O projecto - onde
também participam investigadores da área florestal do Instituto Nacional
de Recursos Biológicos, antiga Estação Florestal Nacional, e da Escola
Superior Agrária de Castelo Branco - é liderado por Jorge Canhoto e
Filomena Gomes, especialistas em biotecnologia vegetal. Os
investigadores já obtiveram genótipos de medronheiros mais produtivos e
mais resistentes a condições ambientais adversas e com frutos de
qualidade superior. O objectivo é “melhorar o comportamento vegetal do
medronheiro, uma planta com grande potencial económico e ambiental, mas
ainda muito pouco estudada e explorada”, como informa a FCTUC num
comunicado de imprensa.
O projecto começou com a selecção e
caracterização de plantas boas produtoras de fruto, junto dos
proprietários. Foram recolhidas amostras, desde o Algarve ao Minho, para
avaliação da diversidade de medronheiros existentes no país. Do
universo genético encontrado, os investigadores seleccionaram as
denominadas “árvores de elite” e procederam à sua caracterização
molecular, ou seja, efectuaram uma espécie de “impressão digital” das
plantas para, a partir daí, desenvolverem metodologias de clonagem. Continua em Mundo Português
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