segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Projecto Floresta Unida - Noticias em Portugal - Fonte: Correio da Manhã


Floresta Unida 2030 com mais 400 milhões de árvores São 400 milhões de árvores que vão ser plantadas por técnicos florestais e profissionais da florestação, em Portugal e no estrangeiro, de 2010 até 2030. A iniciativa partiu do projecto Floresta Unida, concebido pelo coordenador David Lopes, que conta com o apoio fundamental de empresas privadas nacionais e internacionais. "Trata-se de uma ideia inovadora e apetecível, que tem sido amplamente apoiada a todos os níveis", refere. Neste programa não se tratará apenas de plantar as árvores, mas de assegurar a sua protecção e salvaguarda durante trinta anos, como explica o coordenador. "A partir do momento em que se plantar a árvore, pretende-se tratar do seu acompanhamento através de foto e videovigilância, com visionamento on-line. Depois disso, é possível ver, com o tempo, como se desenvolve a árvore." Para isso, será necessário reunir uma quantia avultada de dinheiro, mas os custos totais estão ainda a ser analisados. Chile, Espanha e Itália são três países que vão ser abrangidos pela Floresta Unida, porque contam com "embaixadas do projecto no terreno" que tratarão das plantações. Nesse aspecto, as empresas privadas desses países vão ser importantes para apoiar financeiramente a causa. Este ano, em Portugal, já foram plantadas 30 mil árvores na Lousã e, em Novembro, estão previstas mais 150 mil para a serra da Boa Viagem, na Figueira da Foz – áreas que os técnicos entenderam ser mais propícias para plantar. Entre as espécies foram plantados carvalhos americanos e sobreiros, por exemplo, "porque são altamente resistentes aos incêndios florestais e não têm grandes focos de doenças". Ao todo, serão 12 as áreas de plantação a nível nacional, que já contam com o apoio de 17 empresas. De acordo com o coordenador David Lopes, o projecto é completamente inovador também na filosofia. "Isto porque vamos plantar em grandes áreas de interesse público, sem interesses económicos por trás e sem plantações em áreas privadas", refere. Apesar de já terem sido plantados alguns milhares de árvores, o projecto só arranca oficialmente em 2010. As já plantadas contarão, contudo, para a contagem das ambiciosas 400 mil pensadas no programa. NOTAS DATAS E CUSTOS O projecto arranca em 2010, mas este ano já foram plantadas 30 mil árvores na Lousã. Os custos totais para que as plantações decorram até ao ano 2030 estão ainda a ser avaliados. ESPANHA, ITÁLIA E CHILE São países que também vão ser alvo de plantações, através de equipas no terreno, vinculadas ao programa. Para isso, o apoio das empresas privadas será fundamental. FIGUEIRA DA FOZ A partir de Novembro deste ano serão plantadas 150 mil árvores na serra da Boa Viagem, Figueira da Foz.
Tiago Esteves
Fonte : Correio da Manhã Data : 28 de Setembro de 2008 Ligação:

domingo, 5 de outubro de 2008

Seminário e entrega de cadernos técnicos sobre Gestão Florestal Sustentável‏

No âmbito da organização do seminário "Gestão Florestal Sustentável e Certificação: Uma Perspectiva Operacional", organizado pela Naturlink, Instituto Superior de Agronomia e INOVISA e que decorrerá no próximo dia 31 de Outubro no auditório do Colégio Militar em Lisboa ( http://www.emailbrain.com/sendlink.asp?HitID=1223033372000&StID=53826&SID=1&NID=349960&EmID=59845160&Link=aHR0cDovL3d3dy5lbWFpbGJyYWluLmNvbS9zZW5kbGluay5hc3A/SGl0SUQ9MTIyMTY1NDcwMTAwMCZTdElEPTUzODI2JlNJRD0xJkVtSUQ9ODIwNjA4NDMmTGluaz1hSFIwY0RvdkwzZDNkeTV1WVhSMWNteHBibXN1Y0hRdlkyRnVZV2x6TDBGeWRHbG5ieTVoYzNBJTJGYVVGeWRHbG5iejB5TkRZME53JTNEJTNE ), a CONFAGRI e a FENAFLORESTA disponibilizaram amavelmente uma colecção de quatro cadernos técnicos sobre gestão florestal sustentável e certificação para cada um dos participantes inscritos no Seminário.

Esta colecção foi recentemente publicada pela CONFAGRI e FENAFLORESTA, com participação da ERENA e SATIVA na produção dos respectivos conteúdos, sendo constituida pelos seguintes títulos:
- "Avaliação de Povoamentos Florestais"
- "Protecção da Floresta Contra Incêndios"
- "Conservação da Biodiversidade em Meios Florestais"
- "Guia de Implementação de Gestão Florestal Sustentável"
Cada um dos participantes inscritos no Seminário receberá sem custos adicionais uma colecção completa destes cadernos técnicos (entre outra documentação).

Lembramos que este evento irá congregar trabalhos e entidades-chave associados ao sector florestal em Portugal e ao processo de certificação, para além de um investigador britânico que está a desenvolver trabalho de referência sobre a exploração sustentável dos recursos florestais. As diferentes apresentações do Seminário consideram em particular os requisitos e as componentes principais do processo de certificação florestal e a sua operacionalização prática.

Recordamos que o período das inscrições termina no próximo dia 17 de Outubro e que o Programa do Seminário é o seguinte:

08:30 - Recepção dos Participantes.
10:00 - Sessão de Abertura
10:15 - "Gestão e protecção da floresta: planeamento e certificação"José Guilherme Borges e Pedro Ochôa de Carvalho - Instituto Superior de Agronomia
10:35 - "Critérios e indicadores de sustentabilidade"Margarida Tomé, Sónia Faias, Andrea Teixeira e José Tomé - Instituto Superior de Agronomia
10:55 - "Inventário florestal e certificação"André Simões de Carvalho - Portucel Soporcel11:15 - Pausa para café
11:35 - "Monitorização e gestão da biodiversidade florestal: conceitos e aplicações"Pedro Beja, Luís Reino, Ana Ganhão, Cristina Pereira, Ana Júlia Pereira, Joana Santana, Miguel Porto e Luís Gordinho - ERENA
11:55 - "Grupo APFCertifica: procedimentos de conservação do solo e da água"Conceição Silva - Associação de Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes
12:15 - "Sustainable development: A view from the woods" Graham Woodgate - Universidade de Londres
13:00 - Almoço livre
15:00 - "A responsabilidade social das empresas e a SHST - Caso prático SHST/Silvicultura - Silvicaima"Henk Feith - Silvicaima
15:20 - "Avaliar com os outros: caso de estudo do uso de técnicas participativas para avaliar a gestão florestal"Ana Dahlin - Capital Natural
15:40 - "A certificação e a economia da floresta"Fernando Páscoa - Escola Superior Agrária de Coimbra
16:00 - Pausa para café
16:20 - "Requisitos e processo de certificação de gestão florestal sustentável"Vanessa Linforth e Isabel Ramos - SATIVA
16:40 - "FSC, PEFC, duas faces da mesma moeda? A certificação da gestão florestal"Sara Pereira - Subcomissão SC NP4406:2005 versus FSC
17:00 - Conclusões e encerramento dos trabalhos

Os interessados poderão aceder a informação adicional sobre o Seminário e descarregar a ficha de inscrição no seguinte artigo do portal Naturlink:
"Seminário Gestão Florestal Sustentável e Certificação: Uma Perspectiva Operacional"

Cooperação entre Associações Ecologistas da Macaronésia‏

Os Amigos dos Açores – Associação Ecológica celebraram, recentemente, um protocolo de cooperação inter-regional com duas associações ecologistas da Macaronésia. O acordo estabelecido com a Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal (Madeira – Portugal) e com o Colectivo Turcón – Ecologistas en Acción (Ilhas Canárias – Espanha) visa a defesa do ambiente e dos valores naturais e culturais da Macaronésia e tem os seguintes objectivos: Organizar conjuntamente actividades para a divulgação, a conservação, o estudo e a investigação da flora e da fauna presentes na região da Macaronésia;Estabelecer linhas de colaboração e conhecimentos especializados no domínio do turismo rural, dos passeios a pé, das reservas naturais, do litoral, entre outros;Promover uma aproximação em matéria de energia e de água, perante a escassez do petróleo, procurando alternativas para os padrões de consumo vigentes e soluções para as alterações climáticas;Trocar experiências nos campos da educação ambiental, da recuperação da paisagem, da reflorestação e de novas tecnologias de informação aplicadas ao meio ambiente.Para os Amigos dos Açores – Associação Ecológica, a cooperação associativa com colectividades de outras regiões assume particular interesse pela troca de experiências e de conhecimento que proporciona. No caso do presente protocolo, o facto das três associações partilharem um mesmo espaço biogeográfico - a Macaronésia – com evidentes afinidades geográficas, geológicas e ecológicas, bem como semelhanças culturais, propicia uma permuta de informações ainda mais intensa, sempre em prol da natureza e do ambiente insular.
- Amigos dos Açores - Associação Ecológica Av. Da Paz, 14, 9600-053 Pico da Pedra São Miguel, Açores (Portugal)
Tel. (+351) 296 498 004
Fax. (+351) 296 498 006
www.amigosdosacores.pt.vu

Acção de formação:

Tratamento de fumigação para madeira infectada pelo nemátodo do pinheiro17 de outubro, bragaA ANEFA , em parceria com a empresa CAFUM promove a Acção de Formação teórico-prática 'Tratamento de fumigação para madeira infectada pelo Nemátodo do Pinheiro', a realizar-se no dia 17 de Outubro de 2008, em Braga, Vila Verde, Turiz.Para obter mais informação e a ficha de inscrição clique aqui.

DR 190 SÉRIE I de 2008-10-01

Declaração de Rectificação n.º 55/2008Presidência do Conselho de Ministros - Centro JurídicoRectifica o Decreto-Lei n.º 159/2008, de 8 de Agosto, do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, que aprova a Lei Orgânica da Autoridade Florestal Nacional, publicado no Diário da República, 1.ª série, n.º 153, de 8 de Agosto de 2008

Progressão da doença do pinheiro-bravo é “assustadora” na região centro‏

Técnicos florestais e investigadores visitaram zona
Progressão da doença do pinheiro-bravo é “assustadora” na região centro
03.10.2008 - 08h50
Por Ana Fernandes - Público
Bastaandar pelo IP3. Quem por ali viaja todos os dias não fica indiferente àprogressão do número de pinheiros-bravos mortos na paisagem que seavista. Numa visita que ontem decorreu em vários concelhos afectados docentro do país, organizado por investigadores em colaboração com aassociação Caule, o sentimento é de desânimo. “Isto está muito pior doque pensávamos”, resume Manuel Mota, da Universidade de Évora. Em Arganil, Oliveira do Hospital, Tábua, Penacova e Santa Comba Dão, asárvores estão a secar e a morrer. De cerca de 2800 amostras retiradasna região, cinco por cento acusaram a presença de nemátodo, umminúsculo verme que entope os canais de seiva, secando ospinheiros-bravos. Masa reduzida percentagem de amostras positivas pode não traduzir toda arealidade. “Há muitas dúvidas sobre como é feita a amostragem, pois jáse provou que às vezes, enquanto no tronco dá negativo, na copadetecta-se o nemátodo”, diz Luís Dias, da Confederação dos Agricultoresde Portugal. Só que é difícil chegar à copa sem se abater a árvore, oque leva a que os testes privilegiem mais as amostras do tronco. LuísDias critica que, nos últimos anos, se tenham concentrado as atençõesno nemátodo, “esquecendo outras pragas que também afectam o pinhal eque também explicam a considerável mortalidade a que se assiste”. VascoCampos, presidente da Caule (Associação Florestal da Beira Serra),discorda: “Sou produtor florestal nesta zona há muito tempo e até hádois anos não tínhamos esta mortalidade. Neste momento já temos cercade 100 mil hectares afectados.” Luís Dias concede que, face ao quetinha visto na zona em Abril e ao que ontem vislumbrou, tudo se agravou. Eagora? O desânimo instala-se. “Parece já não ter solução”, dizem.Quando se descobriu que havia nemátodo na região centro, não eradifícil adivinhar que a situação seria complicada. “A propriedade émuito pequena e os proprietários estão ausentes”, explica Vasco Campos.E há ainda o relevo e a falta de acessos, que só dificultam eventuaisiniciativas. Estas têm sido escassas. “Só houve acções pontuais, tem dehaver uma acção concertada para abrandar o que está a acontecer eevitar que isto chegue desta forma a outras regiões, soluções que terãode passar pelas associações de produtores florestais”, considera LuísDias, que se diz, no entanto, esperançado com as iniciativas empreparação na Secretaria de Estado das Florestas. A opiniãounânime é que o assunto foi mal tratado desde o início, quando surgiuna península de Setúbal, uma zona onde era mais fácil enfrentar oproblema devido ao seu relevo clemente e a uma maior dimensão dapropriedade. Mas pelas serranias do centro tudo é diferente e“assustador”. “Está a progredir a uma velocidade espantosa”, diz ManuelMota. “A Comissão Europeia tem de se envolver mais, não só nastentativas de erradicação, mas também no apoio à investigação, porquenão adianta andarmos aqui todos a arriscar prognósticos sem saber todasas variáveis”, defende. Conhecer o ciclo de vida do nemátodo e doinsecto que o transporta, assim como o grau de resistência das árvoressão passos fundamentais, considera. “Estamos numa fasedramática, que implica cortes substanciais, mas sem fiscalização sobrea circulação da madeira nada se conseguirá”, diz o investigador. Muitosacreditam que foram os carregamentos com toros contaminados para forada zona afectada, que ninguém controlou, que disseminou a praga noresto do país.

Campanha “Reflorestar a Faia Brava”‏

Campanha "Reflorestar a Faia Brava"A Associação Transumância e Natureza (ATN), ONGA com sede em Figueira de Castelo Rodrigo, está a organizar uma Acção de Formação Ambiental chamada "Reflorestar a Faia Brava", que irá decorrer dias 10, 11 e 12 de Outubro. Há semelhança do que aconteceu um pouco por todo o Pais, a Reserva da Faia Brava, gerida pela ATN, sofreu incêndios devastadores, tendo o último grande incêndio ocorrido em 2003, causando a destruição do coberto vegetal, erosão e alteração dos solos e perda da biodiversidade local. Os campos de trabalho têm vindo a organizar-se desde 2005, com o objectivo de recuperar o coberto vegetal ripícula, preservando os habitats e recuperando as linhas de água e zonas envolventes, melhorando também as condições do solo, muito pedregoso e pobre, que se deteriorou muito após os incêndios, e aumentar a biodiversidade local. Para tal, precede-se à recolha de sementes, para criação de um viveiro no local, e plantação de espécies endémicas características, tais como Freixo, Lódão, Acer monspessulano, Sobreiros, entre outros.Participe neste esforço de conservação, num fim-de-semana diferente, em que aprenderá, através de experiências práticas, a cuidar do nosso bosque em contacto com a natureza, plantando árvores autóctones!Quem pode participar? Esta actividade realizar-se-á para um mínimo de 10 e um máximo de 20 participantes. A actividade destina-se a participantes de todas as idades, com interesse em ganhar ou aprofundar conhecimentos em conservação e restauração ecológica. É essencial que os participantes tenham disponibilidade de participar em todos os dias de formação. Os trabalhos práticos serão efectuados ao ar livre, será necessário estar em boa forma física, estar protegido com vestuário adequado, mas sobretudo é necessário ter bastante entusiasmo e interesse pela conservação da natureza!Custo e o inclui: 30 euros (sócios ATN) e 50 euros (não sócios). Inclui seguro de acidentes pessoais; transporte de F.C. Rodrigo a Algodres e entre locais de módulos deformação; peq. almoços, almoços e jantares; certificado de participação, documentação e t-shirt.Inscrições e mais informações no nosso site: http://www.atnatureza.org/actividades/formacao.phpContactos: Eng. Filipe Figueiredo tel. 96 210 22 64, 271 313 915 ou f.figueiredo@atnatureza.org

Guia de cogumelos silvestres‏

A FPFP, Federação dos Produtores Florestais de Portugal, editou este ano o livro "Guia de Campo Cogumelos Silvestres", de autoria de Rodrigo Fernandes, o qual resultou de um inventário dos recursos micológicos da região de Quiaios, concelho da Figueira da Foz. Este documento não pretende ser um manual teórico mas sim um guia prático de auxílio à identificação de cogumelos silvestres, apresentando informação sobre o habitat, época, valor gastronómico, fisionomia e observações dos cogumelos inventariados na área de estudo, para além de um glossário de termos micológicos.

Este documento foi alojado na plataforma Pluridoc e os interessados poderão descarregá-lo gratuitamente a partir do seguinte link:

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Os Pequenos Florestadores

No âmbito do projecto de educação ambiental e cidadania "Os PequenosFlorestadores" irá ser efectuada uma acção de voluntariado no dia 12 deOutubro (domingo) de remoção de plantas invasoras (Chorão) e a plantaçãode plantas autóctones (Carrasco, Pinheiro Manso, Aroeira e Medronheiro)produzidas no Viveiro do Grupo Flamingo na Paisagem Protegida da ArribaFóssil da Costa de Caparica com sementes da Mata dos Medos. Esta actividade não tem limite de idades nem limite de participantes (ou seja pode aparecer a família toda dos avós aos netos), masnecessita de inscrições por uma questão de controlo da quantidade depessoas que querem participar e de materiais a disponibilizar (luvas e ferramentas de jardinagem) por nós. Informações sobre "Os Pequenos Florestadores":www.grupoflamingo.org

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

WWF - Vaga: Analista de Conservação do Programa Mata Atlântica‏

O WWF-Brasil, organização não-governamental autônoma dedicada à conservaçãoda natureza, está recrutando profissional para a posição de Analista Plenodo Programa Mata Atlântica pelo período de 1 (um) ano.
*01. Título: *Analista de Programa de Conservação Pleno – Programa MataAtlântica
*02. Supervisor direto:* Coordenador do Programa Mata Atlântica
*03. Local do Trabalho: *Sediado(a) no escritório de São Paulo/SP, comatuação na região da Mata Atlântica brasileira, com possibilidades deatuação em integração internacional.
*04. Atribuições principais: *• Articular ações e atividades relativas à criação e implementação deunidades de conservação e restauração florestal;• Desenvolver, coordenar, supervisionar e monitorar projetos de campo,visando a implementação da estratégia de conservação da Mata Atlântica doWWF-Brasil;*• Consolidar a atuação do WWF-Brasil na Ecorregião Serra do Mar;• Preparar propostas e relatórios técnicos para os doadores;• Viajar a trabalho, acompanhando a execução de projetos de campo;• Interagir com a Coordenação do Programa Mata Atlântica do WWF-Brasil sobreas etapas de cada projeto em andamento;• Gerenciar recursos financeiros dos projetos sob sua supervisão;• Elaborar termos de referência de atividades terceirizadas ou delegadas aparceiros, consultores e executores de projetos;• Efetuar contatos com diversas ONGs, órgãos do governo, institutos depesquisas, pessoas e entidades ligadas a suas atividades;• Executar tarefas correlatas.
*05. Responsabilidade de supervisão:*Não se aplica. Entretanto, o(a) responsável deverá supervisionar o trabalhodesenvolvido por consultores por ele(a) contratados.
*06. Relacionamento no trabalho: *Público Interno:Interage em estreita cooperação com os demais Programas de Conservação daOrganização, área de Comunicação e com as unidades Financeira eAdministrativa. *Público Externo: *Interage com membros da Rede WWF; parceiros; organizações governamentais enão governamentais; doadores; consultores etc .
*07. Qualificações mínimas:*• Graduação em Biologia ou área correlata;• Excelente compreensão em temas ligados à Mata Atlântica, com especialenfoque em unidades de conservação;• Conhecimento e articulação com as instituições/entidades atuantes nodomínio da Mata Atlântica, especialmente na Ecorregião Serra do Mar;• Capacidade para criar e cultivar espírito de cooperação com equipes detrabalho;• Dinamismo e boa articulação para montar estratégias;• Capacidade de identificar oportunidades, catalisar e facilitar ações deimpacto;• Fluência em inglês (oral e escrita);• Facilidade para trabalhar em equipe.*7.1. Outras Especificações Desejáveis:*• Pós graduação stricto sensu em área afim;• Conhecimentos de espanhol ou outras línguas, além do inglês. *7.2 Importante:*• Contrato por prazo determinado de 1 ano;• Disponibilidade para residir em São Paulo;• Disponibilidade para viajar a trabalho. *08. Documentação solicitada*• Currículo resumido contendo 2 referências profissionais com telefone epretensão salarial;• Carta de apresentação de 2 páginas, no máximo, informando:Quais são, na sua opinião, os maiores desafios para a conservação da MataAtlântica hoje?.*09. Prazo para recebimento de documentação:*Até o dia 13 de outubro de 2008 *10.Endereço para envio de documentação:*• Endereço postal:WWF-BrasilSeleção Mata AtlânticaSHIS EQ-QL 6/8 – Conjunto E – Térreo71620-430 - Brasília

seminário 'ciclo de vida das embalagens de madeira'

8 de outubro, exponor
A Embar encontra-se a promover o seminário 'Ciclo de vida das embalagens de madeira' , que decorrerá no próximo dia 8 de Outubro, na Exponor, no âmbito da feira FIMAP/FERRALIA.Para mais informações clique aqui ou consulte o site http://www.embar.pt/

seminário “eucalipto, inovação e criação de valor”


9 de outubro, exponorA Forestis – Associação Florestal de Portugal, vai realizar um Seminário denominado “Eucalipto, Inovação e Criação de Valor” no dia 9 de Outubro de 2008, que decorrerá na Exponor - Feira Internacional do Porto, no âmbito da programação da Feira Internacional da Madeira e Mobiliário FIMMAP – Ferralia.Para mais informações clique aqui .Forestis

PT: Eng. Florestal


Data: 2008-09-24 até 2008-11-05
Referência: 0010693
Título: ENGENHEIROS FLORESTAIS
Descrição/Função A SILVATEC, empresa de referência no sector florestal, no ambito de um processo de crescimento no mercado nacional pretende recutar 5 Engenheiros/as Florestais:
- Licenciatura ou Bacharelato em Engenharia Florestal
- Mais de 3 anos de experiência comprovada
- Boa capacidade de trabalho e organização
- Possuir CAP
Requisitos complementares (Não Eliminatório):
Conhecimentos sólidos ou experiência comprovada:
- Implementação de sistemas de gestão- Gestão Florestal
- Espaços Verdes
- Gestão Cinegética
- Certificação Florestal
- Formação
- Bioenergia
Enviar CV actualizado com fotografia e ordenado pretendido
Os candidatos aceites serão contactados para entrevista no prazo de 30 dias

Distrito Castelo Branco Localidade Castelo Branco Habilitações Curso Superior Experiência profissional 3-5 anos Empresa/Entidade SILVATEC
Sector de Actividade Engenharia e Serviços Técnicos Tipo de oferta Emprego
Tipo de contrato oferecido Full-time
Remuneração oferecida
A negociar Contactos SILVATEC Quinta Pires Marques Lote 63 R/Chão Esquerdo 6000-406 Castelo Branco Portugal Tel:272324139 Fax: 272324139

Florestas e créditos de carbono‏

24/09/2008 - 05h09
União Européia avalia inclusão de créditos florestais no esquema de carbono
Por Sabrina Domingos, do Carbono Brasil
As dificuldades para se mensurar a absorção de carbono pelas florestas têmdeixado as árvores de fora do esquema europeu de negociações de emissões (EUETS), mas a União Européia pretende incluir as florestas tropicais no maiormercado de carbono do mundo realizando algumas emendas às regras atuais. Oassunto será debatido pelo Comitê de Meio Ambiente do Parlamento Europeu em07 de outubro. Grupos de conservação e países em desenvolvimento ricos em biodiversidadedefendem a criação de créditos de carbono baseados em florestas. Uma vitórianesse sentido foi alcançada no início do mês, quando o Comitê de Indústriado Parlamento mostrou-se favorável aos créditos florestais. O diretor-executivo do Programa Dossel Global, uma aliança de 38instituições cientificas que estudam florestas tropicais, Andrew Mitchell,acredita que um voto positivo poderia liberar bilhões de dólares para aproteção das florestas. “Esta é a maior e mais imediata oportunidade que omundo tem para gerar financiamentos de larga escala para as florestastropicais como um meio para mitigar as mudanças climáticas”, entende. A princípio, integrar as florestas existentes às iniciativas globais demudanças climáticas é uma atitude positiva, já que o desmatamento éresponsável por 20% das emissões de carbono do planeta – mais do que o setorde transporte como um todo. As preocupações metodológicas, no entanto, têm feito com que osrepresentantes do ETS lutem de maneira tímida para incluir as florestastropicais no esquema. Um dos principais obstáculos é a dificuldade de seobter dados verificáveis para questões-chaves como a capacidade exata decaptura de carbono pelas árvores. Defensores da inclusão das florestas no esquema salientam que a propostaRedução de Emissões do Desmatamento e Degradação das Florestas (REDD) estáajudando a resolver muitas das questões metodológicas. O REDD pode vir a seradotado pelo Protocolo de Quioto. Exemplo Uma iniciativa que vem dando resultado é aplicada pela Capital Canopy (umaafiliada do Programa Dossel Global sediada no Reino Unido). A entidadeconseguiu determinar um grande valor (não-revelado) para dar preço aos“serviços ambientais” das florestas de pé na Guiana - que ainda possui 85%do território coberto por floresta tropical. Os recursos para manter abiodiversidade local são provenientes de dez investidores privados, quepagam por atributos como a regulação climática, a produção de chuva e oarmazenamento de água. A Guiana, que é o terceiro menor país da América do Sul, seria um dos maisbeneficiados com a inclusão dos créditos florestais no ETS. Até agora, osesforços do presidente, Bharrat Jagdeo, para capitalizar as florestas de pépor meio de um mercado de serviços ambientais têm fracassado. “Nósprecisamos de soluções... a realidade é que o desmatamento é um resultado dofracasso de mercado que torna as árvores mais valiosas mortas do que vivas”,diz Jagdeo. Temores Alguns grupos ambientalistas, como o Greenpeace, temem que os créditos parainiciativas anti-desmatamento possam abrir as portas aos créditos porreflorestamento comercial. Os críticos das florestas comerciais, geralmente conhecidas como “sumidourosde carbono”, argumentam que é difícil garantir a longevidade de florestasplantadas e, consequentemente, de seus benefícios em relação ao carbono. Ossumidouros de carbono também são acusados de impactar negativamente abiodiversidade local e os grupos indígenas. “Nós reconhecemos que algo precisa ser feito para proteger as florestas, masnão apoiamos um mercado que não leva em conta a biodiversidade e os direitoshumanos”, afirma Joris Den Blanken, diretor de políticas européias demudanças climáticas para o Greenpeace. Os créditos florestais são uma das opções para se lutar contra odesmatamento. A Europa também discute a possibilidade de leiloar permissõesde emissões futuras do ETS e de reservar uma parte dos ganhos resultantes dapreservação das florestas. Pelo sistema atual, essas permissões são alocadasde graça. Os membros da UE, no entanto, não querem que Bruxelas defina como essesfundos devem ser gastos. As mudanças potenciais no ETS serão discutidas por líderes europeus emreunião de conselho no mês de outubro e um voto final do parlamento europeupoderá ser dado até dezembro.
* Com informações do Climate Change Corporation.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

«Tradição e Futuro: Desafios da Nossa Floresta»

8 de Outubro de 2008

Castelo Branco – NERCAB

Que floresta temos hoje em Portugal? Que futuro procura o país para a sua floresta?

Para ajudar a lançar alguma luz sobre estas questões, a AFLOBEI – Associação de Produtores Florestais da Beira Interior – realiza a partir das 14 horas de dia 8 de Outubro de 2008 o Seminário «Tradição e Futuro: Desafios da Nossa Floresta» (gratuito), no NERCAB, em Castelo Branco.

A participação é livre, mas limitada à capacidade do auditório. Confirme já a sua presença!

Programa Provisório

14h00 Sessão de Abertura
Joaquim Morão, presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco
Dr. António Abrunhosa, presidente da AFLOBEI – Associação de Produtores Florestais da Beira Interior

MERCADOS TRADICIONAIS
Moderador: Eng.º Rui Moreira, director da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro

14h15 “Mercado da Madeira Para Celulose – Perspectivas de Futuro”
Dr. Ferreira Matos, administrador da CELTEJO - Empresa de Celulose do Tejo, S.A.

14h40 “Mercado da Madeira de Pinho - Perspectivas de Futuro”
Dr. António Nabais, SONAE INDÚSTRIA - Produção e Comercialização de
Derivados de Madeira – Abastecimentos Portugal

15h05 “Mercado da Cortiça – Perspectivas de Futuro”
Dr. Joaquim Lima, director-geral da APCOR – Associação Portuguesa de Cortiça

NOVOS MERCADOS
Moderador: Eng.º Nuno Pedro, Escola Superior Agrária de Castelo Branco

15h30 “Utilização de Biomassa para Produção de Energia Eléctrica - Dados dos Últimos Anos”
Eng.º José Penaforte e Costa, assessor da Direcção Geral de Energia e Geologia

15h55 “Biomassa – Da Produção à Indústria”
José Miguel Lupi Caetano, presidente do Conselho de Administração da MAPA – Floresta e Energia, SGPS, S.A.

16h20 “O Carbono e a sustentabilidade agro-florestal”
Prof. Tiago Domingos, coordenador do PROJECTO EXTENSITY – Sistemas de Gestão Ambiental e de Sustentabilidade na Agricultura Extensiva/ Instituto Superior Técnico

16h45 Debate

17h05 Coffee Break

GESTÃO AGRO-FLORESTAL SUSTENTÁVEL
Moderador: Dr. António Abrunhosa, presidente da AFLOBEI - Associação de Produtores Florestais da Beira Interior

17h 20 “ProDeR 2007-2013 – Novos desafios para a floresta”
Eng.º Fernando Delgado, técnico da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro

17h45 “Produto Proveniente de uma Floresta Certificada: O que Muda?”
Eng.ª Ana Dahlin, sócia-gerente da CAPITAL NATURAL

18h10 Projecto Agro 3.6 - Gestão Florestal Sustentável
Eng.ª Susana Mestre, técnica da AFLOBEI - Associação de Produtores Florestais da Beira Interior

18H25 Debate

18h45 Sessão de Encerramento
Dr. António Abrunhosa, presidente da AFLOBEI - Associação de Produtores Florestais da Beira Interior

Fazer download da Ficha de Inscrição

A preencher e enviar à AFLOBEI via:

- Fax 272 325 782

- Correio Av. General Humberto Delgado, nº 57 - 1º Andar
6000-081 Castelo Branco

- E-mail tiagocarvalho@aflobei.pt

Para mais esclarecimentos contacte a AFLOBEI 272 325 741

Jornadas SASIG 2008‏

Gostava apenas de informar a todos os participantes desta lista que já se encontram abertas as inscrições para as 1as Jornadas de Software Aberto para SIG que irão decorrer em Águeda, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, nos dias 20, 21, e 22 de Outubro do corrente ano.
Podem encontrar todas as informações em SASIG 2008

Manual de Segurança, Higiene e Saúde no sector Florestal‏

A UNAC, União da Floresta Mediterrânica, disponibilizou na plataforma Pluridoc um útil manual técnico sobre segurança, higiene e saúde aplicáveis ao sector florestal, no qual é assumido o objectivo de contribuir para a informação dos agentes do sector florestal, designadamente para os Dirigentes e Quadros das Associações Florestais, Empresários Florestais e Trabalhadores Florestais, através da identificação dos riscos mais graves e frequentes inerentes às operações fundamentais e mais representativas da actividade florestal, assim como à apresentação das medidas mais adequadas à sua prevenção.
Intitulado "Normas de Segurança, Higiene e Saúde Aplicáveis ao Sector Florestal", os interessados poderão descarregar gratuitamente este manual a partir do seguinte link:

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Seminário - "NP4406:2005 - Sistemas de Gestão Florestal Sustentável em Portugal"‏

Exmos. Senhores,num momento crucial de preparação
do próximo quadro comunitário de apoio em que a
certificação florestal irá ter um papel
preponderante e central na actividade das
Associações de Produtores Florestais a Federação
dos Produtores Florestais de Portugal –
Conselho Nacional da Floresta, vem divulgar
o 3º ciclo de seminários
"NP4406:2005 – Sistemas de Gestão Florestal
Sustentável em Portugal,
Sector Público e Investigação"
que se realizará no dia 07 de Outubro
no Instituto Superior de Agronomia,
Auditório do Departamento de
Engenharia Florestal. O programa
e a ficha de inscrição encontram-se
disponíveis em: Programa em:


Ficha de inscrição em:

Inscrições gratuitas limitadas para
associados da FPFP e alunos do
ISA. Para mais informações e envio da ficha de inscrição:
floresta.privada@ fpfp.pt ou catarina.brandao@ fpfp.pt

Praga ou Doença





Alguém me consegue dizer o problema destes pinheiros que mostro nas fotos, está me a entrar numa plantação que tenho de pinheiros.
Obrigado....

Eficácia do sequestro de carbono por plantações florestais‏

Uma equipa de investigadores Holandeses publicou recentemente na revista "Carbon Balance and Management" um interessante artigo onde procuraram quantificar a eficácia das medidas de mitigação das mudanças climáticas através do sequestro de carbono por plantações florestais, discutindo igualmente a utilidade de formas alternativas de atingir este objectivo.
O artigo intitula-se "Quantifying the effectiveness of climate change mitigation through forest plantations and carbon sequestration with an integrated land-use model" e os interessados poderão obtê-lo gratuitamente a partir do seguinte link:

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

PT: Eng. Florestal

Data de registo: 2008-09-16
Tipo: Oferta
Título: Técnicos nas áreas Agrícola e Florestal
Localidade: Desconhecido
Descrição: A APATA vem por este informar que necessita de técnicosnas diversas áreas Agrícola e Florestal para integrar um projecto deestágios profissionais o mais rápido possível.
Autor: Dr. Armando PachecoE-Mail: armandoemanuel@gmail.com

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Seminário denominado "Eucalipto, Inovação e Criação de Valor"

A Forestis – Associação Florestal de Portugal, vai realizar um
Seminário denominado "Eucalipto, Inovação e Criação de Valor" no dia 9
de Outubro de 2008, que decorrerá na Exponor - Feira Internacional do
Porto, no âmbito da programação da Feira Internacional da Madeira e
Mobiliário FIMMAP – Ferralia, que estamos certos ser do vosso
interesse.

Este seminário contará com a participação de um dos especialistas mais
conceituados a nível internacional nesta área, bem como personalidades
ligadas à investigação e tecnologia. Tem como objectivos dar a
conhecer as novidades tecnológicas neste sector, em todas as suas
aplicações, desde a fibra, à utilização da madeira de grandes
dimensões para outros fins.

Irá abordar igualmente as expectativas dos grandes grupos empresariais
da fileira, ao nível nacional e internacional.
Consulte também a nossa página.



Com os melhores cumprimentos,

Jorge Cunha
Departamento de Desenvolvimento e Projectos

Forestis - Associação Florestal de Portugal
Rua de Santa Catarina nº753
4000 - 454 Porto
Tlf: 222 073 130
Fax: 222 073 139
www.forestis.pt

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

lei orgânica da autoridade florestal nacional entidade que sucede à dgrf


Foi publicada a Lei orgânica da AFN, entidade que sucede à DGRF.

Esta nova entidade terá uma direcção central composta por um Presidente, um Vice-Presidente e três Directores Nacionais. Ao nível regional, são criadas 5 Direcções Regionais de Florestais correspondendo a NUT's II.


Para consultar a lei orgâncica clique aqui.

proder: publicação de regulamentos acções 1.3.1, 1.3.2 e 1.3.3

Foram publicadas 3 portarias que contemplam os regulamentos de acesso às acções:
- 1.3.1 'melhoria produtiva dos povoamentos';
- 1.3.2 'gestão multifuncional';
- 1.3.3 'modernização e capacitação das empresas florestais';

Mais informação em:

Novos dirigentes da autoridade florestal nacional tomaram posse a 1 de setembro



O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, deu posse, no passado dia 1 de Setembro, aos dirigentes da Autoridade Florestal Nacional, entidade que sucede à DGRF.

Os novos dirigentes são:

Presidente - António José Rego
Vice-Presidente - Luís Duarte


Directores Nacionais
Paulo Mateus
António Gravato
João Pinho

Directores Regionais de Florestas

- Director Regional de Florestas do Norte - Rogério Rodrigues
- Director Regional de Florestas do Centro - Viriato Garcez
- Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo - José Alho
- Direcção Regional do Alentejo - Carlos Ramalho
- Direcção Regional de Florestas do Algarve - António Miranda

Para consultar a nota de imprensa emitida pelo MADRP clique aqui.