sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Uma árvore plantada com 30 anos de protecção á distancia de um clique


Nova campanha Floresta Unida. Por cada 50.000 visitas em www.florestaunida.com o Projecto Floresta Unida planta 1 árvore com 30 anos de protecção. Agora o seu contributo para a protecção florestal do seu país fica á distancia de um clique. Visite e divulgue a nossa missão, com a ajuda de todos será possivel acreditar num futuro sustentável para nós e para o planeta, encontre o equilibrio que há dentro de si e dê o seu contributo ao mundo. Dia 15 de Setembro estaremos com uma nova imagem, seja o primeiro a ver em www.florestaunida.com . --
Com os melhores cumprimentos (Kind Regards);
David Lopes (General coordinator of the United Forest Project) Portugal Headquarters: E. florestaunida.pt@florestaunida.com
MP. +351964300543
Chile
contacts:
Spain
Contacts:
Italy Contacts:
E. glenda.bertozzi.it@florestaunida.com

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

FCTUC desenvolve Kit de Detecção da Doença do Pinheiro

Publication date: 30-04-2008 13:08

Uma equipa de investigadores dos Departamentos de Zoologia e de Bioquímica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e da Escola Superior Agrária de Coimbra, liderada pela Prof. Doutora Isabel Abrantes, está a realizar investigação que permitirá desenvolver um Kit de detecção e identificação do nemátode na madeira, no âmbito de um projecto de investigação, realizado ao longo dos últimos três anos, com a colaboração da Direcção-Geral dos Recursos Florestais e financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Nesta investigação foram utilizados nemátodes extraídos de amostras de madeira infectada, colhidas em pinheiros no distrito de Setúbal, para produzir anticorpos monoclonais específicos para o nemátode e desenvolver um teste diagnóstico. Este teste permite identificar e quantificar o nemátode directamente na madeira de pinheiro, ou seja, sem recorrer a métodos de extracção, e também no insecto vector (Monochamus galloprovincialis) responsável pela transmissão do parasita de árvore para árvore.
De acordo com a coordenadora da investigação, "os anticorpos têm a capacidade de reconhecer a superfície da cutícula dos nemátodes-alvo, permitindo desenvolver novas estratégias de diagnóstico a partir das sondas imunológicas obtidas. As metodologias utilizadas e desenvolvidas neste projecto serão ferramentas muito úteis principalmente para os técnicos e investigadores dos laboratórios de quarentena de nemátodes parasitas de plantas".
Consulte as notícias sobre o projecto
TVI
Público
Jornal de Notícias
Correio da Manhã

Ciência Viva na guarda

Título:
Conhecer as árvores do Parque do hospital da Guarda(Quercus - Núcleo Regional da Guarda)
Data:
07-08-2008 9:00:00 Inscrição Obrigatória (12 vagas)
Descrição:
Partir à descoberta das árvores centenárias do Parque do Hospital da Guarda.
Ponto de encontro:
Em frente à entrada do parque
Como Chegar:
Porto- Apanhar a A1 até Albergaria, seguida apanhar a A25 até a Guarda de seguida apanhar A23 sair e seguir até ao Paque.Lisboa- Apanhar A1 até Torres Novas de Seguida A23 até a Guarda.Bragança- apanhar Ip4 até Vila Real, seguida A24 até Viseu, apanhar A25 até Guarda.Algarve- Seguir até Evora apanhar a IP2 passando por Portalegre até encntrar A23 seguir até a 1 Saída da Guarda.
Idade mínima:
0 anos
Localidade:
Guarda / GUARDA / GUARDA
Número de participantes:
15


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Duração:
4 h
Transporte:
Assegurado pela organização a partir do ponto de encontro
Inscrição prévia:
Obrigatória Contacto:
Responsável pela acção:
Ricardo José Teixeira Nabais

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Shopping em Viana converte compras em árvores

Objectivo da iniciativa é revitalizar o pulmão no litoral Norte
O Shopping Estação Viana leva a cabo a segunda edição da campanha «Pontos de Orgulho», que consiste em converter compras em pontos que podem ser trocados para apoiar a reflorestação da Serra de Santa Luzia.
Sob o lema «a nossa tradição mantém-se», a iniciativa oferece aos aderentes um cartão que dá prémios e descontos, e permite também o apoio à reflorestação de um hectare da Serra de Santa Luzia, que tem sofrido intensos fogos ao longo dos últimos verões. Para ajudar esta reflorestação a tornar-se realidade, o Estação Viana Shopping criou o passatempo «1 hectare de Serra para reflorestar, 3 clientes que vão ganhar». Os três aderentes que mais pontos rebaterem a favor da reflorestação irão ganhar cheques oferta no valor de 25€ a 15€, e ainda eco-pontos domésticos. Cartão acumula pontos que se convertem em árvores A cada 160 pontos rebatidos pelo aderente, a Serra ganha uma árvore, revitalizando este pulmão do litoral norte. Todo o trabalho de reflorestação envolve um esforço que implica um trabalho prévio de limpeza, preparação dos solos e plantio de árvores, contribuindo assim para aumentar a zona verde. Para usufruírem dos benefícios, os visitantes do Estação Viana Shopping apenas têm de se dirigir ao Quiosque de Informações e obter gratuitamente o cartão que lhes permitirá acumular pontos, mediante compras nas lojas do Centro Comercial, excepto Supermercado. Diário

A Estação Ecológica do Eucalipto

In Público nº 6697, 1 de Agosto de 2008:, pág. 39
A Estação Ecológica do Eucalipto Por Luís Toulson Engenheiro florestal consultor sénior
O Engº florestal Ernesto Goes (n. 1917) foi o pioneiro em Portugal dacultura da Eucalyptus globulus, trabalhando na então Direcção Geral dosServiços Florestais e Aquícolas onde tive a honra de o ter como chefe e comquem aprendi algo válido de silvicultura – e na Socel, empresa existente noseu tempo, de pasta de celulose e papel exclusivamente à base de fibra curtabranqueada desta essência. Foram então cultivadas extensas áreas, sobretudo no Alentejo. Mas a glóriaflorestal do engenheiro Ernesto Goes não estará talvez na introdução daplantação comercial acima indicada. A máxima glória deste gentleman magnífico está em que, em Junho de 1975, foio florestal que compareceu num simpósio que houve na Estação AgronómicaNacional, tendo definido, de uma vez por todas, onde residia a “EstaçãoEcológica” apropriada à Eucalyptus globulus em Portugal: uma faixa litoralocidental que se estende com cerca de 500 km, a partir das Serras Algarviasocidentais (750 mm de precipitação e 12 esteres/ha/ano) atá aos contrafortesgalaico-durienses (3000 mm de precipitação e 25 esteres/ha/ano). Partindo doprincípio de que seria exequível a florestação de algo como 50% desta área,poderiam obter-se 27,25 Mesters/ano como produção média anual. Assumindo a taxa de conversão de 4 esteres = 1 tonelada de pasta branqueadaseca ao ar, isto permitiria produzir cerca de 6,6 Mton de pasta branqueadaseca ao ar. É nesta faixa litoral ocidental que é máxima a influência mornaAtlântica e é menor, por conseguinte, o número de dias de geada - a espécieé muito sensível ao efeito pernicioso da geada. Quem não viu no interior dePortugal um eucalipto adulto da cor do tabaco, completamente queimado? Claroque volta a brotas mas, numa cultura comercial de milhares de ha, a madeiraassim perdida tem um efeito devastador para os respectivos proprietários. Porque não cultivar portanto esta árvore na faixa ecologicamente definidapor aquele excelente florestal? É que fora desta faixa, assim definida, sóse conseguem 10 esteres/ha/ano, o que não é economicamente viável. Havendooutras espécies que aí medram bem: suberícola, coníferas e vitícolas. O Ministro da Agricultura deve prontamente fazer 2 actos distintos mascomplementares: legislar já para que em Portugal se cltive única eexclusivamente a Eucalyptus globulus na faixa ecologicamente acima definidae conceder ao distinto florestal Ernesto Goes a comenda da Ordem de MéritoAgrícola, Comercial e Industrial."

Caros Colegas e Defensores da Cortiça,


No sentido de promover os nossos produtos, mas também com o intuito de defender a cortiça natural como recurso único no mundo, a Amorim & Irmãos lançou uma campanha internacional de marketing e publicidade.

Não sendo aparentemente óbvio quem é o Miguel, personagem central desta campanha, algumas coisas são já claras.

Sabemos que ele:

- protege inúmeras espécies de animais e plantas
- apoia na prevenção de fogos florestais
- ajuda mais de 100 000 pessoas em vários países
- gosta de viver em Portugal; mas também é visto frequentemente em Espanha e – imagine-se – até na Austrália!

A verdadeira identidade do Miguel vai ser revelada muito em breve – e um conhecido actor de Hollywood vai ajudar-nos imenso nesta missão. Até lá, aceda a www.savemiguel.com e assista à antevisão deste "filme".

O Miguel não pede muito, apenas que divulgue este website entre todos os seus amigos e familiares. Assim, podemos retribuir um pouco do muito que o Miguel tem feito por nós.

Melhores cumprimentos,

A equipa de Comunicação de A&I
Savemiguel

1200 sobreiros em risco de destruição pela mega-urbanização - Nova Setúbal

Quercus efectua conferência de imprensa amanhã, 6/Agosto em Setúbal



A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza realiza amanhã, dia 6 de Agosto, pelas 9h da manhã, uma conferência de imprensa em Setúbal sobre o abate de mil e duzentos sobreiros localizados na área da projectada mega-urbanização denominada Nova Setúbal, a Sul da Estrada Nacional 10 entre a saída de Setúbal e Vale da Rosa no sentido Setúbal-Algarve.



Para mais informações contactar:
Susana Fonseca, Vice-Presidente da Direcção Nacional: 937 788 471 ou
Domingos Patacho, vogal da Direcção Nacional: 937 515 218.

Lisboa, 5 de Agosto de 2008

A Direcção Nacional da

Construir um Guia Botânico do Fontelo




A Escola Superior Agrária de Viseu, através do programa Biologia no Verão 2008 da Ciência Viva, irá desenvolver a acção:

Construir um Guia Botânico do Fontelo

Data: 13 de Setembro, às 14h30
Ponto de Encontro: Portão do Parque, junto do pavilhão gimnodesportivo
Localidade: Viseu
Duração: 4h
Inscrição prévia: Sim
Descrição:
Construir um Guia Botânico do Fontelo com base num percurso interpretativo pelas principais espécies arbóreas e arbustivas do parque. A actividade terá como ponto de partida um Guia de Identificação das Espécies Vegetais do Fontelo a fornecer aos participantes que foi elaborado no âmbito das actividades pedagógicas do curso de Engenharia Florestal da Escola Superior Agrária de Viseu.
Notas: Usar calçado confortável e adequado para caminhar e levar merenda.
As inscrições para as acções podem ser feitas on-line na página da Ciência Viva através do link:
http://www.cienciaviva.pt/veraocv/biologia/bio2008/index.asp?accao=showactivdistrito&id_distrito=20
ou através do número azul 808 200 205

Outros contactos:
Escola Superior Agrária de Viseu
Telf: 232 480 600
Leónia Nunes (lnunes@esav.ipv.pt)
Daniela Teixeira (daniela@esav.ipv.pt)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Novo Debate

Devemos Conservar o que temos, ou plantar novas plantações?

Fica a nova questão para a votação e para o debate

Podemos Valorizar a Floresta Portuguesa

Chegamos ao fim da primeira votação:

Os resultados foram

Sim: 9 Votos 39%
Não: 3 Votos 13%
Não sei: 2 votos 8%
Todos devemos ajudar: 9 votos(39%)

Com o sim a empatar a 9 votos com o todos devemos ajudar, está mais que visto que a floresta precisa e pode ainda ser valorizada por todos, para podermos usufruir dela...

La conservación de la naturaleza debe incluir la geodiversidad y el patrimonio geológico como parte del patrimonio natural

Resumo em Espanhol: Estado de la situación en relación con la conservación del patrimonio geológico y la geodiversidad en España, dirigido a gestores de espacios naturales protegidos
Autor: E. Díaz-Martínez, F. Guillén Mondéjar, J.M. Mata Perelló, C. de Santisteban Bové
Ano: 2008
Idiomas do Documento: Espanhol

A vegetação ripícola como filtro biológico de nutrientes

Resumo em Português: As zonas ripícolas englobam os habitats e respectivas comunidades das zonas marginais de rios e lagos, cujas fronteiras são complicadas de definir. É um sistema em forma de faixas que interliga e interactua com os sistemas terrestres e aquáticos. A vegetação ripícola ...
Autor: Nuno LeitãoAno: 2001
Idiomas do Documento: Português

Documentos/Estudos

Resumo em Português: A raça suína alentejana é, desde tempos remotos, explorada em regime extensivo, pastoreando no Montado de sobro e de azinho, onde a bolota constitui o alimento fundamental, e a erva disponibilizada no sob-coberto funciona como complemento. A sua perfeita adaptação ao Me...
Autor: Pedro Rodrigues
Ano: 2008
Idiomas do Documento: Português Inglês

Multas por falta de limpezas na floresta mais do que duplicam

04.08.2008, Mariana Oliveira
Municípios muitas vezes não chegam a cobrar coimas e ficam-se pela simples admoestação. Desde Janeiro foram levantados 1864 autos no paísA receita das multas aplicadas por falta de limpeza do mato existente à volta das casas ou por fogueiras proibidas ascendeu no ano passado a 724 mil euros, ou seja, mais do que duplicou face a 2006. É este o balanço dos 5385 autos de contra-ordenação levantados em 2007 ao abrigo da nova legislação da defesa da floresta contra incêndios. A fiscalização tem apertado sobre os proprietários florestais e sobre quem habita o meio rural. Prova disso é o aumento do número de autos: 3343 em 2006 contra 5385 em 2007. As coimas cresceram numa proporção ainda maior. O major Jorge Amado, responsável pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (Sepna) da GNR, explica porquê: "Em final de Junho de 2006 entrou em vigor um novo diploma que prevê penalizações bastante mais pesadas. O ano passado as novas multas estiveram em vigor todo o ano, enquanto no anterior só estiveram uma parte".Depositar madeira em determinados locais da floresta e não limpar uma faixa de 50 metros à volta de casas, fábricas ou estaleiros são infracções previstas na Lei 124/2006, punidas com coimas que vão até aos cinco mil euros, no caso das pessoas singulares, e aos 60 mil euros no caso das pessoas colectivas. Este ano, até 27 de Julho, foram levantados 1864 autos em todo o país. Mas muitos destes autos não chegam a dar origem à cobrança de multas. Isto porque quem os instrui são as autarquias e, muitas vezes, estas não vêem necessidade disso. Jaime Marta Soares, o responsável pela protecção civil na Associação Nacional de Municípios Portugueses, justifica: "Muitas vezes as pessoas violam a lei, mas não o fazem intencionalmente. Não nos podemos esquecer que estamos a falar do mundo rural, onde vive muita gente idosa". A simples admoestação é, por isso, uma saída. Em Outubro passado, um levantamento da ANMP em 210 municípios dava conta de 4382 autos. Destes, 1182 resultaram em admoestações, 2366 estavam em instrução e 713 resultaram em coimas. Houve ainda 121 autos arquivados. Jaime Soares nega que as autarquias se furtem a aplicar a lei. "Não deixamos de fazer justiça. Não o fazemos é cegamente", diz. Rosário Alves, da Forestis, uma federação de produtores florestais, constata que a maior parte da fiscalização advém de queixas de falta de limpeza junto das habitações. E reconhece que existe alguma flexibilidade na aplicação da lei. "Por regra, antes de passarem a multa, os polícias dão um prazo [de oito a 15 dias] ao proprietário para limpar." António Salgueiro, engenheiro florestal e coordenador do Grupo de Análise e Uso do Fogo da Direcção--Geral dos Recursos Florestais, sublinha a importância da fiscalização na redução drástica do número de ignições. "Um dos principais avanços dos últimos anos foi o facto de se ter conseguido uma vigilância efectiva a nível das fogueiras e dos foguetes", diz. Os números confirmam as suas palavras: em 2007, a queima de sobrantes representou 36 por cento do total de autos levantados.

Governo prepara legislação para agilizar criação de Zonas Intervenção Florestal

04.08.2008 - 14h02 Lusa
O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas quer flexibilizar a constituição das Zonas de Intervenção Florestal, estando a preparar uma nova legislação que deverá encurtar o seu tempo de criação de dois anos para sete meses.Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, o processo de criação das Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), é "muito burocrático", pelo que está ser preparada nova legislação para agilizar o processo, um assunto que vai ficar decidido no próximo Conselho de Ministros.Anunciando a criação de duas novas ZIF no Algarve, em Tavira e São Brás de Alportel, o que representa mais 4400 hectares de área nacional intervencionada por aquelas zonas, Ascenso Simões sublinhou que existem cerca de 124 mil hectares de área intervencionada, sendo que o objectivo do ministério é atingir no final do ano os 200 mil hectares e fazer com que a nova legislação permita criar uma ZIF em sete meses."As ZIF são o bom caminho, mas reconhecemos-lhes algumas dificuldades", disse o secretário de Estado, acrescentando que o Governo quer que o processo fique "mais leve" e que a constituição de uma ZIF seja menos demorada.As ZIF são áreas territoriais contínuas e delimitadas, constituídas maioritariamente por espaços florestais, submetidas a um plano de gestão florestal e a um plano de defesa da floresta contra incêndios e geridas por uma única entidade.O governante falava aos jornalistas à margem da inauguração da "Tree Parade", exposição que pode ser vista em vários locais de Faro até ao final de Agosto e que é composta por 145 "árvores" decoradas por alunos de escolas de todo o país. Ultima hora

domingo, 27 de julho de 2008

Alentejo tem um milhão e meio de sobreiros e azinheiras mortos

Levantamento feito pela Florasul indica que 2,9 por cento do montado está morto e mais 1,8 por cento é um foco de doenças que deveria ser erradicadoÉ um dos mais extraordinários sistemas produtivos, quer pelo valor económico que tem quer pela riqueza natural que gera, pela generosidade e variedade da oferta de produtos, pela resistência a condições agrestes. O montado, tanto de sobro como de azinho, é das maiores riquezas do país mas avolumam-se os receios sobre a sua vitalidade. Um recente inventário dá conta de que um milhão e meio de árvores estão mortas. A Florasul - Associação de Produtores da Floresta Alentejana, com sede em Moura, esteve desde 2004 a fazer o levantamento das pragas que afectam os sobreiros e as azinheiras na região. Para concluir que há um milhão e meio de árvores mortas e mais um milhão de espécimes a abater, dado estarem a servir de colónia para insectos altamente destrutivos, capazes de contaminar tudo em volta. No total, 4,7 por cento das árvores deveriam ser cortadas, incluindo-se aqui aquelas que já estão mortas, que representam 2,9 por cento do total. Pode parecer uma pequena percentagem mas, segundo a FloraSul, é mais do que esperavam encontrar. E sobretudo é muito para um sistema que sustenta uma das principais fileiras do sector florestal - a cortiça - e produções como o porco preto.Chamam-lhe o declínio do montado, um problema com "quadros clínicos" tão variados que a comunidade científica continua dividida sobre o que o explica. A morte de sobreiros e azinheiras leva há anos ao abate de milhares de árvores. Até há pouco tempo, o único indicador para a dimensão do problema era dado pelo número de autorizações passadas pela Direcção-Geral de Recursos Florestais para remover os exemplares secos. Mas este não era totalmente fiável porque, tal como alguns produtores explicaram ao PÚBLICO, dada a velocidade a que as árvores morriam em certas zonas mais afectadas pelo problema, a autorização era usada para deitar abaixo as outras que entretanto secavam. "Além disso, esses pedidos de abates só são apresentados pelos proprietários mais activos, os outros deixam as árvores nos terrenos", explica Miguel Vieira, director do FloraSul. A Universidade de Évora fez também a sua prospecção, com base em imagens de satélite, que indicou um por cento de árvores mortas, adiantou Vieira. Assim, no âmbito do projecto SisProFlor - Sistema Regional de Prevenção contra Pragas e Doenças em Espaços Florestais, em parceria com entidades como a Direcção-Geral de Recursos Florestais e o Instituto Superior de Agronomia, foi lançada uma iniciativa, apoiada pelo programa Agris, para fazer o levantamento das pragas que afectam o montado.Amostragem de 80 por centoPrimeiro, foi feita uma cartografia das manchas florestais. Depois, utilizou--se a metodologia do inventário florestal nacional para então se definir onde seriam feitas as prospecções de terreno consoante o risco. Este foi definido tendo em conta a ocupação do solo, a temperatura e a precipitação, informação que foi cruzada com os pedidos de abate de árvores.Foram pesquisadas 1400 parcelas, o que, segundo a FloraSul, garante uma amostragem de 80 por cento da área florestal total do Alentejo. A validação dos resultados foi feita pela Universidade de Évora e pela Escola Superior Agrária de Beja.Os resultados foram colocados num sistema informático, que, além da informação sobre a sanidade do montado, inclui dados sobre os bichos encontrados e fotografia digital. Foram recolhidas 3500 amostras, que foram analisadas no Instituto Superior de Agronomia. Detectaram-se lagartas verdes, cobrilhas da cortiça, plátipos e capricórnios. Estes últimos insectos são os mais preocupantes porque matam a árvore. "Agora faltava continuar o trabalho porque é necessário fazer o inventário dos fungos no solo", diz Miguel Vieira. Entre estes, conta-se a fitóftora, que muitos consideram ser uma das causas das mortes."Há várias teorias para explicar o declínio, os espanhóis acham que são os fungos do solo e agora até já surgiu um novo agente - o plythium -, por cá fala-se muito das práticas agrícolas, mas o que falta é aprofundar os estudos", defende Miguel Vieira. "Temos tudo em base de dados, a partir de agora é só colocar mais informação para que depois haja um trabalho de relacionamento de todo este conhecimento", acrescenta o dirigente associativo, que já pediu uma audiência ao secretário de Estado das Florestas para lhe apresentar o trabalho.Olhar para o solo"Do que temos estudado, os problemas devem-se à falta de fertilidade do solo, o que fragiliza a árvore tornando-a mais vulnerável à entrada de pragas", diz António Gonçalves Ferreira, proprietário florestal em Coruche e vice-presidente da União da Floresta Mediterrânica (Unac).Por isso, defende, a grande aposta é aumentar a matéria orgânica no solo. "Os 20 centímetros superficiais do solo são essenciais e tudo o que se fizer para promover essa camada é bom para o montado", diz. Daí que nas suas propriedades - que estão certificadas - se tenha abandonado a grade para passar para o corta-mato, que não mobiliza o solo, evitando-se assim a perda de fertilidade e de capacidade de absorção de água e nutrientes.O que todos os proprietários pedem é que se estude a sério o problema. Já houve algumas iniciativas governamentais. Mas que pararamO primeiro projecto data de 2003, quando Armando Sevinate Pinto lançou um programa para os povoamentos suberícolas. Além deste projecto esquecer as azinheiras, os incêndios desse ano deixaram-no na gaveta.Posteriormente, Rui Gonçalves, o primeiro secretário de Estado das Florestas deste Governo, promoveu um programa para os montados, onde se estimulou a cooperação científica em relação ao problema. Mas alterações na orgânica do Ministério suspenderam estes trabalhos. Agora, o actual secretário de Estado, Ascenso Simões, promete voltar a pegar no assunto. "Em finais de Setembro haverá um plano para o montado enquadrado num plano nacional de fitossanidade vegetal, previsto no Plano de Desenvolvimento Rural, que irá abranger os problemas que afectam várias espécies", disse ao PÚBLICO. 2,9% A mortalidade atinge 2,9 por cento dos sobreiros e azinheiras e deveriam ser removidos 4,7 por cento.21.07.2008, Ana Fernandes

Um quinto da madeira importada pela UE é ilegal

23.07.2008
Alguns países da União Europeia são responsáveis pelo agravamento da desflorestação mundial, um dos mais graves problemas ambientais da actualidade, denunciou ontem o Fundo Mundial para a Conservação da Natureza (WWF) num novo relatório.Mais de um quinto da madeira importada pela UE em 2006 provinha do abate ilegal de árvores, disse o grupo em comunicado. A China, a Rússia e a Indonésia são as principais fontes da madeira adquirida ilegalmente.No total, 40 por cento dos produtos em madeira importados do Sudeste asiático, 30 por cento dos que vêm da América Latina e mais de 36 por cento dos que vêm de África têm origem ilegal ou suspeita, diz o relatório.Os maiores importadores europeus são a Finlândia, o Reino Unido, a Alemanha e a Itália. No comunicado, o WWF pede à UE para reforçar a legislação e evitar a entrada de madeira ilegal nos seus mercados. Joana Azevedo Viana

UE: Maneiras sustentáveis de promover a biomassa‏

A UE lançou uma chamada para receber ideias de como promover a biomassa deforma sustentável. Pode participar visitando a página em Inglês, Francês e Alemão:

sábado, 26 de julho de 2008

Carta aberta ao Banco Espírito Santo,

A propósito do lançamento do extracto bancário, o BES lançou uma campanhanas rádios onde se pode escutar uma música em cuja letra constam asseguintes frases: “Ele era lenhador, vivia bem, a mãe natureza não era a sua mãe” “Aderiu ao extracto digital, e plantar árvores é [agora] o seu emprego” A mensagem contida e subentendida nestas frases, além de errada, é ofensivapara os cerca de 400.000 proprietários florestais, para os empreiteirosflorestais e para os 5.000 trabalhadores de uma indústria que contribui com2% do PIB nacional. A mensagem é errada e ofensiva pelas seguintes razões:
1. Pressupõe que cortar árvores é uma actividade que destrói anatureza. Na actividade florestal as árvores são plantadas, mantidas ecortadas, após o que se segue um novo ciclo de plantação. Prova de que aactividade florestal é benéfica para a floresta em geral é o facto de quedesde finais do século 19 a floresta portuguesa não parou de aumentar deárea, associada ao crescimento constante das indústrias que lhe estão ajusante, seja na pasta e papel, na serração, nos painéis de madeira ou nacortiça.
2. É o consumo de madeira e a remuneração que lhe está afecta quepermite gerar os recursos financeiros para pagar as actividades demanutenção florestal e de protecção contra incêndios. Retirar estaremuneração por redução do consumo de madeira resultará em mais abandono daactividade florestal e consequentemente em maior degradação florestal, e nãoo oposto como é sugerido.
3. As florestas de produção são geralmente plantadas com esse efeito.Em Portugal é nulo o uso de florestas com grande valor de conservação paraprodução industrial. A ausência de consumidor resultará, neste como noutrossectores, na redução de oferta, isto é, na redução de área florestal.
4. Assim e em conclusão, nem a actividade de “lenhador” é passível decondenação social nem está dissociada ou em oposição da actividade de“plantador”, como o vosso jingle sugere. São duas faces duma mesma moeda.
5. A iniciativa do BES de plantar 1 árvore por cada extracto bancário parece ser significativa, mas permite (com 100% de adesão) plantar cerca de1.600ha de floresta, um contributo modesto para a recuperação dos1.300.000ha com que o BES se diz imensamente preocupado.
6. O custo financeiro desta campanha, se usado de forma alternativa emplantação de árvores, poderia seguramente transformar esta contribuiçãosimbólica numa contribuição realmente visível. Assim, penso que seria apenas justo exigir que o BES retire esta campanha deantena e que mobilize os seus recursos para acções pelo ambiente que sejamefectivas e não apenas “publicidade esverdeada”.
PS: Se partilha desta opinião faça ouvir a sua voz junto de satisfacao@bes.pt

nemátodo da madeira do pinheiro (nmp)

principais linhas de orientação
Na sequência da primeira reunião do Conselho Consultivo para a Fitossanidade Florestal que decorreu no passado dia 22 de Julho, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas publicou uma nota com as principais linhas de orientação definidas.
Para consultar o documento clique aqui.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

PT: Eng. Florestal


Data de registo: 2008-07-21Tipo: OfertaTítulo: Eng. FlorestalLocalidade: Vila Franca de XiraDescrição: Aviso (extracto) n.º 20568/2008 , D.R. n.º 139, Série II de 2008-07-21Câmara Municipal de Vila Franca de XiraAbertura de concursos externos Autor: Câmara MunicipalE-Mail: desconhecido


PT: Eng. Florestal
Eng. Florestal22 de JulhoCooperativa Agrícola de Sanfins CRLPaulo Machado (coopsanfinsfloresta@sapo.pt)Localidade: Sever do VougaA Cooperativa Agrícola de Sanfins CRL procura Eng. FlorestalPerfil Profissional:. Bacharel ou Licenciado. Conhecimentos de SIG/ArcView. Carta de condução. Boa capacidade de comunicação. Experiência de campo. DinamismoLocal de trabalho: Sever do VougaDevem enviar curriculum vitae para:coopsanfinsfloresta@sapo.pt

PT: Eng. Florestal
Engenheiro/a Florestal22 de Julho
VIVER SERRAA VIVER SERRA - Associação para a Protecção e o Desenvolvimento das Serras do Barlavento Algarvio, com sede no concelho de Silves, pretende recrutar, pelo período de seis meses, com fortes perspectivas deste ser prorrogado, um/a:Engenheiro/a FlorestalPerfil:. Licenciatura em Engenharia Florestal. Carta de condução. Conhecimentos básicos de Inglês. Bons conhecimentos de SIG. Disponibilidade imediata. Dinamismo, seriedade e responsabilidade. Boa capacidade de comunicação e facilidade de relacionamento. Capacidade de iniciativa e de trabalho
Enviar CV com carta de apresentação, até ao dia 28 de Julho, para: viverserra.gtf@gmail.com

domingo, 13 de julho de 2008

Oferta emprego Florestal

Engenheiro Florestal (m/f)
11 de JulhoAnónimo
Selecciona-se Engº Florestal (M/F)
com um mínimo de 3 anos de experiência para part-time.

Requisitos:.
Bons conhecimentos sobre o sector florestal português.
Muito boa expressão oral e escrita.
Bons conhecimentos de informáticaFactor preferencial:.
Membro da Ordem do EngenheirosResposta a florestalsul@gmail.com

Oferta emprego Florestal

11 de JulhoCAULE - Associação Florestal
CAULE - Associação Florestal procura para estágio profissional, com fortes perspectivas de contrato depois do mesmo:Engenheiro Florestal (m/f)
Pretende-se:Perfil Profissional:.
Recém Bacharel ou Licenciado.
Bons conhecimentos informáticos de programas relacionados com SIG e outros.
Prática de utilização de SIG. Experiência de campo.
Experiência no combate a fogos florestais (preferencial).
Bons conhecimentos de Português.
Conhecimentos básicos falados e escritos de Inglês, Francês e Espanhol.

Carta de conduçãoPerfil Pessoal.

Disponibilidade de horários.
Boa capacidade de comunicação e facilidade de relacionamento.
Dinamismo, responsabilidade e seriedade.
Capacidade de iniciativa e de trabalho.
Boa apresentação.
Disponibilidade imediata
Oferece-se:.
Integração em organização com grande dinamismo.
Disponibilidade para investimento em formação e desenvolvimento profissional.
Bom ambiente de trabalho.
Incorporação em equipa multifuncional
Mais informações em www.caule.org
Envie o seu CV, até 25 de Julho de 2008, para o seguinte e-mail: caule.arganil@gmail.com

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Oferta emprego Florestal

Data de registo: 2008-07-09
Tipo: Oferta
Título: Eng. Florestal
Localidade: Mortágua
Descrição: Aviso n.º 19754/2008 , D.R. n.º 131, Série II de 2008-07-09Câmara Municipal de MortáguaConcurso externo de ingresso para admissão de um estagiário para provimento de um lugar de técnico de 2.ª classe (engenheiro de produção florestal)

terça-feira, 1 de julho de 2008

DR 124 SÉRIE I de 2008-06-30

Portaria n.º 566/2008Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Define que o período crítico no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios, no ano de 2008, vigora de 1 de Julho a 15 de Outubro