sexta-feira, 10 de abril de 2009

Trabalho escolar evita in extremis alastramento de planta infestante


Praga vegetal está à venda no país e já causou danos
10.04.2009 - 08h41 Ricardo Garcia
Ninguém estava à espera de que aquela simpática planta aquática, comprada num viveiro de Aljezur, se pudesse transformar num assustador problema ecológico. Mas quando deu por isso, José Ricardo, de 63 anos, tinha a pequena barragem da sua propriedade rural, em Odemira, de tal forma atafulhada por um espesso tapete verde, que já nem se via a água. "Os patos andavam ali como andam no chão", conta. E foi assim que, no final do ano passado, uma reconhecida praga vegetal que está a causar enormes prejuízos em países como a Austrália e os Estados Unidos fez a sua estreia em Portugal. Nove anos de vigência de uma lei que prometia pôr ordem na introdução de espécies exóticas no país não valeram de nada. Temos mais uma infestante. Chama-se Salvinia molesta e está à venda em supermercados, viveiros e lojas de produtos vegetais. É comercializada como planta ornamental, serve também para decorar aquários. Mas tem um brutal poder de multiplicação em lagos, albufeiras e rios, facilmente impedindo o seu uso para recreio, navegação e como fonte de água. Susana Caetano, de 17 anos, neta de José Ricardo, não fazia a menor ideia daqueles perigos, quando trouxe a planta para casa. Importada da Holanda, não há nada na sua embalagem que alerte para o facto de se tratar de uma espécie invasora. Introduzida na barragem, alastrou-se de forma imparável, formando uma camada sobre a qual ainda cresceram outras plantas. A jovem não ficou de braços cruzados. Levou o assunto para o premiado clube de ciências da Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, em Odemira (ver caixa), onde faz o 12.º ano. E ali nasceu um projecto para se estudar uma solução para o problema. Susana e duas colegas - Vanessa Viegas e Ângela Mestre, de 18 anos - identificaram a planta através da Internet e descobriram os problemas que já causava em outros países. O projecto extravasou o âmbito escolar. A professora Paula Canha, coordenadora do clube de ciências, contactou um biólogo da Universidade de Lisboa, que confirmou os riscos de a planta se espalhar pela a bacia do rio Mira. Falta de meios Para avaliar o que fazer, reuniram-se várias entidades junto à barragem. Menos uma: o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB). É ao ICNB que cabe, em primeiro lugar, preocupar-se com as espécies invasoras em Portugal. E a albufeira em causa estava dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Mas o parque não tinha recursos para lidar com a questão e nem sequer enviou um técnico para ver o que se passava. "Não foi dada a atenção que se devia", reconhece Sandra Moutinho, porta-voz do ICNB. A Câmara Municipal de Odemira, que contactara um responsável do parque natural, estranhou a resposta. "Disseram-nos que não tinham meios para actuar, mas deram-nos luz verde [para resolver o problema]", diz José Alberto Guerreiro, vice-presidente da autarquia. "Esperava uma atitude mais actuante". Preocupada que a barragem pudesse transbordar no Inverno, espalhando a planta infestante, a câmara pôs mãos à obra. "Não olhámos nem a meios nem a custos", afirma José Alberto Guerreiro. Durante um mês, removeram mecanicamente as plantas da barragem. Hoje, estão a secar numa zona mais elevada da propriedade de José Ricardo, à espera de serem queimadas. Meses depois, ainda há ali plantas vivas. O caso também preocupou a Associação de Beneficiários do Mira, que alertou os cantoneiros de rega para informarem se avistassem a salvínia nos canais. "Se aparecesse algo, seriam os primeiros a notar", afirma a técnica Carla Lúcio. "Mas em águas correntes, a probabilidade é muito menor". As alunas fizeram ainda muito mais. Distribuíram pelo concelho cartazes e autocolantes, com uma foto da planta e uma explicação dos seus perigos. Visitaram todas as lojas que as pudessem estar a vender e falaram com os comerciantes. Entregaram a cada agrupamento escolar uma apresentação sobre o problema. Bomba ao retardador Hoje, a Salvinia molesta é tema de estudo nas escolas do concelho. "Tenho um primo que me disse que estava a fazer um trabalho sobre a planta", diz Vanessa Viegas.O trabalho não terminou. "Agora, estamos a monitorizar para ver se a planta reaparece", afirma Susana Caetano. Naquela pequena barragem, a situação parece estar controlada. Mas esteve a um passo do resultado oposto. A primeira sugestão que deram a José Ricardo foi abrir uma brecha no paredão da barragem, para deixar escoar a água e as plantas. "Teria sido o desastre total", avalia o biólogo Francisco Carrapiço, do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. De qualquer forma, a Salvinia molesta continua à venda e o que se passou em Odemira pode acontecer a qualquer momento em outro ponto do território. "Com a planta espalhada por todo o país, é uma bomba ao retardador", diz Francisco Carrapiço. ICNB quer agora proibir a venda da salvínia O ICNB começou por não ligar muito à nova infestante identificada em Odemira, num parque natural. Mas agora quer proibir a venda da Salvina molesta em Portugal. A salvínia deverá ser incluída na lista das espécies invasoras ou de risco ecológico conhecido, numa revisão em curso da lei aprovada em 1999 para o controlo da introdução de animais e plantas exóticas em Portugal. A espécie ainda não figura no novo texto da lei que está em consulta pública há poucos meses, apesar de o ICNB ter sido alertado em Outubro. Mas será adicionado, segundo Sandra Moutinho, porta-voz do instituto. A legislação proíbe o cultivo, a criação, a detenção, a compra, a venda e o transporte das espécies constantes daquela lista. Por ora, a venda da salvínia é legal. Este facto, aliado à falta de familiaridade com a planta, pesou para que o ICNB não tenha prestado a devida atenção ao caso de Odemira, diz Sandra Moutinho. A legislação original previa a elaboração de um plano nacional para o controlo e erradicação de espécies invasoras não-indígenas já introduzidas no país. Até hoje, dez anos depois, este plano não existe. In Publico

Ministério desconhece plantação compensatória de sobreiros

O Ministério da Agricultura disse desconhecer «oficialmente» a plantação de oito mil sobreiros, como forma de compensação pelo abate de árvores para a construção do Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo, em Fazendas de Almeirim.

O Partido Ecologista "Os Verdes" divulgou, esta segunda-feira, a resposta do Ministério da Agricultura a uma questão colocada pelo partido sobre qual o conhecimento da tutela sobre a plantação dos oito mil sobreiros.

Na resposta, a tutela explicou que foi feito um pedido de abate, pela Junta de Freguesia de Fazendas de Almeirim, a 11 de Fevereiro, e que a Direcção Regional de Florestas de Lisboa e Vale do Tejo pediu elementos à autarquia, a 23 de Fevereiro.

Quanto à plantação de oito mil sobreiros, o ministério aponta a existência de «procedimentos que estão devidamente regulamentados», mas assume desconhecimento oficial: «Oficialmente não há qualquer pedido / autorização desta acção».

«Só na sua observância essa plantação pode servir o objectivo pretendido», refere o Ministério da Agricultura, acrescentado que a «gradagem» de terreno para a preparação desta replantação e que terá originado a destruição de sobreiros jovens «está em processo, desde 12 de Março de 2009».

Nesse mesmo dia, a Quercus denunciou o «abate ilegal» de sobreiros no local, tendo remetido estas denúncias para a Direcção-Geral de Florestas de Lisboa e Vale do Tejo, o Instituto de Financiamento e Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura e das Pescas e o Serviço Especial de Protecção da Natureza (SEPNA) da GNR.

Em resposta, o Ministério da Justiça assegurou que «este processo foi esclarecido, a 4 de Dezembro de 2008, a um responsável da Quercus», acrescentando que «a quantidade dos sobreiros a serem substituídos, 1430, foi validada pela Direcção Regional das Florestas de Lisboa e Vale do Tejo».

«O local onde será construído o novo Estabelecimento Prisional do Vale do Tejo vai ter mais 10860 árvores do que tem actualmente», acrescentou a tutela, sublinhando que esta infra-estrutura será alvo de «um estudo de incidência ambiental, apesar do mesmo não ser obrigatório»

06 ABR 09 às 18:47

TSF

Estágio Profissional

estágio profissional - Engenheiro Florestal (m/f)

9 de Abril

Associaciação Florestal do Lima


Associação Florestal do Lima (AFL) selecciona para estágio profissional:


Engenheiro Florestal (m/f)

Perfil Profissional
. Elegível para o Programa de Estágios Profissionais do IEFP
. Carta de condução
. Bons conhecimentos de Português

Perfil Pessoal
. Disponibilidade de horários
. Boa capacidade de comunicação e facilidade de relacionamento
. Dinamismo, responsabilidade e seriedade
. Capacidade de iniciativa e de trabalho
. Disponibilidade imediata


Oferece-se
. Integração em organizaçãoo com grande dinamismo
. Bom ambiente de trabalho
. Incorporação em equipa multifuncional


Envie o seu Curriculum, até 19 de Abril, para o seguinte e-mail: afloreslima@gmail.com

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Engenheiro Florestal

Naturlink

8 de Abril

Câmara Municipal de Ovar


Detalhe de Oferta de Emprego

Caracterização da Oferta
Código da Oferta: OE200904/0101

Tipo Oferta: Procedimento Concursal Comum
Estado: Activa

Nível Orgânico: Câmaras Municipais
Órgão/Serviço: Câmara Municipal - Ovar
Vínculo: CTFP a termo resolutivo certo
Duração: 12 meses

Regime: Carreiras Gerais
Carreira: Técnico Superior
Categoria: Técnico Superior
Grau de Complexidade: 3
Remuneração: Alvo de negociação com a Câmara Municipal de Ovar.
Suplemento Mensal: 0
Caracterização do Posto de Trabalho:

sábado, 4 de abril de 2009

acção de formação nmp e insecto vector cotf 20 de abril

A Federação Nacional das Associações de Produtores Florestais - FNAPF promove uma acção de formação "Nemátodo da Madeira de Pinheiro e Insecto Vector". Terá lugar no dia 20 de Abril no Centro de Operações e Técnicas Florestais.


Para conhecer o programa detalhado clique aqui.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Precisa-se Engenheiro Agrónomo/Florestal


Zona mais emprego Portugal / Lisboa Empresa: MANPOWER
Categoria mais emprego Engenharia ( Ambiente ) Tipo: Tempo Inteiro
Referencia # 707685 Data: 1-4-2009
Anuncio:

A Manpower está a recrutar para empresa cliente Licenciados em Engenharia Agrónoma/Florestal:

Requesitos:

- Experiência em bases de avaliação e negociação em processos de constituição de servidões e expropriações (factor eliminatório);

- Responsável;

- Dinâmico:

- Autónomo

- Disponibilidade para deslocações.



Local: Concelho de Loures

Envie a sua candidatura para: diana.carvalho@manpower.pt

segunda-feira, 30 de março de 2009

Morfologia e Processos Fluviais: o papel dos detritos lenhosos


Resumo em Português: A vegetação ripária, devido às condições fisiológicas de seus indivíduos, acaba por fornecer uma grande quantidade de material vegetal aos cursos fluviais. Diferentes autores têm proposto a utilização da expressão detritos lenhosos (wood debris) a todo o material de ori...
Autor: Andrey L. Binda & Adalto G. Lima
Ano: 2008
Idiomas do Documento: Português | Inglês
Link

domingo, 29 de março de 2009

Organização e Gestão - Engenheira(o) - Ocasião

Descrição
Engenheira(o), Para admissão imediata, licenciado em engenharia agrónoma ou florestal, com experiência em avaliação e negociação de processos de aquisição de terrenos, constituição de servidão e expropriações. Boa apresentação, disponibilidade para viajar, conhecimentos de informática. Enviar CV com foto para email, Loures

Concelho Loures

DR 59 SÉRIE I de 2009-03-25

Lei n.º 11/2009
Assembleia da República
Estabelece o regime contra-ordenacional do Regulamento de Segurança de Barragens, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 344/2007, de 15 de Outubro

Portaria n.º 308/2009
Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Limita a pesca na albufeira do Alto Rabagão ou Pisões, no ano de 2009, à pesca apeada a partir da margem, estabelecendo medidas de protecção de captura de truta arco-íris em virtude dos danos causados pelo temporal que assolou a região de Montalegre a 23 de Janeiro de 2009 nas redes das estruturas flutuantes da truticultura em jangadas, autorizada à Quinta do Salmão, Comércio de Peixe, Lda.

sexta-feira, 27 de março de 2009

calendário venatório para 2009-2010‏

Portaria n.º 308-A/2009. D.R. n.º 60, Suplemento, Série I de 2009-03-26
Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Define o calendário venatório para 2009-201

Homenagem a grande viatura


Para que não façam pouco de uma grande viatura que me tem acompanhado nos últimos tempos, e tem participado nos trabalhos de campo fica esta fotografia em homenagem a minha viatura.....

Petição para salvar milhares de Sobreiros.

Do Grupo de Cidadãos para a Defesa da Ribeira de Muge o pedido para assinar esta petição, a qual também vem contestar a localização do novo Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo num montado de sobro na charneca ribatejana em Almeirim.

Para ver e assinar petição;
http://www.peticao.com.pt/sobreiros

Colabore com a tentativa de preservação de milhares de sobreiros na Herdade dos Gagos em Paço dos Negros - Almeirim.

Há inúmeros lugares onde um estabelecimento prisional pode ser construído. Não há necessidade de abater milhares de sobreiros em 67Ha.

Assine e divulgue a petição. Todos somos poucos para defender o montado de sobro. A única actividade económica sustentável.

Semana da Floresta Mais um ano… Mais 900 crianças sensibilizadas para as questões ambientais

O núcleo regional da Quercus de Castelo Branco, em parceria com a Escola Superior Agrária de Castelo Branco, organizou entre os dias 16 e 20 de Março mais uma edição da “Semana da Floresta”.

Esta iniciativa contou com a participação de mais de 900 crianças de escolas dos Concelhos de Castelo Branco, Fundão e Oleiros, envolvendo ainda, na sua organização, dezenas de jovens: alunos do curso profissional de Gestão de Ambiente da Escola Secundária Nuno Álvares, do Instituto Politécnico de Castelo Branco (dos cursos de Eng.ª de Recursos Naturais e Ambiente e de Enfermagem Veterinária, da Escola Superior Agrária e do curso de Animação Cultural da Escola Superior de Educação), tendo contado também com a colaboração de docentes da ESA-CB e colaboradores da Quercus.


Esta acção decorreu, uma vez mais, no Parque Botânico da Escola Superior Agrária, espaço emblemático com cerca de 22 hectares, que resultou da recuperação de uma zona altamente degradada utilizada durante muitos anos como lixeira municipal, onde foram plantadas cerca de 6000 árvores e arbustos, englobando perto de 90 espécies diferentes, sendo hoje um agradável espaço de lazer aberto ao público.

Novas actividades aprovadas pelos participantes

Apostando na realização de actividades que têm sido casos de sucesso nas edições anteriores, tais como, o Atelier de Anfíbios, durante o qual se promoveu a desmistificação de todas as lendas relacionadas com estes animais, se deu a conhecer estas espécies, para além de se apresentarem formas de as proteger, e do Jogo dos Sentidos, que permitiu às crianças sentir o Parque recorrendo apenas ao tacto, à audição e ao olfacto, foram desenvolvidas novas actividades, promovidas em colaboração com diversas entidades, nomeadamente:

- O Grupo de Teatro Váatão, que brindaram as crianças com um atelier envolto de magia - “O Espírito da Floresta” - atelier de expressão dramática através do qual cada criança recriou e interpretou através de sons e gestos um elemento da floresta;

- Os Bombeiros Voluntários e o Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR (SEPNA) que alertaram para as situações que colocam a floresta em risco e de que forma podemos contribuir para a proteger.

- A Associação Pinus Verde, que organizou um jogo no terreno que permitiu avaliar os conhecimentos das crianças sobre os usos múltiplos da floresta

A Semana da Floresta em números

O objectivo desta actividade foi sensibilizar os alunos para a importância da floresta, promover atitudes e modificar comportamentos no uso dos recursos naturais, fortalecer a relação entre as crianças e o meio natural e alertar para a importância da gestão da floresta para salvaguardar a biodiversidade.

Para isso contamos com:

- 22 monitores que proporcionaram 86 horas de sensibilização ambiental;

- 40 guias que acompanharam as diferentes turmas ao longo da sua estadia no Parque Botânico;

- 900 alunos de 50 turmas de 21 escolas distintas.

Exposição “Semana da Floresta”

Deste evento resultou ainda a exposição “Semana da Floresta”, a decorrer no átrio da Biblioteca Municipal de Castelo Branco, composta pelos trabalhos dos alunos que participaram neste evento, assim como, por algumas fotos das actividades realizadas. Esta exposição ficará na Biblioteca até ao próximo dia 27 de Março e posteriormente estará no Instituto Português da Juventude em Castelo Branco.

Castelo Branco, 26 de Março de 2009

Quercus- Associação Nacional de Conservação da Natureza


Para mais esclarecimentos contactar:

Madalena Martins 966 484 942 do Núcleo Regional de Castelo Branco

cancro resinoso do pinheiro informação disponibilizada no site da afn



A Autoridade Florestal Nacional (AFN) disponibiliza informação na sua página alertando os Fornecedores de Materiais Florestais de Reprodução para para a existência de uma nova doença, o cancro resinoso do pinheiro, que é provocada por um fungo, a Gibberella circinata.


Com o objectivo de controlar e erradicar a doença, evitando assim a sua dispersão, a AFN esclarece sobre os procedimentos a adoptar, apresentando também algumas medidas preventivas.


Para mais informações na página da AFN clique aqui.

quinta-feira, 26 de março de 2009

O floresta do Interior no Biosfera

Fiquei hoje a saber que o floresta do interior apareceu no biosfera recentemente em Fevereiro.

Fica o link e os parabéns ao biosfera pela publicidade, que continue a fazer bons programas como tem feito até ao momento.

http://arquivo.faroldeideias.com/arquivo_farol/index.php?programa=Biosfera&id=511

segunda-feira, 23 de março de 2009

Corticeira Amorim reconhecida como uma das empresas internacionais mais influentes a nível ambiental

A Corticeira Amorim é a única empresa portuguesa e a única produtora de vedantes a integrar o "Top 50 - Green List" da revista The Drinks Business, a mais prestigiada publicação profissional do sector vinícola e de bebidas do Reino Unido.

A publicação britânica reconheceu o compromisso da Corticeira Amorim na preservação dos montados de sobro e da biodiversidade, assim como pelo trabalho desenvolvido em matéria de pegada ambiental das rolhas, posicionando o líder mundial da cortiça como a 25º empresa mais influente de todo o sector vinícola a nível mundial.

A capacidade de influência das empresas seleccionadas junto dos consumidores internacionais, no que diz respeito a questões ecológicas e de sustentabilidade, foi o critério para a inclusão na contagem de The Drinks Business.

Foram também argumentos de relevo para a eleição a campanha "Save Miguel", o Relatório de Sustentabilidade, a actuação da Corticeira Amorim na promoção dos benefícios sustentáveis e ecológicos da cortiça e o trabalho desenvolvido em prol da Certificação Florestal.

"The Drinks Business" destacou particularmente a participação de centenas de milhares de consumidores na campanha internacional '"Save Miguel", promovida pela Corticeira Amorim e a adopção virtual de milhares de sobreiros pelos cibernautas, em resultado da promoção da campanha através da Internet.

A cadeia norte-americana Whole Foods Supermakets, a maior a nível mundial na venda de produtos orgânicos/health food, parceira da Corticeira Amorim na reciclagem de rolhas, também marcou presença na Green List.

A Corticeira Amorim apresentou o primeiro Relatório de Sustentabilidade do sector, em 2006, que foi distinguido pela Corporate Register como um dos três melhores do mundo na categoria "Openness & Honesty".

Em 2007 divulgou os resultados de uma análise do ciclo de vida das rolhas, que concluiu que as emissões de dióxido de carbono associadas às rolhas de cortiça são significativamente mais baixas do que as emissões de outros vedantes. Agroportal

Um novo Portal ao serviço da Engenharia Florestal‏

O Conselho Regional do Colégio de Engenharia Florestal, da Região Sul da
Ordem dos Engenheiros lançou o seu Portal, procurando desta forma contribuir
para a discussão e debate dos temas de interesse para os profissionais do
sector. www.colegio-

florestal-sul.net
<http://www.colegio-florestal-sul.net/> .

Entre outras componentes o Portal apresenta o “Clipping” das notícias
diárias sobre assuntos de interesse para os florestais, brevemente teremos
também a componente de noticias próprias relativas a assuntos que mais
interesse despertam aos profissionais deste sector. Desta forma pede-se a
todos que colaborem com o envio de noticias e sugestões para melhorar os
serviços prestados através desta plataforma.

Saudações Florestais,

Conselho Regional de Engenharia Florestal – Região Sul

Ordem dos Engenheiros

Carlos Machado

Paula Soares

Paula dias

nemátodo da madeira de pinho tratamento de casca isolada de conífera


Na página da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) estão disponíveis os requisitos técnicos para o tratamento térmico da casca isolada de coníferas para circulação intracomunitária, exportação para países terceiros e expedição para os Açores e Madeira.

Os operadores económicos em condições de cumprir com os requisitos técnicos deverão proceder ao pedido de inscrição no registo oficial.

Para mais informações na página da DGADR clique aqui.

Três percursos pedestres na Mata do Desterro

Pelo CISE, para assinalar o Dia Mundial da Floresta


Imprimir | Contacte-nos

O Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) apresenta ao público um conjunto de três itinerários pedestres, criados na Mata do Desterro, em Seia. A divulgação está agendada para sábado, Dia Mundial da Floresta.
Os três percursos pedestres, com diferentes níveis de dificuldades, foram pensados para que os seus utilizadores possam apreciar a fauna e a flora do local. Além da apresentação dos itinerários, o CISE organiza no mesmo dia uma caminhada por um deles, com plantação e sementeira de árvores, e inaugura uma exposição de fotografia de ambiente. Patente no posto de turismo, a mostra é subordinada ao tema "Espaços Naturais da Região Centro". Já na véspera, as actividades são direccionadas para o público escolar, estando previsto um percurso pedestre com 250 crianças dos jardins-de-infância e da escola do 1º ciclo do ensino básico de S. Romão. Estes alunos, bem como todos os do concelho a frequentar os mesmos níveis de escolaridade, vão receber árvores e material didáctico oferecido pela Câmara. A ideia é sensibilizá-los para as questões ambientais e ainda dar-lhes a conhecer os principais habitats da Serra da Estrela. In o Interior

sábado, 21 de março de 2009

Nova Sondagem- Conhece o Forum Florestal

Está lançada uma nova sondagem por 30 dias, vamos ver o que os nossos leitores nos ditam desta vez.

Sondagem- Vai a Expo Florestal

Chegou ao fim a segunda sondagem do floresta do interior.

Parece que a organização tem que apostar um pouco mais na divulgação uma vez que ainda está empatadado quem desconhece o certame de quem afirma ir com 5 votos, 1 dizendo que não vai e 2 para a localização.
Se entra-sem no site iriam logo a ficar a saber onde ficava.

Em breve lançaremos outra sondagem.

VIVACI Guarda assinala o Dia Mundial da Floresta

Fonte: VIVACI
VIVACI Guarda assinala o Dia Mundial da Floresta

Concerto infantil, concurso de desenho, exposições e muitas outras surpresas prometem trazer a floresta ao Centro Comercial.
O VIVACI Guarda comemora, entre os dias 20 e 22 de Março, o Dia Mundial da Floresta. Em parceria com a Autoridade Nacional Florestal (Unidade de Gestão Florestal da Beira Interior Norte), e sob lema “Magia da Floresta”, o Centro Comercial organiza um conjunto de acções que visa sensibilizar e alertar para a protecção das florestas, inserindo-se na política de responsabilidade social e ambiental do Grupo FDO. Segundo o programa das comemorações, no dia 20, sexta-feira, às 21h30, as vozes de 100 crianças – entre os 10 aos 16 anos e pertencentes aos Coros e Orquestra de Câmara do Conservatório de Música de São José da Guarda – vão encher o quarto piso do Centro Comercial com “Vozes pela Floresta”. De sexta-feira a domingo, as duas entradas do Centro Comercial terão uma decoração especial. No Piso 0 será colocada uma viatura de uma Equipa de Sapadores Florestais e no Piso 3 acolhe a recriação de uma mini-floresta, com árvores naturais e outros seres vivos. Será ainda realizado, no Piso 3, um concurso de desenho para crianças até aos 14 anos, com vista à criação da imagem da campanha relativa ao Dia Mundial da Floresta em 2010. A assinalar a efeméride, e ao longo dos três dias, estarão diversas exposições dedicadas à floresta. E ainda, no sábado, (dia 21), os visitantes do espaço comercial receberão ainda alguns brindes alusivos ao tema.
Data Início :
20-03-2009 0:00
Data de Fim :
22-03-2009 0:00
Local Evento :
VIVACI Guarda

sexta-feira, 20 de março de 2009

Feliz dia da árvore

Retirado do Forum florestal, o floresta do interior deseja a todos os leitores boas plantações, se for o caso. E um feliz dia da árvore.

Ministério impõe silêncio no abate dos pinheiros com infecções

20.03.2009
Ana Fernandes

Os protocolos que foram assinados em Dezembro com as associações florestais para a marcação e eliminação de pinheiros-bravos, no âmbito do programa de acção de luta contra o nemátodo, inclui uma cláusula de sigilo sobre os dados.

O assunto foi revelado pelo PSD, que considera que a exigência é "inaceitável." O Ministério da Agricultura diz que esta é "uma norma habitual em processos de contratação em que estejam em causa questões sanitárias".

No texto do protocolo assinado entre o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, Autoridade Florestal Nacional (AFN) e associações, a cláusula quinta refere que "os dados resultantes da acção de erradicação são pertença do segundo outorgante [AFN], não podendo ser utilizados para qualquer outro fim que não o relato dos resultados à mesma, a não ser mediante solicitação e respectiva autorização escrita do mesmo segundo outorgante". Acrescenta ainda que "o segundo outorgante é também responsável pela apresentação pública e divulgação de resultados e metodologias, os quais não poderão ser apresentados ou divulgados sem que haja a aprovação".

As associações ficam impedidas de divulgar quantas árvores apresentam sintomas de declínio nas propriedades dos seus sócios nem quantas foram abatidas. A mesma cláusula constava nos protocolos estabelecidos com as federações florestais, mas estas contestaram e a disposição foi retirada.

Uma associação contactada pelo PÚBLICO não se tinha apercebido de que estava impedida de divulgar dados, mas disse-se mais preocupada com o facto de os planos de acção, que são apresentados pelas associações à AFN para aprovação, ainda não tenham sido validados pelo Estado.

Estes protocolos inserem no programa de acção nacional para o controlo do nemátodo da madeira do pinheiro. Recorde-se que a presença deste organismo foi pela primeira vez detectado na península de Setúbal em 1999 e, apesar das iniciativas que desde aí foram levadas a cabo, o problema espalhou-se para outras zonas do país, o que levou o Governo a declarar todo o território como infectado.

Através destes protocolos, assinados no início de Dezembro, as associações são apoiadas pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, através do Fundo Florestal Permanente, para que marquem todas as coníferas secas ou em declínio. As árvores com sintomas de declínio não têm necessariamente nemátodo mas são um foco para que este se espalhe, pelo que têm de ser abatidas e removidas. Estão abrangidas, além do pinheiro, abetos, cedros, tsugas, entre outras.

Paulo Rangel, do PSD, afirmou ao PÚBLICO que o seu partido irá entregar hoje um requerimento no Parlamento para pedir ao Governo esclarecimento sobre as razões deste sigilo. "É uma espécie de lei da rolha agrícola", critica o líder parlamentar.

"Não é compreensível que estejamos a tentar esconder o sol com uma peneira", adiantou Rangel. "É preferível assumir o que se passa do que tentar ocultar a verdade."

O social-democrata adiantou que houve algumas associações que não assinaram o protocolo por não concordarem com a cláusula. "Então só quem mantém o segredo é que é apoiado nesta luta", questionou. Ecosfera


Município de Coruche pede apoios urgentes para evitar o colapso do sector corticeiro

20.03.2009, Jorge Talixa

Concelho é o mais extenso do Ribatejo, com mais de 1100 quilómetros quadrados de área, e simultaneamente
o maior produtor mundial de cortiça

A Câmara Municipal de Coruche pede ao Governo que tome medidas urgentes para evitar o colapso do sector da cortiça, frisando que, se não forem auxiliadas pelo menos as pequenas e médias empresas, milhares de trabalhadores poderão ficar no desemprego. O presidente da edilidade sublinha que outros sectores da economia nacional sem o peso da cortiça foram ajudados nos últimos meses e que, por isso, será de toda a justiça que o Governo "dê a mão" às empresas, antes que fechem as portas.
Dionísio Mendes, eleito do PS, sustenta que a crise que afecta a indústria corticeira "atinge a montante os produtores, que não conseguem escoar a produção. Corre-se o risco de muitos nem sequer executarem a tiragem no próximo Verão, ou então que a cortiça continue por vender no mato, como já aconteceu em 2008", avisa o presidente, afirmando que, se não forem tomadas medidas rapidamente, "a fileira da cortiça entra em colapso".
O concelho de Coruche - o mais extenso do Ribatejo, com cerca de 1120 quilómetros quadrados - é o maior produtor mundial de cortiça e possui também algumas das maiores unidades industriais do sector, com capacidade para produzir mais de 10 milhões de rolhas por dia. A concorrência cada vez mais apertada de outros materiais e a crise económica generalizada têm afectado gravemente o sector, com parte dos produtores a sentirem enormes dificuldades para vender a cortiça em 2008 e os preços a registarem fortes quebras.

Cortiça por vender
A Câmara Municipal de Coruche, que, no final de Maio, vai lançar a 1.ª Feira Internacional da Cortiça (Ficor) e está a construir o Observatório do Sobreiro e da Cortiça, mostra-se muito preocupada com a situação, referindo que muitos produtores "continuam com cortiça empilhada no campo por vender, os trabalhadores rurais que executam a tirada da cortiça vêem o seu rendimento comprometido, os empresários têm dificuldades em vender e os contratos de trabalho não são renovados". Apesar de tudo, o município tem dos melhores registos regionais de evolução do número de desempregados inscritos no Instituto do Emprego e da Formação Profissional - contava com 1102 inscrições no final de Janeiro, mas as 139 novas inscrições de desempregados verificadas no primeiro mês do ano foram compensadas por 136 novas colocações.
"É imperativo publicitar a cortiça, através de uma boa campanha mundial, e vulgarizar a cortiça em diferentes utilizações, que podem ir da moda ao mobiliário", sustenta Dionísio Mendes, considerando que Portugal tem que definir uma estratégia multidisciplinar e concertada, "tendo sempre presente que a rolha é a principal mais-valia e todas as outras utilizações vêm por arrasto. O marketing e promoção devem ter isto em consideração e atacar em força os principais mercados internacionais vitivínicolas".

PÚBLICO.PT