quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Comunicado Nova via abate sobreiros em Setúbal‏


Ligação Nó A2-A12/Setúbal até à EN10 no Alto da Guerra

A Quercus foi alertada por diversas denúncias de que estariam a abater uma grande quantidade de sobreiros na freguesia de S. Sebastião/Alto do Guerra, no concelho de Setúbal, sendo as árvores retiradas prontamente, sem que se conhecesse o motivo.



Foi alertado o serviço SOS Ambiente e Território para fiscalização do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR, tendo sido também constatado no terreno o corte de dezenas de sobreiros verdes junto da estrada de Algeruz e a presença de obras com maquinaria pesada, aparentemente para construção de uma nova via rápida, mas sem que existisse nenhuma placa de identificação da obra ou projecto.



Segundo conseguiu a Quercus apurar, trata-se de uma nova ligação rodoviária relativa ao projecto denominado A12 Setúbal-Montijo – Sublanço Nó A2-A12/Setúbal (EN10), promovido pela Brisa – Auto-estradas de Portugal, S.A., o qual visa criar uma nova via rápida entre a A12, junto ao cruzamento da estrada de Vale de Mulatas, Quinta de Possoilos, para ligação à EN 10-8 em Alto da Guerra.



A Quercus teve conhecimento que foram efectuados vários pedidos para abate de dezenas de sobreiros, pedidos esses que foram autorizados pela Autoridade Florestal Nacional. Existem também centenas de oliveiras e outras árvores que vão ser abatidas para construção desta nova variante.



Sem questionar a eventual pertinência da nova variante, a Quercus alerta para a continuada destruição dos povoamentos e núcleos de sobreiro existentes nestas freguesias da periferia de Setúbal, reflectindo o deficiente planeamento do território onde se destroem inúmeras áreas verdes que poderiam ser incluídas num desenvolvimento urbano integrado.



Só no ano passado, nesta zona, foram abatidos mais de 1300 sobreiros junto ao Alto da Guerra para o Projecto da Nova Setúbal, projecto esse que continua parado, existindo ainda mais pressões para novas unidades comerciais, sem ponderação de alternativas de localização.







Lisboa, 24 de Fevereiro de 2010



A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza e a Direcção do Núcleo Regional de Setúbal da Quercus



Para mais informações contactar:

Domingos Patacho - 937 515 218

VI Congreso Internacional de Ordenación del Territorio - Pamplona 2010‏

1ª Convocatoria del VI Congreso Internacional de Ordenación del Territorio a celebrar en Pamplona los días 27, 28 y 29 de octubre de 2010.

Toda la información disponible en: www.fundicot.org


Mónica García Clemente

Secretaría VI CONGRESO INTERNACIONAL DEL ORDENACIÓN DEL TERRITORIO

Directora Administrativa

FUNDICOT

C/ General Arrando, 38

28010 - Madrid

TLF. 91 308 50 29

direccion@fundicot.org

www.fundicot.org

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Portaria n.º 91/2010 - Regime de protecção das albufeiras de águas públicas‏

O Decreto -Lei n.º 107/2009, de 15 de Maio, aprovou o regime de protecção das albufeiras de águas públicas de

serviço público e das lagoas ou lagos de águas públicas, o qual tem como objectivo principal a protecção e valorização

dos recursos hídricos associados às albufeiras, lagoas ou lagos de águas públicas, bem como do território

envolvente, numa faixa que corresponde à zona terrestre de protecção.

http://dre.pt/pdf1sdip/2010/02/02900/0042200423.pdf

Seminário "Estratégias de Gestão do Risco Florestal" - DIVULGAÇÃO

A Lei de Bases da Política Florestal (Lei n.º 33/96) estabelece, no seu artigo 20.º, um sistema de seguros florestais, de cariz obrigatório, nomeadamente nas situações de arborização de áreas florestais que fossem objecto de financiamento público, prevendo também que o mesmo fosse gradualmente estendido a todas as arborizações. Não obstante algumas iniciativas em torno deste objectivo, nada foi ainda concretizado.

Na base desta situação encontra-se, tal como referido na Estratégia Nacional para as Florestas (Resolução do Conselho de Ministros n.º 114/2006), "a imagem de altos riscos (reais e percebidos) de investimento e gestão que actualmente se associa ao sector florestal".

E esta é de facto uma das questões essenciais na óptica de uma floresta maioritariamente privada: como gerir e mitigar o risco florestal? Como conferir maior confiança e segurança ao proprietário/gestor/investidor florestal?

Se atendermos a algumas das características muito particulares da actividade florestal enquanto actividade económica, facilmente constatamos a importância de criar condições e promover estratégias de gestão e mitigação do risco florestal.

Assim, vimos por este meio proceder à divulgação de um seminário que estamos a organizar, designado "Estratégias de Gestão do Risco Florestal", e que decorrerá no Hotel Tivoli Oriente em Lisboa no próximo dia 18 de Março (programa em www.seminariosunac.blogspot.com), com os objectivos de promover a discussão e a reflexão sobre estes temas, assim como fazer a apresentação pública do Seguro de Incêndios Florestais desenvolvido para os associados da UNAC.

Com os melhores cumprimentos,

Nuno Mendes Calado

(Secretário-geral)

UNAC - União da Floresta Mediterrânica
Av. Colégio Militar, Lote 1786,
1549-012 Lisboa
Portugal
Tel.: + 351 21 710 00 14

Fax: + 351 21 710 00 37

www.unac.pt

Inscrições na Associação Árvores de Portugal - Dar mais força a quem defende as árvores‏

Caro(a) amigo(a) das árvores,
É com enorme satisfação que vimos informá-lo que a Associação Árvores de Portugal está, finalmente, a aceitar sócios. Tratadas que estão todas questões legais e burocráticas, podemos agora convidar todas as pessoas que se interessam e se preocupam com as árvores e bosques do nosso país a integrarem a nossa associação. Se pretende fazer algo pelas nossas árvores e está farto de palavras, passe à acção! Inscreva-se!
Mais do que pedir a sua contribuição para que possamos financiar os vários projectos que estamos a planear e a implementar, pretendemos também a sua colaboração na informação de situações que envolvam as nossas árvores. Somos poucos e não podemos estar ao corrente do que se passa com este nosso património, pelo que contamos com os nossos associados para nos ajudarem a estarmos informados, em tempo útil, de tudo o que seja importante para a divulgação e preservação da Árvore em Portugal.
Para saber mais sobre este convite que agora lhe fazemos, poderá consultar este texto da nossa página.
Se pretende auxiliar e juntar-se a este projecto, poderá inscrever-se nesta ligação da nossa página.
No que refere a quotas, optámos por cobrar uma quota única, a pagar no acto de inscrição, no valor que escolher de entre as possibilidades disponibilizadas, não tendo o sócio qualquer encargo posterior relativo a quotas.
Caso queira levar mais além a sua ajuda, poderá então escolher um ou mais dos projectos que iremos orçamentar individualmente e decidir o montante com que pretende contribuir. A Árvores de Portugal responsabiliza-se por dar conta, aos seus sócios e contribuidores, da aplicação destes fundos.
Obrigado pela sua colaboração.
Atenciosamente,

--
Associação ÁRVORES DE PORTUGAL
http://www.arvoresdeportugal.net/


O floresta do Interior apoia Associação ÁRVORES DE PORTUGAL

Eng. Florestal


Município da Vidigueira

Aviso n.º 3793/2010
1 — Para efeitos do disposto no artigo 19.º da Portaria n.º 83 -A/2009,
de 22 de Janeiro, conjugado com os artigos 6.º, 7.º e 50.º da Lei
n.º 12 -A/2008, de 27 de Fevereiro, e ao abrigo do disposto na alínea a)
do n.º 3 do artigo 19.º da Portaria n.º 83 -A/2009, de 22 de Janeiro, torna-
-se público que, por deliberação da Câmara Municipal datada de 6 de
Janeiro de 2010, se encontra aberto, pelo prazo de 10 dias úteis a contar
da publicação do presente aviso na 2.ª série do Diário da República,
procedimento concursal comum para constituição de relações jurídicas
de emprego público por tempo determinado, a constituir por contrato de
trabalho em funções públicas, para ocupar os seguintes postos de trabalho
do mapa de pessoal, previstos e não ocupados, desta Câmara Municipal:
Refª A: Técnico Superior (Jurista) — 1 posto de trabalho
Refª B: Técnico Superior (Engenharia Civil) — 1 posto de trabalho
Refª C: Técnico Superior (Gestão) — 1 posto de trabalho
Refª D: Técnico Superior (Professor do Ensino Básico) — 1 posto
de trabalho
Refª E: Técnico Superior (Engenharia Florestal) — 1 posto de trabalho
Caracterização dos Postos de Trabalho:


http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=23&cid=15650&bl=1

Cancro resinoso do pinheiro ataca floresta portuguesa


21 Fevereiro 2010

O cancro resinoso do pinheiro, que é provocado pelo fungo Fusarium circinatum, tornou-se a mais recente ameaça à floresta portuguesa e põe em perigo a sua sustentabilidade, a prazo, se não forem tomadas as medidas fitossanitárias adequadas.

O alerta é da Associação de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente (ANEFA), que apresentou às autoridades competentes um conjunto de medidas para travar o problema. Inspecções fitossanitárias anuais para detecção de árvores contaminadas na floresta e em viveiros e abate dos elementos afectados, seguindo normas de segurança, são algumas medidas avançadas. In DN Sapo

Exposição recria rios e peixes da região


Centro de Ciência Viva de Proença-a-Nova mostra peixes da floresta

Peixes da Nossa Floresta é o novo espaço, onde se podem observar diferentes ecossistemas. A Escola Superior Agrária de Castelo Branco apoiou a iniciativa.

Mais no jornal Reconquista

PLANTAÇÃO DE ÁRVORES AUTÓCTONES NA MATA DO DESTERRO


(PARQUE NATURAL DA SERRA DA ESTRELA) 27/2
O FAPAS, em colaboração com a Câmara de Seia e o CISE,
organizam mais uma grande plantação, para a qual vos convidamos.

Os grupos que se quiserem organizar para nos acompanhar
só terão de o comunicar ao Fapas pelo 222002472 com antecedência.

PROGRAMA




9.30h. Acção de formação no CISE

Orador: Eng. Alexandre Silva

10.15h. Saída para a Mata do Desterro

10.30h. Plantação de árvores autóctones

13.00h. Almoço livre

Pretende-se com esta actividade:

. participar no projecto de recuperação florestal na
Mata do Desterro, plantando árvores características dos bosques
caducifólios (carvalho negral e carvalho alvarinho)
com elementos perenifólios (folhado e azevinho)

.sensibilização ambiental da comunidade escolar
incutindo-lhes uma conduta cívica baseada no
respeito pela natureza.

Os participantes devem levar mochila com bloco de notas,
farnel e boa disposição. O calçado e a roupa devem ser
adequados (incluindo um bom agasalho).

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Boticas: Parque Natureza e Biodiversidade vai custar 4 M€



O parque Boticas - Natureza e Biodiversidade vai custar quatro milhões de euros e prevê a construção até 2012 de um túnel de voo, um borboletário, uma estação de truticultura ou um banco de sementes de espécies autóctones.

Promovido pela câmara de Boticas, o parque temático vai ocupar 56 hectares e conta com um financiamento comunitário do FEDER na ordem dos 2,5 milhões de euros.

O presidente da autarquia, Fernando Campos, disse hoje à Agência Lusa que o projecto vai ocupar e revitalizar a área dos antigos Viveiros Florestais e Posto Aquícola da Relva, transformando-
os «num espaço inovador, com recurso às novas tecnologias e valorização dos recursos endógenos existentes».

O parque inclui a construção de um centro de interpretação ambiental, uma estação de truticultura, um centro veterinário de acolhimento de animais selvagens, um túnel de voo para recuperação de aves, um borboletário e cercas para animais como veados, javalis, corços ou cabra montês.

Fernando Campos destacou ainda o banco de sementes, onde serão guardadas as espécies autóctones, incluindo as plantas medicinais da região ainda hoje utilizadas no tratamento das mais diversas doenças.

Serão também construídas praias fluviais e um dique, um anfiteatro, um parque de merendas arborizado, um centro de formação e sede de escuteiros.

O autarca referiu que serão criados cerca de 20 postos de trabalho, seis dos quais qualificados e que o parque deverá estar concluído até ao primeiro trimestre de 2012.

«Trata-se de parque temático destinado a promover a correcta gestão de espaços protegidos e a preservação da biodiversidade, ao mesmo tempo que pretende ser um pólo dinamizador da economia local, procurando contribuir para o abrandamento do êxodo rural a que se tem assistido na região», salientou.

A Câmara de Boticas tem como parceira neste projecto a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), que ajudou na elaboração do projecto e vai fazer o acompanhamento científico e técnico do parque.

Diário Digital / Lusa


Governo quer arrancar em Março com medidas de simplificação do PRODER

Entre as medidas propostas está a simplificação das garantias exigidas aos agricultores para efeitos de adiantamentos.
Março é o mês apontado pelo ministério da agricultura para implementar as medidas de simplificação do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER), segundo o relatório final do grupo de trabalho "Simplificação do PRODER" entregue hoje ao parlamento.

O documento, a que a agência Lusa teve acesso, foi aprovado quarta-feira pelo ministro da Agricultura, António Serrano, com uma nota alertando para a sua «sua rápida implementação» e aponta Março de 2010 como a data de implementação da medida "Simplificação e codificação dos normativos e orientações internas de gestão, de modo a tornar o processo de análise e consulta mais rápido e eficaz".

As verbas do PRODER e a simplificação do processo de candidatura para os agricultores foram o motivo da chamada do ministro a uma audição parlamentar pedida pelo CDS.

Entre as medidas propostas pelo grupo de trabalho do ministério da Agricultura estão a simplificação das garantias exigidas aos agricultores para efeitos de adiantamentos, acabando nomeadamente com a exigência de garantias sem prazo, e a redução na demora do pagamento eliminando alguns procedimentos de validação.

Também se prevê acabar com a exigência de contabilidade organizada para poder tornar elegível uma candidatura PRODER, passando a ser exigida apenas no momento da contratualização do financiamento ou até a poder ser substituída por contabilidade simplificada em alguns casos.

O grupo de trabalho "Simplificação do PRODER", com a aprovação do ministro, propõe a "possibilidade de alguns pareceres (…) poderem deixar de ser solicitados por constarem dos Planos de Gestão Florestal, cuja simplificação do respetivo modelo resultou numa medida a adotar pela Autoridade Florestal Nacional".

Os pareceres em causa, segundo o documento, são os relativos a "Reserva Ecológica Nacional, áreas protegidas e Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade, quando se trate de investimentos inseridos em Zona de Proteção Especial e Zonas Especiais de Conservação".

Das medidas de simplificação que o grupo de trabalho considera já «operacionais» destacam-se um reforço (de 20 elementos do secretariado do Proder) ao apoio técnico às Direções Regionais de Agricultura e Pescas (DRAP), assim como a delegação nestas DRAP da competência para a assinatura dos contratos.

Outras medidas registadas como operacionais estão também a definição de prazos para a decisão de candidaturas em atraso (2008 e 2009), nomeadamente para apoio à instalação de jovens agricultores, e o aumento do montante máximo de adiantamento para 50 por cento nas medidas PRODER de apoio ao investimento para projetos decididos em 2009 e 2010. in AgroFlorestal

Documentos

Vegetação ripícola em sistemas fluviais mediterânicos. Influência dos ecossistemas envolventes
Resumo em Português: Estudaram-se as relações entre a perturbação antropogénica dos corredores fluviais mediterrânicos e os padrões de distribuição espaço-temporais da vegetação ripícola. Em particular, foram analisados os factores que contribuem para a alteração da integridade florística d...
Autor: Francisca Constança Frutuoso de Aguiar
Ano: 2004
Idiomas do Documento: Português | Inglês

Águeda: Autarquia e Quercus aceitam voluntários para recuperação ecológica do Cabeço Santo


Lusa

A Câmara Municipal de Águeda está a aceitar a inscrição de voluntários que queiram participar nos trabalhos de Recuperação Ecológica do Cabeço Santo, zona que em 2005 foi devastado por um incêndio de grandes proporções.

O Projecto Cabeço Santo iniciou-se em 2006, um ano depois do incêndio de Setembro de 2005, tendo nessa altura sido feito um protocolo de cooperação entre a Câmara Municipal de Águeda e a organização ambientalista Quercus para a recuperação da vegetação nativa do Cabeço Santo, na freguesia de Belazaima do Chão, numa área de intervenção superior a 100 hectares de terreno.

“Embora a maior parte dos trabalhos até agora realizados tenham sido feitos com recurso a mão-de-obra profissional, há um conjunto de intervenções de mão-de-obra intensiva mas de fácil realização que poderiam ser levadas a cabo por voluntários”, disse hoje o presidente do município, Gil Nadais.

Os trabalhos destinados a voluntários vão decorrer nos próximos sábados de Inverno até 13 de Março, e incluem, entre outras coisas, “a limpeza do terreno dos restos de ramos secos e queimados, a plantação de carvalhos e castanheiros, a limpeza de trilhos para integração no percurso pedestre a demarcar este ano e o corte de mimosas e eucaliptos e descasque de mimosas”.

Podem participar neste programa “todos os cidadãos ou grupos de cidadãos que queiram contribuir de forma voluntária para este projecto”.

“Neste novo ano, dedicado à biodiversidade, o Projecto Cabeço Santo continuará a trabalhar em favor dela como primeiríssima prioridade”, comenta o núcleo de Aveiro da Quercus. In Ecosfera


FloraMac2010 - Ponta Delgada‏

Aqui envio informação sobre um evento que terá lugar em Setembro de 
2010, relativo à flora da Macaronésia.

International Symposium
FloraMac2010
23-25 September 2010
Ponta Delgada, Azores, Portugal
Organisers CCPA Centro de Conservação e Protecção do Ambiente
CIBIO- Açores Centro de Investigação em Biodiversidade
e Recursos Genéticos, Pólo Açores
Organizing Committee
Universidade dos Açores
Luís Silva
● Mónica Moura
● Graciete Maciel
● Ana Neto
● Rosalina Gabriel
Universidade da Madeira
Miguel Sequeira
Jardin Botánico Viera y Clavijo
Juli Caujapé Castells
Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento Agrário
Isildo Gomes ● Samuel Gomes
Natural History Museum
Mark Carine ● Fred Rumsey
Imperial College
Hanno Schäfer
Instituto de Investigação Científica Tropical
Maria Romeiras
WHAT DO WE KNOW ABOUT THE MACARONESIAN FLORA,
TEN YEARS INTO THE 21ST CENTURY?
Celebrating 2010, the International Year on Biodiversity,
we are organising an international symposium about
the Macaronesian flora.
Macaronesian islands are considered as important
biodiversity hotspots, including a wealth of
plant biodiversity. This meeting will give a
broad overview of Macaronesian plant diversity,
from marine algae to angiosperms, in areas
encompassing systematics, phylogenetics, evolution,
biogeography, ecology, conservation, ethnobotany
and plant resources. We also welcome communications
dealing with the botanical history of Macaronesia.
The symposium will address the flora from a biological
perspective, but also facing it as crucial resource for
sustainable development.
SYMPOSIUM VENUE
The meeting will take place from 23-25 September
2010 in Ponta Delgada, São Miguel Island, Azores, Portugal.
It will be hosted by the Biology Department, University of the Azores.
LUNCH & DINNER
You can easily find a good meal for a reasonable price
in Ponta Delgada restaurants and snack-bars.
From hamburgers, sandwiches and soup to Portuguese
and Azorean food. The marketplace is very close to
the University, so you can also find stands with
cheese, fresh vegetables, fruits, fish and meat.
At the University, we also have a snack-bar where
you can have a complete meal (soup, main dish,
dessert, drink and coffee) for about 7.00 euro.
If you want to make lunch reservations, please
contact the registration desk upon arrival.
ACCOMPAINING PERSONS We have organised two
half-day visits for accompaining persons. Visit 1.
Thursday 23-09-10
• Excursion to Sete Cidades village and lake.
• 14:30 Bus departure from Ponta Delgada after lunch.
Visit 2. Friday 24-09-10
• Visit to pineapple plantations in greenhouses in Ponta Delgada.
Visit to a traditional ceramic factory in Lagoa.
• 14:30 Bus departure from Ponta Delgada after lunch.
You can book for the visits during registration.
SOCIAL EVENTS/FEES
The following events are included in the registration fee and
are open to participants and accompaning persons, who paid
the registration fee (60 Euro):
● Welcome reception (23-09-10) ● Symposium dinner (24-09-10)
● Post-symposium tour (26-09-10)
Please, state the events that you will attend in your application.
For students who only want to attend the meeting sessions
registration fee will be 25 Euro.
OTHER ACTIVITIES
We recommend that you to make internet searches,
regarding other activities that you might want
to undertake during your stay. There is a
considerable amount of information on the net,
regarding the Azores. Depending on your interests,
you might consider some of the following topics:
Nature walks/Adventure; Whale watching; Scuba diving;

Visits to beaches; Visits to gardens in Ponta Delgada and
Furnas; Visits to the main cities and villages in São Miguel:
Ponta Delgada (http://cm-pontadelgada.azoresdigital.pt/),
Ribeira Grande (http://www.cm-ribeiragrande.pt/),
Lagoa, Vila Franca do Campo (http://www.cmvfc.pt/),
Povoação (http://www.cm-povoacao.pt/), Nordeste

(http://www.cm-nordeste.pt/); Artistic events at Teatro Micaelense
(http://www.teatromicaelense.pt/) and at Coliseu Micaelense
(http://www.coliseumicaelense.pt/).
PRELIMINARY PROGRAM
23-09-10
Phylogenetics & Biogeography
08:30 Registration
09:30 Opening session
10:00 Session conference
(Mark Carine, moderator)
10:30 Coffee break
11:00 Oral presentations
12:45 Lunch
14:00 Session conference
(Hanno Schäfer, moderator)
14:30 Oral presentations
15:15 Poster Session /Coffee break
16:00 Oral presentations
18:00 End of the day
24-09-10
Ecology & Conservation
09:00 Session conference
(Juli Caujapé, moderator)
09:30 Oral presentations
10:30 Coffee break
11:00 Oral presentations
12:45 Lunch
14:00 Session conference
(Fred Rumsey, moderator)
14:30 Oral presentations
15:15 Poster Session/Coffee break
16:00 Oral presentations
18:00 End of the day
25-09-10
Ethnobotany & Plant Resources
09:00 Session conference
(Rosalina Gabriel, moderator)
09:30 Oral presentations
10:30 Coffee break
11:00 Oral presentations
12:45 Lunch
14:00 Session conference
(Miguel Sequeira, moderator)
14:30 Oral presentations
15:15 Poster Session/Coffee break
16:00 Oral presentations
18:00 Closing session
26-09-10 Post-symposium Tour to Lagoa do Fogo Nature Reserve,
São Miguel tea plantations, and Furnas Protected Landscape.
KEYNOTE SPEAKERS David Bramwell
● José María Fernández-Palacios
● Javier Francisco-Ortega
● Ricardo Haroun
● José Luis Martín
● Robert J. Whittaker
APPLICATION DATA
Name, First Name and Initials:
Institution:
Address:
Postal Code:
Country:
E-mail:
Accompaining person’s name:
Social events: Welcome reception (Yes/No)
● Symposium dinner (Yes/No)
● Post-symposium tour (Yes/No)
Oral Communication: Authors and Title
Poster: Authors and Title
Send the APPLICATION DATA to lsilva@uac.pt
until April-30-2010
(please use “FloraMac2010” as message subject).
Deadline for ABSTRACT SUBMISSION is May-31-2010.
Abstract format will be posted at the symposium web site
http://www.floramac2010.org

Trata-se de um encontro bastante abrangente, pelo que fico a aguardar
inscrições e agradeço toda a divulgação possível.



Saudações botânicas,



Luís Silva

(PhD - Plant Ecology)



CIBIO-Azores

Dep. Biology - University of the Azores

Ponta Delgada - Azores - Portugal

Voice: +351-914610460

Fax: +351-296650100

Skype: luis.silva.az

Curso de formação avançado em Actividade Cinegética

Vimos por este meio divulgar o curso de formação avançado em Actividade Cinegética, cujo folheto de divulgação se anexa, que irá realizar-se na UTAD entre o dia 12 de Março a 21 de Junho de 2010.

Solicitamos adicionalmente a vossa colaboração na divulgação do mesmo.

Para mais informações queira consultar o site www.cecav.utad.pt, onde os interessados poderão encontrar toda a informação.

Com os nossos melhores cumprimentos.

Aurora Monzon

Madalena Vieira Pinto

Victor Pinheiro

Madalena Vieira-Pinto

___________________________________

Madalena Vieira-Pinto

(DVM, Ms, PhD)

Lab. Inspecção Sanitária

Dept. Ciências Veterinárias

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

Aparatdo 1013

5001-911 Vila Real

PORTUGAL
e_mail: mmvpinto@utad.pt

(.: (00 351) 259 350 523/510

Ê: (00 351) 259 350 480

Florestas estão a crescer mais depressa

Ecologia



Investigadores do centro Smithonian para a investigação ambiental, nos Estados Unidos, descobriram que as florestas no Leste do país estão a crescer a um ritmo mais rápido do que há dois séculos. O fenómeno, que os cientistas pensam estar ligado ao aumento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera e ao aquecimento global, é publicado hoje na Proceedings of the National Academy of Sciences.

O estudo foi desenvolvido nas últimas duas décadas por Geoffrey Parker, especialista em ecologia florestal, em 55 zonas florestais do estado de Maryland. Para avaliar a taxa de crescimento das florestas, Parker seleccionou as zonas de floresta de forma a abranger momentos distintos do desenvolvimento das árvores, considerando idades compreendidas entre os cinco e os 225 anos.

Em colaboração com Sean McMahon, investigador do Instituto Smithonian para a investigação tropical, Geoffrey Parker percorreu as zonas florestais seleccionadas, fazendo medições, e calculou que, em média, a floresta está produzir mais duas toneladas de madeira por cada quatro mil metros quadrados de terreno em relação ao que acontecia há dois séculos.

Os autores sugerem que a principal causa da situação tem que ver com as alterações climáticas, nomeadamente devido ao aumento do CO2 na atmosfera, às temperaturas médias mais elevadas e ao alargamento verificado no período de crescimento das árvores.

As florestas e os solos onde elas estão implantadas armazenam a maior parte do CO2 terrestre e pequenas alterações como esta podem ter impacto noutros sistemas, como o clima ou a biodiversidade, o que ainda está por estudar. In DN Sapo


Árvores classificadas condicionam intervenção no jardim de Santos em Lisboa


José António Cerejo

A Autoridade Florestal Nacional (AFN) chamou, há meses, a atenção da Câmara de Lisboa para o facto de todas as intervenções no Jardim Nuno Álvares, em Santos, carecerem da sua aprovação. A autarquia ainda não lhe solicitou qualquer parecer.

De acordo com uma fonte da entidade responsável pela classificação de espécies vegetais de interesse público, o estudo preliminar da reabilitação daquele espaço, divulgado em Outubro, colide com a protecção de que goza o jardim. No seu interior situa-se um maciço de oito tipuanas (árvores de grande porte oriundas da América do Sul) que foi classificado de interesse público em 2005 – o que condiciona todas as intervenções num raio de 50 metros em torno das árvores. Até agora a autarquia ainda não reagiu ao alerta da AFN, não lhe tendo enviado qualquer informação ou pedido de parecer. A execução do projecto foi entregue à Experimenta Design no fim do Verão, através de um protocolo que lhe atribui também a responsabilidade de reunir os financiamentos necessários e executar a obra após a aprovação camarária.

Numa nota enviada ao PÚBLICO, a associação Experimenta informou ontem que logo na apresentação do projecto preliminar “foi anunciado que o mesmo era passível de alterações de acordo com as diversas condicionantes associadas a uma intervenção urbana desta natureza e dimensão”. A associação diz porém que “até à presente data não recebeu qualquer comunicação relativa à protecção legal concedida ao conjunto de tipuanas classificadas”. O texto adianta que “nunca esteve prevista uma ‘casa em cima das árvores’”, como chegou a ser afirmado, mas sim um quiosque “com uma dupla vertente de restauração e interface cultural erguida ao nível do solo, em que a sua plataforma superior/terraço teria uma sustentação completamente independente da árvore”.

Segundo João Gomes da Silva, um arquitecto paisagista co-autor do projecto, esse espaço foi concebido como lugar de observação público, sob a copa das tipuanas, à altura das pernadas. Gomes da Silva referiu que o quiosque é o que há de menos convencional no projecto, que de resto tem um pendor bastante “conservador, cuidadoso e de grande respeito” em relação às “árvores notáveis” existentes. O arquitecto refere que, a pedido da CML, a “dimensão, escala e plataforma de observação” do quiosque estão a ser repensadas, e acrescenta que a CML enviou aos projectistas os pareceres de várias entidades exteriores, mas que nunca teve conhecimento da posição da AFN.

O porta-voz do vereador José Sá Fernandes disse apenas que “ainda não há nenhuma decisão sobre o projecto” e que este “não foi sequer analisado pelos serviços e muito menos pelo vereador”. In Ecosfera


Abertura de concurso para imagens DEIMOS-1

A DEIMOS Engenharia, em colaboração com o Laboratório de Detecção Remota da Universidade de Valladolid, vem por este meio anunciar a abertura de um concurso de cedência de imagens adquiridas pelo satélite DEIMOS-1, o primeiro satélite privado ibérico de observação da Terra, para projectos científicos no domínio da Detecção Remota e suas múltiplas vertentes.
Podem candidatar-se individualmente, ou em associação, grupos de investigação de países lusófonos, com curriculum vitae reconhecido num dos seguintes domínios:
- Agricultura;
- Alterações climáticas;
- Uso/ocupação do solo;
- Monitorização e gestão costeira;
- Gestão florestal;
- Estudos urbanos;
- Hidrologia e gestão de recursos hídricos;
- Geologia/geomorfolo
gia;
- Ambiente e recursos naturais;
- Monitorização de desastres;
- Mapeamento e cartografia;
- Fusão de dados.

As candidaturas deverão ser apresentadas até ao dia 31 de Março de 2010 em formulário anexo a este email [participation form.doc]. Este concurso não se destina ao financiamento de projectos, unicamente colocará à disposição dos grupos de investigação um dataset limitado de imagens DEIMOS-1. Os projectos não deverão ter uma duração superior a 2 anos. Mais detalhes a respeito do concurso podem ser encontrados no documento [AO DEIMOS-1.pdf] anexo a este email.

O satélite DEIMOS-1 foi lançado com sucesso no passado dia 29 de Julho do cosmódromo de Baikonur, , com uma massa total de cerca de 100 kg e um payload de 40 Kg. Vai orbitar numa órbita circular, polar e heliossíncrona (com inclinação de 98º) e a um altura de 686 km. É constituído por uma câmara óptica a operar em 3 bandas espectrais, infravermelho próximo (0,77-0,9µm), vermelho (0,63-0,69µm) e verde, dedicada essencialmente ao estudo do estado da vegetação. A resolução da imagem será de 22 m, com uma faixa de varrimento de 630 km. O satélite DEIMOS-1 está integrado na constelação internacional DMC- (Disaster Monitoring Constellation) e é igualmente uma third party mission da Agência Espacial Europeia.
Para mais informações e esclarecimentos contactar:
ao-deimos1@deimos.com.pt

Melhores cumprimentos,
DEIMOS Engenharia, S.A.

DEIMOS Engenharia, S.A.
Av. D. João II, Lote 1.17.01
Torre Zen, 10º, 1998-023 Lisboa (Portugal)
Tel +351 21 893 3010
Mob +351 96 281 8362
Fax +351 21 896 9099
http://www.deimos.pt

O culto da Árvore e a 1.ª República

Neste ano em que se comemora o centenário da República, a AFN, atraves
do Colega José Neiva, disponibilizou um documento notável sobre o
culto da árvore.
Pode ser baixado em AFN

Eng. Florestal


Anónimo

Cargo a preencher: Supervisor Operacional de Obra.

Funções a desempenhar: Acompanhamento técnico de execução de obras de Silvicultura Preventiva.

Local de trabalho: Nordeste Transmontano.

Duração da contratação: 4 meses, prolongável.

Perfil pretendido: Aptência para trabalho de campo e capacidade de comunicação.

Condições de admissão preferencial:

- Formação superior em Eng.ª Florestal;

- Residência no local de trabalho indicado;

- Flexibilidade de horário laboral.

Formalização da candidatura:

Envio de currículo para o mail miguel.mendes@ecorede.pt.

Site permite denunciar lixeiras na Net


É uma maneira eficiente de reportar a existência de lixeiras em território nacional. Acedendo a uma página de Internet, qualquer cidadão pode, agora, referenciar a localização exacta de um depósito de resíduos.
A plataforma, desenvolvida por dois investigadores da Universidade de Aveiro (UA), integra o projecto Limpar Portugal, mas pode vir a ser aproveitada por vários municípios nacionais. A aposta passa por ultrapassar a burocracia que os cidadãos têm que enfrentar, habitualmente, para relatar problemas detectados no meio que os rodeia.

O projecto, desenvolvido por dois alunos do Departamento de Engenharia Electrónica e Telecomunicações e de Novas Tecnologias da Comunicação da UA, está acessível através do endereço www.3rdBlock.net e já tem referenciadas cerca de cinco mil lixeiras. Todas elas "reportadas por cidadãos", adianta ao PÚBLICO João Paulo Barraca, o investigador que, juntamente com Cláudio Teixeira, desenvolveu a plataforma online. E o número não se deve ficar por aqui, uma vez que a divulgação da plataforma ainda não conta com muito tempo.

Para já, a plataforma está adaptada ao projecto Limpar Portugal, assumindo-se como um verdadeiro "observatório ambiental online, feito pela comunidade e para a comunidade". Contudo, diz João Paulo Barraca, no futuro "a sua abrangência pode vir a ser alargada a outros fins". Aliás, o projecto nasceu, precisamente, como uma plataforma de aproximação entre "munícipe e municípios".

"A ideia nasceu em 2008, com uma candidatura ao Imagine Cup, da Microsoft, e previa que os munícipes reportassem ao seu município todos os problemas que detectassem, desde buracos na estrada a questões relacionadas com resíduos", relata o investigador da UA. Segundo avança ainda João Paulo Barraca, esse objectivo inicial ainda não foi colocado de parte, em virtude de "alguns municípios terem vindo a mostrar interesse nesta plataforma". Através desta aplicação, "qualquer cidadão poderá deixar a sua referência, evitando as burocracias habituais", destaca ainda o investigador da UA.
14.02.2010 - Maria José Santana in: http://ecosfera.publico.clix.pt

Cancro Resinoso do Pinheiro põe em causa milhares de plantas - ANEFA apresenta medidas ao MADRP, SEDRF e AFN‏

Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente

Informação à Imprensa

Floresta Nacional no corredor da morte
Cancro Resinoso do Pinheiro põe em causa milhares de plantas
ANEFA apresenta medidas ao Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado das Florestas e Autoridade Nacional Florestal

Muito embora seja de conhecimento público a sua enorme importância ambiental, económica e social, a floresta portuguesa, que ocupa mais de 38% do território, não tem sido considerada como prioridade nacional, e os últimos acontecimentos associados ao sector ditam que a falta de sustentabilidade da floresta portuguesa é uma realidade que, mais cedo ou mais tarde, comprometerá o futuro do nosso país.

A taxa de corte superior à taxa de arborização e o aparecimento de novas pragas e doenças são alguns dos factores que tendem a fragilizar ainda mais a floresta nacional, quer ao nível dos ecossistemas, quer no seu tecido empresarial, colocando a fileira florestal e os cerca de 250 mil trabalhadores numa situação crítica.

O Cancro Resinoso do Pinheiro, provocado pelo fungo Fusarium circinatum, é a mais recente ameaça à floresta nacional, que levou a ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente a organizar, na passada semana, uma sessão de esclarecimento, com a presença de um vasto grupo de patologistas nacionais e de um dos especialistas mais conceituados na área, o director da Estación Fitopatolóxica do Areeiro, Dr. Pedro Mansilla, a fim de obter informação passível de sustentar acções futuras.

A ANEFA tem vindo a alertar, desde o início, para as consequências da falta de acção em tempo útil, sendo fundamental uma tomada de posição, prevenindo, em última instância, a destruição e corte massivo de milhares de plantas.

A verdade é que, devido ao descuramento por parte das autoridades nacionais, muitos dos fornecedores de material florestal de reprodução estão impedidos de produzir e comercializar todas as espécies de Pinus, o que se traduz numconstrangimento assombroso para as empresas que, pela própria conjuntura económica, atravessam já um período conturbado.

É certo que a sanidade dos povoamentos florestais é extremamente importante mas, no caso em concreto, trata-se de salvaguardar, igualmente, a sustentabilidade da floresta nacional, e a verdade é que muitas plantas que estão na iminência de serem destruídas, não apresentam qualquer sintomatologia ligada à doença.

Estudos associados revelam que plantas infectadas começam a apresentar sintomas praticamente de imediato, no entanto, em campo, observa-se, em muitos casos, plantas diagnosticadas, há mais de 4 meses, sem qualquer sintoma. Isto poderá significar que há ordem de destruição de plantas, que na sua realidade não estão contaminadas, exigindo-se um estudo mais concreto e efectivo da doença.

Para evitar a falência de inúmeras empresas e a destruição indiscriminada de milhares de plantas e tendo como base a não existência de métodos eficazes de controlo contra o Fusarium circinatum, a Associação teve já oportunidade de propor algumas medidas que podem reduzir os danos causados e a propagação de inoculo no viveiro e na Floresta.

Assim, no entender da ANEFA:


As inspecções fitossanitárias deverão ser levadas a cabo em Junho de cada ano e deverão ser equacionados protocolos com o maior número de laboratórios possível, permitindo, em tempo útil, resposta às análises que advenham das amostras recolhidas.
No mês de Setembro, os viveiros deverão ter conhecimento dos lotes afectados, para procederem à sua destruição (queima), não interferindo com a comercialização da restante planta, no período de campanha que tem início em Outubro.
A selecção de plantas pode, só por si, ser um factor de dispersão do fungo, pelo que deve ocorrer no período estival, evitando que o vento ou a chuva sirvam de agente dispersor da praga, seguindo, rigorosamente, as práticas já estabelecidas para erradicação de focos de doenças.
No terreno, o corte das árvores infectadas deve também cumprir os requisitos acima descritos.
Progressivamente, os viveiros deverão ter autonomia para realizar uma auto-gestão, sendo responsáveis pela destruição de plantas com sintomatologia e controlo da doença.
Na transposição da Decisão Comunitária, deve ser tida em consideração, que no caso de viveiros que apresentem amostras positivas de Fusarium circinatum, a proibição deverá incidir na comercialização dos lotes infectados e não na comercialização de outras plantas, podendo, assim, os viveiros contratualizar com outros fornecedores de material florestal de reprodução, evitando a falência de inúmeras empresas e consequentemente, o aumento do desemprego.
Deve ser previsto um plano de apoio à destruição de plantas infectadas, que deverá cobrir os custos de mão-de-obra, a desinfecção de instalações e material, a abertura de covas, a maquinaria utilizada e o preço da planta.

O cumprimento destas acções pressupõe a detecção e eliminação dos focos de infecção pelo Fusarium circinatum, a manutenção em boas condições sanitárias das sementes e plantas, o planeamento das produções, aresponsabilização de autoridades e viveiristas e a manutenção de postos de trabalho.


Lisboa, 19 de Fevereiro de 2010

workshop sobre certificação florestal fsc

5 e 6 de março, troviscais

Promovido pela AmBioDiv - Valor Natural, irá decorrer nos dias 5 e 6 de Março, nos Troviscais, um Workshop sobre Certificação Florestal FSC.

Para mais informação consulte este site.

URZE reuniu com ministra do Ambiente e secretário de Estado das Florestas

Jornal Nova Guarda
URZE reuniu com ministra do Ambiente e secretário de Estado das Florestas

Dulce Pássaro esclareceu polémica com Águas do Zêzere e Côa

A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, acompanhada pelo Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, reuniu-se no passado domingo, dia 14, em Gouveia, com a URZE – Associação Florestal da Encosta da Serra da Estrela.

O encontro serviu para a URZE transmitir à ministra do Ambiente o trabalho de educação e sensibilização ambiental desenvolvido com a população escolar, bem como dar-lhe conta das candidaturas realizadas ao programa EEA Grants, aprovadas, mas a aguardar financiamentos desde 2008, refere a associação, que explica que “uma das candidaturas é direccionada aos Viveiros de Folgosinho, sobre gestão da URZE, e que permitirá a criação de infra-estruturas de apoio à interpretação, informação e apoio aos visitantes, na perspectiva da educação ambiental, numa base de inovação e experimentação”.

O Centro de Educação Ambiental de Gouveia, e a necessidade de revisão das portarias sobre pagamento de pareceres dados pelo ICNB, foram outros dos assuntos em cima da mesa, que Dulce Pássaro debateu com a URZE.

Diferendo com Águas do Zêzere e Côa foi explicado à ministra

A URZE fez ainda questão de informar a ministra do Ambiente de um diferendo que mantém com a empresa Águas do Zêzere e Côa, e que foi objecto de queixa. No entender da URZE, a construção de um reservatório de água na Mata da Cerca, que foi autorizada pela Câmara de Gouveia em 2007, a ser executada, “poria em causa de forma irreversível aquele espaço florestal impar na Região”. O Governo Civil informou que a empresa suspendeu em Novembro passado a empreitada, e Dulce Pássaro garantiu mesmo que o projecto foi abandonado, estando por parte da empresa a ser encontrada nova localização para o reservatório de água.

Projecto da URZE bem visto pela secretaria de Estado das Florestas

Ainda no fim-de-semana, a URZE reuniu em Seia com o secretário de Estado das Florestas, Rui Barreiro, durante a Feira do Queijo. A Rui Barreiro foi apresentado o projecto “Pastorícia/Defesa da Floresta Contra Incêndios”. O projecto teve, da parte do governante, grande receptividade, garante a URZE, que sublinha o facto de que a ideia ir ao encontro do que a secretaria de Estado pensa sobre o assunto. A implementação deste projecto “vai reduzir significativamente os incêndios no Maciço Central da Serra da Estrela e incentivar o regresso dos pastores à Serra”, sublinha a URZE.

Rui Barreiro prometeu uma nova reunião nos próximos tempos, com a associação.

Nas reuniões mantidas com os governantes, estiveram presentes o presidente da Direcção da URZE, José Mota, os dirigentes João Alves, Duarte Silva e Rui Felício e as técnicas da Associação, Cidália Pinto e Salete Loureiro.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Universidade de Coimbra desafia jovens a criarem “Diários da Biodiversidade”

11.02.2010
Helena Geraldes

O Museu de Ciência da Universidade de Coimbra acaba de lançar o concurso “Diários da Biodiversidade”, de Fevereiro a Dezembro, e desafia os “pequenos cientistas portugueses” a juntarem num diário toda a informação sobre os animais, plantas e fungos que os rodeiam.

É ver a natureza “debaixo da lupa”. Com este concurso, lançado no Ano Internacional da Biodiversidade, o Museu de Ciência da Universidade de Coimbra (UC) pretende “alertar os mais jovens para a importância da conservação da natureza” e promover um contacto directo com a biodiversidade, explica em comunicado.

Podem participar jovens até aos 18 anos, em equipas de dois a cinco elementos. O desafio é “observar a natureza durante um período alargado de tempo, que pode ir de um mês a quase um ano, e elaborar um diário com as características mais importantes dos seres vivos que descobriram”, através de textos, ilustrações, fotos e outros meios.

A supervisão de um adulto é obrigatória, sendo ele professor, encarregado de educação ou membro da família.

"Como o projecto se desenvolve até ao final de 2010, existe a possibilidade de se observarem as alterações da natureza relacionadas com as várias estações do ano", frisa Carlota Simões, da direcção do Museu da Ciência.

Os trabalhos deverão ser enviados para o Museu da Ciência da UC até ao final do ano.

"A biodiversidade está em perigo, o equilíbrio ecológico da Terra está em perigo, logo a humanidade está em perigo", lembra Carlota Simões. "É preciso travar a exploração de recursos naturais e controlar os efeitos da poluição ambiental, mas urge também reduzir de forma significativa a taxa de perda da biodiversidade"
, sublinha a responsável do Museu.

Além dos “Diários da Biodiversidade”, o Museu da Ciência da UC tem em curso outro projecto no âmbito do Ano Internacional da Biodiversidade: “Os Bichos” é uma iniciativa, apresentada no início do ano, que consiste na “recolha de histórias tradicionais relacionadas com zoologia, mas também na identificação de conhecimentos empíricos de pesca, pastorícia, pecuária, que possam ter sido usados - ou ainda sejam usados - por pescadores, pastores ou produtores de gado nos seus diversos ofícios”. In Ecosfera