhecimento da realidade científica portuguesa do século XX.
Com esta publicação a Euronatura dá inicio a uma nova colecção “História e Política do
Ambiente e do Território” que pretende contribuir para melhorar o conhecimento nesta área
da história recente portuguesa e, ainda, divulgar novos projectos de investigação.

EURONATURA Centro para o Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentado
Programa de Economia, Sociedade e Ambiente
Rua Passos Manuel, nº130, 7º Andar 1150-260 Lisboa
www.euronatura.pt ignacio.pereda@euronatura.pt,
Telefone (+351) 213868420, (+351) 967297365

terça-feira, 20 de maio de 2008

Faça parte da plantação de 400 Milhões de árvores!

Comunicado do Coordenador Geral: É com enorme satisfação que o Projecto Floresta Unida informa que subimos a fasquia e que multiplicámos os nossos objectivos no que se refere às reflorestações. O Projecto Floresta Unida tem estruturado um Projecto de reflorestações onde ambiciona até 2030 plantar 100 Milhões de árvores em Portugal e 300 Milhões no resto do mundo. Peça mais informações a partir do e-mail e saiba como participar pois a nossa ambição é a sua vontade! David Lopes; Coordenador Geral FU

Como as Árvores se Tornaram Música

Ao ouvir a guitarra de Carlos Paredes já imaginou que muito do que está a ouvir não seria possível sem a utilização da madeira? Neste artigo saiba como das árvores nasce a música. Auxiliar do Homem há mais de trezentos milénios, a madeira é utilizada para fabricar instrumentos musicais há mais de 10.000 anos. Para a construção dos instrumentos musicais, como aliás para as múltiplas utilizações da madeira, é indispensável o conhecimento das propriedades deste material. O mestre artífice escolhe a madeira que lhe parece a mais apta à utilização que pretende dar-lhe, tentando penetrar no segredo de cada prancha, onde tenta ler a história individual da árvore que lhe deu origem.
Palavras-chave em Português: O Homem e a música, Madeira nos instrumentos musicais, viola dedilhada, investigação e selecção de madeiras. Link

Environmental and Agronomic Benefits of Aromatic and Medicinal Plant Strips for Rainfed Almond Orchards in Semiarid Slopes (SE, Spain)

In the Mediterranean zone semi-natural vegetation and diverse mountain-cropping systems have been converted into monocultures with low tree densities, leaving the soil unprotected. Soil loss and runoff over a three-year period were monitored in hillside erosion plots (35% slope and 144 m2 in area) with almond (Prunus amygdalus) trees under three soil-management systems: no-tillage with sage (Salvia lavandulifolia L.) strips 3 m wide (NTSS); no-tillage with rosemary (Rosmarinus officinalis L.) strips (NTRS), and no-tillage with thyme (Thymus baeticus L.) strips (NTTS) in south-eastern Spain. Also, the nut yield from almond trees, and the biomass and essential oils from aromatic-shrub strips were measured. According to our findings, the NTTS, NTRS and NTSS reduced erosion with respect to the common local conventional tillage by 95, 94, and 77%, and the runoff by 85, 84, and 60%, respectively. In comparative terms among the plant strips, thyme and rosemary reduced soil loss by 78 and 73%, and runoff by 61 and 63%, respectively, with respect to sage. Significant differences (P < 0.01) were found for both soil erosion and runoff values in sage and rosemary strips respect to thyme strip. The mean nut yield from NTSS, NTRS, and NTTS during the study period was 546.4, 658.8, and 829.6 kg ha-1, and the essential oil yield from sage, rosemary, and thyme was 5.0, 5.1, and 7.1 l ha-1, respectively. The nut yield from almond orchards without plant strips in the study zone is about 1,075 kg ha-1, therefore, the production was reduced by plant strips probably due to the water competition. However, the thyme strips controlled the erosion and agricultural runoff and thus had a beneficial effect on the environment as well as a less negative impact on almond yields. In addition, the essential oils from herbs can offset the loss of profits from almond trees for farmers. Thus, this paper highlights the beneficial impact of cultivated plant strips in hilly areas by the association the soil- and water-conservation measures with production in traditional almond orchards.
Palavras-chave em Inglês: almond orchards, aromatic-medicinal plants (AMP), agriculture runoff, mountainous agriculture, soil-management systems, mediterranean . Link

A (Re)valorização da raça suína alentejana como um recurso de excelência do Montado

A raça suína alentejana é, desde tempos remotos, explorada em regime extensivo, pastoreando no Montado de sobro e de azinho, onde a bolota constitui o alimento fundamental, e a erva disponibilizada no sob-coberto funciona como complemento. A sua perfeita adaptação ao Meio onde é criada, deriva do seu caracter excepcionalmente rústico, dotado de uma grande resistência face às condições climáticas da região alentejana. Muitos foram os reveses que este recurso natural e o seu sistema de exploração sofreram ao longo dos tempos. De entre os factores mais importantes, que levaram a problemas na sua exploração, está a peste suína africana que surgiu em 1957. Na actualidade, o porco alentejano, tem ganho importância, consequência de políticas protectoras por parte da União Europeia. Partindo das características essenciais do porco alentejano e do seu sistema de exploração tradicional, este estudo tem como objectivo principal, demonstrar que a raça suína alentejana representa uma mais-valia para o Montado, tanto no âmbito ambiental como económico, funcionando como uma importante fonte de rendimento para os proprietários da terra.
Palavras-chave em Português: porco alentejano, montado, regime extensivo, rústico, valorização ambiental e económica. Link
Resumo em Inglês: The Iberian pig breed, since ancient times, operated under extensive, Grazing in the cork and holm oaks (Montado), where the tusk is the basic food and herb available in under-covered works as a complement. The breed is perfectly adaptated to the Mediterranean natural ecosystem and the high quality of its products is a consequence of this.
Palavras-chave em Inglês: Black pig, Montado, Extensive grazing, environmental and economic valorization

O IUCN publicou

Em 2006 um útil livro que proporciona informação e ferramentas que auxiliam na gestão de bacias hidrográficas e na valorização dos serviços gerados pelos ecossistemas relacionados com os recursos hídricos. Este documento está escrito numa perspectiva prática, pretendendo ser útil e acessível para gestores públicos de recursos hídricos, gestores de bacia, organizações não-governamentais, gestores e proprietários privados. Este livro intitula-se "Pay - Establishing Payments for Watershed Services" e os interessados poderão descarregá-lo gratuitamente a partir do seguinte link:

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Workshop da APPLA: RJUE e RJIGT - que mudanças?‏

A Associação Portuguesa de Planeadores do Território (APPLA) vem apresentar a realização da seguinte iniciativa: Workshop "Que Mudanças" Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT) e Regime Jurídico em Urbanização e Edificação (RJUE) Ficha de inscrição em anexo. Organização: Associação Portuguesa de Planeadores do Território - APPLAEdifício 1, Gabinete 52, Universidade de Aveiro 3810-193 AveiroTel. 234 370 200 (ext. 22057) Fax 234 370 082 email / email

Muito importante esta questão do planemento espero que tirem boas conclusões e comecem aplica-las no terreno....

Grupo Baldios

Foi criado recentemente um Grupo sobre Baldios.
Com este grupo pretende-se facilitar a colaboração entre membros dos órgãos de gestão dos Baldios em Portugal e a divulgação de informação importante para uma correcta e boa gestão dos Baldios. Endereço

Incêndios: Urgente concluir cadastro florestal

diz WWFO Fundo Mundial para a Conservação da Natureza (WWF) alertou hoje para a urgência de medidas preventivas dos incêndios florestais, entre as quais a conclusão do cadastro florestal que identifica os proprietários e a certificação das florestas.
«A conclusão do cadastro é essencial, só assim é possível saber quem são os donos das terras. Mas se o cadastro continuar a ser feito ao ritmo actual, vamos precisar de mais 50 anos para o concluir», afirmou num encontro com jornalistas Luís Neves Silva da WWF Portugal.
O ambientalista lembrou as especificidades do país, que aumentam o risco de incêndio, como Verões quentes e secos e Invernos suaves chuvosos, e o despovoamento e abandono rural que transformaram habitats agrícolas e silvo-pastoris em vastas áreas de vegetação combustível «pronta a servir de pasto para as chamas».
Os cenários futuros de alterações climáticas, que sugerem períodos de chuvas intensas e verões ainda mais quentes e secos, vão acelerar as condições para crescimento da vegetação e acumulação de combustível e melhores condições para ignição de fogo.Diário Digital

sábado, 17 de maio de 2008

Bolsas de Doutoramento em Produção de Plantas Autóctones‏

La Universidad Politécnica de Cartagena convoca 3 becas predoctorales para formar a titulados superiores recientes mediante la realización de la tesis doctoral, dentro de un programa de postgrado, doctorado o master.Desde el Departamento de Producción Vegetal de la Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Ingeniería Agronómica de la Universidad Politécnica de Cartagena, se buscan candidatos que puedan solicitar estas en becas en las siguientes líneas de investigación:- Recuperación de especies vegetales amenazadas.- Técnicas de Endurecimiento de planta autóctona en vivero.El trabajo se desarrollará en el Grupo de I+D: Hortofloricultura Mediterránea. Grupo consolidado que en la actualidad esta desarrollando diferentes proyectos de investigación dentro de la convocatoria tradicional de proyectos de I+D del MEC, así como proyectos en cooperación con empresas (PETRI y PROFIT) y europeos. También cuenta con financiación regional en proyectos de investigación y convenios con la Consejería. La duración de las ayudas será como máximo de 4 años a contar desde la fecha de incorporación de los adjudicatarios al centro de aplicación. Los dos primeros años será con la modalidad de beca, que no tendrá en ningún caso naturaleza de salario. El contrato de trabajo se establecerá en la modalidad de contrato en prácticas. Exención de los gastos de matrícula de los estudios necesarios para la obtención del título de doctor. Entre los requisitos generales para optar a estas becas: la fecha de fin de estudios debe ser posterior al 1 de enero de 2005, el expediente académico debe tener una nota media igual o superior a 1,60 puntos. Los beneficiarios deberán cursar los estudios de doc¬torado o los estudios de master oficial en la Universidad Poli¬técnica de Cartagena.Entre la formación requerida se encuentra licenciatura en Ingeniería Agronómica, Biología, Ingeniería de Montes.
----------------
Información complementaria de la oferta:Interesados enviar CV a Juan.Martinez@upct.es antes del 21 de Mayo.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Castanheiro e variedades de castanha‏

Uma equipa multidisciplinar de técnicos e investigadores do Instituto Nacional de Recursos Biológicos, da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte, da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro, e da Escola Superior Agrária de Viseu, produziu recentemente um importante manual onde é caracterizado o Castanheiro Europeu (Castanea sativa) e as diferentes variedades de castanha das regiões Centro e Norte de Portugal incluindo, pela primeira vez, a caracterização molecular de cada variedade e a sua genotipagem, as suas características nutricionais e a valorização da castanha, pretendendo-se contribuir para a conservação dos recursos genéticos endógenos do castanheiro. Este documento intitula-se "Variedades de Castanha das Regiões Centro e Norte de Portugal", foi alojado na plataforma Pluridoc e os interessados poderão descarregá-lo gratuitamente a partir do seguinte link:

Novidades

Hoje incluimos mais uma ferramenta no nosso espaço, para os visitantes poder votar e deixar as suas opiniões.
E a secção de empresas a primeira a iniciar a lista foi a Logistica Florestal.

Graduação Profissional em SIG

Sistemas de Informação Geográfica
As Bases do SIGAbertura e Fundamentos de SIGSIG - Iniciação (c/ ArcGIS 9.2)
Cartografia e GPSBases de Dados em SIG (int. às Geodatabases)
SIG AvançadoSIG - Edição e Tratamento de Dados (c/ ArcGIS 9.2)
SIG - Análise Vectorial (c/ ArcGIS 9.2)Projecto colectivo I
Avaliação 1Recensão 1SIG - Análise Raster (c/ Spatial Analyst)
SIG - Análise de Redes (c/ Network Analyst)
SIG - Análise 3D (c/ 3D Analyst)Aplicações
SIGGeoMarketing - FundamentosModelação Ambiental - FundamentosProjecto colectivo 2Avaliação
2Recensão
2Projecto Final
Aulas práticas e de acompanhamentoApresentações e EncerramentoInício em 6 de Outubro. Horário pós-laboral de 2.ª a 5.ª feira.Informações e inscrições21 371 43 30 * 21 371 43 39 (fax) * cursos@geopoint.ptRua de Artilharia 1, 67 - 1.º E Amoreiras - Lisboa

Abertura das candidaturas ao Fundo Florestal Permanente

Prazo de apresentação das candidaturas ao Programa de Apoios do Fundo Florestal Permanente, de 2008, irá decorrer entre 15 de Maio e 31 de Outubro do ano corrente, nos termos do Despacho Normativo n.º 21/2008 de um de Abril.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Guarda: Câmara instala energias alternativas em Espaço Educativo Florestal

*A Câmara da Guarda vai dotar o Espaço Educativo Florestal - Quinta daMaúnça com energias alternativas, instalando equipamentos que permitamabandonar as energias comuns.Segundo a vereadora Lurdes Saavedra, responsável pelo pelouro doAmbiente, a autarquia deliberou instalar um aerogerador (aproveitamentoda energia do vento) e uma central fotovoltaica (aproveitamento daenergia solar) para produção de energia eléctrica e aquecimento de águassanitárias.Por outro lado, numa parceria com entidades espanholas, a Câmaracandidatou ao programa comunitário Interreg a construção de uma centralde compostagem [conjunto de técnicas aplicadas para controlar adecomposição de materiais orgânicos] que, a ser concretizada,possibilitará o aquecimento de águas sanitárias a partir de resíduosflorestais.Os equipamentos para aproveitamento das energias eólica e solar, ainstalar a breve prazo, servirão dois edifícios recentementerecuperados, num investimento de 267 mil euros, destinados a EspaçoExperimental e Unidade de Alojamento, que deverão funcionar no início dopróximo ano lectivo.A responsável pelo pelouro do ambiente explicou que a antiga "Casa doCaseiro" foi adaptada a Unidade de Alojamento "para receber turmas decrianças em tempo de férias ou aos fins-de-semana".No outro imóvel funcionará o "Espaço Experimental" da Quinta da Maúnça,que ficará equipado com laboratório ambiental e com uma área paratransformação de produtos agrícolas, explicou.*Central de compostagem poderá receber resíduos de todo o concelho*Quanto à candidatura apresentada ao Interreg, com entidades espanholas,no âmbito de um projecto destinado à cooperação e gestão conjunta emmeio ambiente, património e gestão de recursos, uma das vertentes estárelacionada com a construção de uma central de compostagem.Segundo Lurdes Saavedra, está previsto que a central receba "os resíduosflorestais da Quinta da Maúnça, de toda a cidade e, eventualmente, doconcelho".A ideia para construção desta unidade surge "no seguimento da políticade energias limpas" definida pela Câmara da Guarda para o EspaçoEducativo Florestal."Existe a possibilidade de aquecer a água de um dos edifícios destaforma, porque a combustão liberta energia e faz o aquecimento da água",adiantou, dando conta que está a ser feita uma experiência utilizando umbidão "para depois se apostar no aquecimento de água por esta via"."Uma coisa é fazer o aquecimento [da água] através de um bidão, em quepor baixo são colocadas folhas e todo o material biodegradável e alibertação de gases faz aquecer a água, e outra é fazer o aquecimento detoda a água a partir de uma central", referiu.Caso a candidatura seja aprovada, a vereadora do Ambiente refere que éintenção da autarquia mostrar às crianças que visitarão a Quinta daMaúnça "que é possível aquecer água através da compostagem", utilizandoervas ou folhas secas, por exemplo.*Centro de Investigação e Transformação Agro-Florestal*O projecto, que visa rentabilizar os resíduos agro-florestais apareceinserido num plano mais vasto relacionado com a criação de um Centro deInvestigação e Transformação Agro-Florestal, no valor global de 802 mileuros, indicou a autarca.Para além da central, engloba a construção de um edifício onde serácriado um Centro do Conhecimento da Floresta e uma estufa aquecida paraprodução de espécies sensíveis em perigo de extinção.O Centro da Natureza - Quinta da Maúnça, localizado nos arredores dacidade da Guarda, possui hortas de produção biológica, campo dedemonstração de plantas aromáticas e medicinais, edifícios de apoio(espaço para apresentação de audiovisuais e desenvolvimento de acções desensibilização para crianças) viveiro florestal, jardim e parque demerendas.
*Lusa*